Leitura da Bíblia
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RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Famílias na presença de Deus
“Abençoa a família do teu servo, para que ela continue para sempre na Tua presença.” 1 Crônicas 17:27 NVI
Um dos pedidos mais significativos e importantes feitos por Davi a Deus foi por sua família, para que ela permanecesse para sempre na presença do Senhor. Esse deve ser também o nosso desejo e nossos maiores esforços devem ser feitos nesse sentido.
Verso 2: nem sempre podemos fazer tudo o que está na mente. Precisamos de um claro “assim diz o Senhor”.
Versos 2 a 4: Natã teve que voltar atrás em sua opinião, quando recebeu revelação de Deus. Isso mostra que a inspiração do profeta não é verbal.
Verso 9: isso se cumprirá literalmente com o Israel espiritual: Deus nos dará um lar de paz onde nunca mais haverá inimigos.
Versos 12 a 14: Deus revelou a Davi o futuro de sua dinastia. Somente o Senhor sabe tudo desde sempre. Confie nEle.
Verso 15: um verdadeiro servo de Deus transmite aos outros TUDO o que o Senhor lhe ensinou e disse.
Versos 16 e 17: como Davi, devemos reconhecer nossa insignificância, e saber que Deus nos ama assim mesmo e que é Ele quem nos faz grandes.
Verso 22: Israel não tinha mérito algum, mas Deus fez dele um povo especial. Nós também não temos méritos, mas Deus nos dá Sua graça.
Verso 24: “Teu nome seja engrandecido para sempre.” Este deve ser o propósito da nossa vida: engrandecer o Deus que nos engrandece.
Verso 27: boa faculdade para os filhos, prosperidade material, saúde, etc., são boas coisas. Mas a mais importante é aquela que é eterna.
Promessa: Você está conduzindo sua família para permanecer eternamente na presença de Deus? Permaneça na presença Dele desde já. Faça o culto familiar. Esse bom esforço será recompensado.
“Abençoa a família do teu servo, para que ela continue para sempre na Tua presença.” 1 Crônicas 17:27 NVI
Um dos pedidos mais significativos e importantes feitos por Davi a Deus foi por sua família, para que ela permanecesse para sempre na presença do Senhor. Esse deve ser também o nosso desejo e nossos maiores esforços devem ser feitos nesse sentido.
Verso 2: nem sempre podemos fazer tudo o que está na mente. Precisamos de um claro “assim diz o Senhor”.
Versos 2 a 4: Natã teve que voltar atrás em sua opinião, quando recebeu revelação de Deus. Isso mostra que a inspiração do profeta não é verbal.
Verso 9: isso se cumprirá literalmente com o Israel espiritual: Deus nos dará um lar de paz onde nunca mais haverá inimigos.
Versos 12 a 14: Deus revelou a Davi o futuro de sua dinastia. Somente o Senhor sabe tudo desde sempre. Confie nEle.
Verso 15: um verdadeiro servo de Deus transmite aos outros TUDO o que o Senhor lhe ensinou e disse.
Versos 16 e 17: como Davi, devemos reconhecer nossa insignificância, e saber que Deus nos ama assim mesmo e que é Ele quem nos faz grandes.
Verso 22: Israel não tinha mérito algum, mas Deus fez dele um povo especial. Nós também não temos méritos, mas Deus nos dá Sua graça.
Verso 24: “Teu nome seja engrandecido para sempre.” Este deve ser o propósito da nossa vida: engrandecer o Deus que nos engrandece.
Verso 27: boa faculdade para os filhos, prosperidade material, saúde, etc., são boas coisas. Mas a mais importante é aquela que é eterna.
Promessa: Você está conduzindo sua família para permanecer eternamente na presença de Deus? Permaneça na presença Dele desde já. Faça o culto familiar. Esse bom esforço será recompensado.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
Instalado em seu palácio, Davi desejava honrar a Deus construindo para Ele uma habitação adequada. Mas esse desejo não aconteceria desse modo. Davi tinha um plano, mas Deus lhe apresentou promessas, promessas magníficas que amorteciam o divino “Não”, tornando-o mais palatável. Lembre-se: as promessas de Deus são sempre maiores que nossos planos.
Prometendo honra, provisão, herança e o mais significativo de todos, amor duradouro, Deus deu garantias a Davi, seus descendentes e todo o Israel. Depois de louvar a Deus por ter um vislumbre do futuro, Davi ousadamente reivindicou as promessas: “Faze como prometeste, … para que o teu nome seja engrandecido para sempre” (v.23 NVI).
Que promessa Deus fez para você?
Talvez seja algo que apenas você saiba, um segredo sussurrado por Deus e enterrado no fundo do seu coração. Talvez você não ouse esperar que isso se torne realidade. Você poder achar que a promessa de Deus é boa ou impossível demais. Escolha acreditar em Deus que cumpre as promessas. Seja ousado como Davi. Diga a Deus: “Faze como prometeste!” E quando a promessa se realizar, glorifique o nome fiel de Deus vivendo uma vida amorosa de fé e serviço prodigiosos.
Em um mundo de promessas quebradas e esperanças destruídas, Deus ainda faz e mantém promessas!
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiência)
Eugene, Oregon EUA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
I CRÔNICAS 17 – Adoração sem alegria soará como serviço fúnebre. É claro que Jesus, o Emanuel, o Filho de Deus, perfeito e sem pecado, morreu injustamente. Contudo, Ele ressuscitou. E venceu a morte para dar-nos vida. Assim temos o maior dos motivos para adorar e cultuar com alegria.
Mesmo antes de Jesus morrer na cruz, a alegria deveria caracterizar a religião judaica. Mesmo após 70 anos de cativeiro em Babilônia e ao retornar a Jerusalém sem o esplendoroso Templo de Salomão, a satisfação deveria tomar conta do coração em cada ato de adoração.
Comentando sobre Crônicas, Richard Pratt Jr. destaca que, a parte iniciada no capítulo em foco (17:1-29:25) é a “terceira e mais importante parte do reinado de Davi [e] apresenta o ponto alto de sua vida, segundo o ponto de vista do cronista. Tendo registrado a alegria resultante do amplo apoio à dinastia de Davi (ver 9.35-12-40), bem como a celebração pela presença da arca em Jerusalém (ver 13.1-16.43), o cronista em seguida volta à parte mais ampla e mais importante do reinado de Davi (17.1-29.30). Aqui Davi trouxe alegria indizível a Israel ao fazer os preparativos para a construção do templo por Salomão”.
• Deus é grande, merece respeito. Deus é bom, merece adoração. Deus é misericordioso, merece louvor (v. 20).
Observe estes pontos:
• Precisamos priorizar Deus, fazer o melhor para Ele com ânimo e alegria. Em nossos planos, Deus deve estar em primeiro lugar (vs. 1-2);
• Precisamos saber ouvir o “não” de Deus com alegria como quando ouvimos o Seu “sim”. Mesmo que o profeta volte atrás no que havia aprovado não devemos nos sentir frustrados (vs. 3-15);
• Precisamos aprender a ser gratos a Deus quando Ele aborta planos que consideramos nobres, importantes e corretos. A alegria de fazer a vontade divina deve ser maior que a frustração quando Deus não aprova nossas intenções (vs. 16-27).
“Embora Davi esteja proibido de construir uma casa para Deus, Deus vai construir uma casa para Davi (v. 10). Ou seja, Ele vai prover uma linhagem de descendentes cuja tarefa será pastorear Israel” (J. Keir Howard).
O foco desta promessa é o Messias. Só através de Cristo as promessas são cumpridas. Comprometa-se com Ele e serás feliz! Assim, alegria reinará na adoração, independente da situação! – Heber Toth Armí.
I CRÔNICAS 17 – Adoração sem alegria soará como serviço fúnebre. É claro que Jesus, o Emanuel, o Filho de Deus, perfeito e sem pecado, morreu injustamente. Contudo, Ele ressuscitou. E venceu a morte para dar-nos vida. Assim temos o maior dos motivos para adorar e cultuar com alegria.
Mesmo antes de Jesus morrer na cruz, a alegria deveria caracterizar a religião judaica. Mesmo após 70 anos de cativeiro em Babilônia e ao retornar a Jerusalém sem o esplendoroso Templo de Salomão, a satisfação deveria tomar conta do coração em cada ato de adoração.
Comentando sobre Crônicas, Richard Pratt Jr. destaca que, a parte iniciada no capítulo em foco (17:1-29:25) é a “terceira e mais importante parte do reinado de Davi [e] apresenta o ponto alto de sua vida, segundo o ponto de vista do cronista. Tendo registrado a alegria resultante do amplo apoio à dinastia de Davi (ver 9.35-12-40), bem como a celebração pela presença da arca em Jerusalém (ver 13.1-16.43), o cronista em seguida volta à parte mais ampla e mais importante do reinado de Davi (17.1-29.30). Aqui Davi trouxe alegria indizível a Israel ao fazer os preparativos para a construção do templo por Salomão”.
• Deus é grande, merece respeito. Deus é bom, merece adoração. Deus é misericordioso, merece louvor (v. 20).
Observe estes pontos:
• Precisamos priorizar Deus, fazer o melhor para Ele com ânimo e alegria. Em nossos planos, Deus deve estar em primeiro lugar (vs. 1-2);
• Precisamos saber ouvir o “não” de Deus com alegria como quando ouvimos o Seu “sim”. Mesmo que o profeta volte atrás no que havia aprovado não devemos nos sentir frustrados (vs. 3-15);
• Precisamos aprender a ser gratos a Deus quando Ele aborta planos que consideramos nobres, importantes e corretos. A alegria de fazer a vontade divina deve ser maior que a frustração quando Deus não aprova nossas intenções (vs. 16-27).
“Embora Davi esteja proibido de construir uma casa para Deus, Deus vai construir uma casa para Davi (v. 10). Ou seja, Ele vai prover uma linhagem de descendentes cuja tarefa será pastorear Israel” (J. Keir Howard).
O foco desta promessa é o Messias. Só através de Cristo as promessas são cumpridas. Comprometa-se com Ele e serás feliz! Assim, alegria reinará na adoração, independente da situação! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Davi habitava “em sua própria casa” (v.1) quando expressou ao profeta Natã a sua angústia: “Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda” (v.1). Aquela situação incomodou o homem segundo o coração de Deus. Como ele poderia morar em uma linda casa, enquanto a Casa do Senhor não passava de uma tenda? Percebendo a sinceridade do rei e reconhecendo seu propósito louvável, o profeta Natã o encorajou: “Faze tudo quanto está no teu coração, porque Deus é contigo” (v.2).
Davi tinha as melhores intenções, mas essas não estavam de acordo com a vontade de Deus. Não seria por meio dele que o templo seria construído, mas por seu filho e sucessor, Salomão.
Muitas vezes temos as melhores intenções possíveis em realizar a obra do Senhor, mas esquecemos de perguntar ao Senhor da obra se realmente estamos no caminho certo. Davi não foi o escolhido por Deus para construir o templo, e sim para iniciar uma dinastia que faria parte da genealogia do Rei dos reis, Jesus Cristo.
Não podemos confundir bênção com permissão. Ainda que estejamos debaixo da bênção do Senhor, isso não nos autoriza a fazer tudo o que desejamos, ainda que tenha a ver com o serviço cristão. Agir dessa forma acaba gerando resultados insatisfatórios e causando decepções que poderiam ser evitadas simplesmente se fizéssemos o que estudamos essa semana: antes da ação, vem a oração. Tenho aprendido a viver dessa forma, e posso lhes garantir: vale muito a pena! É tão maravilhoso que você pedirá a Deus todos os dias para nunca mais voltar a fazer qualquer coisa sem antes pedir a Sua orientação. Afinal, Cristo mesmo disse: “porque sem Mim nada podeis fazer” (Jo.15:5).
Davi queria fazer algo maravilhoso, mas sem a permissão divina, não passaria de uma simples construção. E sabem o que é mais lindo? O diálogo entre o Senhor e Davi. A intimidade que havia entre Davi e Deus pode ser claramente vista todas as vezes que Davi expressava a sua gratidão. Como ele mesmo escreveu: “A intimidade do Senhor é para os que O temem, aos quais Ele dará a conhecer a Sua aliança” (Sl.25:14). Deus realmente deu a conhecer a Davi a Sua aliança com ele e com a sua descendência: “de maneira que também falaste a respeito da casa de teu servo para tempos distantes” (v.17). Os salmos que compôs são verdadeiras orações cantadas. Davi não escondia suas intenções, nem tampouco fingia ser o que não era. Por isso que com ousadia, disse ao Senhor: “Pois Tu conheces bem teu servo” (v.18). E com humildade se fez o menor dentre todos: “Quem sou eu, Senhor Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?” (v.16).
Ele mesmo confessou: “que é o homem, que dele Te lembres?” (Sl.8:4). Contudo, Deus tem prazer em abençoar Seus filhos e torná-los bem-sucedidos onde quer que andem (v.8). E a bem-aventurança de Davi seria perpetuada por meio do Filho de Davi. Competia a Davi fazer preparativos para a construção do templo, entretanto, não lhe competia edificá-lo. De uma coisa, porém, ele poderia ter certeza: o Senhor o amava e amava a sua casa com amor eterno (v.27).
O ‘felizes para sempre’ existe, meus amados. Não é apenas uma frase de contos infantis. É uma promessa de Deus para “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). O que Davi conquistou com guerras foram despojos de dor. As guerras que Deus venceu por ele foram milagres do amor. Amor de um Deus que escolhe esquecer os nossos pecados, e os lança “nas profundezas do mar” (Mq.7:19).
Se você nunca experimentou a intimidade do Senhor, não perca mais tempo! Busque agora mesmo um lugar onde possa conversar com Aquele que deseja ser o seu melhor Amigo, continue sendo reavivado pela Palavra, e, certamente, muito em breve, ouvirás: “o confirmarei na Minha casa e no Meu reino para sempre” (v.14). Vigiemos e oremos!
Davi habitava “em sua própria casa” (v.1) quando expressou ao profeta Natã a sua angústia: “Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda” (v.1). Aquela situação incomodou o homem segundo o coração de Deus. Como ele poderia morar em uma linda casa, enquanto a Casa do Senhor não passava de uma tenda? Percebendo a sinceridade do rei e reconhecendo seu propósito louvável, o profeta Natã o encorajou: “Faze tudo quanto está no teu coração, porque Deus é contigo” (v.2).
Davi tinha as melhores intenções, mas essas não estavam de acordo com a vontade de Deus. Não seria por meio dele que o templo seria construído, mas por seu filho e sucessor, Salomão.
Muitas vezes temos as melhores intenções possíveis em realizar a obra do Senhor, mas esquecemos de perguntar ao Senhor da obra se realmente estamos no caminho certo. Davi não foi o escolhido por Deus para construir o templo, e sim para iniciar uma dinastia que faria parte da genealogia do Rei dos reis, Jesus Cristo.
Não podemos confundir bênção com permissão. Ainda que estejamos debaixo da bênção do Senhor, isso não nos autoriza a fazer tudo o que desejamos, ainda que tenha a ver com o serviço cristão. Agir dessa forma acaba gerando resultados insatisfatórios e causando decepções que poderiam ser evitadas simplesmente se fizéssemos o que estudamos essa semana: antes da ação, vem a oração. Tenho aprendido a viver dessa forma, e posso lhes garantir: vale muito a pena! É tão maravilhoso que você pedirá a Deus todos os dias para nunca mais voltar a fazer qualquer coisa sem antes pedir a Sua orientação. Afinal, Cristo mesmo disse: “porque sem Mim nada podeis fazer” (Jo.15:5).
Davi queria fazer algo maravilhoso, mas sem a permissão divina, não passaria de uma simples construção. E sabem o que é mais lindo? O diálogo entre o Senhor e Davi. A intimidade que havia entre Davi e Deus pode ser claramente vista todas as vezes que Davi expressava a sua gratidão. Como ele mesmo escreveu: “A intimidade do Senhor é para os que O temem, aos quais Ele dará a conhecer a Sua aliança” (Sl.25:14). Deus realmente deu a conhecer a Davi a Sua aliança com ele e com a sua descendência: “de maneira que também falaste a respeito da casa de teu servo para tempos distantes” (v.17). Os salmos que compôs são verdadeiras orações cantadas. Davi não escondia suas intenções, nem tampouco fingia ser o que não era. Por isso que com ousadia, disse ao Senhor: “Pois Tu conheces bem teu servo” (v.18). E com humildade se fez o menor dentre todos: “Quem sou eu, Senhor Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?” (v.16).
Ele mesmo confessou: “que é o homem, que dele Te lembres?” (Sl.8:4). Contudo, Deus tem prazer em abençoar Seus filhos e torná-los bem-sucedidos onde quer que andem (v.8). E a bem-aventurança de Davi seria perpetuada por meio do Filho de Davi. Competia a Davi fazer preparativos para a construção do templo, entretanto, não lhe competia edificá-lo. De uma coisa, porém, ele poderia ter certeza: o Senhor o amava e amava a sua casa com amor eterno (v.27).
O ‘felizes para sempre’ existe, meus amados. Não é apenas uma frase de contos infantis. É uma promessa de Deus para “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). O que Davi conquistou com guerras foram despojos de dor. As guerras que Deus venceu por ele foram milagres do amor. Amor de um Deus que escolhe esquecer os nossos pecados, e os lança “nas profundezas do mar” (Mq.7:19).
Se você nunca experimentou a intimidade do Senhor, não perca mais tempo! Busque agora mesmo um lugar onde possa conversar com Aquele que deseja ser o seu melhor Amigo, continue sendo reavivado pela Palavra, e, certamente, muito em breve, ouvirás: “o confirmarei na Minha casa e no Meu reino para sempre” (v.14). Vigiemos e oremos!
