Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Retratos da Humanidade
“Adão, Sete, Enos, Cainã, Maalalel, Jarede, Enoque, Metusalém, Lameque, Noé, Sem, Cam e Jafé.” 1 Crônicas 1:1
O capítulo 1 do primeiro livro de Crônicas traz a lista dos descendentes de Adão, Noé, Abraão, Esaú e Seir. Vários séculos de história são representados por esses nomes. Note que Adão foi colocado juntamente com outros personagens reais. Por mais que algumas pessoas relativizem os primeiros capítulos da Bíblia, para Deus e os autores sagrados, o primeiro casal existiu de fato e as histórias narradas ali são factuais: criação em seis dias literais, estabelecimento do sábado como dia de descanso e memorial do ato criativo de Deus, o casamento heteromonogâmico e a triste queda moral do primeiro casal. Toda a teologia bíblica está fundamentada sobre esses pilares. Para quem conhecia bem a história dos patriarcas, essas listas de nomes eram um verdadeiro resumo de tudo.
A Bíblia é precisa em seus registros e isso transmite segurança e confiabilidade. Para Deus, as pessoas são mais importantes do que tudo, e Ele deseja salvá-las. Que esse seja também o nosso sentimento.
Promessa: Como será a “crônica” de sua vida? Você a está escrevendo agora. Permita que Deus seja seu coator e tudo irá bem.
“Adão, Sete, Enos, Cainã, Maalalel, Jarede, Enoque, Metusalém, Lameque, Noé, Sem, Cam e Jafé.” 1 Crônicas 1:1
O capítulo 1 do primeiro livro de Crônicas traz a lista dos descendentes de Adão, Noé, Abraão, Esaú e Seir. Vários séculos de história são representados por esses nomes. Note que Adão foi colocado juntamente com outros personagens reais. Por mais que algumas pessoas relativizem os primeiros capítulos da Bíblia, para Deus e os autores sagrados, o primeiro casal existiu de fato e as histórias narradas ali são factuais: criação em seis dias literais, estabelecimento do sábado como dia de descanso e memorial do ato criativo de Deus, o casamento heteromonogâmico e a triste queda moral do primeiro casal. Toda a teologia bíblica está fundamentada sobre esses pilares. Para quem conhecia bem a história dos patriarcas, essas listas de nomes eram um verdadeiro resumo de tudo.
A Bíblia é precisa em seus registros e isso transmite segurança e confiabilidade. Para Deus, as pessoas são mais importantes do que tudo, e Ele deseja salvá-las. Que esse seja também o nosso sentimento.
Promessa: Como será a “crônica” de sua vida? Você a está escrevendo agora. Permita que Deus seja seu coator e tudo irá bem.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
Ao começarmos a ler o livro de Crônicas podemos supor que esta é apenas uma infeliz longa lista de nomes. Se você pensar assim, como eu também pensei, olhe de novo. Atente para o primeiro nome: Adão. Este é um livro sobre nós, sobre toda a humanidade e sobre o nosso Deus! O início das Crônicas nos leva a lembrar o plano da redenção. Podemos, por este plano, reclamar nosso direito de primogenitura à justificação e através da purificação da redenção, somos lembrados dos processos de santificação que nos levam ao sacerdócio.
Ao ler esta lista de nomes, desde Adão até Aarão; e de Jessé até nosso Salvador Jesus, vemos o plano e a promessa de Deus. Leia os nomes de novo e você verá que Deus não se esqueceu de Ismael ou de Esaú (Edom), a “ovelha negra” da nossa linhagem espiritual. Ismael foi o filho banido de Abraão e Esaú, o filho impulsivo de Isaque, mas eles estão aqui listados. Cada um de nós está incluído no plano de Deus. Como família de Deus, podemos traçar aqui, nestes primeiros capítulos de Crônicas, as falhas de nossa família e herança sacerdotal.
Através da maravilhosa graça de Deus, você não reivindicará hoje o seu direito de primogenitura e, como Adão, ser resgatado e feliz em Jesus?
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
I CRÔNICAS 1 – “Quem pensa conhecer as Escrituras Sagradas, mas ignora Crônicas, engana-se a si mesmo” declara Eusébio Sefrônio Jerônimo em sua tradução da Vulgata.
O que aprendemos desta série de nomes que aparecem citados na introdução do livro de Crônicas? Por que o Espírito Santo permitiu que esses mais de 500 nomes dos primeiros 9 capítulos deste livro entrasse nas páginas sagradas dadas por Deus à humanidade?
Os livros de Crônicas “têm sinais de ser uma revisão de livros anteriores e canônicos do Antigo Testamento, sobretudo com base em I e II Samuel e I e II Reis, de acordo com os interesses e ideias do autor. O autor exibe interesse especial pelo templo de Jerusalém, com sua adoração e ritos. Também demonstra interesse especial pela doutrina da retribuição divina” (Russell Norman Champlin).
É possível perceber o que Deus quer ensinar-nos neste primeiro capítulo dando especial atenção ao livro inteiro de Crônicas, tendo em mente todo o compêndio de Deus inspirado pelo Espírito Santo. Observe com atenção estes 54 versículos:
1. Eles tratam de personagens históricos de Adão até o patriarca Abraão, o pai da nação do povo de Deus num mundo paganizado e deteriorado pelo pecado (vs. 1-27);
2. Eles também tratam dos filhos de Abraão, de cuja linhagem viria o Messias, o Salvador do mundo caído na ruína do pecado (vs. 28-54).
Ao estudar Crônicas, tenha em mente que estas genealogias são importantes a israelitas e gentios, aos judeus e às nações do mundo inteiro, pois, “Crônicas trata do verdadeiro Povo Eleito, descendente de Abraão, destinado a ser a linhagem pela qual viria o Messias” – observa Merril F. Unger.
Tendo como referência o livro de Gênesis, o cronista cita:
• Adão, como pai de todas as nações (vs. 1-27). Verifique Gênesis 5, 10-11.
• Abraão, como pai da nação do povo de Deus, escolhido para uma missão mundial (vs. 28-54). Verifique Gênesis 25 e 36.
Abraão teve outros filhos além de Isaque. Com Agar ele teve Ismael, de onde surgem os árabes (vs. 28-31). Com Quetura/Cetura ele teve mais seis filhos, de onde surgem muitas outras nações (vs. 32-33). Mas, a ênfase está em Isaque, porque a Bíblia não é História do mundo, mas a história da salvação da humanidade.
Estude Crônicas! Reavive-se! – Heber Toth
I CRÔNICAS 1 – “Quem pensa conhecer as Escrituras Sagradas, mas ignora Crônicas, engana-se a si mesmo” declara Eusébio Sefrônio Jerônimo em sua tradução da Vulgata.
O que aprendemos desta série de nomes que aparecem citados na introdução do livro de Crônicas? Por que o Espírito Santo permitiu que esses mais de 500 nomes dos primeiros 9 capítulos deste livro entrasse nas páginas sagradas dadas por Deus à humanidade?
Os livros de Crônicas “têm sinais de ser uma revisão de livros anteriores e canônicos do Antigo Testamento, sobretudo com base em I e II Samuel e I e II Reis, de acordo com os interesses e ideias do autor. O autor exibe interesse especial pelo templo de Jerusalém, com sua adoração e ritos. Também demonstra interesse especial pela doutrina da retribuição divina” (Russell Norman Champlin).
É possível perceber o que Deus quer ensinar-nos neste primeiro capítulo dando especial atenção ao livro inteiro de Crônicas, tendo em mente todo o compêndio de Deus inspirado pelo Espírito Santo. Observe com atenção estes 54 versículos:
1. Eles tratam de personagens históricos de Adão até o patriarca Abraão, o pai da nação do povo de Deus num mundo paganizado e deteriorado pelo pecado (vs. 1-27);
2. Eles também tratam dos filhos de Abraão, de cuja linhagem viria o Messias, o Salvador do mundo caído na ruína do pecado (vs. 28-54).
Ao estudar Crônicas, tenha em mente que estas genealogias são importantes a israelitas e gentios, aos judeus e às nações do mundo inteiro, pois, “Crônicas trata do verdadeiro Povo Eleito, descendente de Abraão, destinado a ser a linhagem pela qual viria o Messias” – observa Merril F. Unger.
Tendo como referência o livro de Gênesis, o cronista cita:
• Adão, como pai de todas as nações (vs. 1-27). Verifique Gênesis 5, 10-11.
• Abraão, como pai da nação do povo de Deus, escolhido para uma missão mundial (vs. 28-54). Verifique Gênesis 25 e 36.
Abraão teve outros filhos além de Isaque. Com Agar ele teve Ismael, de onde surgem os árabes (vs. 28-31). Com Quetura/Cetura ele teve mais seis filhos, de onde surgem muitas outras nações (vs. 32-33). Mas, a ênfase está em Isaque, porque a Bíblia não é História do mundo, mas a história da salvação da humanidade.
Estude Crônicas! Reavive-se! – Heber Toth
Comentário Rosana Barros
Considerada por muitos como uma leitura dispensável, a genealogia bíblica possui um teor significativamente importante. É certo que encontramos nomes bem diferentes e que por vezes tornam a lista de descendentes um verdadeiro desafio trava-línguas. Mas naqueles nomes, especialmente na descendência de Adão, o significado de cada um revela que o homem pode até rabiscar na “agenda” de Deus, mas jamais poderá mudar o fato de que Deus nos ama “com amor eterno” (Jr.31:3) e que tem data marcada para nos levar de volta ao paraíso.
De Adão a Edom (ou Esaú), do Éden à terra do inimigo, podemos perceber a linha decrescente do ser humano após a queda. Ao iniciar as crônicas dos reis de Israel com a genealogia original, o Senhor deixou mais uma evidência de que Seus propósitos não podem ser frustrados e que as interferências humanas ou malignas não são capazes de limitar o que Ele desde o princípio designou. Então, a genealogia continua, e confirma o relato de Enoque (Gn.5:24), o relato do dilúvio (Gn.7), o chamado de Abraão (Gn.12), o surgimento do povo de Israel (Gn.35), e assim por diante.
Eu lhe convido a rever o comentário do capítulo 5 do livro de Gênesis, e maravilhar-se de que Deus sonha com a nossa redenção desde o começo. No curso da história, muitos desses nomes decidiram por se desviar do plano original divino, deixando de cumprir o devido propósito para o qual foram chamados. O pecado de Cam, por exemplo, causou uma ruptura considerável na família de Noé, e este filho do fiel porta-voz antediluviano, gerou os piores inimigos de Israel. Esaú, que é Edom, trocou a bênção do Senhor pela satisfação própria e também gerou inimigos do povo de Deus.
Entendendo que a genealogia não se trata apenas de uma coleção de nomes diferentes, mas de uma forma a mais do Senhor declarar o Seu amor relacional por cada pessoa, cumpre a nós a escolha de corresponder a esse amor e nele viver, ou de rejeitá-lo e ignorá-lo. Pode até ser que o nosso nome carregue um significado depreciativo. Pode ser que ele revele o que há de pior em nós, como o foi com Jacó. Mas o mesmo Deus que mudou o nome de Jacó para Israel, é o Deus que deseja mudar a nossa história mortal em vida eterna.
Portanto, não deixem de examinar os capítulos que se seguem. Eles não confirmam apenas a descendência de Israel, como também que nós somos filhos do Criador que, desde a fundação do mundo, já nos designou “um nome novo” (Ap.2:17). Vigiemos e oremos!
Considerada por muitos como uma leitura dispensável, a genealogia bíblica possui um teor significativamente importante. É certo que encontramos nomes bem diferentes e que por vezes tornam a lista de descendentes um verdadeiro desafio trava-línguas. Mas naqueles nomes, especialmente na descendência de Adão, o significado de cada um revela que o homem pode até rabiscar na “agenda” de Deus, mas jamais poderá mudar o fato de que Deus nos ama “com amor eterno” (Jr.31:3) e que tem data marcada para nos levar de volta ao paraíso.
De Adão a Edom (ou Esaú), do Éden à terra do inimigo, podemos perceber a linha decrescente do ser humano após a queda. Ao iniciar as crônicas dos reis de Israel com a genealogia original, o Senhor deixou mais uma evidência de que Seus propósitos não podem ser frustrados e que as interferências humanas ou malignas não são capazes de limitar o que Ele desde o princípio designou. Então, a genealogia continua, e confirma o relato de Enoque (Gn.5:24), o relato do dilúvio (Gn.7), o chamado de Abraão (Gn.12), o surgimento do povo de Israel (Gn.35), e assim por diante.
Eu lhe convido a rever o comentário do capítulo 5 do livro de Gênesis, e maravilhar-se de que Deus sonha com a nossa redenção desde o começo. No curso da história, muitos desses nomes decidiram por se desviar do plano original divino, deixando de cumprir o devido propósito para o qual foram chamados. O pecado de Cam, por exemplo, causou uma ruptura considerável na família de Noé, e este filho do fiel porta-voz antediluviano, gerou os piores inimigos de Israel. Esaú, que é Edom, trocou a bênção do Senhor pela satisfação própria e também gerou inimigos do povo de Deus.
Entendendo que a genealogia não se trata apenas de uma coleção de nomes diferentes, mas de uma forma a mais do Senhor declarar o Seu amor relacional por cada pessoa, cumpre a nós a escolha de corresponder a esse amor e nele viver, ou de rejeitá-lo e ignorá-lo. Pode até ser que o nosso nome carregue um significado depreciativo. Pode ser que ele revele o que há de pior em nós, como o foi com Jacó. Mas o mesmo Deus que mudou o nome de Jacó para Israel, é o Deus que deseja mudar a nossa história mortal em vida eterna.
Portanto, não deixem de examinar os capítulos que se seguem. Eles não confirmam apenas a descendência de Israel, como também que nós somos filhos do Criador que, desde a fundação do mundo, já nos designou “um nome novo” (Ap.2:17). Vigiemos e oremos!
