Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Não houve mais remédio
“O Senhor , Deus de seus pais, sempre de novo falou-lhes por meio dos seus mensageiros, porque teve compaixão do seu povo e da sua própria morada.
Mas eles zombaram dos mensageiros de Deus, desprezaram as palavras dele e debocharam dos seus profetas, até que a ira do Senhor veio sobre o seu povo, e não houve mais remédio.” 2 Crônicas 36:15, 16
Separada de Deus, Judá se tornou joguete nas mãos do Egito e da Babilônia, exatamente o que nos tornamos nas mãos do inimigo. Triste fim de um livro e de uma nação que fora estabelecida para brilhar. O capítulo fala de Jeoacaz, Eliaquim, Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, os últimos e ímpios reis de Judá. A nação chegou ao fundo do poço.
Verso 3: o povo que havia sido liberto do Egito teve que voltar a servi-lo. Quando não sujeitamos o pecado, ele nos sujeita.
Versos 5, 6 e 8: Jeoaquim foi preso com algemas de bronze. Fez coisas detestáveis e viveu sem Deus. Um escravo do pecado.
Versos 11 e 12: Zedequias fez o que Deus reprova e não se humilhou diante do profeta Jeremias. O que você faz quando o mensageiro de Deus o repreende?
Verso 13: perigo do pecado contra o Espírito Santo. Seja sensível à voz de Deus.
Verso 13: “Que o Senhor, o seu Deus, esteja com [você].” O livro termina com essas palavras de esperança. Amém!
Verso 14: “Todos os líderes dos sacerdotes e o povo se tornaram cada vez mais infiéis.” O exemplo do rei teve efeito, infelizmente.
Verso 15: “O Senhor [...] advertiu-os várias vezes [...], pois Ele tinha compaixão de Seu povo.” Esse é o nosso Deus.
Verso 16: o povo zombou dos profetas e desprezou a Palavra de Deus. Deus nos livre disso!
Verso 19: os judeus não deram valor ao seu templo e o perderam. Valorize sua igreja e seus privilégios de cristão.
Versos 22 e 23: mesmo com tanta infidelidade, Deus não abandonou completamente Seu povo; usou Ciro como libertador.
Verso 23: “Quem dentre vocês pertencer ao Seu povo vá para Jerusalém.” Eu quero pertencer ao povo de Deus e ir para a Nova Jerusalém!
Promessa: Deus só usa o recurso da dor quando não respondemos ao amor. O objetivo é sempre salvar. Ele fez e fará tudo por você.
“O Senhor , Deus de seus pais, sempre de novo falou-lhes por meio dos seus mensageiros, porque teve compaixão do seu povo e da sua própria morada.
Mas eles zombaram dos mensageiros de Deus, desprezaram as palavras dele e debocharam dos seus profetas, até que a ira do Senhor veio sobre o seu povo, e não houve mais remédio.” 2 Crônicas 36:15, 16
Separada de Deus, Judá se tornou joguete nas mãos do Egito e da Babilônia, exatamente o que nos tornamos nas mãos do inimigo. Triste fim de um livro e de uma nação que fora estabelecida para brilhar. O capítulo fala de Jeoacaz, Eliaquim, Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, os últimos e ímpios reis de Judá. A nação chegou ao fundo do poço.
Verso 3: o povo que havia sido liberto do Egito teve que voltar a servi-lo. Quando não sujeitamos o pecado, ele nos sujeita.
Versos 5, 6 e 8: Jeoaquim foi preso com algemas de bronze. Fez coisas detestáveis e viveu sem Deus. Um escravo do pecado.
Versos 11 e 12: Zedequias fez o que Deus reprova e não se humilhou diante do profeta Jeremias. O que você faz quando o mensageiro de Deus o repreende?
Verso 13: perigo do pecado contra o Espírito Santo. Seja sensível à voz de Deus.
Verso 13: “Que o Senhor, o seu Deus, esteja com [você].” O livro termina com essas palavras de esperança. Amém!
Verso 14: “Todos os líderes dos sacerdotes e o povo se tornaram cada vez mais infiéis.” O exemplo do rei teve efeito, infelizmente.
Verso 15: “O Senhor [...] advertiu-os várias vezes [...], pois Ele tinha compaixão de Seu povo.” Esse é o nosso Deus.
Verso 16: o povo zombou dos profetas e desprezou a Palavra de Deus. Deus nos livre disso!
Verso 19: os judeus não deram valor ao seu templo e o perderam. Valorize sua igreja e seus privilégios de cristão.
Versos 22 e 23: mesmo com tanta infidelidade, Deus não abandonou completamente Seu povo; usou Ciro como libertador.
Verso 23: “Quem dentre vocês pertencer ao Seu povo vá para Jerusalém.” Eu quero pertencer ao povo de Deus e ir para a Nova Jerusalém!
Promessa: Deus só usa o recurso da dor quando não respondemos ao amor. O objetivo é sempre salvar. Ele fez e fará tudo por você.
Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Neste capítulo, vários reis “fizeram o mal aos olhos do Senhor”. Portanto, não é surpresa que cada um deles tenha sido levado em cativeiro ou estado sob ataque. Apesar das várias advertências de Deus e Seus mensageiros, o povo zombou dos profetas de Deus até que a ira do Senhor se levantou contra eles. Foi quando Jerusalém foi invadida e muitos foram mortos. Aqueles que escaparam do assassinato inicial foram levados de volta à Babilônia para trabalhar como servos. A casa do Senhor foi saqueada, vários tesouros foram removidos e queimados. Os tesouros foram levados para Babilônia com o rei.
A terra ficou desolada por setenta anos antes que Deus usasse Ciro, rei da Pérsia, para começar a reconstrução de uma casa para o Senhor novamente em Jerusalém. A história continua em Esdras 1.
Repetidamente, Deus convidou Seu povo a obedecer a Seus mandamentos e a acatar a advertência de Seus profetas, mas o conselho foi ignorado. O mesmo convite é estendido a nós hoje, para que obedeçamos aos Seus mandamentos e sigamos a luz de Seus profetas. Estamos fazendo isso? Você está fazendo isso? Você está vivendo de acordo com toda a luz que recebeu? Ou você está zombando de Deus ignorando-o?
Jackie Ordelheide Smith
Diretor assistente
Escola Sabatina e Ministérios Pessoais, Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia .
Reflexão
II CRÔNICAS 36 – O que é que escraviza, entorpece e destrói pessoas, famílias, igrejas e instituições? O pecado! No último capítulo de II Crônicas Jeocaz, nomeado rei de Judá por Neco, foi deposto depois de três meses, e substituído por Jeoaquim, filho de Josias (36:1-4). Nabucodonosor venceu em Carquemis e invadiu Judá. O reinado de Jeoaquim se findou com sua deportação a mando de Nabucodonosor, que subjugou Jerusalém e destruiu o templo (vs. 5-8). Zedequias assumiu o trono deixado por Jeoaquim, mas sua rebelião levou à extinção definitiva de Jerusalém no ano 456 a.C. (vs. 9-13). Isso tudo é consequência do pecado acoplado ao julgamento de Deus. Porém, Deus tem a última palavra. Suas promessas messiânicas não chegaram ao fim com o fim de Jerusalém. O livro de Crônicas termina falando de esperança e liberdade. Nas Palavras de David S. Dockery “Crônicas termina com os exilados livres para voltar à terra e reconstruir o templo. Nosso Deus é um Deus de novas oportunidades, aquele que, por intermédio de Jesus, oferece aos pecadores nova liberdade, a oportunidade de voltar para a família dos salvos e novas oportunidades de servi-lo”. Com Deus, a esperança não é a última que morre; na verdade, ela não morre nunca. Em Deus, nem o diabo e nem a morte tem a última palavra. Por isso, não se desespere nunca na vida; confie sempre em Deus, Ele sempre terá uma solução quando o pecado arruinar tudo!
A teologia bíblica sobre profetismo ensina que nunca foi desejo de Deus que homens e mulheres ficassem na incerteza quanto ao propósito da vida. Deus deu a certeza de que poderíamos conhecer a verdade sobre o futuro (vs. 15-16).
1. Você sabia que Deus falava face a face com os seres humanos? Deus advertiu pessoalmente a Adão e Eva que mesmo sendo criados perfeitos e colocados num Jardim do Éden perfeito, nem tudo era seguro.
2. Você sabia que o mal existia num lugar perfeito? Deus mostrou a Adão e Eva que o mal se emboscava num lugar perfeito.
3. Você sabia que sem a orientação de Deus não há vida nem mesmo num lugar perfeito? Deus revela aos seres humanos a necessidade de orientação. Ele apresenta a nós que sem Suas orientações não há vida. Se Adão e Eva com 100% de sua habilidade mental, sem natureza pecaminosa, careciam das orientações de Deus para conduzir bem a sua vida, quem dirá nós, estragados e detonados pelo pecado!?
Por isso, por compaixão, amor e misericórdia, Deus mesmo tem usado a voz humana para transmitir Sua palavra (v. 15). Assim, quem despreza um mensageiro de Deus, está desprezando o próprio Deus (v. 16). Esse é o último remédio de Deus aos pecadores; se não surtir efeito, não há o que fazer, a não ser deixarem colher as consequências! É melhor “Crer no Senhor vosso Deus e estar seguro; crede nos Seus profetas e prosperareis” (II Crônicas 20:20). Ouça a Deus por meio de Seus mensageiros!
Deus é soberano e Todo-poderoso, está cima de tudo e de todos. Além disso, Ele é onisciente, Ele conhece perfeitamente o passado, o presente e o futuro; nada está encoberto aos Seus olhos. Ele pode fazer qualquer coisa, até mesmo revelar detalhes sobre o futuro que ninguém suspeita. O Edito de Ciro é o ápice da revelação do cronista sobre a soberania de Deus na história e no curso dela. Deus interveio na história para mudar o curso da sorte de Israel (2Cr 36:22-23); confie inteiramente nEle. Não perca as esperanças! Segundo o teólogo David S. Dockery concluiu: “Embora parecesse que as promessas de Deus a Davi haviam sido abandonadas, o cronista mostrou por intermédio de seu panorama histórico que Deus permanece fiel e pode mudar a história para cumprir Seus propósitos”. Além disso, Dockery diz que os dois últimos versículos de II Crônicas “foram repetidos em Esdras 1.1-3a para mostrar que a história da obra redentora de Deus por meio do templo continuava nos relatos de Esdras e Neemias”. Então:
1. Ainda que pareça que os propósitos de Deus a você jamais vão se cumprir, creia que Deus fará tudo em Seu devido tempo se você confiar plenamente nEle.
2. Comece a ler o livro de Esdras amanhã. Ali existem verdades reveladas desconhecidas por muita gente. Vamos descobrir ali pepitas de ouro espiritual para enriquecer nossa alma!
3. Reaviva diariamente tua paixão espiritual; alimente a tua alma com a Palavra de Deus todas as manhãs! – Heber Toth Armí .
Comentário Rosana Barros
Josias foi o último monarca reformador de Judá, e sua morte assinalou o início das últimas e ímpias dinastias. Ainda nos dias de Josias, o Senhor suscitou o profeta Jeremias como Seu atalaia. A voz do profeta ecoava pelas ruas de Jerusalém até às mais íntimas salas palacianas pronunciando o claro e sonoro “assim diz o Senhor”. Com palavras de dura reprovação, mas de teor salvífico, entre lágrimas e grande angústia, Jeremias expressava no olhar e na voz o profundo desejo pelo bem-estar de seu povo.
A ameaça da invasão babilônica, porém, não intimidou a maioria esmagadora de Judá, que, com desdém, “zombavam dos mensageiros, desprezavam as palavras de Deus e mofavam dos Seus profetas” (v.16). Jeremias não estava só no dever de advertir a nação, mas certamente tornou-se o principal alvo dos insultos e das ameaças daqueles a quem desejava salvar. Sob o olhar dos líderes da nação, seu ministério era considerado um insulto e sua mensagem, demasiado extremista.
Após um curto período de submissão ao Egito, Judá, bem como as demais nações, passaram às mãos da cabeça de ouro dos reinos da Terra (Dn.2:38). Babilônia tornou-se a capital do mundo antigo, e Nabucodonosor, o monarca mais temido de todos os tempos. Rejeitada foi “a palavra do Senhor, por boca de Jeremias” (v.21): “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4).
Mas os reis, os príncipes, os sacerdotes e o povo entregaram-se à loucura da idolatria, corromperam seus corações e deram as costas ao Senhor, de modo que “não houve remédio algum” (v.16). O Senhor estabeleceu um período de 70 anos (v.21) sob jugo babilônico, após o qual Ele despertaria “o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (v.22), a prata dos reinos da Terra (Dn.2:32), para pôr em liberdade os filhos de Israel e promover a edificação da Casa do Senhor “em Jerusalém” (v.23).
A leitura do último capítulo do segundo livro de Crônicas ecoa as consequências da desobediência ao que estudamos no capítulo vinte, versículo vinte: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis”. Insistentemente, os servos de Deus declaravam a mensagem que os livraria da destruição e da escravidão, mas eis que os ouvidos deles estavam incircuncisos e não podiam ouvir; eis que a palavra do Senhor era para eles coisa vergonhosa; não gostavam dela (Jr.6:10).
Amados, o Senhor, nosso Deus, “começando de madrugada” (v.15), tem clamado com forte apelo aos nossos corações. Ele tem dado as últimas batidas à porta da mente de cada ser humano (Ap.3:20). Não é mero símbolo a Babilônia atual. É, porém, um poder tão destruidor quanto o foi o antigo império. E a ordem divina é expressa e urgente: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). A pergunta é: “quem entre vós é de todo o Seu povo” (v.23)?
Subamos, amados! Subamos em direção não mais a uma terra perecível. Subamos ao mais alto e sublime lugar, que nos “está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Andemos neste mundo como peregrinos à caminho da pátria celestial. Que a nossa confiança esteja bem firmada no Senhor e nas palavras de Sua inspiração, e Ele nos manterá a salvo e, findos os anos do cativeiro do pecado, Ele nos fará prosperar até que alcancemos a segurança do eterno Lar. Vigiemos e oremos!
Josias foi o último monarca reformador de Judá, e sua morte assinalou o início das últimas e ímpias dinastias. Ainda nos dias de Josias, o Senhor suscitou o profeta Jeremias como Seu atalaia. A voz do profeta ecoava pelas ruas de Jerusalém até às mais íntimas salas palacianas pronunciando o claro e sonoro “assim diz o Senhor”. Com palavras de dura reprovação, mas de teor salvífico, entre lágrimas e grande angústia, Jeremias expressava no olhar e na voz o profundo desejo pelo bem-estar de seu povo.
A ameaça da invasão babilônica, porém, não intimidou a maioria esmagadora de Judá, que, com desdém, “zombavam dos mensageiros, desprezavam as palavras de Deus e mofavam dos Seus profetas” (v.16). Jeremias não estava só no dever de advertir a nação, mas certamente tornou-se o principal alvo dos insultos e das ameaças daqueles a quem desejava salvar. Sob o olhar dos líderes da nação, seu ministério era considerado um insulto e sua mensagem, demasiado extremista.
Após um curto período de submissão ao Egito, Judá, bem como as demais nações, passaram às mãos da cabeça de ouro dos reinos da Terra (Dn.2:38). Babilônia tornou-se a capital do mundo antigo, e Nabucodonosor, o monarca mais temido de todos os tempos. Rejeitada foi “a palavra do Senhor, por boca de Jeremias” (v.21): “Circuncidai-vos para o Senhor, circuncidai o vosso coração, ó homens de Judá e moradores de Jerusalém, para que o Meu furor não saia como fogo e arda, e não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras” (Jr.4:4).
Mas os reis, os príncipes, os sacerdotes e o povo entregaram-se à loucura da idolatria, corromperam seus corações e deram as costas ao Senhor, de modo que “não houve remédio algum” (v.16). O Senhor estabeleceu um período de 70 anos (v.21) sob jugo babilônico, após o qual Ele despertaria “o espírito de Ciro, rei da Pérsia” (v.22), a prata dos reinos da Terra (Dn.2:32), para pôr em liberdade os filhos de Israel e promover a edificação da Casa do Senhor “em Jerusalém” (v.23).
A leitura do último capítulo do segundo livro de Crônicas ecoa as consequências da desobediência ao que estudamos no capítulo vinte, versículo vinte: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis”. Insistentemente, os servos de Deus declaravam a mensagem que os livraria da destruição e da escravidão, mas eis que os ouvidos deles estavam incircuncisos e não podiam ouvir; eis que a palavra do Senhor era para eles coisa vergonhosa; não gostavam dela (Jr.6:10).
Amados, o Senhor, nosso Deus, “começando de madrugada” (v.15), tem clamado com forte apelo aos nossos corações. Ele tem dado as últimas batidas à porta da mente de cada ser humano (Ap.3:20). Não é mero símbolo a Babilônia atual. É, porém, um poder tão destruidor quanto o foi o antigo império. E a ordem divina é expressa e urgente: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). A pergunta é: “quem entre vós é de todo o Seu povo” (v.23)?
Subamos, amados! Subamos em direção não mais a uma terra perecível. Subamos ao mais alto e sublime lugar, que nos “está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). Andemos neste mundo como peregrinos à caminho da pátria celestial. Que a nossa confiança esteja bem firmada no Senhor e nas palavras de Sua inspiração, e Ele nos manterá a salvo e, findos os anos do cativeiro do pecado, Ele nos fará prosperar até que alcancemos a segurança do eterno Lar. Vigiemos e oremos!
