Reavivados por Sua Palavra | Gênesis 3

  Leitura da Bíblia


Capítulo do dia | Narrada por Cid Moreira

Convidamos você a ler 1 capítulo por dia da Bíblia. Esse hábito irá transformar nossas vidas! 

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 Comentários em Texto 


Pr. Michelson Borges

Reflexão 

Presentes do Jardim dos Prazeres

 “O Senhor Deus fez roupas de peles, com as quais vestiu Adão e sua mulher.” Gênesis 3:21


No capítulo 2 de Gênesis, Deus deixa claro que o pecado e a desobediência à Sua Palavra trariam como consequência a morte. No capítulo 3, Satanás (cuja trágica história será apresentada mais adiante, na Bíblia) contradiz o que o Criador havia dito, ao afirmar: “É verdade que Deus disse? [...] É certo que vocês não morrerão” (v. 1, 4). As mentiras com que o inimigo (usando como médium uma serpente) envolveu no grande conflito nossos primeiros pais foram (1) a distorção da Palavra de Deus, (2) a ideia falsa da imortalidade inerente e (3) a pretensão de divindade. A consequência dessa má escolha de Adão e Eva está ao nosso redor: tristeza, injustiças, doenças, degradação e morte.

Como resultado imediato do pecado, os dois se deram conta se sua nudez (física e espiritual), fugiram da presença de Deus e passaram a transferir a culpa. Mas Deus foi ao encontro deles com a solução: o Descendente da mulher (Jesus) viria para destruir o inimigo e pagar a dívida humana. A culpa seria lançada sobre Ele. Sim, o salário do pecado é a morte eterna, mas não seriam os seres humanos que pagariam essa conta.

O capítulo 3 é o mais triste da Bíblia, pois mostra a transição do mundo perfeito para o mundo de pecado, mas também é o primeiro capítulo a apresentar a pele do Cordeiro (justiça divina) como a resposta de Deus para a nudez humana.

Promessa: Mesmo quando o ser humano se afasta de Deus e cai no pecado, o Senhor vai ao encontro dele com a oferta de perdão e restauração em Cristo.

Arqueologia: Nas mitologias antigas, era comum encontrar serpentes que se opunham à divindade criadora. Na Epopeia de Gilgamés, por exemplo, é uma serpente que rouba do herói a planta do rejuvenescimento, tornando-o mortal. 

Comentários

Gn 3 – Um dos capítulos mais tristes da Bíblia narra a queda humana no pecado.

Gn 3:1 – Satanás usou um animal como médium e distorceu a palavra de Deus. Ele sempre age assim: usa meios insuspeitos e distorce a verdade.

Gn 3:1 – Eva era tão inteligente e a missão tão importante que Satanás em pessoa se encarregou disso.

Gn 3:2, 3 – Nunca devemos dar ouvidos ou dialogar com o inimigo. 

Gn 3:2, 3 – A prepotência cristã é um perigo – achar que se pode expor ao perigo por conhecer a verdade. Eva era muito mais inteligente que os seres humanos atuais, mesmo assim caiu.

Gn 3:3-5 – A mentira original se divide em duas submentiras: o ser humano não morre e pode ser como Deus. Satanás vem ecoando até hoje essa mesma mentira, sob várias formas.

Gn 3:6 – Os sentidos que Deus criou se tornam uma maldição quando usados para pecar. 

Gn 3:6 – O apetite, o desejo dos olhos e a curiosidade indevida foram o começo da queda.

Gn 3:6 – Depois de pecar Eva se tornou um instrumento de Satanás para levar também Adão à queda.

Gn 3:7 – O pecado nos faz sentir nus. Adão e Eva tentaram resolver a situação por si mesmos, num tipo de justificação pelas obras.

Gn 3:7 – Nossos esforços no sentido da autojustificação são tão inúteis quanto roupas de folhas.

Gn 3:8 – O pecado nos faz sentir medo de Deus e fugir dEle.

Gn 3:9 – Deus vai atrás do pecador. Ele sabia o que Adão e Eva haviam feito, mas queria que eles reconhecessem o pecado cometido.

Gn 3:12, 13 – Adão pôs a culpa em Eva e em Deus; Eva pôs a culpa na serpente e em Deus. Pecadores quase sempre tentam justificar o pecado. Pecado não se explica, pecado se confessa.

Gn 3:15 – Primeira profecia messiânica fala da promessa da vinda do Salvador que derrotaria a serpente (Satanás).

Gn 3:17 – Por causa do pecado humano toda a Terra sofreu e ainda sofre.

Gn 3:19 – O trabalho que deveria ser uma bênção prazerosa acabou se tornando um fardo.

Gn 3:19 – A morte foi a pior consequência do pecado. Não herdamos o pecado de Adão e Eva, mas as consequências, sim. Somos todos mortais.

Gn 3:21 – Sinal de graça e perdão: Deus fez roupas de pele (sacrifício) para Adão e Eva, e com elas os cobriu, física e espiritualmente.

Gn 3:22 – “O homem se tornou como um de nós.” Outra evidência da Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo queriam poupar o ser humano de conhecer o mal.

Gn 3:24 – Por misericórdia Deus impediu que o casal tivesse acesso à árvore da vida e se tornasse eternamente pecador.


Pr. Heber Toth Armí

Reflexão 

Esse texto nos conta sobre a maior tragédia humana. Este capítulo nos revela por que não estamos num jardim, onde originalmente Deus colocara a humanidade. Ele mostra como o maravilhoso plano de Deus para nós foi arruinado. Ele explica a origem da dor, do sofrimento, da humilhação, da morte; e também da esperança!

Analisando atentamente este texto em seu contexto, entendemos que Moisés intentava mostrar aos sofredores israelitas que a angústia deles na escravidão egípcia não se dava pela inexistência de Deus, mas pela existência do pecado. E, que a existência do pecado, não se deu pelo fato de que Deus não cuidou bem do que criou, mas pela negligência de nossos primeiros pais.

Desde que o homem e a mulher optaram por confiar em suas próprias conclusões, Deus Se mostrou amoroso por trás de cada acontecimento e de cada capítulo da história humana, almejando reverter a situação. Apesar da porta do mundo ter sido aberta para o pecado e todo seu pacote de desgraça resultando em terríveis calamidades e angústias, Deus está conduzindo à história mundial a um fim glorioso.

Em meio ao medo, vergonha e desespero humanos veio Deus com a solução que eliminaria a morte e todas consequências funestas do pecado. Quando o futuro parecia escuro e incerto, Deus apresentou a primeira e mais importante profecia de toda a Bíblia. Em Gênesis 3:15 Deus revela que O descendente da mulher (Jesus) pagaria altíssimo preço a fim de cobrir a culpa do pecador com a justiça divina, assim como Deus cobriu os dois transgressores com peles de animais (Gênesis 3:19).

Na pior desgraça humana, percebemos a maior graça divina. Os desobedientes que deveriam morrer no dia em que comessem do fruto proibido, não morreram – animais inocentes morreram no lugar deles. Contudo, os pecadores sentiram a morte na pele ao serem revestidos com peles de animais mortos. A morte de Jesus pagaria o resgate da humanidade.

Assim foi revelado o evangelho, as boas notícias de que o mal não existirá eternamente. Em breve a cabeça do autor do pecado será esmagada por Quem já foi ferido na cruz (Romanos 16:20).

Através de Jesus, o desespero se transforma em esperança, a incerteza quanto ao futuro se transforma em certeza de vitória! Reavivemo-nos!

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/


      Comentários Selecionados

[Nota do compilador: Recomendamos com ênfase a leitura do Comentário Bíblico Adventista sobre Gênesis 3, de cujas 9 1/2 páginas extraímos aqui esta seleção]

Disse à mulher. Usando a serpente como médium, Satanás achou um momento em que pôde se dirigir à mulher sozinha. Sempre é mais fácil persuadir uma pessoa a fazer algo errado quando ela está longe de um ambiente protetor. Tivesse Eva permanecido junto ao marido, sua presença teria sido uma proteção para ela, e a história sem dúvida teria tido uma sequência diferente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 213.

Do fruto das árvores do jardim podemos comer. … em vez de voltar as costas e correr para o marido, mostrou sinais de vacilação e dúvida e uma disposição para discutir o assunto um pouco mais com a serpente. CBASD, vol. 1, p. 213.

No dia se vos abrirão os olhos. Satanás … acusou a Deus de: (1) Invejar a felicidade de Suas criaturas. … (2) Mentir. … A promessa “se vos abrirão os olhos” sugeria uma então presente limitação de visão que podia ser removida seguindo-se o conselho da serpente. CBASD, vol. 1, p. 214.

Vendo a mulher.Depois de terem sido despertadas na mulher a dúvida e a incredulidade com respeito à Palavra de Deus, a árvore lhe pareceu muito diferente. Três vezes é feita a menção de quão atrativa ela era: agradava ao paladar, aos olhos e ao anseio por mais sabedoria. O olhar para a árvore dessa forma, com o desejo de participar de seu fruto, foi uma concessão ao estímulo de Satanás. Em sua mente, ela já era culpada de transgredir o mandamento divino: “Não cobiçarás”(Êx 20:17). O ato de tomar o fruto e comer dele foi apenas o resultado natural de haver se colocado no caminho da transgressão. CBASD, vol. 1, p. 214.

Tomou-lhe do fruto.Havendo cobiçado aquilo a que não tinha direito, a mulher prosseguiu, transgredindo um mandamento após outro. A seguir ela roubou o que era propriedade de Deus, violando o oitavo mandamento (Êx 20:15). Comendo do fruto proibido e dando-o ao marido, transgrediu também o sexto mandamento (Êx 20:13). Então, quebrou o primeiro mandamento (Êx 20:3) porque colocou Satanás acima de Deus em consideração e obedeceu a ele em vez de ao Criador. CBASD, vol. 1, p. 214, 215.

E deu também ao marido. Observando que não havia morrido imediatamente – o que parecia confirmar a definida afirmação do sedutor: “Não morrereis” – Eva experimentou uma enganosa sensação de enlevo. Desejou que o marido também partilhasse dessa sensação. CBASD, vol. 1, p. 215.

E ele comeu. … o poder de persuasão da esposa aliado a seu próprio amor por ela, induziu-o a partilhar das consequências de sua queda, quaisquer que elas fossem. Em vez de esperar até que tivesse a oportunidade de discutir o trágico assunto com Deus, Adão decidiu tomar o destino em suas mãos. A queda de Adão é a mais trágica, porque ele não duvidou de Deus, nem foi enganado como Eva; agiu sob a segura expectativa de que a terrível ameaça de Deus se concretizaria. … Não foi a escolha de Eva, mas a deliberada escolha de Adão, na plena compreensão de uma ordem expressa de Deus, que tornou o pecado e a morte a sorte inevitável da humanidade. Eva foi enganada, mas o mesmo não ocorreu com Adão … Se Adão tivesse permanecido leal a Deus, apesar da deslealdade de Eva, a sabedoria divina teria resolvido o dilema e evitado o desastre para a raça humana. CBASD, vol. 1, p. 215.

Abriram-se, então, os olhos de ambos. Que ironia há nessas palavras, que registram o cumprimento da ambígua promessa de Satanás! Abriram-se os olhos de seu intelecto e compreenderam que não mais eram inocentes. CBASD, vol. 1, p. 215.

Onde estás? Deus … o chamou não porque ignorasse o seu esconderijo, mas para levá-lo à confissão. Adão procurou ocultar o pecado por trás das consequências deste e sua desobediência, por trás de seu senso de vergonha, declarando a Deus que havia se escondido devido ao embaraço da nudez. A consciência dos efeitos do pecado era mais aguçada que o senso de pecado em si. CBASD, vol. 1, p. 216.

12 A mulher que me deste. A resposta de Adão para explicar seu embaraço foi uma desculpa tortuosa e evasiva que acabou sendo uma acusação contra Deus. A que ponto o caráter de Adão havia mudado no curto intervalo de tempo desde que enveredara pelo caminho da desobediência! O homem que havia amado tanto a esposa que intencionalmente violara o mandamento de Deus para não se separar dela, agora fala da esposa com fria e insensível antipatia, como “a mulher que me deste”. … Um dos amargos frutos do pecado é que o coração se torna duro, “sem afeição natural” (Rm 1:31). CBASD, vol. 1, p. 216.

13 A serpente me enganou. Nenhum dos dois deu evidências de arrependimento. Existe, porém uma diferença notável entre a confissão de um e de outro. A mulher alegou que havia sido enganada; Adão admitiu tacitamente que seu ato havia sido deliberado, com pleno conhecimento das consequências.CBASD, vol. 1, p. 216.

14 Comerás pó. Uma expressão figurativa. CBASD, vol. 1, p. 216.

15 Entre a tua descendência e o seu descendente. Faz-se referência aqui ao conflito milenar entre a “descendência” ou os seguidores de Satanás (Jó 8:44; At 13:10; 1Jo 3:10) e o descendente da mulher. O Senhor Jesus Cristo é designado, por preeminência, como “o descendente” (Ap 12:1-5; cf. Gl 3:16, 19). Ele que veio para “destruir as obras do diabo” (Hb 2:14; 1Jo 3:8). CBASD, vol. 1, p. 217.

Este te ferirá a cabeça. Adão, que foi vice-rei de Deus na Terra enquanto permaneceu leal, havia cedido a autoridade a Satanás, ao transferir sua lealdade a Deus para a serpente. … Adão começou a perceber a extensão de sua perda quando, de governante deste mundo passou a ser um escravo de Satanás. Contudo, antes de ouvir o pronunciamento da sentença, o bálsamo da esperança foi aplicado à sua alma despedaçada. Para a mulher, a quem havia culpado pela sua queda, ele agora devia se voltar em busca do livramento – na espera pelo descendente prometido, em quem haveria poder para vencer o arqui-inimigo de Deus e do homem. CBASD, vol. 1, p. 218 e 218.

16 O teu desejo será para o teu marido. A palavra heb. shuq, “desejo”, significa “correr atrás de de, ter ardente anseio por algo”, indicando o mais forte desejo possível. Embora governada pelo homem e torturada pelas dores do parto, a mulher ainda sentiria intenso desejo pelo marido. … Prece razoável concluir que esse “desejo” foi dado para aliviar as tristezas da feminilidade e unir ainda mais o coração do marido e da esposa. CBASD, vol. 1, p. 218.

Ele te governará. A mulher havia rompido seu relacionamento com o homem, o qual fora estabelecido por Deus. Em vez de ser uma auxiliadora “idônea”, ela havia se tornado sua tentadora. Portanto, seu status de igualdade com o homem foi afetado; ele havia governado como seu senhor e amo. As Escrituras descrevem a mulher como sendo “possuída”pelo homem. Entre a maioria dos povos não-cristãos a mulher tem estado sujeita, ao longo dos séculos, à degradação e, quase, à escravidão. Entre os hebreus, contudo, a condição da mulher era de distinta subordinação, mas não de opressão ou de escravidão. O cristianismo colocou a mulher na mesma plataforma que o homem no que diz respeito às bênçãos do evangelho (Gl 3:28). Embora o marido seja descrito como a cabeça do lar, os princípios cristãos devem levar o homem e sua esposa a uma experiência de verdadeira parceria, em que um seja tão devotado à felicidade e bem-estar do outro que nunca nenhum dos dois queira “governar”sobre o outro (ver Cl 3:18, 19). CBASD, vol. 1, p. 218, 219.

17 Maldita é a terra. Deve ser notado, novamente, que Deus não amaldiçoou Adão nem sua esposa. As maldições foram pronunciadas somente sobre a serpente e a terra. Mas Deus disse a Adão: “Maldita é terra por tua causa”. CBASD, vol. 1, p. 219.

18 A erva. A punição divina estipulava também uma mudança parcial na alimentação. Evidentemente se deve concluir que a quantidade e a qualidade dos cereais, castanhas e frutas originalmente dados ao homem foram, como resultado da maldição, reduzidos a tal ponto que ele precisaria buscar uma porçãoda alimentação diária nas ervas. Essa mudança também deve ter ocorrido, em parte, devido à perda de certos elementos que eram obtidos da árvore da vida, à mudança no clima e talvez, principalmente, à sentença de ter de trabalhar arduamente para obter sustento.CBASD, vol. 1, p. 219.

19 No suor do seu rosto. O trabalho e o esforço desenvolvem o caráter e ensinam a humildade e a cooperação com Deus. Essa é uma das razões pelas quais a igreja cristã geralmente tem encontrado seus mais leais adeptos e defensores na classe trabalhadora.CBASD, vol. 1, p. 219.

Até que tornes à terra. O Senhor informou Adão que a sepultura era seu destino certo. Ele compreendeu, assim, que o plano da redenção (v. 15) não impediria a perda da vida presente, mas oferecia a certeza de uma nova vida. … A menos que, em misericórdia, fosse concedido um tempo de graça para o homem, a morte teria ocorrido instantaneamente. A justiça divina exigia a vida; a misericórdia divina concedeu uma oportunidade para restaurar essa vida. CBASD, vol. 1, p. 220.

20 E deu o homem o nome de Eva a sua mulher. Este verso … mostra que Adão creu na promessa relativa ao descendente da mulher e manifestou essa fé no nome que deu à esposa. Eva hawwah, significa “vida”, e é aqui traduzida como zoepela LXX [versão em latina do AT efetuada antes do nascimento de Jesus]. … Em Gênesis 4:1, hawwah foi imperfeitamente transliterado como euapela LXX e daí vem a forma “Eva”em nossa língua.CBASD, vol. 1, p. 220.

Por ser a mãe.Adão deu, em fé, o nome “aquela que vive”à sua esposa… Em vez de chamá-la, em desânimo e desespero – como seria de se esperar naquelas circunstâncias – de “a mãe de todos os condenados à morte”, ele fixou os olhos, pela fé, em seu Juiz e, antes mesmo que ela desse à luz seu primogênito, chamou-a, com esperança, de “aquela que vive”. A fé de fato foi para ele “a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem” (Hb 11:1).CBASD, vol. 1, p. 220.

21 Vestimenta de peles. O ritual dos sacrifícios, embora não seja especificamente mencionado aqui, foi instituído nessa ocasião (PP, 68; cf. DTN, 28). A história dos sacrifícios de Caim e Abel relatada no capítulo seguinte mostra que os primeiros filhos de Adão e Eva estavam bem familiarizados com esse ritual. Se Deus não tivesse comunicado regulamentos definidos quanto aos sacrifícios, Sua aprovação à oferta de Abel e desaprovação à de Caim teria sido arbitrária. O fato de Caim não acusar a Deus de parcialidade evidencia que tanto ele quanto o irmão sabiam o que era requerido.CBASD, vol. 1, p. 220.

22 Como um de nós. Pela desobediência havia aprendido a diferença entre o bem e o mal, ao passo que Deus havia planejado que ele obtivesse esse conhecimento mediante a cooperação voluntária com a vontade divina.CBASD, vol. 1, p. 221.

Estenda a mão. Era então necessário impedir que o homem continuasse a participar do fruto da árvore da vida, a fim de que não se tornasse um pecador imortal (PP, 60).CBASD, vol. 1, p. 221.

24 O refulgir de uma espada. A luz sempre foi um símbolo da presença divina. Como tal, o shekinah … Não havia uma espada literal guardando o portão do paraíso. O que havia era o que parecia ser o cintilante reflexo de luz de uma espada “que se revolvia”em todas as direções com grande rapidez – setas de luz refulgentes que irradiavam de um centro intensamente brilhante. … Essa luz viva e radiante não era nada senão a glória do shekinah, a manifestação da presença divina. Diante dela, durante séculos, os que eram leais a Deus se reuniam para adorá-Lo (PP, 62, 83, 84.).CBASD, vol. 1, p. 222.

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/


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