Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A oração de Esdras
“Ó Senhor, Deus de Israel, Tu és justo, pois somos o restante que escapou, como hoje se vê. Eis que estamos diante de Ti com a nossa culpa, porque não há ninguém que possa estar na Tua presença por causa disto.” Esdras 9:15
O povo de Deus, principalmente seus líderes, deve se manter separado das práticas repugnantes do mundo. Uma das práticas repugnantes mencionadas em Esdras é o casamento com pagãos (jugo desigual). O livro de Esdras mostra como o jugo desigual é levado a sério por Deus. Geralmente enfraquece o cônjuge fiel.
Verso 2: o jugo desigual traz sofrimento aos cônjuges e aos filhos, por isso Deus o condena.
Verso 2: “Mas alguns casais ‘mistos’ dão certo...” Você arriscaria sua felicidade e vida eterna com base em exceções?
Verso 4: os fiéis não se conformaram com a infidelidade dos exilados. Não podemos nos conformar com o pecado. No mínimo, devemos orar.
Verso 6: Esdras orou e intercedeu por seu povo infiel. Devemos fazer o mesmo pelos pecadores.
Verso 6: à semelhança de outros intercessores, como Daniel, o fiel Esdras se incluiu entre os pecadores. Orou por si e pelo povo.
Verso 6: Esdras deu grande exemplo de empatia e não pensou: “Não tenho nada a ver com isso.”
Verso 8: Esdras reconheceu a misericórdia de Deus ao manter um remanescente fiel mesmo no exílio.
Verso 8: o santuário de Deus é lugar seguro. Corramos sempre para lá. Acheguemo-nos confiadamente ao trono de graça.
Verso 9: “Somos escravos [do pecado], mas o nosso Deus não nos abandonou em nossa escravidão.” Amém!
Verso 9: Deus nos concede vida nova (justificação) a fim de reconstruirmos o templo (santificação) e nos protege com seu “muro”.
Verso 9: em Jerusalém (cidade de Deus), há um muro de proteção; em Babilônia, estamos em perigo. Onde você quer morar?
Verso 12: não permitam que seus filhos se casem com infiéis, é a oração de Esdras. Vida eterna é mais importante que romance.
Verso 12: a riqueza “mundana” não traz felicidade. É ilusão.
Verso 14: casamentos mistos com povos pagãos é prática repugnante.
Verso 15: “Aqui estamos diante de Ti com a nossa culpa, embora saibamos que por causa dela nenhum de nós pode permanecer na Tua presença.” Isso é graça!
*Promessa:* Devemos deixar para nossos filhos a herança eterna (salvação), mais importante que qualquer bem material. Isso fará diferença na vida deles aqui e para sempre.
“Ó Senhor, Deus de Israel, Tu és justo, pois somos o restante que escapou, como hoje se vê. Eis que estamos diante de Ti com a nossa culpa, porque não há ninguém que possa estar na Tua presença por causa disto.” Esdras 9:15
O povo de Deus, principalmente seus líderes, deve se manter separado das práticas repugnantes do mundo. Uma das práticas repugnantes mencionadas em Esdras é o casamento com pagãos (jugo desigual). O livro de Esdras mostra como o jugo desigual é levado a sério por Deus. Geralmente enfraquece o cônjuge fiel.
Verso 2: o jugo desigual traz sofrimento aos cônjuges e aos filhos, por isso Deus o condena.
Verso 2: “Mas alguns casais ‘mistos’ dão certo...” Você arriscaria sua felicidade e vida eterna com base em exceções?
Verso 4: os fiéis não se conformaram com a infidelidade dos exilados. Não podemos nos conformar com o pecado. No mínimo, devemos orar.
Verso 6: Esdras orou e intercedeu por seu povo infiel. Devemos fazer o mesmo pelos pecadores.
Verso 6: à semelhança de outros intercessores, como Daniel, o fiel Esdras se incluiu entre os pecadores. Orou por si e pelo povo.
Verso 6: Esdras deu grande exemplo de empatia e não pensou: “Não tenho nada a ver com isso.”
Verso 8: Esdras reconheceu a misericórdia de Deus ao manter um remanescente fiel mesmo no exílio.
Verso 8: o santuário de Deus é lugar seguro. Corramos sempre para lá. Acheguemo-nos confiadamente ao trono de graça.
Verso 9: “Somos escravos [do pecado], mas o nosso Deus não nos abandonou em nossa escravidão.” Amém!
Verso 9: Deus nos concede vida nova (justificação) a fim de reconstruirmos o templo (santificação) e nos protege com seu “muro”.
Verso 9: em Jerusalém (cidade de Deus), há um muro de proteção; em Babilônia, estamos em perigo. Onde você quer morar?
Verso 12: não permitam que seus filhos se casem com infiéis, é a oração de Esdras. Vida eterna é mais importante que romance.
Verso 12: a riqueza “mundana” não traz felicidade. É ilusão.
Verso 14: casamentos mistos com povos pagãos é prática repugnante.
Verso 15: “Aqui estamos diante de Ti com a nossa culpa, embora saibamos que por causa dela nenhum de nós pode permanecer na Tua presença.” Isso é graça!
*Promessa:* Devemos deixar para nossos filhos a herança eterna (salvação), mais importante que qualquer bem material. Isso fará diferença na vida deles aqui e para sempre.
Comentário Blog Associação Geral
Após a chegada de Esdras, ele foi informado do casamento de israelitas com mulheres de nações pagãs vizinhas. Se isso não bastasse, líderes haviam liderado o processo! A reação de Esdras foi forte. Ele se senta surpreso. Algumas versões da Bíblia dizem “chocado” ou “horrorizado”. Quando confrontado com o pecado, Esdras fica arrasado por um dia inteiro.
Seu remédio, no entanto, é encontrado em Deus. Depois de seu tempo de luto, Esdras, envergonhado demais para enfrentar Deus, orou de bruços, braços erguidos em contrição e apelo. Esta não é uma oração de rotina. É uma oração de profunda confissão. A comunidade pecou. Esdras incluiu-se entre os culpados ao pedir a Deus por misericórdia. Sem desculpas. Sem condições. Sem pedidos.
Quando foi a última vez que você ficou horrorizado com o pecado? Não importa onde você mora, há corrupção e depravação. E o pecado continua abundando! Não apenas com pessoas comuns, mas também com líderes. O que talvez seja mais surpreendente é que aparentemente nos sentimos tão confortáveis com o pecado, como Israel, que não reagimos mais. É hora de ficar chocado. É hora de levantar as mãos para o céu e abaixar a cabeça. É hora de implorar pela misericórdia de Deus, não apenas para nós mesmos, mas para nossas comunidades. Está na hora.
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World
Reflexão
Quem se dispõe a colocar Deus em primeiro lugar e no centro de tudo decidirá e fará somente aquilo que é da Sua vontade, seja na igreja ou no trabalho, no namoro e no casamento. O alvo diário não será os próprios interesses, mas sempre os de Deus. Contudo, o povo de Esdras colocou seus próprios interesses acima dos interesses divinos; então, o destino dos judeus rumou-se para o plano do diabo. Observe a sequência:
- Líderes e oficiais do povo de Deus uniram-se a mulheres pagãs e enveredaram para práticas perversas/imorais dos povos pagãos (vs. 1-2);
- Note a atitude de Esdras diante destes fatos, em suas palavras: “rasguei minha roupa – até minha túnica – arranquei cabelo da cabeça e da barba e me joguei no chão, desesperado” (v. 3).
- No sacrifício da tarde, Esdras criou coragem e com as vestes rasgadas não se levantou para condenar e/ou acusar o povo transgressor, mesmo sabendo que os mesmos pecados praticados levaram os pais dos ex-exilados ao cativeiro. Ele assumiu a culpa do povo baseando-se no caráter incomparavelmente misericordioso de Deus e pôs-se a orar, interceder perante Deus, pelo povo. (vs. 4-15).
Casamentos com pessoas que não têm as mesmas crenças na Bíblia, certamente trarão mais males que bênçãos. O dilúvio foi necessário porque tais casamentos enfraqueceram tanto o povo de Deus que resultou na multiplicação da maldade e no aumento da imoralidade. Por isso, Deus precisou tomar atitudes drásticas (Gênesis 6:1-6).
Visando preservar a espiritualidade das famílias de Seus filhos e o processo de desenvolvimento da fé no ambiente familiar, Deus foi categórico em proibir casamentos com quem não tinha compromisso com Ele (Êxodo 34:14-16), pois enfraqueceria e desviaria a nação/igreja inteira dos trilhos que levam ao Céu (Deuteronômio 7:1-6; Josué 23:11-13). Apesar dessa terrível transgressão, Esdras fez o que muitos reformadores espirituais ignoram: Interceder com compaixão pelos transgressores.
- Diante de qualquer problema do povo de Deus não podemos nos precipitar com atitudes drásticas para inibir ou resolver a situação;
- Os transgressores precisam de intercessores mais do que os santos;
- Os acusadores dos transgressores são agentes do destruidor, não do Salvador.
Duas lições:
- Case para a glória de Deus; e,
- Interceda por quem casou para sua própria glória.
Comentário Rosana Barros
Terminada a perigosa viagem sob a proteção divina e estabelecidos em Judá, os príncipes do povo foram ter com Esdras para lhe revelar algo que o deixaria atônito: “O povo de Israel, e os sacerdotes, e os levitas não se separaram dos povos de outras terras com suas abominações… pois tomaram das suas filhas para si e para seus filhos… se misturou a linhagem santa com os povos dessas terras, e até os príncipes e magistrados foram os primeiros nesta transgressão” (v.1-2).
Não era uma questão de pequeno porte, e a reação de Esdras deixa isso bem claro. O Senhor havia ordenado com relação às nações pagãs: “não farás com elas aliança, nem terás piedade delas; nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações; não darás tuas filhas a seus filhos; pois elas fariam desviar teus filhos de Mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós outros e depressa vos destruiria” (Dt.7:2-4).
Fosse considerado um problema de pouca importância, e não restaria de Israel um “restante nem alguém que escapasse” (v.14). Foi quando os filhos de Deus, vendo “que as filhas dos homens eram formosas, [e] tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram” (Gn.6:2), que o mundo entrou em um colapso tal e emergiu em uma corrupção tão grotesca, que o Senhor precisou intervir através do dilúvio.
Através de uma educação deturpada, moldada segundo a cultura e a religião pagãs, Israel corria o risco de encontrar o mesmo destino dos ímpios antediluvianos. Em atitude de humilhação, Esdras rasgou seu coração a Deus, confessando a culpa de seu povo, reconhecendo a graça e a misericórdia de Deus e Seu desejo em mudar a sorte da rebelde nação. Ele conhecia os estragos causados pelo jugo desigual e como isso afetava diretamente as futuras gerações. Mas enquanto Esdras orava, o Senhor iniciava uma das reformas mais sofridas que Seus filhos teriam de passar.
Sabem, amados, eu acredito que nós estamos vivendo, agora, por um “breve momento” onde ainda podemos nos beneficiar da “graça da parte do Senhor” (v.8). Mas esse momento uma hora vai chegar ao fim, pois o “Espírito [Santo] não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). E enquanto estamos aqui, “na nossa servidão, não nos desamparou o nosso Deus; antes, estendeu sobre nós a Sua misericórdia” (v.9). Isso é simplesmente lindo e confortante!
Chegada é a hora do povo de Deus se humilhar diante do Senhor, dobrar os seus joelhos, estender as mãos para o Céu e confessar a sua transgressão. Mas essa atitude deve ter um começo. Assim como Esdras deu início a esse reavivamento e o Senhor fez unir-se a ele todos os humildes de espírito, não temos que ficar olhando para os lados esperando ou cobrando ver em nossos líderes essa guinada espiritual. Ela precisa começar na minha e na sua vida. Então, qualquer reforma que nos for requerida pelo Senhor, por mais doída que seja, será realizada pelo poder que do alto nos será outorgado.
Inicie esta jornada espiritual conforme as instruções dadas por Jesus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6). Do silêncio do teu quarto Deus faz soar os alarmes do Céu no coração daqueles por quem você ora. Perseveremos nisso, e faremos parte do “restante que escapou” (v.13). Vigiemos e oremos!
Terminada a perigosa viagem sob a proteção divina e estabelecidos em Judá, os príncipes do povo foram ter com Esdras para lhe revelar algo que o deixaria atônito: “O povo de Israel, e os sacerdotes, e os levitas não se separaram dos povos de outras terras com suas abominações… pois tomaram das suas filhas para si e para seus filhos… se misturou a linhagem santa com os povos dessas terras, e até os príncipes e magistrados foram os primeiros nesta transgressão” (v.1-2).
Não era uma questão de pequeno porte, e a reação de Esdras deixa isso bem claro. O Senhor havia ordenado com relação às nações pagãs: “não farás com elas aliança, nem terás piedade delas; nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações; não darás tuas filhas a seus filhos; pois elas fariam desviar teus filhos de Mim, para que servissem a outros deuses; e a ira do Senhor se acenderia contra vós outros e depressa vos destruiria” (Dt.7:2-4).
Fosse considerado um problema de pouca importância, e não restaria de Israel um “restante nem alguém que escapasse” (v.14). Foi quando os filhos de Deus, vendo “que as filhas dos homens eram formosas, [e] tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram” (Gn.6:2), que o mundo entrou em um colapso tal e emergiu em uma corrupção tão grotesca, que o Senhor precisou intervir através do dilúvio.
Através de uma educação deturpada, moldada segundo a cultura e a religião pagãs, Israel corria o risco de encontrar o mesmo destino dos ímpios antediluvianos. Em atitude de humilhação, Esdras rasgou seu coração a Deus, confessando a culpa de seu povo, reconhecendo a graça e a misericórdia de Deus e Seu desejo em mudar a sorte da rebelde nação. Ele conhecia os estragos causados pelo jugo desigual e como isso afetava diretamente as futuras gerações. Mas enquanto Esdras orava, o Senhor iniciava uma das reformas mais sofridas que Seus filhos teriam de passar.
Sabem, amados, eu acredito que nós estamos vivendo, agora, por um “breve momento” onde ainda podemos nos beneficiar da “graça da parte do Senhor” (v.8). Mas esse momento uma hora vai chegar ao fim, pois o “Espírito [Santo] não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). E enquanto estamos aqui, “na nossa servidão, não nos desamparou o nosso Deus; antes, estendeu sobre nós a Sua misericórdia” (v.9). Isso é simplesmente lindo e confortante!
Chegada é a hora do povo de Deus se humilhar diante do Senhor, dobrar os seus joelhos, estender as mãos para o Céu e confessar a sua transgressão. Mas essa atitude deve ter um começo. Assim como Esdras deu início a esse reavivamento e o Senhor fez unir-se a ele todos os humildes de espírito, não temos que ficar olhando para os lados esperando ou cobrando ver em nossos líderes essa guinada espiritual. Ela precisa começar na minha e na sua vida. Então, qualquer reforma que nos for requerida pelo Senhor, por mais doída que seja, será realizada pelo poder que do alto nos será outorgado.
Inicie esta jornada espiritual conforme as instruções dadas por Jesus: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6). Do silêncio do teu quarto Deus faz soar os alarmes do Céu no coração daqueles por quem você ora. Perseveremos nisso, e faremos parte do “restante que escapou” (v.13). Vigiemos e oremos!
