Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Retratos da Humanidade
“Estes foram filhos de Israel: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom, Dã, José, Benjamim, Naftali, Gade e Aser.” 1 Crônicas 2:1
O capítulo 2 de 1 Crônicas registra a genealogia da tribo de Judá até o rei Davi. A lista precisa de nomes prossegue – o que se faz para Deus tem que ser bem feito.
Verso 7: Acar é o mesmo Acã do livro de Josué 7. Deus condena os que se apossam de coisas sagradas. Quantos hoje desconsideram a vontade Dele e têm tirado proveito da religião...
Verso 22: Jair governou 23 cidades. Mais importante é governar a própria vida.
Verso 34: belo registro da história do senhor que deu a filha em casamento ao escravo egípcio, tornando-o parte da história de Israel.
Promessa: O registro preciso da lista de nomes (genealogias) mostra que Deus valoriza a história de cada pessoa. Para Ele não somos massa, somos indivíduos.
“Estes foram filhos de Israel: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom, Dã, José, Benjamim, Naftali, Gade e Aser.” 1 Crônicas 2:1
O capítulo 2 de 1 Crônicas registra a genealogia da tribo de Judá até o rei Davi. A lista precisa de nomes prossegue – o que se faz para Deus tem que ser bem feito.
Verso 7: Acar é o mesmo Acã do livro de Josué 7. Deus condena os que se apossam de coisas sagradas. Quantos hoje desconsideram a vontade Dele e têm tirado proveito da religião...
Verso 22: Jair governou 23 cidades. Mais importante é governar a própria vida.
Verso 34: belo registro da história do senhor que deu a filha em casamento ao escravo egípcio, tornando-o parte da história de Israel.
Promessa: O registro preciso da lista de nomes (genealogias) mostra que Deus valoriza a história de cada pessoa. Para Ele não somos massa, somos indivíduos.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
Aqui estão três nomes que chamaram minha atenção no capítulo 2, lembrando-me do juízo, gritos de alerta e bondade de Deus:
No verso 3, o escrivão escreve as palavras de maneira direta. Er, o filho de Judá, era tão mau aos olhos de Deus, que Ele o matou (Gn 38:7). Imagine alguém ser tão mau a ponto de Deus eliminá-lo de terra!
No verso 7, Acã (Acar), que alcançou a fama em Josué 7, roubou dos despojos da destruição de Jericó e ele e sua família pagaram alto preço. A citação de sua história nos lembra que mesmo um pecado aparentemente pequeno pode, literalmente, destruir a nossa família.
Nos versos 34 e 35, encontramos a ocorrência de adoção em nossa linhagem. Tendo sido adotado e tendo apenas filhas, eu gosto especialmente dessa parte da nossa leitura. Sesã também tinha apenas filhas. Nenhum filho para continuar a linhagem. Então ele tomou Jara, um dos seus servos e fez dele seu filho. Adotou-o, para que se casasse com sua filha e gerasse para ele um herdeiro. Jara deve ter sido um servo incrível para receber a honra de passar da condição de servo para filho.
Estes três nomes indicam várias recompensas para as nossas ações, que são a externalização de nosso caráter. Você está permitindo que Deus gere em você o fruto do Espírito (Gl 5:23)?
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
A Palavra de Deus é inspiradora até quando se trata de genealogia. Alguns ignoram grandes partes da Bíblia pensando que nestes textos ignorados Deus não nos está dizendo nada. Será?
Numa época em que escrever era difícil, em que aquilo que deveria ser escrito deveria ser bem pensado e condensado, será que o Espírito Santo faria o escritor bíblico vaguear por palavras e parágrafos extensos sem finalidade alguma?
“Quantos sermões baseados em versículos de Crônicas ouvimos por ano? Temos diante de nós um dos livros mais negligenciados da Bíblia. Vários livros, artigos e comentários sobre o AT nem sequer o mencionam. Pastores, evangelistas e leigos leem apenas trechos desses dois livros [I e II Crônicas]. Muitas congregações cristãs leem Crônicas apenas em ocasiões especiais como a consagração de uma casa ou templo novo”.
Após fazer estas reflexões, Nupanga Weanzana, diz:
“Não obstante, Crônicas é a Palavra de Deus tanto quanto o restante da Bíblia e, portanto, não deve ser esquecido”. Se você se convenceu de estudar, leia o segundo capítulo de Crônicas e, então, observe:
1. Os descendentes de Abraão, filhos de Isaque, enfatizando Jacó/Israel. Edom, oriundo de Esaú (ver capítulo 1:34-54), embora o primogênito, vendera seu privilégio de linha messiânica por um prato de lentilhas (ver Gênesis 25:29-30; Hebreus 12:16); contudo, Deus agiu e continuou Seu plano com a linhagem de Jacó (vs. 1-2).
2. Os descendentes de Judá: Judá, não sendo o primogênito de Jacó, mas a tribo que permitiu Deus trabalhar mais com ela, foi de onde Deus escolheu Davi, o qual herdou o trono que seria do Messias, chamado de Filho de Davi, da tribo de Judá (vs. 3-55).
Os livros de Reis terminam falando do fim de Israel no cativeiro assírio e do castigo dos judeus no cativeiro babilônico. Após 70 os judeus voltaram a Jerusalém; a revelação visa mostrar que…
• Os judeus tem uma nobre origem;
• A esperança no Messias não deveria morrer.
“Os livros das Crônicas começando com Adão e Jacó, informando à comunidade restaurada em Judá que Deus ainda tinha planos para eles” (Bíblia de Estudo Andrews).
Deus não só conhece a história ou o futuro da história, Ele age na história. Deus está guiando à humanidade para Seu filho Jesus.
Compartilhe Jesus! – Heber Toth Armí.
A Palavra de Deus é inspiradora até quando se trata de genealogia. Alguns ignoram grandes partes da Bíblia pensando que nestes textos ignorados Deus não nos está dizendo nada. Será?
Numa época em que escrever era difícil, em que aquilo que deveria ser escrito deveria ser bem pensado e condensado, será que o Espírito Santo faria o escritor bíblico vaguear por palavras e parágrafos extensos sem finalidade alguma?
“Quantos sermões baseados em versículos de Crônicas ouvimos por ano? Temos diante de nós um dos livros mais negligenciados da Bíblia. Vários livros, artigos e comentários sobre o AT nem sequer o mencionam. Pastores, evangelistas e leigos leem apenas trechos desses dois livros [I e II Crônicas]. Muitas congregações cristãs leem Crônicas apenas em ocasiões especiais como a consagração de uma casa ou templo novo”.
Após fazer estas reflexões, Nupanga Weanzana, diz:
“Não obstante, Crônicas é a Palavra de Deus tanto quanto o restante da Bíblia e, portanto, não deve ser esquecido”. Se você se convenceu de estudar, leia o segundo capítulo de Crônicas e, então, observe:
1. Os descendentes de Abraão, filhos de Isaque, enfatizando Jacó/Israel. Edom, oriundo de Esaú (ver capítulo 1:34-54), embora o primogênito, vendera seu privilégio de linha messiânica por um prato de lentilhas (ver Gênesis 25:29-30; Hebreus 12:16); contudo, Deus agiu e continuou Seu plano com a linhagem de Jacó (vs. 1-2).
2. Os descendentes de Judá: Judá, não sendo o primogênito de Jacó, mas a tribo que permitiu Deus trabalhar mais com ela, foi de onde Deus escolheu Davi, o qual herdou o trono que seria do Messias, chamado de Filho de Davi, da tribo de Judá (vs. 3-55).
Os livros de Reis terminam falando do fim de Israel no cativeiro assírio e do castigo dos judeus no cativeiro babilônico. Após 70 os judeus voltaram a Jerusalém; a revelação visa mostrar que…
• Os judeus tem uma nobre origem;
• A esperança no Messias não deveria morrer.
“Os livros das Crônicas começando com Adão e Jacó, informando à comunidade restaurada em Judá que Deus ainda tinha planos para eles” (Bíblia de Estudo Andrews).
Deus não só conhece a história ou o futuro da história, Ele age na história. Deus está guiando à humanidade para Seu filho Jesus.
Compartilhe Jesus! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Os doze filhos de Jacó, que o Senhor mudou o nome para Israel (Gn.32:28), deram origem às doze tribos de Israel. Através da linhagem de cada um, seria estabelecida uma tribo com uma função específica dentro da nação eleita. Dentre todas, Judá com certeza teve destaque. Dela descenderia Davi, o grande rei de Israel. E dela também surgiria o Salvador, Jesus Cristo.
A genealogia de Judá apontava para a redenção. Apesar de gerações e gerações perversas, a mão do Senhor sustentava a promessa de que “o cetro não se arredará de Judá” (Gn.49:10). E já estudamos que, apesar da separação das tribos, Judá passou a ter monarquia independente de Israel. Dentre os filhos de Israel, Judá foi o quarto filho de Jacó com Lia. Lia não era amada por Jacó, pois este amava sua irmã Raquel. Por isso, tentava conquistar o amor de seu marido pela bênção dos filhos. Mas a cada filho que depositava seu desejo de ser amada, suas expectativas eram frustradas. Só quando deu à luz a Judá, Lia declarou: “Esta vez louvarei o Senhor” (Gn.29:35). Não sabia ela que suas palavras já apontavam para a maior das promessas: o nascimento do Filho de Deus.
Os judeus tiveram a oportunidade de conviver lado a lado e face a face com Cristo e O rejeitaram. Jesus os chamou de “geração má e adúltera” (Mt.12:39). Mas foi naquela geração de trevas que nasceu o Sol da Justiça. O apóstolo Paulo disse que “nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, orgulhosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais… (2Tm.3:1-5), e a lista segue com características que representam a última e terrível geração de ímpios.
Vivemos em meio a esta geração, tão pior do que a que levou Cristo até a cruz. E é nessa geração dos últimos dias que Cristo virá segunda vez. O que nos mostra que, assim como em meio a uma geração perversa, Cristo conservou discípulos que permaneceram fiéis, Ele também conserva neste tempo do fim uma geração de Deus em meio à geração incrédula: “pois nEle vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dEle também somos geração” (At.17:28).
Percebem? Temos uma escolha a fazer: fazer parte daquela geração descrita em 2Timóteo 3, ou da “geração de Deus” (At.17:29). Uma coisa é certa: a salvação é individual. Cada um de nós responderá por seus atos diante de Deus, como está escrito: “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a perversidade do perverso cairá sobre este” (Ez.18:20).
Judá não foi o melhor dos filhos, nem tampouco a sua geração correspondeu ao caráter de Cristo, mas foi dela que Ele veio. Somos todos pecadores, mas se escolhemos estar nas mãos de Deus somos chamados de “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9). Que, pela graça de Deus, façamos parte da geração que muito em breve dirá: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará”! (Is.25:9). Vigiemos e oremos!
Os doze filhos de Jacó, que o Senhor mudou o nome para Israel (Gn.32:28), deram origem às doze tribos de Israel. Através da linhagem de cada um, seria estabelecida uma tribo com uma função específica dentro da nação eleita. Dentre todas, Judá com certeza teve destaque. Dela descenderia Davi, o grande rei de Israel. E dela também surgiria o Salvador, Jesus Cristo.
A genealogia de Judá apontava para a redenção. Apesar de gerações e gerações perversas, a mão do Senhor sustentava a promessa de que “o cetro não se arredará de Judá” (Gn.49:10). E já estudamos que, apesar da separação das tribos, Judá passou a ter monarquia independente de Israel. Dentre os filhos de Israel, Judá foi o quarto filho de Jacó com Lia. Lia não era amada por Jacó, pois este amava sua irmã Raquel. Por isso, tentava conquistar o amor de seu marido pela bênção dos filhos. Mas a cada filho que depositava seu desejo de ser amada, suas expectativas eram frustradas. Só quando deu à luz a Judá, Lia declarou: “Esta vez louvarei o Senhor” (Gn.29:35). Não sabia ela que suas palavras já apontavam para a maior das promessas: o nascimento do Filho de Deus.
Os judeus tiveram a oportunidade de conviver lado a lado e face a face com Cristo e O rejeitaram. Jesus os chamou de “geração má e adúltera” (Mt.12:39). Mas foi naquela geração de trevas que nasceu o Sol da Justiça. O apóstolo Paulo disse que “nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, orgulhosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais… (2Tm.3:1-5), e a lista segue com características que representam a última e terrível geração de ímpios.
Vivemos em meio a esta geração, tão pior do que a que levou Cristo até a cruz. E é nessa geração dos últimos dias que Cristo virá segunda vez. O que nos mostra que, assim como em meio a uma geração perversa, Cristo conservou discípulos que permaneceram fiéis, Ele também conserva neste tempo do fim uma geração de Deus em meio à geração incrédula: “pois nEle vivemos, e nos movemos, e existimos, como alguns dos vossos poetas têm dito: Porque dEle também somos geração” (At.17:28).
Percebem? Temos uma escolha a fazer: fazer parte daquela geração descrita em 2Timóteo 3, ou da “geração de Deus” (At.17:29). Uma coisa é certa: a salvação é individual. Cada um de nós responderá por seus atos diante de Deus, como está escrito: “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a perversidade do perverso cairá sobre este” (Ez.18:20).
Judá não foi o melhor dos filhos, nem tampouco a sua geração correspondeu ao caráter de Cristo, mas foi dela que Ele veio. Somos todos pecadores, mas se escolhemos estar nas mãos de Deus somos chamados de “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9). Que, pela graça de Deus, façamos parte da geração que muito em breve dirá: “Eis que este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará”! (Is.25:9). Vigiemos e oremos!
