Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
A derrota de Senaqueribe
“Conosco está alguém que é maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco está o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear as nossas guerras.” 2 Crônicas 32:7, 8
Ezequias confiou em Deus e fez a parte que lhe correspondia: buscou o Senhor em oração, confiou em Seu profeta e reforçou a segurança da cidade. Deus honrou Seu servo e derrotou seu inimigo.
Verso 1: “Depois de tudo o que Ezequias fez com tanta fidelidade...” O inimigo fica irado com isso e sempre envia problemas.
Verso 3: o verdadeiro líder sempre consulta seus liderados.
Verso 7: “Sejam fortes e corajosos [...] pois conosco está um poder maior.” Amém!
Verso 8: “Conosco está o Senhor, o nosso Deus, para nos ajudar e para travar as nossas batalhas.” Amém!
Verso 8: quando vê a fé do líder, o povo ganha confiança.
Verso 14: “Como então o deus de vocês poderá livrá-los das minhas mãos?” Logo, logo Senaqueribe descobriu como.
Verso 19: os que pensam que o Deus de Israel é como qualquer outro deus logo se darão conta de seu erro.
Verso 21: foi necessário apenas um anjo do Senhor para destruir todo o exército assírio. Confie em Deus.
Verso 21: Senaqueribe foi embora envergonhado e acabou assassinado pelos filhos. De Deus não se zomba.
Verso 22: “O Senhor [...] cuidou deles [de Seu povo].” Deus ainda cuida de nós.
Versos 23 a 25: infelizmente, como é comum, o poder e a fama fizeram com que Ezequias se tornasse orgulhoso.
Verso 26: felizmente, Ezequias se arrependeu e se humilhou, e, como sempre, Deus concedeu perdão.
Verso 31: que a prosperidade não nos cegue para as oportunidades missionárias.
Verso 33: quando um bom líder morre, todos lhe prestam homenagem. Como será quando você “sair de cena”?
Promessa: Ezequias confiava em Deus, mas fazia a parte dele: reforçou a segurança do reino. Confie em Deus e se esforce.
.
“Conosco está alguém que é maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco está o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear as nossas guerras.” 2 Crônicas 32:7, 8
Ezequias confiou em Deus e fez a parte que lhe correspondia: buscou o Senhor em oração, confiou em Seu profeta e reforçou a segurança da cidade. Deus honrou Seu servo e derrotou seu inimigo.
Verso 1: “Depois de tudo o que Ezequias fez com tanta fidelidade...” O inimigo fica irado com isso e sempre envia problemas.
Verso 3: o verdadeiro líder sempre consulta seus liderados.
Verso 7: “Sejam fortes e corajosos [...] pois conosco está um poder maior.” Amém!
Verso 8: “Conosco está o Senhor, o nosso Deus, para nos ajudar e para travar as nossas batalhas.” Amém!
Verso 8: quando vê a fé do líder, o povo ganha confiança.
Verso 14: “Como então o deus de vocês poderá livrá-los das minhas mãos?” Logo, logo Senaqueribe descobriu como.
Verso 19: os que pensam que o Deus de Israel é como qualquer outro deus logo se darão conta de seu erro.
Verso 21: foi necessário apenas um anjo do Senhor para destruir todo o exército assírio. Confie em Deus.
Verso 21: Senaqueribe foi embora envergonhado e acabou assassinado pelos filhos. De Deus não se zomba.
Verso 22: “O Senhor [...] cuidou deles [de Seu povo].” Deus ainda cuida de nós.
Versos 23 a 25: infelizmente, como é comum, o poder e a fama fizeram com que Ezequias se tornasse orgulhoso.
Verso 26: felizmente, Ezequias se arrependeu e se humilhou, e, como sempre, Deus concedeu perdão.
Verso 31: que a prosperidade não nos cegue para as oportunidades missionárias.
Verso 33: quando um bom líder morre, todos lhe prestam homenagem. Como será quando você “sair de cena”?
Promessa: Ezequias confiava em Deus, mas fazia a parte dele: reforçou a segurança do reino. Confie em Deus e se esforce.
.
Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Ezequias em suas reformas espirituais procurou eliminar as falsas religiões da terra. Senaqueribe em suas ameaças não reconheceu nenhuma diferença entre as falsas religiões e a verdadeira. Ele compara Deus a qualquer outro deus: “Agora, pois, não vos engane Ezequias, nem vos incite assim, nem lhe deis créditos; porque nenhum deus de nação alguma, nem de reino algum pôde livrar o seu povo das minhas mãos, nem das mãos de meus pais, quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos? “ (v. 15).
Senaqueribe chama a atenção para sua experiência passada – suas vitórias sobre as outras nações – para tentar convencer o povo de que o seu Deus também será derrotado. Entretanto, as previsões do mundo nem sempre se cumprem. Deus, como revelado nas Escrituras, é o nosso único Guia confiável. Apegue-se ao que Deus diz que é correto, independente do que o mundo esteja dizendo a respeito.
Hoje e a cada dia, peçamos a Deus que nos ajude a ter claro discernimento do que é certo e errado e nos faça fortes nas verdades da Sua Palavra, independente da descrença que vemos e ataques que sofremos do mundo ao nosso redor.
Michel Lee
Geração Juventude para Cristo
Reflexão
II CRÔNICAS 32 – Covardes retrocedem quando percebem a mais simples dificuldade. Servos do Senhor avançam com fé frente ao obstáculo mais pavoroso. Ezequias exemplifica esse tipo de servo que enfrenta um poderoso exército que ameaça dizimar o povo de Deus.
Diz Barbey d’Aurevilly que “grandes homens são como flores bonitas. Crescem, apesar dos excrementos que lhes atiram os invejosos e os imbecis”. O rei Ezequias foi este homem, um grande líder, um poderoso servo do Senhor.
Deste capítulo em apreço, destacamos os seguintes ensinamentos:
• Diante de ameaças, afrontas e desafios, o líder responsável preocupa-se em fazer o que está ao seu alcance. O que está além de sua capacidade, ele entrega a Deus em oração, e crê que Deus fará coisas incríveis (vs. 1-20).
• Não é a perseguição à igreja que a desperta para a consagração; pelo contrário, é a consagração do povo de Deus que suscita a oposição do inimigo. A igreja que diz firmar-se na Bíblia, e não é perseguida, pode não estar dando trabalho para o diabo; por isso, ele a deixa em paz (veja o contexto nos capítulos anteriores).
• Quem serve ao Senhor sabe a enrascada em que se mete todo aquele que mexe com o povo de Deus, a menina de Seus olhos. O contraste entre o líder espiritual e o líder carnal é gritante, nítido (vs. 8, 11-14, 21-23);
• Quando aquele que confia em Deus cumpre com sua responsabilidade e depois deixa tudo aos cuidados de Deus, experimenta resultados tremendos, extraordinários. Deus não faz só o resto que o homem não pode fazer, tem vezes que Deus faz tudo. Deus surpreendeu Seu povo do passado e a nós enviando apenas um anjo para dar fim a um exército arrogante (v. 21).
• Pessoas piedosas não estão livres de cair em tentação: Ezequias “fez corpo mole”. Ele poderia ter testemunhado de Seu poderoso Deus “quando embaixadores dos príncipes da Babilônia lhe foram enviados para se informarem do prodígio que se dera naquela terra” (vs. 24-31; conf. Isaías 38:1-8; II Reis 20:1-11).
• É terrivelmente perigoso exaltar-se, porém é louvável cair em arrependimento e, humildemente procurar pelo perdão divino (vs. 25-26).
• Temos poucos anos de vida para aproveitá-los para testemunhar de Deus. Não testemunhar é tomar a glória dEle para si (vs. 31-33).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
II CRÔNICAS 32 – Covardes retrocedem quando percebem a mais simples dificuldade. Servos do Senhor avançam com fé frente ao obstáculo mais pavoroso. Ezequias exemplifica esse tipo de servo que enfrenta um poderoso exército que ameaça dizimar o povo de Deus.
Diz Barbey d’Aurevilly que “grandes homens são como flores bonitas. Crescem, apesar dos excrementos que lhes atiram os invejosos e os imbecis”. O rei Ezequias foi este homem, um grande líder, um poderoso servo do Senhor.
Deste capítulo em apreço, destacamos os seguintes ensinamentos:
• Diante de ameaças, afrontas e desafios, o líder responsável preocupa-se em fazer o que está ao seu alcance. O que está além de sua capacidade, ele entrega a Deus em oração, e crê que Deus fará coisas incríveis (vs. 1-20).
• Não é a perseguição à igreja que a desperta para a consagração; pelo contrário, é a consagração do povo de Deus que suscita a oposição do inimigo. A igreja que diz firmar-se na Bíblia, e não é perseguida, pode não estar dando trabalho para o diabo; por isso, ele a deixa em paz (veja o contexto nos capítulos anteriores).
• Quem serve ao Senhor sabe a enrascada em que se mete todo aquele que mexe com o povo de Deus, a menina de Seus olhos. O contraste entre o líder espiritual e o líder carnal é gritante, nítido (vs. 8, 11-14, 21-23);
• Quando aquele que confia em Deus cumpre com sua responsabilidade e depois deixa tudo aos cuidados de Deus, experimenta resultados tremendos, extraordinários. Deus não faz só o resto que o homem não pode fazer, tem vezes que Deus faz tudo. Deus surpreendeu Seu povo do passado e a nós enviando apenas um anjo para dar fim a um exército arrogante (v. 21).
• Pessoas piedosas não estão livres de cair em tentação: Ezequias “fez corpo mole”. Ele poderia ter testemunhado de Seu poderoso Deus “quando embaixadores dos príncipes da Babilônia lhe foram enviados para se informarem do prodígio que se dera naquela terra” (vs. 24-31; conf. Isaías 38:1-8; II Reis 20:1-11).
• É terrivelmente perigoso exaltar-se, porém é louvável cair em arrependimento e, humildemente procurar pelo perdão divino (vs. 25-26).
• Temos poucos anos de vida para aproveitá-los para testemunhar de Deus. Não testemunhar é tomar a glória dEle para si (vs. 31-33).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Todo o Judá e muitos dos filhos de Israel renovaram sua aliança com Deus e uniram-se a Ezequias e a seus líderes na obra de reavivamento e reforma. Sob a influência da celebração da Páscoa, das mudanças realizadas e da restauração do altar do Senhor, o povo estava vivendo um momento de glória, que há muito não vivia. Foi quando lhes sobreveio repentina tribulação. E o cenário de festa e de celebração, deu lugar à atmosfera de guerra e de angústia.
Satanás não pôde conter o seu ódio frente ao movimento que despertou a nação eleita à verdadeira adoração. Usando seus agentes humanos, tentou lançar por terra a fé de Ezequias e de todo o povo. Senaqueribe e seus subordinados cercaram as cidades fortificadas de Judá intentando “pelejar contra Jerusalém” (v.2). E comparando o Deus de Israel aos “deuses dos povos da terra, obras das mãos dos homens” (v.19), através de palavras escritas e faladas ao “povo de Jerusalém, que estava sobre o muro”, fizeram de tudo “para os atemorizar e os perturbar” (v.18).
A fama da fidelidade de Ezequias ao Deus de Israel havia chegado à Assíria, como se vê nas palavras de Senaqueribe aos filhos de Judá: “Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante de apenas um altar vos prostrareis e sobre ele queimareis incenso?” (v.12). Mas o rei ímpio não contava com a unidade estabelecida entre Ezequias, os líderes e o povo.
Quando o rei propôs uma estratégia para bloquear o abastecimento de água para os exércitos inimigos, “eles o ajudaram… muito povo se ajuntou” (v.3-4). Ezequias “cobrou ânimo” (v.5) e “lhes falou ao coração, dizendo: Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis… porque Um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e guerrear nossas guerras” (v.6-8). Unido ao profeta Isaías, Ezequias orou ao Senhor, e Ele “enviou um anjo que destruiu” (v.21) todo o exército inimigo, e cobriu de vexame a Senaqueribe, que foi morto por seus próprios filhos.
Mesmo diante de uma grande reforma espiritual, de uma vitória sobrenatural e de uma cura milagrosa, Ezequias “não correspondeu… aos benefícios que lhe foram feitos; pois o seu coração se exaltou” (v.25). Isso nos revela o perigo de baixar a guarda da vigilância do coração. Mesmo o cristão mais consagrado pode tornar-se o mais orgulhoso na proporção das bênçãos recebidas. Afrouxar, nem que seja por um momento, as rédeas da comunhão com o Céu pode significar prejuízos para esta vida ou até mesmo para a eternidade.
“Ezequias, porém, se humilhou por se ter exaltado o seu coração” (v.26). Um tempo oportuno lhe foi concedido e ele soube aproveitá-lo, terminando os seus dias em paz e sendo honrado pelo povo que com “obras de misericórdia” (v.32) governou. Sabem, amados, em tempos de guerra ou de paz o Senhor requer de nós idêntica fidelidade. Estamos todos envolvidos em um grande conflito que se encaminha para o fim, enquanto o inimigo de Deus usa das mesmas estratégias:
1. Na guerra, ele tenta nos intimidar: “quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos” (v.15).
2. Na paz e na prosperidade, ele nos tenta a pensar mais nas conquistas do que no Senhor das conquistas.
Que nas batalhas desta vida, quando o inimigo ameaça nos destruir, tenhamos a firme convicção de que conosco está “o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (v.8). E que em tempos de bonança, em que Satanás busca envaidecer o nosso coração, nos humilhemos perante a face de Deus, reconhecendo-O como o nosso Senhor e Mantenedor. Estejamos, pois, unânimes, fortalecendo-nos uns aos outros, nesta lida diária. Vigiemos e oremos!
Todo o Judá e muitos dos filhos de Israel renovaram sua aliança com Deus e uniram-se a Ezequias e a seus líderes na obra de reavivamento e reforma. Sob a influência da celebração da Páscoa, das mudanças realizadas e da restauração do altar do Senhor, o povo estava vivendo um momento de glória, que há muito não vivia. Foi quando lhes sobreveio repentina tribulação. E o cenário de festa e de celebração, deu lugar à atmosfera de guerra e de angústia.
Satanás não pôde conter o seu ódio frente ao movimento que despertou a nação eleita à verdadeira adoração. Usando seus agentes humanos, tentou lançar por terra a fé de Ezequias e de todo o povo. Senaqueribe e seus subordinados cercaram as cidades fortificadas de Judá intentando “pelejar contra Jerusalém” (v.2). E comparando o Deus de Israel aos “deuses dos povos da terra, obras das mãos dos homens” (v.19), através de palavras escritas e faladas ao “povo de Jerusalém, que estava sobre o muro”, fizeram de tudo “para os atemorizar e os perturbar” (v.18).
A fama da fidelidade de Ezequias ao Deus de Israel havia chegado à Assíria, como se vê nas palavras de Senaqueribe aos filhos de Judá: “Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante de apenas um altar vos prostrareis e sobre ele queimareis incenso?” (v.12). Mas o rei ímpio não contava com a unidade estabelecida entre Ezequias, os líderes e o povo.
Quando o rei propôs uma estratégia para bloquear o abastecimento de água para os exércitos inimigos, “eles o ajudaram… muito povo se ajuntou” (v.3-4). Ezequias “cobrou ânimo” (v.5) e “lhes falou ao coração, dizendo: Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis… porque Um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e guerrear nossas guerras” (v.6-8). Unido ao profeta Isaías, Ezequias orou ao Senhor, e Ele “enviou um anjo que destruiu” (v.21) todo o exército inimigo, e cobriu de vexame a Senaqueribe, que foi morto por seus próprios filhos.
Mesmo diante de uma grande reforma espiritual, de uma vitória sobrenatural e de uma cura milagrosa, Ezequias “não correspondeu… aos benefícios que lhe foram feitos; pois o seu coração se exaltou” (v.25). Isso nos revela o perigo de baixar a guarda da vigilância do coração. Mesmo o cristão mais consagrado pode tornar-se o mais orgulhoso na proporção das bênçãos recebidas. Afrouxar, nem que seja por um momento, as rédeas da comunhão com o Céu pode significar prejuízos para esta vida ou até mesmo para a eternidade.
“Ezequias, porém, se humilhou por se ter exaltado o seu coração” (v.26). Um tempo oportuno lhe foi concedido e ele soube aproveitá-lo, terminando os seus dias em paz e sendo honrado pelo povo que com “obras de misericórdia” (v.32) governou. Sabem, amados, em tempos de guerra ou de paz o Senhor requer de nós idêntica fidelidade. Estamos todos envolvidos em um grande conflito que se encaminha para o fim, enquanto o inimigo de Deus usa das mesmas estratégias:
1. Na guerra, ele tenta nos intimidar: “quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos” (v.15).
2. Na paz e na prosperidade, ele nos tenta a pensar mais nas conquistas do que no Senhor das conquistas.
Que nas batalhas desta vida, quando o inimigo ameaça nos destruir, tenhamos a firme convicção de que conosco está “o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (v.8). E que em tempos de bonança, em que Satanás busca envaidecer o nosso coração, nos humilhemos perante a face de Deus, reconhecendo-O como o nosso Senhor e Mantenedor. Estejamos, pois, unânimes, fortalecendo-nos uns aos outros, nesta lida diária. Vigiemos e oremos!
