Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O sábio se tornou tolo
“Alé
“Alé
Comentário
a.
Comentário Blog Associação Geral
Jeroboão havia fugido de Salomão para o Egito. Quando Israel ouviu dizer que ele havia voltado para casa, eles decidiram fazer dele o Rei de Israel, o que englobaria as 10 tribos do norte.
Judá preparou-se para lutar contra Israel. No entanto, a Palavra de Deus foi bem clara: “vocês não devem lutar contra seus irmãos!” E foram orientados a voltar para suas casas. Vimos o que aconteceu nos Estados Unidos e em muitos outros países do mundo, quando uma guerra civil eclodiu. Ela deixa cicatrizes que serão lembradas para sempre! Os filhos de Israel não foram trazidos do Egito a Canaã para se matarem uns aos outros!
Outro acontecimento triste dessa divisão foi que Jeroboão não queria que as pessoas das dez tribos do norte fossem adorar em Jerusalém. E para prevenir esta situação, ele fez bezerros de ouro! Assim, o povo voltou aos seus problemas no deserto e se esqueceram de adorar o Senhor.
Deus estava se comunicando com eles face a face e ainda O rejeitaram! As consequências dessa atitude foram desastrosas para o povo de Deus. Aqui está um exemplo claro da obra de Satanás em dividir, separar, fragmentar aqueles que querem seguir o Senhor.
Tanto Salomão e Roboão colheram os frutos de seus próprios erros. Deus está no controle, mas muitas vezes Ele permite que as pessoas colham as consequências de seus próprios erros e dos erros de seus governantes.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
I REIS 12 – Ainda que a História se torne um caos, Deus continua atuando nela. O pecado pode ser poderoso; entretanto, Deus é mais. Consequências de más decisões podem ser terríveis, mas Deus não perde o controle de Seus planos à humanidade.
O desastre nacional posterior à morte de Salomão, oriundo de seus erros, não pegou Deus de surpresa. Ele já havia revelado a Salomão o que sucederia a sua descendência e seu povo após seu falecimento (I Reis 11:11-13).
“Roboão, o filho que Salomão escolheu para ser seu sucessor, havia recebido da mãe, uma amonita, um molde de caráter que o levou a olhar para o pecado como algo desejável. Às vezes, ele se esforçava para servir a Deus e lhe era concedida certa medida de prosperidade; mas não era firme e acabava cedendo às influências para o mal que o haviam cercado desde a infância”, observa Ellen White.
Quando Roboão assumiu o trono, o reino de Israel foi rasgado. Houve divisão na nação do povo de Deus. “O desatino de Roboão é quase inimaginável. Mas o pecado faz tolas as suas vítimas. Jamais se curou a ferida dessa divisão do povo da aliança do Senhor” (Merrill Unger).
A culpa não é toda de Roboão. Erros do pai deixou o reino instável, sem a paz deixada por Davi. As muitas riquezas e mulheres tomadas por Salomão por razões diplomáticas e políticas visando assegurar a estabilidade do reino promoveram instabilidade.
“Além disso tudo, o governo de Salomão exigia um sustento dispendioso, que ocasionava muito trabalho ao povo e o pagamento de pesados impostos para manter as enormes despesas da corte (1 Rs 4; 9:15-24). Durante seu reinado, um de seus principais oficiais rebelou-se sem sucesso e fugiu para o Egito. Quando Salomão morreu e seu filho Roboão tomou seu lugar, já havia um outro pretendente ao trono por perto”, analisa Paul Gardner.
• Deixar problemas não resolvidos para sucessores é um atraso de vida!
• Infelizmente filhos herdam conflitos das atitudes dos pais!
• Lamentavelmente, muitos pais deixam o caminho obstruído aos seus filhos!
• O mesmo pode-se dizer dos políticos aos seus sucessores!
• Precisamos refletir…
Depois, cometem-se erros titânicos ao tentar corrigir legados problemáticos. Todavia, Deus pode interferir (I Reis 12:22-24). Aí há esperança!
Temos muito que aprender! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
I REIS 12 – Ainda que a História se torne um caos, Deus continua atuando nela. O pecado pode ser poderoso; entretanto, Deus é mais. Consequências de más decisões podem ser terríveis, mas Deus não perde o controle de Seus planos à humanidade.
O desastre nacional posterior à morte de Salomão, oriundo de seus erros, não pegou Deus de surpresa. Ele já havia revelado a Salomão o que sucederia a sua descendência e seu povo após seu falecimento (I Reis 11:11-13).
“Roboão, o filho que Salomão escolheu para ser seu sucessor, havia recebido da mãe, uma amonita, um molde de caráter que o levou a olhar para o pecado como algo desejável. Às vezes, ele se esforçava para servir a Deus e lhe era concedida certa medida de prosperidade; mas não era firme e acabava cedendo às influências para o mal que o haviam cercado desde a infância”, observa Ellen White.
Quando Roboão assumiu o trono, o reino de Israel foi rasgado. Houve divisão na nação do povo de Deus. “O desatino de Roboão é quase inimaginável. Mas o pecado faz tolas as suas vítimas. Jamais se curou a ferida dessa divisão do povo da aliança do Senhor” (Merrill Unger).
A culpa não é toda de Roboão. Erros do pai deixou o reino instável, sem a paz deixada por Davi. As muitas riquezas e mulheres tomadas por Salomão por razões diplomáticas e políticas visando assegurar a estabilidade do reino promoveram instabilidade.
“Além disso tudo, o governo de Salomão exigia um sustento dispendioso, que ocasionava muito trabalho ao povo e o pagamento de pesados impostos para manter as enormes despesas da corte (1 Rs 4; 9:15-24). Durante seu reinado, um de seus principais oficiais rebelou-se sem sucesso e fugiu para o Egito. Quando Salomão morreu e seu filho Roboão tomou seu lugar, já havia um outro pretendente ao trono por perto”, analisa Paul Gardner.
• Deixar problemas não resolvidos para sucessores é um atraso de vida!
• Infelizmente filhos herdam conflitos das atitudes dos pais!
• Lamentavelmente, muitos pais deixam o caminho obstruído aos seus filhos!
• O mesmo pode-se dizer dos políticos aos seus sucessores!
• Precisamos refletir…
Depois, cometem-se erros titânicos ao tentar corrigir legados problemáticos. Todavia, Deus pode interferir (I Reis 12:22-24). Aí há esperança!
Temos muito que aprender! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Após a morte de Salomão, Roboão, seu filho, foi declarado o novo rei de Israel. Todo o povo se reuniu ansioso para saber se o sucessor de Salomão lhes concederia um alívio trabalhista e tributário. Tomando conselho com os anciãos “que estiveram na presença de Salomão, seu pai” (v.6), Roboão só queria uma resposta que lhe favorecesse e o ajudasse a construir um império ainda maior e melhor. Porém, considerando desfavorável o conselho dos anciãos, foi buscar uma segunda opinião com “os jovens que haviam crescido com ele” (v.8).
Aliando-se a seus “amigos”, Roboão assumiu a postura de um déspota, lançando sobre o povo um jugo maior do que o anterior, causando assim a sedição de dez tribos de Israel, como o Senhor havia predito por intermédio do profeta Aías. Impedido de fazer guerra contra seus irmãos, Roboão reinou apenas sobre Judá, e Jeroboão reinou sobre Israel. Ambos os reinos levaram o povo à mais terrível corrupção e idolatria, dando início à fase do clamor dos profetas.
A idolatria de Jeroboão e seus meios de envolver o povo em uma falsa adoração foi só o início de tempos muito difíceis para aqueles que desejavam permanecer fiéis em meio à infidelidade. Hoje, os bezerros de ouro ganharam novas formas e têm sido erguidos sob o disfarce de conquistar pessoas. Uma igreja cheia é mais valorizada do que uma igreja reavivada. E é dentro desta perspectiva cada vez mais agravante, que nos aproximamos do limiar do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). Somente o Espírito Santo pode nos guiar “a toda a verdade” (Jo.16:13). E somente por meio do Espírito, o remanescente de Deus obterá a sabedoria para entender o tempo solene e decisivo que estamos vivendo.
Julgada muitas vezes de forma errônea como a voz do passado, a voz profética do Antigo Testamento realizou uma obra que sobrepuja a antiga necessidade e nos alcança com a força da Palavra que não pode ser mudada. O mesmo Deus que condenava a idolatria no passado, tanto mais a odeia hoje. O mesmo Deus que estabeleceu limites ao antigo Israel e o elegeu como um povo santo é O mesmo que declara ao Israel atual: “Vós sois a luz do mundo” (Mt.5:14). É na comunhão diária que obtemos a sabedoria que necessitamos para saber fazer diferença entre o “assim diz o Senhor” e as opiniões humanas. Então, guiados pelo Espírito do Senhor, nossa vida revelará a quem de fato servimos.
Muitos têm “escolhido a seu bel-prazer” (v.33) suas próprias formas de adoração. Assemelhando-se ao mundo, buscam maneiras de imitá-lo, enquanto afirmam que não o imitam, “vestindo” o profano com “roupas” de santidade. Enquanto isso, outra classe, cuidadosamente constrói uma cerca em torno de si e repele todo aquele que julga não ser santo o suficiente. E nesta guerra religiosa acaba acontecendo o mesmo que aconteceu em Israel: divisão. Amados, tomemos “por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor” (Tg.5:10). Homens e mulheres que, mesmo em meio à apostasia predominante, foram perseverantes em obedecer à Palavra de Deus. Necessitamos desta unidade em torno da Palavra e da oração, então, o mundo será iluminado com a glória de Deus e Jesus Cristo voltará. Portanto, “tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (Hb.10:36). Vigiemos e oremos!
Após a morte de Salomão, Roboão, seu filho, foi declarado o novo rei de Israel. Todo o povo se reuniu ansioso para saber se o sucessor de Salomão lhes concederia um alívio trabalhista e tributário. Tomando conselho com os anciãos “que estiveram na presença de Salomão, seu pai” (v.6), Roboão só queria uma resposta que lhe favorecesse e o ajudasse a construir um império ainda maior e melhor. Porém, considerando desfavorável o conselho dos anciãos, foi buscar uma segunda opinião com “os jovens que haviam crescido com ele” (v.8).
Aliando-se a seus “amigos”, Roboão assumiu a postura de um déspota, lançando sobre o povo um jugo maior do que o anterior, causando assim a sedição de dez tribos de Israel, como o Senhor havia predito por intermédio do profeta Aías. Impedido de fazer guerra contra seus irmãos, Roboão reinou apenas sobre Judá, e Jeroboão reinou sobre Israel. Ambos os reinos levaram o povo à mais terrível corrupção e idolatria, dando início à fase do clamor dos profetas.
A idolatria de Jeroboão e seus meios de envolver o povo em uma falsa adoração foi só o início de tempos muito difíceis para aqueles que desejavam permanecer fiéis em meio à infidelidade. Hoje, os bezerros de ouro ganharam novas formas e têm sido erguidos sob o disfarce de conquistar pessoas. Uma igreja cheia é mais valorizada do que uma igreja reavivada. E é dentro desta perspectiva cada vez mais agravante, que nos aproximamos do limiar do “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). Somente o Espírito Santo pode nos guiar “a toda a verdade” (Jo.16:13). E somente por meio do Espírito, o remanescente de Deus obterá a sabedoria para entender o tempo solene e decisivo que estamos vivendo.
Julgada muitas vezes de forma errônea como a voz do passado, a voz profética do Antigo Testamento realizou uma obra que sobrepuja a antiga necessidade e nos alcança com a força da Palavra que não pode ser mudada. O mesmo Deus que condenava a idolatria no passado, tanto mais a odeia hoje. O mesmo Deus que estabeleceu limites ao antigo Israel e o elegeu como um povo santo é O mesmo que declara ao Israel atual: “Vós sois a luz do mundo” (Mt.5:14). É na comunhão diária que obtemos a sabedoria que necessitamos para saber fazer diferença entre o “assim diz o Senhor” e as opiniões humanas. Então, guiados pelo Espírito do Senhor, nossa vida revelará a quem de fato servimos.
Muitos têm “escolhido a seu bel-prazer” (v.33) suas próprias formas de adoração. Assemelhando-se ao mundo, buscam maneiras de imitá-lo, enquanto afirmam que não o imitam, “vestindo” o profano com “roupas” de santidade. Enquanto isso, outra classe, cuidadosamente constrói uma cerca em torno de si e repele todo aquele que julga não ser santo o suficiente. E nesta guerra religiosa acaba acontecendo o mesmo que aconteceu em Israel: divisão. Amados, tomemos “por modelo no sofrimento e na paciência os profetas, os quais falaram em nome do Senhor” (Tg.5:10). Homens e mulheres que, mesmo em meio à apostasia predominante, foram perseverantes em obedecer à Palavra de Deus. Necessitamos desta unidade em torno da Palavra e da oração, então, o mundo será iluminado com a glória de Deus e Jesus Cristo voltará. Portanto, “tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (Hb.10:36). Vigiemos e oremos!
