Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A misericórdia do Senhor e a verdadeira felicidade
“Deem graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre.” 1 Crônicas 16:34
O capítulo traz um hino maravilhoso que exalta a grandeza, a misericórdia e a bondade do Senhor. E deixa claro que a verdadeira felicidade pertence aos que buscam a Deus de todo o coração.
Verso 3: Davi demonstrava sua gratidão a Deus presenteando o povo. Você está feliz com a salvação? Distribua o “pão”.
Versos 5 a 7: a música é parte inseparável do louvor a Deus, por isso deve ser tratada com muita reverência e consideração.
Verso 8: dar graças, clamar e divulgar, isto é: agradecer, pedir e testemunhar. Pilares da vida espiritual.
Verso 10: “Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor.” Amém!
Verso 11: “Busquem sempre a Sua face.” A comunhão com Deus deve ser diária, constante, permanente.
Verso 14: Deus é “nosso”, mas Seu domínio é universal.
Versos 19 a 21: o povo de Deus era pequeno e fraco, mas, por causa dele, o Senhor repreendeu reis. Ele protege os que são Seus.
Verso 23: mais um verso estimulando o testemunho: “Proclamem a Sua salvação dia após dia!” Fale de Jesus todos os dias.
Verso 26: diferencial do Deus de Israel: Ele é o Criador do Universo. Ponto final.
Verso 29: “Deem ao Senhor a glória devida ao Seu nome.”
Verso 34: “Rendam graças ao Senhor, pois Ele é bom; o Seu amor dura para sempre.”
Verso 36: “Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, de eternidade em eternidade.”
Veso 43: quando volta para casa, você abençoa sua família?
Promessa: Quem busca o Senhor de todo o coração O encontra, e Nele encontra também a verdadeira felicidade.
“Deem graças ao Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre.” 1 Crônicas 16:34
O capítulo traz um hino maravilhoso que exalta a grandeza, a misericórdia e a bondade do Senhor. E deixa claro que a verdadeira felicidade pertence aos que buscam a Deus de todo o coração.
Verso 3: Davi demonstrava sua gratidão a Deus presenteando o povo. Você está feliz com a salvação? Distribua o “pão”.
Versos 5 a 7: a música é parte inseparável do louvor a Deus, por isso deve ser tratada com muita reverência e consideração.
Verso 8: dar graças, clamar e divulgar, isto é: agradecer, pedir e testemunhar. Pilares da vida espiritual.
Verso 10: “Alegre-se o coração dos que buscam o Senhor.” Amém!
Verso 11: “Busquem sempre a Sua face.” A comunhão com Deus deve ser diária, constante, permanente.
Verso 14: Deus é “nosso”, mas Seu domínio é universal.
Versos 19 a 21: o povo de Deus era pequeno e fraco, mas, por causa dele, o Senhor repreendeu reis. Ele protege os que são Seus.
Verso 23: mais um verso estimulando o testemunho: “Proclamem a Sua salvação dia após dia!” Fale de Jesus todos os dias.
Verso 26: diferencial do Deus de Israel: Ele é o Criador do Universo. Ponto final.
Verso 29: “Deem ao Senhor a glória devida ao Seu nome.”
Verso 34: “Rendam graças ao Senhor, pois Ele é bom; o Seu amor dura para sempre.”
Verso 36: “Bendito seja o Senhor, o Deus de Israel, de eternidade em eternidade.”
Veso 43: quando volta para casa, você abençoa sua família?
Promessa: Quem busca o Senhor de todo o coração O encontra, e Nele encontra também a verdadeira felicidade.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
Nada foi esquecido para a extraordinária celebração da chegada da arca do Senhor a Jerusalém. Cada participante recebeu um lanche constituído de um pão, um bolo de tâmaras e um bolo de uvas passas, comidas típicas da região. Uma refeição simples, nutritiva e saborosa.
Um poema foi composto especialmente para a ocasião (1 Crônicas 16:8-36). Os versos convidavam o povo a alegrar-se na presença de Deus pelo que Ele é e pelo que ele faz. O poema retrata a Deus como alguém forte, ativamente envolvido em defender e proteger o seu povo. Os adoradores são convidados a refletir no caráter de Deus: “Rendam graças ao Senhor, pois ele é bom; o seu amor dura para sempre” (verso 34).
Após o culto de adoração, o rei abençoou o povo e então “voltou para casa para abençoar sua família” (verso 43). Estas palavras nos lembram que tão importantes quanto nossas obrigações públicas são os nossos deveres para com os nossos familiares. A melhor adoração é aquela que nos transforma em melhores pais e cidadãos.
Que privilégio participar de um culto de adoração como este! Os adoradores retornaram para seus lares cheios de alegria e confiança em Deus.
Senhor, ensina-me a Te adorar na beleza da Tua santidade!
Jobson Santos
UNASP
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
I CRÔNICAS 16 – Olhar no retrovisor da história ajuda-nos a seguir em frente na direção certa rumo ao futuro. Rever a história reavaliando tudo com base na Bíblia pode encher nossa vida de alegria e satisfação.
Israel retornara do exílio; em Babilônia permanecera 70 anos no “cantinho da disciplina”. Agora, de volta a Jerusalém, o cronista relembra fatos importantes enfatizando princípios corretos que devem nortear a conduta no presente. Neste capítulo a festividade revela a emoção indescritível que toma conta do povo que inclina-se a seguir à risca instruções bíblicas.
1. A arca transportada conforme orientado por Deus chegou com sucesso a Jerusalém e foi colocada numa tenda devidamente preparada. No passado, Davi aprendera uma lição com grande amargura, vendo a morte fulminante de Uzá. Agora, o povo precisava respeitar as coisas sagradas sem que alguém fosse fulminado. O mesmo aplica-se a nós hoje (vs. 1-6).
2. A adoração genuína deve ser repleta de alegria. Músicas e canções são expressões entusiásticas e efusivas da alegria que reina no coração daquele que faz sincera e perseverantemente a pura vontade de Deus. Como Davi louvou ao Senhor no passado, o povo no presente também deve louvá-Lo motivado pela gratidão (vs. 7-36).
3. Deve haver cuidados reverentes no serviço sacro – isso inclui organização e ordem. Davi havia nomeado os que ministram diante da arca, os porteiros do templo, os responsáveis pelos sacrifícios e, os encarregados da música. Princípio: Cada pessoa deve responsabilizar-se pelo que foi nomeada a fazer na casa de Deus (vs. 37-43).
A alegria do passado deveria encher o coração do povo restaurado do cativeiro (v. 3). Maior alegria deveria tomar conta de nós que entendemos que Jesus morreu para libertar-nos da escravidão do pecado.
• Deus deve ser sempre celebrado e festejado com alegria.
Focando o louvor e adoração, “o cronista listou alguns dos instrumentos específicos tocados por levitas diferentes. Ele mencionou instrumentos de cordas (liras, harpas) (16.5), percussão (címbalos) (16.5b) e instrumentos de sopro (trombetas) (16.6). Seu interesse nesses detalhes provavelmente reflete sua preocupação a que a adoração pós-exílica seguisse as práticas semelhantes. Esses deveres tinham de ser realizados diante da arca da aliança” (Richard Pratt Jr).
Tudo deve ser feito conforme está escrito nas instruções reveladas por Deus (v. 40). Reavivamo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.
I CRÔNICAS 16 – Olhar no retrovisor da história ajuda-nos a seguir em frente na direção certa rumo ao futuro. Rever a história reavaliando tudo com base na Bíblia pode encher nossa vida de alegria e satisfação.
Israel retornara do exílio; em Babilônia permanecera 70 anos no “cantinho da disciplina”. Agora, de volta a Jerusalém, o cronista relembra fatos importantes enfatizando princípios corretos que devem nortear a conduta no presente. Neste capítulo a festividade revela a emoção indescritível que toma conta do povo que inclina-se a seguir à risca instruções bíblicas.
1. A arca transportada conforme orientado por Deus chegou com sucesso a Jerusalém e foi colocada numa tenda devidamente preparada. No passado, Davi aprendera uma lição com grande amargura, vendo a morte fulminante de Uzá. Agora, o povo precisava respeitar as coisas sagradas sem que alguém fosse fulminado. O mesmo aplica-se a nós hoje (vs. 1-6).
2. A adoração genuína deve ser repleta de alegria. Músicas e canções são expressões entusiásticas e efusivas da alegria que reina no coração daquele que faz sincera e perseverantemente a pura vontade de Deus. Como Davi louvou ao Senhor no passado, o povo no presente também deve louvá-Lo motivado pela gratidão (vs. 7-36).
3. Deve haver cuidados reverentes no serviço sacro – isso inclui organização e ordem. Davi havia nomeado os que ministram diante da arca, os porteiros do templo, os responsáveis pelos sacrifícios e, os encarregados da música. Princípio: Cada pessoa deve responsabilizar-se pelo que foi nomeada a fazer na casa de Deus (vs. 37-43).
A alegria do passado deveria encher o coração do povo restaurado do cativeiro (v. 3). Maior alegria deveria tomar conta de nós que entendemos que Jesus morreu para libertar-nos da escravidão do pecado.
• Deus deve ser sempre celebrado e festejado com alegria.
Focando o louvor e adoração, “o cronista listou alguns dos instrumentos específicos tocados por levitas diferentes. Ele mencionou instrumentos de cordas (liras, harpas) (16.5), percussão (címbalos) (16.5b) e instrumentos de sopro (trombetas) (16.6). Seu interesse nesses detalhes provavelmente reflete sua preocupação a que a adoração pós-exílica seguisse as práticas semelhantes. Esses deveres tinham de ser realizados diante da arca da aliança” (Richard Pratt Jr).
Tudo deve ser feito conforme está escrito nas instruções reveladas por Deus (v. 40). Reavivamo-nos na Palavra! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A arca da aliança foi introduzida “no meio da tenda que lhe armara Davi; e trouxeram holocaustos e ofertas pacíficas perante Deus” (v.1). Ali, foi tributado ao Senhor um culto especial de entrega, de comunhão e de gratidão. “[Tanto] os homens como as mulheres” (v.3) foram beneficiados com porções iguais de alimento, como um símbolo da igualdade das bênçãos provenientes da verdadeira adoração.
Desde a mais tenra idade, Davi desenvolveu um gosto pela música e seu talento nas mãos de Deus tornou-se em instrumento de louvor. Ao tocar a sua harpa nas colinas de Belém ou diante de um rei endemoniado, não restava dúvida de que suas composições eram acompanhadas pela regência do Céu e afugentavam as potestades malignas. E era esse tipo de música que deveria encher o santuário, “e celebrar, e louvar, e exaltar o Senhor, Deus de Israel” (v.4), “continuamente” (v.37).
Diante de um cenário de paz e harmonia, Davi declamou as palavras que compõem o texto de pelo menos três salmos: Salmo 96, Salmo 105 e Salmo 106. Em forma de ações de graças, o rei poeta exaltou o nome de Deus, reforçou a sua confiança na aliança divina, fez um chamado a todos para que adorem somente ao único Deus e Criador de todas as coisas, e encerrou com a máxima da salvação que só o Senhor pode dar.
Parece que Davi estava vivendo um pequeno vislumbre do Céu. O santuário e tudo o que ali havia despertava em Davi o ardente desejo de estar na presença de Deus. Era ali que o guerreiro de Judá depunha sua armadura mortal e vestia-se “de um manto de linho fino” (1Cr.15:27); tirava a sua coroa real, e humilhava-se na condição de servo; deixava de ser um rei, para tornar-se um súdito. E experimentando aquela atmosfera celestial, com o coração e com lágrimas orava: “que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no Seu templo” (Sl.27:4).
Aquele lugar sagrado apontava para a morada de Deus, mas, principalmente, para a promessa verdadeira e fiel de que o Senhor salvará o Seu povo. Através do episódio do transporte da arca, Davi soube reconhecer que há um abismo entre apenas conhecer as Escrituras e conhecer e praticar as Escrituras. Quando ele declarou: “Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o Senhor, porém, fez os céus” (v.26), nos deixou o ponto exato que difere o Senhor dos deuses e ídolos deste mundo: o Senhor Deus é o Criador.
O único mandamento que contém o selo da criação, é o quarto mandamento, quando diz: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx.20:11). Declara ainda a primeira voz angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Israel era o único povo que observava o sábado dentre as demais nações, e esta será uma marca distintiva do povo de Deus que dentro em breve acentuará a diferença entre os falsos e os verdadeiros adoradores.
Assim como há uma forma litúrgica especial de louvor na Casa do Senhor, com “instrumentos de música de Deus” (v.42), bem como um dia de especial adoração que Ele mesmo declarou como santo, somos chamados a desfrutar as bênçãos da obediência, rejeitando tudo aquilo que não dê “ao Senhor a glória devida ao Seu nome” (v.29). Possamos, hoje, dar ouvidos ao apelo do apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).
Seja a nossa oração “continuamente ao Senhor” (v.40): “Salva-nos, ó Deus da nossa salvação, ajunta-nos e livra-nos das nações, para que rendamos graças ao Teu santo nome e nos gloriemos no Teu louvor” (v.35). Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo da aliança perpétua!
Desafio da semana: Além de desfrutarmos dos benefícios do ar puro, da luz solar e da água, precisamos de uma alimentação saudável para desfrutar de boa saúde. Dê preferência à ingestão de frutas, vegetais, grãos e alimentos integrais (Aconselho procurar um nutricionista naturalista). Faço votos por tua saúde!
A arca da aliança foi introduzida “no meio da tenda que lhe armara Davi; e trouxeram holocaustos e ofertas pacíficas perante Deus” (v.1). Ali, foi tributado ao Senhor um culto especial de entrega, de comunhão e de gratidão. “[Tanto] os homens como as mulheres” (v.3) foram beneficiados com porções iguais de alimento, como um símbolo da igualdade das bênçãos provenientes da verdadeira adoração.
Desde a mais tenra idade, Davi desenvolveu um gosto pela música e seu talento nas mãos de Deus tornou-se em instrumento de louvor. Ao tocar a sua harpa nas colinas de Belém ou diante de um rei endemoniado, não restava dúvida de que suas composições eram acompanhadas pela regência do Céu e afugentavam as potestades malignas. E era esse tipo de música que deveria encher o santuário, “e celebrar, e louvar, e exaltar o Senhor, Deus de Israel” (v.4), “continuamente” (v.37).
Diante de um cenário de paz e harmonia, Davi declamou as palavras que compõem o texto de pelo menos três salmos: Salmo 96, Salmo 105 e Salmo 106. Em forma de ações de graças, o rei poeta exaltou o nome de Deus, reforçou a sua confiança na aliança divina, fez um chamado a todos para que adorem somente ao único Deus e Criador de todas as coisas, e encerrou com a máxima da salvação que só o Senhor pode dar.
Parece que Davi estava vivendo um pequeno vislumbre do Céu. O santuário e tudo o que ali havia despertava em Davi o ardente desejo de estar na presença de Deus. Era ali que o guerreiro de Judá depunha sua armadura mortal e vestia-se “de um manto de linho fino” (1Cr.15:27); tirava a sua coroa real, e humilhava-se na condição de servo; deixava de ser um rei, para tornar-se um súdito. E experimentando aquela atmosfera celestial, com o coração e com lágrimas orava: “que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no Seu templo” (Sl.27:4).
Aquele lugar sagrado apontava para a morada de Deus, mas, principalmente, para a promessa verdadeira e fiel de que o Senhor salvará o Seu povo. Através do episódio do transporte da arca, Davi soube reconhecer que há um abismo entre apenas conhecer as Escrituras e conhecer e praticar as Escrituras. Quando ele declarou: “Porque todos os deuses dos povos são ídolos; o Senhor, porém, fez os céus” (v.26), nos deixou o ponto exato que difere o Senhor dos deuses e ídolos deste mundo: o Senhor Deus é o Criador.
O único mandamento que contém o selo da criação, é o quarto mandamento, quando diz: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx.20:11). Declara ainda a primeira voz angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Israel era o único povo que observava o sábado dentre as demais nações, e esta será uma marca distintiva do povo de Deus que dentro em breve acentuará a diferença entre os falsos e os verdadeiros adoradores.
Assim como há uma forma litúrgica especial de louvor na Casa do Senhor, com “instrumentos de música de Deus” (v.42), bem como um dia de especial adoração que Ele mesmo declarou como santo, somos chamados a desfrutar as bênçãos da obediência, rejeitando tudo aquilo que não dê “ao Senhor a glória devida ao Seu nome” (v.29). Possamos, hoje, dar ouvidos ao apelo do apóstolo Paulo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).
Seja a nossa oração “continuamente ao Senhor” (v.40): “Salva-nos, ó Deus da nossa salvação, ajunta-nos e livra-nos das nações, para que rendamos graças ao Teu santo nome e nos gloriemos no Teu louvor” (v.35). Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo da aliança perpétua!
Desafio da semana: Além de desfrutarmos dos benefícios do ar puro, da luz solar e da água, precisamos de uma alimentação saudável para desfrutar de boa saúde. Dê preferência à ingestão de frutas, vegetais, grãos e alimentos integrais (Aconselho procurar um nutricionista naturalista). Faço votos por tua saúde!
