Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Auxílio nas batalhas da vida
“Não há, aqui, algum profeta do Senhor, para que consultemos o Senhor por meio dele?” 2 Reis 2:11
Jorão, filho de Acabe, não foi tão mal quanto o pai, mas também “fez o que o Senhor reprova”. Deus não aceita meia obediência. Os reis de Judá, Israel e Edom foram para a guerra sem consultar o Senhor. Isso é muito perigoso. Não saia para as batalhas da vida sem antes consultar a Deus. Levar a vida sem Ele é a receita do fracasso.
Verso 11: temos profeta no meio de nós? Temos. É só consultar/ler.
Verso 11: na hora do aperto e da sede, alguns se lembram de Deus, e Ele é tão misericordioso que atende.
Versos 13 e 14: Eliseu atendeu o pedido em respeito a Josafá, rei de Judá. Isso é graça.
Verso 15: a boa música cria um ambiente propício à manifestação de Deus. O contrário também é verdadeiro.
Verso 16: quantas vezes temos que cavar cisternas em lugares secos... Se Deus mandou, cave.
Verso 27: o rei de Moabe sacrificou o próprio filho sobre o muro da cidade. Esse era o tipo de povo que Deus estava destruindo.
Promessa: Moabitas viram sangue onde havia água e assim foram derrotados (v. 21-24). Os métodos de Deus são simples e surpreendentes. Confie!
“Não há, aqui, algum profeta do Senhor, para que consultemos o Senhor por meio dele?” 2 Reis 2:11
Jorão, filho de Acabe, não foi tão mal quanto o pai, mas também “fez o que o Senhor reprova”. Deus não aceita meia obediência. Os reis de Judá, Israel e Edom foram para a guerra sem consultar o Senhor. Isso é muito perigoso. Não saia para as batalhas da vida sem antes consultar a Deus. Levar a vida sem Ele é a receita do fracasso.
Verso 11: temos profeta no meio de nós? Temos. É só consultar/ler.
Verso 11: na hora do aperto e da sede, alguns se lembram de Deus, e Ele é tão misericordioso que atende.
Versos 13 e 14: Eliseu atendeu o pedido em respeito a Josafá, rei de Judá. Isso é graça.
Verso 15: a boa música cria um ambiente propício à manifestação de Deus. O contrário também é verdadeiro.
Verso 16: quantas vezes temos que cavar cisternas em lugares secos... Se Deus mandou, cave.
Verso 27: o rei de Moabe sacrificou o próprio filho sobre o muro da cidade. Esse era o tipo de povo que Deus estava destruindo.
Promessa: Moabitas viram sangue onde havia água e assim foram derrotados (v. 21-24). Os métodos de Deus são simples e surpreendentes. Confie!
Comentário
2Rs 3:2 – Jorão, filho de Acabe, não foi tão mal quanto o pai, mas também “fez o que o Senhor reprova”. Deus não aceita meia obediência.
2Rs 3:9 – Os reis de Judá, Israel e Edom foram para a guerra sem consultar o Senhor. Isso é muito perigoso. Não saia para as batalhas da vida sem antes consultar a Deus.
2Rs 3:11 – Temos profeta no meio de nós? Temos. É só consultar/ler.
2Rs 3:11 – Na hora do aperto e da sede, alguns se lembram de Deus, e Ele é tão misericordioso que atende.
2Rs 3:13, 14 – Eliseu atendeu o pedido em respeito a Josafá, rei de Judá. Isso é graça.
2Rs 3:15 – A boa música cria um ambiente propício à manifestação de Deus. O contrário também é verdadeiro.
2Rs 3:16 – Quantas vezes temos que cavar cisternas em lugares secos... Se Deus mandou, cave.
2Rs 3:21-24 – Moabitas viram sangue onde havia água e assim foram derrotados. Os métodos de Deus são simples e surpreendentes. Confie!
2Rs 3:27 – O rei de Moabe sacrificou o próprio filho sobre o muro da cidade. Esse era o tipo de povo que Deus estava destruindo.
2Rs 3:2 – Jorão, filho de Acabe, não foi tão mal quanto o pai, mas também “fez o que o Senhor reprova”. Deus não aceita meia obediência.
2Rs 3:9 – Os reis de Judá, Israel e Edom foram para a guerra sem consultar o Senhor. Isso é muito perigoso. Não saia para as batalhas da vida sem antes consultar a Deus.
2Rs 3:11 – Temos profeta no meio de nós? Temos. É só consultar/ler.
2Rs 3:11 – Na hora do aperto e da sede, alguns se lembram de Deus, e Ele é tão misericordioso que atende.
2Rs 3:13, 14 – Eliseu atendeu o pedido em respeito a Josafá, rei de Judá. Isso é graça.
2Rs 3:15 – A boa música cria um ambiente propício à manifestação de Deus. O contrário também é verdadeiro.
2Rs 3:16 – Quantas vezes temos que cavar cisternas em lugares secos... Se Deus mandou, cave.
2Rs 3:21-24 – Moabitas viram sangue onde havia água e assim foram derrotados. Os métodos de Deus são simples e surpreendentes. Confie!
2Rs 3:27 – O rei de Moabe sacrificou o próprio filho sobre o muro da cidade. Esse era o tipo de povo que Deus estava destruindo.
Comentário Blog Associação Geral
Você já esteve no meio de uma grande empreitada e descobriu que não tinha recursos para continuar? Israel e Judá se viram nessa situação.
Embora a guerra fosse sua própria ideia, o perverso rei Jorão culpou a Deus pelo que ele pensava ser a derrota iminente. O justo rei Josafá insistiu em pedir orientação e ajuda a Deus. O contraste entre fé e descrença nesta história é dramático.
Desânimo e pessimismo são frutos da incredulidade. Ao confiar apenas na habilidade humana, chega-se ao fim de seus recursos e a derrota é o resultado inevitável. Mas com Deus, nenhuma perspectiva é sem esperança.
É fácil para Deus suprir nossas necessidades físicas. Mas Ele se deleita em fazer mais do que isso. Ele promete orientação, libertação e vitória para aqueles que O buscam. Quando Deus revela uma saída, esta pode parecer impossível para o nosso raciocínio humano. Sua direção geralmente inclui algumas ações necessárias de nossa parte. Como cavar valas para a água em um vale seco, isso demonstra nossa fé e obediência à Sua liderança.
Quando confrontado com uma crise, qual é a sua primeira resposta? Escolha a fé que pode encher um deserto de água e libertar dos exércitos de Satanás.
Esther Baker
Dona de casa
Igreja da Union Springs AcademY
New York USA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Quem nunca passou por uma crise? Crises são inevitáveis! Mais cedo ou mais tarde elas aparecem; seja na economia do país ou na empresa onde se trabalha. Há também possibilidade de crises familiares, conjugais e pessoais.
O texto em foco mostra-nos alguns pontos, os quais merecem muito nossa concentração:
1. É certo que durante nossa existência enfrentaremos crises das quais precisaremos tomar atitudes imediatas e radicais (vs. 1-5);
2. As consequências das crises que nos assolam dependerão de nossas decisões (vs. 6-7, 9):
• Jorão mostra como decidir baseado na capacidade humana;
• Josafá mostra como decidir baseado na conveniência;
• O rei de Edom mostra como decidir baseado nas decisões alheias.
3. Crises vêm, crises vão, simplesmente para revelar quem é quem (vs. 8-12):
• Jorão representa aqueles que tomam decisões equivocadas e que ao verem as consequências são rápidos em procurar um culpado, para eles quase sempre Deus.
• O rei de Edom representa os indiferentes em tempo de crises, tanto faz como tanto fez; não reagem, ficam parados esperando pelos outros.
• Josafá representa os fieis que quando estão encrencados sabem que Deus conhece todos os problemas e sabe como resolvê-los.
4. As crises surgem a fim de que busquemos a Deus, o qual visa surpreender-nos com o que Ele pode fazer (vs. 13-14). Deus, através de Seus servos, confronta os incrédulos, representado por Jorão; Ele ignora os que O ignoram, representado pelo rei de Edom; e honra aos que O honram, representado por Josafá.
5. Deus usa as crises na vida dos seres humanos para revelar Sua capacidade ilimitada visando atrair os pecadores a Si (vs. 15-19):
• Deus merece ser adorado antes dEle manifestar Seu poder;
• Deus usa pessoas para enviar profecias diretas sobre o que fazer para vencer as crises;
• Deus espera a participação humana em suas orientações aparentemente “sem lógica” objetivando revelar Sua onisciência e onipotência.
6. Deus mostra que a vitória sobre qualquer crise depende da obediência plena a Suas indicações por meio da palavra de Seus profetas (vs. 20-27). A lógica de Deus não tem lógica do ponto-de-vista humano; porém, confiar nEle reside o segredo de toda vitória.
Se buscássemos mais a Deus colecionaríamos mais vitórias! Nossa vida seria bem melhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Quem nunca passou por uma crise? Crises são inevitáveis! Mais cedo ou mais tarde elas aparecem; seja na economia do país ou na empresa onde se trabalha. Há também possibilidade de crises familiares, conjugais e pessoais.
O texto em foco mostra-nos alguns pontos, os quais merecem muito nossa concentração:
1. É certo que durante nossa existência enfrentaremos crises das quais precisaremos tomar atitudes imediatas e radicais (vs. 1-5);
2. As consequências das crises que nos assolam dependerão de nossas decisões (vs. 6-7, 9):
• Jorão mostra como decidir baseado na capacidade humana;
• Josafá mostra como decidir baseado na conveniência;
• O rei de Edom mostra como decidir baseado nas decisões alheias.
3. Crises vêm, crises vão, simplesmente para revelar quem é quem (vs. 8-12):
• Jorão representa aqueles que tomam decisões equivocadas e que ao verem as consequências são rápidos em procurar um culpado, para eles quase sempre Deus.
• O rei de Edom representa os indiferentes em tempo de crises, tanto faz como tanto fez; não reagem, ficam parados esperando pelos outros.
• Josafá representa os fieis que quando estão encrencados sabem que Deus conhece todos os problemas e sabe como resolvê-los.
4. As crises surgem a fim de que busquemos a Deus, o qual visa surpreender-nos com o que Ele pode fazer (vs. 13-14). Deus, através de Seus servos, confronta os incrédulos, representado por Jorão; Ele ignora os que O ignoram, representado pelo rei de Edom; e honra aos que O honram, representado por Josafá.
5. Deus usa as crises na vida dos seres humanos para revelar Sua capacidade ilimitada visando atrair os pecadores a Si (vs. 15-19):
• Deus merece ser adorado antes dEle manifestar Seu poder;
• Deus usa pessoas para enviar profecias diretas sobre o que fazer para vencer as crises;
• Deus espera a participação humana em suas orientações aparentemente “sem lógica” objetivando revelar Sua onisciência e onipotência.
6. Deus mostra que a vitória sobre qualquer crise depende da obediência plena a Suas indicações por meio da palavra de Seus profetas (vs. 20-27). A lógica de Deus não tem lógica do ponto-de-vista humano; porém, confiar nEle reside o segredo de toda vitória.
Se buscássemos mais a Deus colecionaríamos mais vitórias! Nossa vida seria bem melhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
E a saga dos reis maus de Israel continua. Com a morte de Acazias, não havia herdeiro para sucedê-lo, então seu irmão Jorão reinou em seu lugar. E fez este “o que era mau perante o Senhor; porém não como seu pai, nem como sua mãe” (v.2). Adoradores convictos de Baal, Acabe e Jezabel construíram uma reputação muito difícil de ser comparada ou superada. Porém, nos pecados em que caiu Jeroboão, Jorão também consentiu. E diante da ameaça do rei de Moabe, logo procurou a ajuda de Josafá. O rei de Judá já havia saído à guerra antes em favor de Acabe, e quase perdeu a vida pela desonestidade daquele rei. Mais uma vez ele se mostrou prestativo para com outro rei de Israel e saiu em seu favor.
Como na situação anterior, Josafá sugeriu que fosse consultado um profeta de Deus. Eliseu foi indicado e os reis “desceram a ter com ele” (v.12). Aquela pequena comissão logo revelou sua dificuldade. Jorão foi desmascarado por aquele que de Deus recebera discernimento para perceber-lhe a maldade: “Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe” (v.13). Como homem de Deus, Eliseu recebera o dom de discernir espíritos (1Co.12:10), e por ser Jorão mui perverso, não fosse “a presença de Josafá” (v.14), o profeta não lhe teria dado atenção e nem tampouco olharia para ele. Parece uma atitude dura da parte de Eliseu, mas era apenas o efeito da anti mistura da luz com as trevas.
A presença do rei de Israel era tão inconveniente, que Eliseu, à semelhança de Davi quando tocava a sua harpa e afastava de Saul o espírito maligno (1Sm.16:23), usou o louvor para que o mal fosse dissipado e pudesse receber de Deus o poder para transmitir a Sua palavra. É certo que muitas vezes precisamos conviver com pessoas difíceis, mas isto não deve nos impedir de lhe sermos úteis conforme a vontade de Deus. Eliseu, por vontade própria não queria estar ali, mas tinha uma obra maior a realizar, uma obra que não era sua, mas do Senhor. E por respeito a Josafá, conteve a sua indignação. Pois muitas vezes Deus age em favor dos maus por causa dos bons que os cercam. Os ímpios são abençoados por amor dos justos e, com isso, recebem também a oportunidade de saírem das trevas para luz, e da sequidão para terra de abundantes águas (v.20).
Precisamos entender que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. E da mesma forma, devemos ter repulsa aos atos de maldade, mas misericórdia de quem age assim. “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Notem que Paulo coloca duas condições: “Se possível” e “quanto depender de vós”. Isto é, nem sempre é possível manter uma relação pacífica com todos, mas que esta impossibilidade não surja de nossa parte. Certamente, Eliseu sabia que se Jorão pudesse, lhe tiraria a vida, assim como Jezabel havia feito com os demais profetas do Senhor.
Contudo, não cabia a Eliseu a vingança, nem deixar de comunicar a palavra de Deus, porém, no que dependesse dele, tudo o que dissesse ou fizesse deveria ser um amontoado de brasas vivas sobre a cabeça de Jorão (Rm.12:20). Que possamos escolher, como Eliseu, andar na presença do Senhor para que não tornemos “a ninguém mal por mal”, porém nos esforcemos “por fazer o bem perante todos os homens” (Rm.12:17). Porque em breve há de ser revelada “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve” (Ml.3:18). Até lá, não é nossa a obra de fazer este julgamento, mas do Juiz Justo. Eis o que Deus espera de nós: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35). Vigiemos e oremos!
E a saga dos reis maus de Israel continua. Com a morte de Acazias, não havia herdeiro para sucedê-lo, então seu irmão Jorão reinou em seu lugar. E fez este “o que era mau perante o Senhor; porém não como seu pai, nem como sua mãe” (v.2). Adoradores convictos de Baal, Acabe e Jezabel construíram uma reputação muito difícil de ser comparada ou superada. Porém, nos pecados em que caiu Jeroboão, Jorão também consentiu. E diante da ameaça do rei de Moabe, logo procurou a ajuda de Josafá. O rei de Judá já havia saído à guerra antes em favor de Acabe, e quase perdeu a vida pela desonestidade daquele rei. Mais uma vez ele se mostrou prestativo para com outro rei de Israel e saiu em seu favor.
Como na situação anterior, Josafá sugeriu que fosse consultado um profeta de Deus. Eliseu foi indicado e os reis “desceram a ter com ele” (v.12). Aquela pequena comissão logo revelou sua dificuldade. Jorão foi desmascarado por aquele que de Deus recebera discernimento para perceber-lhe a maldade: “Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe” (v.13). Como homem de Deus, Eliseu recebera o dom de discernir espíritos (1Co.12:10), e por ser Jorão mui perverso, não fosse “a presença de Josafá” (v.14), o profeta não lhe teria dado atenção e nem tampouco olharia para ele. Parece uma atitude dura da parte de Eliseu, mas era apenas o efeito da anti mistura da luz com as trevas.
A presença do rei de Israel era tão inconveniente, que Eliseu, à semelhança de Davi quando tocava a sua harpa e afastava de Saul o espírito maligno (1Sm.16:23), usou o louvor para que o mal fosse dissipado e pudesse receber de Deus o poder para transmitir a Sua palavra. É certo que muitas vezes precisamos conviver com pessoas difíceis, mas isto não deve nos impedir de lhe sermos úteis conforme a vontade de Deus. Eliseu, por vontade própria não queria estar ali, mas tinha uma obra maior a realizar, uma obra que não era sua, mas do Senhor. E por respeito a Josafá, conteve a sua indignação. Pois muitas vezes Deus age em favor dos maus por causa dos bons que os cercam. Os ímpios são abençoados por amor dos justos e, com isso, recebem também a oportunidade de saírem das trevas para luz, e da sequidão para terra de abundantes águas (v.20).
Precisamos entender que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. E da mesma forma, devemos ter repulsa aos atos de maldade, mas misericórdia de quem age assim. “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Notem que Paulo coloca duas condições: “Se possível” e “quanto depender de vós”. Isto é, nem sempre é possível manter uma relação pacífica com todos, mas que esta impossibilidade não surja de nossa parte. Certamente, Eliseu sabia que se Jorão pudesse, lhe tiraria a vida, assim como Jezabel havia feito com os demais profetas do Senhor.
Contudo, não cabia a Eliseu a vingança, nem deixar de comunicar a palavra de Deus, porém, no que dependesse dele, tudo o que dissesse ou fizesse deveria ser um amontoado de brasas vivas sobre a cabeça de Jorão (Rm.12:20). Que possamos escolher, como Eliseu, andar na presença do Senhor para que não tornemos “a ninguém mal por mal”, porém nos esforcemos “por fazer o bem perante todos os homens” (Rm.12:17). Porque em breve há de ser revelada “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve” (Ml.3:18). Até lá, não é nossa a obra de fazer este julgamento, mas do Juiz Justo. Eis o que Deus espera de nós: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35). Vigiemos e oremos!
