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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Uma Linda celebração de Páscoa
“Nunca se celebrou uma Páscoa como esta em Israel desde os dias do profeta Samuel. E nenhum dos reis de Israel celebrou uma Páscoa como esta que Josias celebrou com os sacerdotes e levitas.” 2 Crônicas 34:18
O restabelecimento da Páscoa (festa que apontava para o Cordeiro de Deus redentor) fez parte da reforma espiritual que Josias promoveu em Israel. Um bom líder deve servir a Deus e ao povo Dele.
Verso 7: o rei Josias deu exemplo de liberalidade ao doar de seus bens como oferta.
Verso 11: “Os cordeiros da Páscoa foram abatidos”, assim como Jesus, o Cordeiro, foi abatido em nosso favor.
Verso 15: “Os músicos [...] estavam nos locais prescritos.” Cada um tem um lugar na obra de Deus.
Versos 18 e 19: Josias prosseguiu em suas reformas e restaurou a importante festa da Páscoa.
Verso 21: Deus também Se comunica com os pagãos, pois quer salvar a todos.
Verso 22: Deus usa instrumentos inusitados; nós é que devemos estar atentos.
Versos 23 e 24: morrer não é tão importante, desde que um dia estejamos em Jerusalém (a nova).
Versos 24 e 25: todos os moradores de Judá lamentaram a morte de Josias e um cântico foi composto em sua homenagem. Viva de tal modo que um dia sua ausência seja sentida.
Promessa: “Preparem-se por famílias.” Prepare sua família para encontrar o Cordeiro. Ele está à espera disso.
“Nunca se celebrou uma Páscoa como esta em Israel desde os dias do profeta Samuel. E nenhum dos reis de Israel celebrou uma Páscoa como esta que Josias celebrou com os sacerdotes e levitas.” 2 Crônicas 34:18
O restabelecimento da Páscoa (festa que apontava para o Cordeiro de Deus redentor) fez parte da reforma espiritual que Josias promoveu em Israel. Um bom líder deve servir a Deus e ao povo Dele.
Verso 7: o rei Josias deu exemplo de liberalidade ao doar de seus bens como oferta.
Verso 11: “Os cordeiros da Páscoa foram abatidos”, assim como Jesus, o Cordeiro, foi abatido em nosso favor.
Verso 15: “Os músicos [...] estavam nos locais prescritos.” Cada um tem um lugar na obra de Deus.
Versos 18 e 19: Josias prosseguiu em suas reformas e restaurou a importante festa da Páscoa.
Verso 21: Deus também Se comunica com os pagãos, pois quer salvar a todos.
Verso 22: Deus usa instrumentos inusitados; nós é que devemos estar atentos.
Versos 23 e 24: morrer não é tão importante, desde que um dia estejamos em Jerusalém (a nova).
Versos 24 e 25: todos os moradores de Judá lamentaram a morte de Josias e um cântico foi composto em sua homenagem. Viva de tal modo que um dia sua ausência seja sentida.
Promessa: “Preparem-se por famílias.” Prepare sua família para encontrar o Cordeiro. Ele está à espera disso.
Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Josias escolheu celebrar a Páscoa, a primeira das festas e festas judaicas. Josias também instruiu os levitas a colocar a arca no templo, significando o retorno da presença de Deus entre Seu povo. Então Josias gentilmente forneceu milhares de cordeiros, cabras e gado para o povo apresentar como oferendas. Nunca foi celebrada uma Páscoa em Israel como aquela, desde os dias de Samuel.
Logo depois disso, “o Faraó Neco, rei do Egito, avançou até o rio Eufrates, ao encontro do rei da Assíria” (2Rs 23:29). O objetivo de Neco era ajudar os assírios contra as forças da Babilônia. … pois, em última análise, essas forças se tornariam uma ameaça ao Egito (Comentário Adventista, vol. 3, p. 335). Mas, em vez de seguir o conselho de Neco: “Não interfiras nisso, ó rei de Judá … para de te opores a Deus, que está comigo” (v. 21, NVI), Josias foi contra ele. Possivelmente por presunção, excesso de confiança ou talvez inexperiência, Josias não teve tempo para pesar as palavras de Neco, ou considerar que elas poderiam realmente ser de Deus. Josias se disfarçou e foi à guerra contra Neco e foi morto.
Sua própria presunção ou excesso de confiança te causaram problemas? Reserve um tempo hoje para ouvir a voz de Deus, seja qual for a forma que lhe falar, e ouça humildemente Seus conselhos antes que seja tarde demais.
Jackie Ordelheide Smith
Diretor assistente
Escola Sabatina e Ministérios Pessoais, Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia.
Reflexão
II CRÔNICAS 35 – As pessoas não doam aparentemente nada de ofertas a Deus em comparação com o povo de Israel quando se consagravam. Levar o resto do troco que sobrou da compra do mercado para oferecer de oferta a Deus revela que na tua vida Ele não tem prioridade nenhuma. Oferta é questão de adoração, gratidão e reconhecimento de quem somos em relação a quem Ele é. Veja a quantidade de oferta relatada em II Crônicas 35:
• O rei Josias dá 30.000 cordeiros e bodes e 3.000 novilhos para oferecer de oferta em sacrifício a Deus;
• Os oficiais do rei doam 7.600 cordeiros e bodes e 800 novilhos.
Ao todo foram 41.400 sacrifícios, uma fazenda foi oferecida em um dia a Deus. A oferta revela o precioso e generoso sacrifício de Cristo; quem entende a teologia da oferta não será mesquinho ao ofertar. Jamais questionará tal ato, pois ele é sagrado, santo e ligado ao plano de salvação. Quem faz uma pesquisa séria no Novo Testamento perceberá que há mais sobre administração financeira e contabilidade de dinheiro (2.084 versículos) do que fé (215 versículos) e salvação (218 versículos). Das 38 parábolas de Jesus, 16 tratam de dinheiro. O dinheiro interfere na fé, na salvação e na teologia. Nesse tempo o terceiro rei de Israel já havia escrito com sabedoria: “Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; então se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Provérbios 3:9-10).
Por que tanta oferta para celebrar a Páscoa? Essa pergunta nos leva a outra pergunta: Por que o Novo Testamento possui muito mais versículos sobre o dinheiro do que sobre a fé e a salvação juntas? A Bíblia responde:
1. A nossa maneira de relacionar com o dinheiro demonstra a condição de nosso coração: Escravo do dinheiro ou servo de Cristo (Mateus 6:21);
2. Ao ofertar a Deus demonstramos quem de fato é nosso Deus: O dinheiro o Jeová (Mateus 6:24);
3. Através do dinheiro revelamos onde está focado nosso amor, em Deus ou no dinheiro (I Timóteo 6:10);
Sempre que o povo está voltado a Deus, ele abre mão de tudo o que tem no mundo porque Ele se torna mais importante que qualquer coisa (II Crônicas 30:24; 31:5-6; 35:7-9). Ao nos dar Jesus, Deus se deu totalmente aos seres humanos e espera o nosso tudo. Claro que Deus não quer o nosso dinheiro, mas onde colocamos o nosso dinheiro revela onde está o nosso coração. Então, fique alerta, pense biblicamente, não permita que o dinheiro interfira em tua religiosidade! Não permita que o capitalismo, o materialismo e a ambição ou mesmo o egoísmo moldem o teu conceito de dinheiro e oferta. Diz o apóstolo: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformais-vos pela renovação de vosso entendimento para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Como você tem ofertado a Deus? Ele é prioridade em teu bens materiais? Ele está acima de tuas riquezas e lucros? Você O considera dono de tudo?
Existem erros na vida que são simples, porém, vitais. A provocação é como tentar apontar a arma para a cabeça dos outros sem perceber que a tua cabeça é o alvo. Josias provocou guerra ao enfrentar Neco, sem necessidade alguma no momento (II Crônicas 35:20-27); então, foi ferido mortalmente por arqueiros inimigos. Atos de imprudência são apresentam grande risco; por isso, quaisquer atitudes, por mais simples que sejam, devem ser bem pensadas. Ninguém deve falar nada se não tem certeza, e, nem fazer nada sem antes pensar muito bem. Já é sabido o ditado que diz, “quem fala o que quer ouve o que não quer”, quando não causa uma desgraça em sua própria vida. Josias morreu numa batalha que não era dele, no campo de Megido, sem que precisasse estar ali. Todo o Judá lamentou a sua morte. Há importantes lições aplicáveis em teu dia a dia; veja: apesar de Josias ter sido advertido pelo próprio Neco a mudar de atitude, a abandonar suas ideias, ele não lhe deu atenção; assim, quando Deus envia alguém para te corrigir, não titubeie, aceite a correção, não seja orgulhoso; para o teu próprio bem! É preciso ter sabedoria para decidir, falar e fazer qualquer coisa. Josias deveria ter consultado a Deus ou dado ouvidos a Neco que falou-lhe em nome de Deus com tanta convicção antes dele provocar aquela situação. A verdadeira sabedoria, prudência e humildade só tem quem depende de Deus em tudo na vida. Busque a Deus, “não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Provérbios 3:7) – Heber Toth Armí .
Comentário Rosana Barros
A culminância dos atos de Josias como rei reformador destaca uma atitude insensata e impulsiva. Antes das flechas do Egito, Josias foi flechado pelo orgulho. Através do rei do Egito, Deus buscou frustrar-lhe os planos. Não lhe competia ir a uma guerra que não era dele. “Porém Josias não tornou atrás” (v.22) e à semelhança de Acabe, quando se disfarçou para enganar o exército de Ramote-Gileade (2Cr.18:29), usou da mesma estratégia selando a própria destruição.
O fim da vida de Josias não precisava ser assim. Em algum momento do caminho, permitiu que o seu enganoso coração o corrompesse e o levasse a esquecer de todos os benefícios do Senhor para com ele. A ascendente queda de uma Páscoa jamais vista para uma guerra sem sentido precisa abrir os nossos olhos para uma necessidade que é diária: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2Co.13:5).
A necessidade de líderes que se empenhem na obra do ensino das Escrituras e que sejam consagrados ao Senhor é urgente e real. Contudo, maior do que esse serviço é a obra de cunho pessoal que cada um de nós precisa experimentar. A ordem que estabeleceu uma celebração sem precedentes é a ordem dada pelo Céu a nós, hoje: “Preparai-vos segundo as vossas famílias” (v.4). Cada membro do lar é convidado a celebrar a Páscoa do Senhor diariamente, dando graças a Deus pelo verdadeiro Cordeiro que foi imolado em nosso lugar. Desta forma, lançamos mão de nossa auto-suficiência e nos colocamos “sobre o altar do Senhor” (v.16).
Andar com Deus é uma experiência possível e que move o coração do Pai do Céu para todo aquele que busca tal comunhão. Da mesma forma que existe esse desejo divino em operar em nós a Sua santificadora influência, há um inimigo nos sugerindo disfarces letais. Não tombará, porém, o soldado que reconhece a sua limitação e a sua necessidade vital da infalível armadura. “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).
Como a vitória de Josias estava em se abster da guerra, a nossa vitória consiste em confiar no “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Que nossa vida não seja lembrada com “uma lamentação” (v.25), mas como quem deixou no mundo o precioso legado de “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm.8:4). Vigiemos e oremos!
A culminância dos atos de Josias como rei reformador destaca uma atitude insensata e impulsiva. Antes das flechas do Egito, Josias foi flechado pelo orgulho. Através do rei do Egito, Deus buscou frustrar-lhe os planos. Não lhe competia ir a uma guerra que não era dele. “Porém Josias não tornou atrás” (v.22) e à semelhança de Acabe, quando se disfarçou para enganar o exército de Ramote-Gileade (2Cr.18:29), usou da mesma estratégia selando a própria destruição.
O fim da vida de Josias não precisava ser assim. Em algum momento do caminho, permitiu que o seu enganoso coração o corrompesse e o levasse a esquecer de todos os benefícios do Senhor para com ele. A ascendente queda de uma Páscoa jamais vista para uma guerra sem sentido precisa abrir os nossos olhos para uma necessidade que é diária: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2Co.13:5).
A necessidade de líderes que se empenhem na obra do ensino das Escrituras e que sejam consagrados ao Senhor é urgente e real. Contudo, maior do que esse serviço é a obra de cunho pessoal que cada um de nós precisa experimentar. A ordem que estabeleceu uma celebração sem precedentes é a ordem dada pelo Céu a nós, hoje: “Preparai-vos segundo as vossas famílias” (v.4). Cada membro do lar é convidado a celebrar a Páscoa do Senhor diariamente, dando graças a Deus pelo verdadeiro Cordeiro que foi imolado em nosso lugar. Desta forma, lançamos mão de nossa auto-suficiência e nos colocamos “sobre o altar do Senhor” (v.16).
Andar com Deus é uma experiência possível e que move o coração do Pai do Céu para todo aquele que busca tal comunhão. Da mesma forma que existe esse desejo divino em operar em nós a Sua santificadora influência, há um inimigo nos sugerindo disfarces letais. Não tombará, porém, o soldado que reconhece a sua limitação e a sua necessidade vital da infalível armadura. “Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13).
Como a vitória de Josias estava em se abster da guerra, a nossa vitória consiste em confiar no “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Que nossa vida não seja lembrada com “uma lamentação” (v.25), mas como quem deixou no mundo o precioso legado de “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm.8:4). Vigiemos e oremos!
