Comentários em vídeo
Meditações Diárias 2024| Klaudine Milani
MEDITAÇÃO DO PÔR DO SOL | Pr. Odair Marques
Vida Saudável IASD | Pr. Rui Molina
Não tenha medo. Vá e faça o que você disse. Mas primeiro faça um pãozinho com o que você tem e traga-o para mim. Depois, prepare o resto para você e para o seu filho.
Porque assim diz o SENHOR, Deus de Israel: “A farinha da panela não acabará, e o azeite do jarro não faltará, até o dia em que o SENHOR fizer chover sobre a terra.” 1 Reis 17:13, 14
A viúva de Sarepta olhava em vão para o céu em busca de algum sinal de chuva. Estava triste ao perceber sinais de inanição em seu filho. Certa manhã, temeu ainda mais ao constatar que havia farinha e azeite somente para fazer mais uma refeição. Pesarosa, saiu para recolher alguns gravetos a fim de preparar a última refeição
Enquanto estava perdida em seus pensamentos, um estranho com roupas gastas pela viagem se aproximou e lhe pediu água para beber. Dar água a um estranho não era problema. Não punha em risco a sua subsistência. Porém, ao entrar em casa para pegar água para o profeta Elias, ele a deteve abruptamente e pediu que ela também lhe desse pão.
“Porém ela respondeu: ‘Tão certo como vive o SENHOR, seu Deus, não tenho nenhum pão assado. Tenho apenas um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite num jarro. E, como você pode ver, apanhei dois pedaços de lenha e vou preparar esse resto de comida para mim e para o meu filho. Vamos comer e depois morreremos de fome’” (1Rs 17:12). A viúva expressou a realidade de sua situação. Ela raciocinou por meio da aritmética da subtração.
Mediante as palavras de Elias, a viúva começou a perceber a limitação de sua subtração aritmética e decidiu, então, acatar a aritmética de multiplicação de Deus. Ela viu a proposta de Deus como a resposta à sua situação desesperadora.
O diagnóstico de Elias quanto à viúva se aplica a nós. Um dos motivos de não devolvermos nossos dízimos e nossas ofertas é por estarmos paralisados pelo temor, limitados pela aritmética da subtração. Estamos convencidos de que a fidelidade vai nos trazer dificuldades financeiras. Quando somos desafiados a colocar Deus em primeiro lugar, ficamos preocupados pensando em como iremos sobreviver. Precisamos lançar fora nosso temor e, pela fé, pedir a Deus que bondosamente nos liberte da aritmética da subtração mundana e temporal. Vivamos segundo a aritmética da multiplicação celestial e eterna!