Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Diga os bons exemplos e ouça os profetas verdadeiros
“Tão certo como
“Tão certo como
Comentário
1Rs 21 humana.
1Rs 21 humana.
Comentário Blog Associação Geral
Você já esteve no meio de uma grande empreitada e descobriu que não tinha recursos para continuar? Israel e Judá se viram nessa situação.
Embora a guerra fosse sua própria ideia, o perverso rei Jorão culpou a Deus pelo que ele pensava ser a derrota iminente. O justo rei Josafá insistiu em pedir orientação e ajuda a Deus. O contraste entre fé e descrença nesta história é dramático.
Desânimo e pessimismo são frutos da incredulidade. Ao confiar apenas na habilidade humana, chega-se ao fim de seus recursos e a derrota é o resultado inevitável. Mas com Deus, nenhuma perspectiva é sem esperança.
É fácil para Deus suprir nossas necessidades físicas. Mas Ele se deleita em fazer mais do que isso. Ele promete orientação, libertação e vitória para aqueles que O buscam. Quando Deus revela uma saída, esta pode parecer impossível para o nosso raciocínio humano. Sua direção geralmente inclui algumas ações necessárias de nossa parte. Como cavar valas para a água em um vale seco, isso demonstra nossa fé e obediência à Sua liderança.
Quando confrontado com uma crise, qual é a sua primeira resposta? Escolha a fé que pode encher um deserto de água e libertar dos exércitos de Satanás.
Esther Baker
Dona de casa
Igreja da Union Springs AcademY
New York USA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Quem nunca passou por uma crise? Crises são inevitáveis! Mais cedo ou mais tarde elas aparecem; seja na economia do país ou na empresa onde se trabalha. Há também possibilidade de crises familiares, conjugais e pessoais.
O texto em foco mostra-nos alguns pontos, os quais merecem muito nossa concentração:
1. É certo que durante nossa existência enfrentaremos crises das quais precisaremos tomar atitudes imediatas e radicais (vs. 1-5);
2. As consequências das crises que nos assolam dependerão de nossas decisões (vs. 6-7, 9):
• Jorão mostra como decidir baseado na capacidade humana;
• Josafá mostra como decidir baseado na conveniência;
• O rei de Edom mostra como decidir baseado nas decisões alheias.
3. Crises vêm, crises vão, simplesmente para revelar quem é quem (vs. 8-12):
• Jorão representa aqueles que tomam decisões equivocadas e que ao verem as consequências são rápidos em procurar um culpado, para eles quase sempre Deus.
• O rei de Edom representa os indiferentes em tempo de crises, tanto faz como tanto fez; não reagem, ficam parados esperando pelos outros.
• Josafá representa os fieis que quando estão encrencados sabem que Deus conhece todos os problemas e sabe como resolvê-los.
4. As crises surgem a fim de que busquemos a Deus, o qual visa surpreender-nos com o que Ele pode fazer (vs. 13-14). Deus, através de Seus servos, confronta os incrédulos, representado por Jorão; Ele ignora os que O ignoram, representado pelo rei de Edom; e honra aos que O honram, representado por Josafá.
5. Deus usa as crises na vida dos seres humanos para revelar Sua capacidade ilimitada visando atrair os pecadores a Si (vs. 15-19):
• Deus merece ser adorado antes dEle manifestar Seu poder;
• Deus usa pessoas para enviar profecias diretas sobre o que fazer para vencer as crises;
• Deus espera a participação humana em suas orientações aparentemente “sem lógica” objetivando revelar Sua onisciência e onipotência.
6. Deus mostra que a vitória sobre qualquer crise depende da obediência plena a Suas indicações por meio da palavra de Seus profetas (vs. 20-27). A lógica de Deus não tem lógica do ponto-de-vista humano; porém, confiar nEle reside o segredo de toda vitória.
Se buscássemos mais a Deus colecionaríamos mais vitórias! Nossa vida seria bem melhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Quem nunca passou por uma crise? Crises são inevitáveis! Mais cedo ou mais tarde elas aparecem; seja na economia do país ou na empresa onde se trabalha. Há também possibilidade de crises familiares, conjugais e pessoais.
O texto em foco mostra-nos alguns pontos, os quais merecem muito nossa concentração:
1. É certo que durante nossa existência enfrentaremos crises das quais precisaremos tomar atitudes imediatas e radicais (vs. 1-5);
2. As consequências das crises que nos assolam dependerão de nossas decisões (vs. 6-7, 9):
• Jorão mostra como decidir baseado na capacidade humana;
• Josafá mostra como decidir baseado na conveniência;
• O rei de Edom mostra como decidir baseado nas decisões alheias.
3. Crises vêm, crises vão, simplesmente para revelar quem é quem (vs. 8-12):
• Jorão representa aqueles que tomam decisões equivocadas e que ao verem as consequências são rápidos em procurar um culpado, para eles quase sempre Deus.
• O rei de Edom representa os indiferentes em tempo de crises, tanto faz como tanto fez; não reagem, ficam parados esperando pelos outros.
• Josafá representa os fieis que quando estão encrencados sabem que Deus conhece todos os problemas e sabe como resolvê-los.
4. As crises surgem a fim de que busquemos a Deus, o qual visa surpreender-nos com o que Ele pode fazer (vs. 13-14). Deus, através de Seus servos, confronta os incrédulos, representado por Jorão; Ele ignora os que O ignoram, representado pelo rei de Edom; e honra aos que O honram, representado por Josafá.
5. Deus usa as crises na vida dos seres humanos para revelar Sua capacidade ilimitada visando atrair os pecadores a Si (vs. 15-19):
• Deus merece ser adorado antes dEle manifestar Seu poder;
• Deus usa pessoas para enviar profecias diretas sobre o que fazer para vencer as crises;
• Deus espera a participação humana em suas orientações aparentemente “sem lógica” objetivando revelar Sua onisciência e onipotência.
6. Deus mostra que a vitória sobre qualquer crise depende da obediência plena a Suas indicações por meio da palavra de Seus profetas (vs. 20-27). A lógica de Deus não tem lógica do ponto-de-vista humano; porém, confiar nEle reside o segredo de toda vitória.
Se buscássemos mais a Deus colecionaríamos mais vitórias! Nossa vida seria bem melhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Para mim, esta é uma das histórias mais lindas da Bíblia, em termos de fé, amizade, compromisso, lealdade e recompensa. Podemos identificar tudo isso e muito mais no capítulo de hoje. Pela primeira vez, a Bíblia destaca a sucessão de um profeta de Deus. Até aqui temos visto apenas a linha de sucessão dos reis de Israel e de Judá. Elias, porém, foi o profeta que ganhou evidência não só nos livros das histórias dos reis de Israel, mas também foi citado por profetas menores, no Novo Testamento e seu nome recebeu destaque para o cumprimento de profecias nos últimos dias.
Eis o que está escrito no livro de Malaquias: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor” (Ml.4:5). Esta profecia não se trata do retorno da pessoa de Elias, mas de sua missão. A obra dada a Elias de restaurar a verdadeira adoração é o que vai dar cumprimento ao último sinal antes do fim (Mt.24:14). Assim como a ressurreição de Moisés representa os que serão ressuscitados no Dia do Senhor, a trasladação de Elias ao Céu simboliza os que serão arrebatados naquele Dia: “A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co.15:52). Isto explica o fato destes dois personagens terem aparecido na transfiguração de Cristo (Mt.17:3), como uma confirmação dos frutos do “penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).
Eliseu foi o único a acompanhar tudo de perto. Não se apartou de Elias um único instante, e de seu mestre recebeu preciosas orientações. A companhia de Elias era-lhe agradável e lhe fazia sentir-se mais próximo de Deus. Não há bênção maior nesta terra do que pessoas que nos edifiquem espiritualmente. Elias nos deixou uma grande e importante lição que Jesus transformou em uma comissão: “Ide, portanto, fazei discípulos” (Mt.28:19). A amizade entre Elias e Eliseu fez de Eliseu um fiel discípulo e a responsabilidade que sobre ele cairia o levou a fazer um ousado pedido: “Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito” (v.9).
Eliseu não estava pedindo para ser melhor do que o seu mestre, e sim reconhecendo a sua total dependência do poder divino. A postura que teve diante dos discípulos insensatos mostrou a sua prudência diante dos assuntos do Alto. A atitude daqueles homens representam pessoas que não sabem guardar discrição, e, em tom de “inocentes comentários” saem divulgando o que não lhes convém. Mesmo que eles tenham expressado uma verdade, a repetida resposta de Eliseu “Também eu o sei; calai-vos” (v.3 e 5), nos deixa um legado de que aqueles que mantém o foco na missão não perdem tempo com conversas fúteis.
A lealdade de Eliseu para com Elias foi a chave que lhe abriu as portas da sucessão profética e o fez contemplar um vislumbre da glória divina. Nenhum daqueles discípulos estavam prontos para receber tal incumbência e viver tamanha experiência. Eliseu teve a honra de contemplar os seres celestiais, muito em breve, os filhos do Reino também terão. O privilégio de Elias de subir aos Céus sem passar pela morte, os justos vivos hão de ter, como está escrito: “nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados… entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17).
Mas para todos os zombadores, que insistem em escarnecer e maldizer os filhos do Reino, lhes sobrevirá repentina destruição, assim como foi com os quarenta e dois rapazinhos que zombaram do profeta de Deus. Meus irmãos, não fiquemos insistindo em falar e em fazer o que não nos é conveniente. Sempre que vier à nossa língua a vontade de comentar acerca do que não nos diz respeito, lembremos do conselho de Eliseu: “Calai-vos”! E quando quisermos insistir em ir aonde Deus não nos mandou, lembremos da admoestação de Eliseu: “Não vos disse que não fôsseis?” (v.18).
O Senhor tem planos surpreendentes na vida de todo aquele que, como Elias e como Eliseu, se entrega a Seu serviço. Que nossa vida seja usada por Deus como guia para o nosso próximo e que estabeleçamos laços de amizade íntima com pessoas que nos edificam para o Reino dos Céus. Lembremos que “Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos” (Tg.5:17), mas que através de sua comunhão com Deus teve uma vida extraordinária. Clamemos pela “porção dobrada” (v.9). E ainda que diante de nós se levantem muitas águas, Deus nos fará passar “em seco” (v.8) ou as tornará saúde para nossa alma (v.21). Vigiemos e oremos!
Para mim, esta é uma das histórias mais lindas da Bíblia, em termos de fé, amizade, compromisso, lealdade e recompensa. Podemos identificar tudo isso e muito mais no capítulo de hoje. Pela primeira vez, a Bíblia destaca a sucessão de um profeta de Deus. Até aqui temos visto apenas a linha de sucessão dos reis de Israel e de Judá. Elias, porém, foi o profeta que ganhou evidência não só nos livros das histórias dos reis de Israel, mas também foi citado por profetas menores, no Novo Testamento e seu nome recebeu destaque para o cumprimento de profecias nos últimos dias.
Eis o que está escrito no livro de Malaquias: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor” (Ml.4:5). Esta profecia não se trata do retorno da pessoa de Elias, mas de sua missão. A obra dada a Elias de restaurar a verdadeira adoração é o que vai dar cumprimento ao último sinal antes do fim (Mt.24:14). Assim como a ressurreição de Moisés representa os que serão ressuscitados no Dia do Senhor, a trasladação de Elias ao Céu simboliza os que serão arrebatados naquele Dia: “A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co.15:52). Isto explica o fato destes dois personagens terem aparecido na transfiguração de Cristo (Mt.17:3), como uma confirmação dos frutos do “penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).
Eliseu foi o único a acompanhar tudo de perto. Não se apartou de Elias um único instante, e de seu mestre recebeu preciosas orientações. A companhia de Elias era-lhe agradável e lhe fazia sentir-se mais próximo de Deus. Não há bênção maior nesta terra do que pessoas que nos edifiquem espiritualmente. Elias nos deixou uma grande e importante lição que Jesus transformou em uma comissão: “Ide, portanto, fazei discípulos” (Mt.28:19). A amizade entre Elias e Eliseu fez de Eliseu um fiel discípulo e a responsabilidade que sobre ele cairia o levou a fazer um ousado pedido: “Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito” (v.9).
Eliseu não estava pedindo para ser melhor do que o seu mestre, e sim reconhecendo a sua total dependência do poder divino. A postura que teve diante dos discípulos insensatos mostrou a sua prudência diante dos assuntos do Alto. A atitude daqueles homens representam pessoas que não sabem guardar discrição, e, em tom de “inocentes comentários” saem divulgando o que não lhes convém. Mesmo que eles tenham expressado uma verdade, a repetida resposta de Eliseu “Também eu o sei; calai-vos” (v.3 e 5), nos deixa um legado de que aqueles que mantém o foco na missão não perdem tempo com conversas fúteis.
A lealdade de Eliseu para com Elias foi a chave que lhe abriu as portas da sucessão profética e o fez contemplar um vislumbre da glória divina. Nenhum daqueles discípulos estavam prontos para receber tal incumbência e viver tamanha experiência. Eliseu teve a honra de contemplar os seres celestiais, muito em breve, os filhos do Reino também terão. O privilégio de Elias de subir aos Céus sem passar pela morte, os justos vivos hão de ter, como está escrito: “nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados… entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17).
Mas para todos os zombadores, que insistem em escarnecer e maldizer os filhos do Reino, lhes sobrevirá repentina destruição, assim como foi com os quarenta e dois rapazinhos que zombaram do profeta de Deus. Meus irmãos, não fiquemos insistindo em falar e em fazer o que não nos é conveniente. Sempre que vier à nossa língua a vontade de comentar acerca do que não nos diz respeito, lembremos do conselho de Eliseu: “Calai-vos”! E quando quisermos insistir em ir aonde Deus não nos mandou, lembremos da admoestação de Eliseu: “Não vos disse que não fôsseis?” (v.18).
O Senhor tem planos surpreendentes na vida de todo aquele que, como Elias e como Eliseu, se entrega a Seu serviço. Que nossa vida seja usada por Deus como guia para o nosso próximo e que estabeleçamos laços de amizade íntima com pessoas que nos edificam para o Reino dos Céus. Lembremos que “Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos” (Tg.5:17), mas que através de sua comunhão com Deus teve uma vida extraordinária. Clamemos pela “porção dobrada” (v.9). E ainda que diante de nós se levantem muitas águas, Deus nos fará passar “em seco” (v.8) ou as tornará saúde para nossa alma (v.21). Vigiemos e oremos!
