Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Eliú e sua insensibilidade
“Quando Eliú viu que aqueles três homens já não tinham o que responder, ficou irado.” Jó 32:5
Em lugar de sentir compaixão, Eliú se indignou. Não é errado ficar indignado; errado é ficar indignado pelo motivo errado.
Verso 3: Eliú se indignou com os amigos porque não conseguiram refutar Jó, não porque foram insensíveis.
Versos 7 a 9: no que diz respeito à sabedoria, mais importante que a idade é o espírito que nos move.
Verso 12: Eliú estava mais preocupado com as respostas às palavras de Jó do que com o sofrimento dele.
Verso 12: quando o assunto é religião, tem gente que fica mais preocupada em debater do que em dialogar.
Verso 17: para o que sofre, um abraço é mais importante do que nossa opinião.
Verso 18: Que espírito o tem impulsionado? Que seja o Santo.
Verso 18: podemos até ficar sem palavras, mas não sem amor.
Verso 20: extremo egoísmo: Eliú queria falar para se sentir aliviado, não para consolar o sofredor.
Verso 22: “Não sou bom em bajular” – nem em amar.
Verso 22: pior que a bajulação é a desconsideração.
Promessa: Mais importante que dizer o que sabemos é saber dizer o que devemos dizer. Deus pode nos dar a sabedoria necessária para reconhecer a diferença.
“Quando Eliú viu que aqueles três homens já não tinham o que responder, ficou irado.” Jó 32:5
Em lugar de sentir compaixão, Eliú se indignou. Não é errado ficar indignado; errado é ficar indignado pelo motivo errado.
Verso 3: Eliú se indignou com os amigos porque não conseguiram refutar Jó, não porque foram insensíveis.
Versos 7 a 9: no que diz respeito à sabedoria, mais importante que a idade é o espírito que nos move.
Verso 12: Eliú estava mais preocupado com as respostas às palavras de Jó do que com o sofrimento dele.
Verso 12: quando o assunto é religião, tem gente que fica mais preocupada em debater do que em dialogar.
Verso 17: para o que sofre, um abraço é mais importante do que nossa opinião.
Verso 18: Que espírito o tem impulsionado? Que seja o Santo.
Verso 18: podemos até ficar sem palavras, mas não sem amor.
Verso 20: extremo egoísmo: Eliú queria falar para se sentir aliviado, não para consolar o sofredor.
Verso 22: “Não sou bom em bajular” – nem em amar.
Verso 22: pior que a bajulação é a desconsideração.
Promessa: Mais importante que dizer o que sabemos é saber dizer o que devemos dizer. Deus pode nos dar a sabedoria necessária para reconhecer a diferença.
Comentário Blog Associação Geral
Quando Zofar, Elifaz e Bildade desistiram e ficaram em silêncio, depois de tentar convencer Jó de que ele havia sofrido por causa de um pecado que cometera, um jovem chamado Eliú, que observava silenciosamente os argumentos, começa a falar, e ele está bravo. Ele está frustrado com Jó por tentar justificar-se como justo e consternado com os três amigos por condenar Jó sem evidência de culpa. Eliú tinha se contido em falar até que, como ele descreve, “o espírito dentro de mim me obriga” a falar.
Ao esperar até que os outros ficassem sem argumentos, Eliú tem uma vantagem sobre eles. Ele é sensível sobre como sua juventude será percebida e, se ele tivesse entrado na conversa mais cedo, um dos outros provavelmente teria dito para ele parar de falar para que os “adultos” pudessem continuar a conversa. Eles poderiam até ter modificado seus argumentos para refutar os dele, mas agora o palco está limpo e Eliú reclama a atenção.
Embora tenha funcionado para Eliú, esperar nem sempre é a melhor opção. Pedir ao Espírito Santo que nos mostre o momento certo para falar pode ser ainda mais importante do que os argumentos que usamos.
Michael Peabody
Advogado
Los Angeles, Califórnia EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
JÓ 32 – Deus estava encurralado. Jó “colocou” o Criador do Universo no banco dos réus. Seu caráter estava sendo julgado. Jó aparentemente se colocava acima da justiça divina. Já havia silenciado seus amigos com seus argumentos, agora quer respostas de Deus!
Eliú, aparentemente jovem, aparece do nada para chamar a atenção de Jó e seus três amigos. Quando todos não tinham mais o que falar, Eliú apresenta novidades. Por ser um bom ouvinte, quem fala por último pode falar melhor. Quem ouve, medita; quem presta atenção nos mais velhos, pondera melhor seus pensamentos; quem avalia o que os outros dizem aprende a sabedoria.
O discurso de Eliú é único, sem réplica ou tréplica; é longo, profundo e impactante. Este capítulo é apenas uma introdução de sua preleção sobre o sofrimento e o Deus soberano. Eliú se apresenta; sendo jovem, havia permanecido em silêncio, respeitando os mais velhos; mas irritou-se, perdeu a paciência e, então, furioso e explodindo de raiva expôs sua opinião (vs. 1-5);
Eliú contesta alguns paradigmas tradicionais:
1. Nem sempre idade significa maturidade, inteligência e sabedoria; a sabedoria vem de Deus não da idade, nem da experiência e nem mesmo da faculdade (vs. 6-10);
2. Nem sempre pensar que ter razão significa ter razão, pode ser arrogância; Eliú acha que vai conseguir convencer a Jó daquilo que os outros três amigos fracassaram (vs. 11-22).
Embora muito educado, Eliú explodiu de raiva. Embora tenha honrado aos mais velhos com seu silêncio, Eliú agora passou a atacar a sabedoria e as ideias dos experientes com o quebrar do silêncio.
Sua ira se acendeu; ele falou cheio de indignação…
• …Contra Jó, por ele justificar a si mesmo diante de Deus (v. 2);
• …Contra os três amigos filósofos de Jó, por condenarem Jó sem conseguir provar que Jó estava errado (v. 3);
• …Por ver os três sábios se renderem ao silêncio (v. 5).
Aplicações: Ser motivado pela…
• Raiva, indignação e ira não promove sabedoria, mas arrogância;
• Coragem, intrepidez e ousadia pode revelar insegurança;
• Força, vigor e raciocínio jovial só aparentará resolução aos dilemas da vida.
Eliú intentará dar a resposta que definirá a questão de Jó, será que conseguirá? Não perca, acompanhe até o fim. Seja perseverante!
Reavivemo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Eliú, que até então era desconhecido na narrativa, apareceu como alguém que acompanhava a conversa de Jó com seus amigos desde o início. Ele deixou bem claro que não se pronunciou anteriormente pelo fato de ser o mais novo daquele grupo, e que também estava ansioso por iniciar a sua fala e levantar a sua tese. Para ele, tanto Jó quanto seus amigos estavam não somente errados, mas tudo o que haviam falado tinha lhe provocado a ira.
Apesar de sua declarada ira, a postura de Eliú pareceu ter sido menos agressiva, pedindo permissão a Jó para poder falar, prometendo não fazer “acepção de pessoas” (v.21). O jovem, que até então não fazia parte daquele debate, demonstrou o respeito e a consideração que os três amigos mais velhos não tiveram, e ficou de fora da reprovação divina dada no final; o que alguns estudiosos acreditam ser prova de que as palavras de Eliú foram aceitas por Deus.
Em algumas situações, precisamos de um conciliador, alguém que nos ajude a dirimir conflitos de uma forma justa e imparcial. Todos nós temos um Conciliador em comum, Aquele que “não faz acepção de pessoas” (At.10:34) e que, por mais que tenha motivos para nos acusar, escolheu nos amar: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Que possamos, hoje, estar com os ouvidos bem atentos para ouvir a voz de um Deus que anseia falar conosco e nos contar a Sua sabedoria. “Porque melhor é a sabedoria do que joias” (Pv.8:11). Vigiemos e oremos!
