Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Reforma em Judá
“Josias fez o que era reto aos olhos do Senhor, andou em todo o caminho de Davi, seu pai, e não se desviou nem para a direita nem para a esquerda.” 2 Reis 22:2
“Josias [...] fez o que o Senhor aprova” (v. 1, 2). Nem tudo estava perdido em Judá. Ainda bem novo, o rei se preocupava com as coisas de Deus e decidiu promover uma reforma no templo e na nação. Líderes consagrados sempre se preocupam com a situação do templo/igreja e dos adoradores. Buscam em primeiro lugar o reino de Deus.
Verso 7: novamente vemos a honestidade como característica dos que trabalhavam no templo. Isso é um alento.
Verso 8: as pessoas precisam encontrar o Livro no templo. Mais sermões expositivos e menos ideias humanas.
Verso 11: a leitura do Livro com oração sempre opera transformação. Leia a Bíblia e siga as instruções de Deus. A leitura do Livro nos faz rasgar o coração em arrependimento.
Verso 11: alguns preferem rasgar a Bíblia em lugar de rasgar as vestes e revelar sua nudez espiritual.
Verso 13: quanto mais lemos a Bíblia, mais desejamos consultar o Senhor.
Verso 13: Deus fica irado e triste quando desprezamos Seu Livro. Ele sabe que isso nos faz sofrer e nos leva à perdição.
Verso 14: Deus não faz acepção de sexo quanto à concessão do dom profético. Além disso, aqui vemos uma profetisa não canônica (não autora de livro bíblico) sendo tratada com o mesmo respeito que os profetas canônicos. O Espírito que os usou é o mesmo. Consulte sempre os profetas de Deus.
Versos 18 a 20: o arrependimento de Josias adiou a desgraça sobre Jerusalém.
Promessa: Leia a Bíblia com oração e siga as instruções de Deus. Esse sempre será o caminho mais seguro e o motor das reformas necessárias na vida.
“Josias fez o que era reto aos olhos do Senhor, andou em todo o caminho de Davi, seu pai, e não se desviou nem para a direita nem para a esquerda.” 2 Reis 22:2
“Josias [...] fez o que o Senhor aprova” (v. 1, 2). Nem tudo estava perdido em Judá. Ainda bem novo, o rei se preocupava com as coisas de Deus e decidiu promover uma reforma no templo e na nação. Líderes consagrados sempre se preocupam com a situação do templo/igreja e dos adoradores. Buscam em primeiro lugar o reino de Deus.
Verso 7: novamente vemos a honestidade como característica dos que trabalhavam no templo. Isso é um alento.
Verso 8: as pessoas precisam encontrar o Livro no templo. Mais sermões expositivos e menos ideias humanas.
Verso 11: a leitura do Livro com oração sempre opera transformação. Leia a Bíblia e siga as instruções de Deus. A leitura do Livro nos faz rasgar o coração em arrependimento.
Verso 11: alguns preferem rasgar a Bíblia em lugar de rasgar as vestes e revelar sua nudez espiritual.
Verso 13: quanto mais lemos a Bíblia, mais desejamos consultar o Senhor.
Verso 13: Deus fica irado e triste quando desprezamos Seu Livro. Ele sabe que isso nos faz sofrer e nos leva à perdição.
Verso 14: Deus não faz acepção de sexo quanto à concessão do dom profético. Além disso, aqui vemos uma profetisa não canônica (não autora de livro bíblico) sendo tratada com o mesmo respeito que os profetas canônicos. O Espírito que os usou é o mesmo. Consulte sempre os profetas de Deus.
Versos 18 a 20: o arrependimento de Josias adiou a desgraça sobre Jerusalém.
Promessa: Leia a Bíblia com oração e siga as instruções de Deus. Esse sempre será o caminho mais seguro e o motor das reformas necessárias na vida.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
Este capítulo da saga de Israel destaca a importância da obediência. A obediência realmente segue a vontade de Deus, conforme estabelecido por Sua palavra ou pelo que Ele nos comunica. Nesse caso, Israel como um todo havia desviado seus corações de Deus e se desviado do caminho da obediência. Mas um novo rei estava chegando, e a maré do pecado seria contida pelo menino rei Josias. Josias tinha 8 anos quando se tornou rei. Oito! E esse menino rei foi melhor em resistir à tentação do que todos os reis adultos que passaram diante dele.
Há, é claro, uma lição nessa história: um Deus que se comunica muitas vezes através das Escrituras. “Uma criança pequena deve liderá-los.” Este é um chamado para ouvir as crianças. Não os mande embora. Ouça verdadeiramente o que eles têm a dizer sobre o futuro da igreja.
A importância do ouvir me leva ao próximo ponto. No versículo 19, o SENHOR diz: “Eu ouvi você.” Oramos todos os dias – pelas nossas refeições, antes de irmos para a cama, antes de dirigirmos nossos carros, em todos os momentos. Mas muitas vezes não oramos como se Deus estivesse realmente nos ouvindo. Imagine a diferença em nossas orações e nossas vidas se realmente acreditássemos que Deus nos ouve. E, confie em mim, ele ouve.
Solana Campbell
Great Lakes Adventist Academy
Michigan USA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II REIS 22 – Atualmente vivemos um terrível analfabetismo bíblico. As pessoas não conhecem mais a Bíblia. Quando acham que a conhecem, interpretam-na segundo suas próprias conveniências, deturpando-a em sua essência.
Hulda foi uma profetiza que alterou o curso de uma nação. Ela é descrita brevemente no texto sagrado, porém suas ações foram determinantes para o povo de Deus daquele tempo de deserção religiosa.
• Deus sempre tem alguém disponível para auxiliar Seu povo nos momentos críticos da vida.
Mesmo havendo profetas masculinos (Jeremias, Sofonias, etc.) atuando naquele contexto, Josias preferiu receber orientação divina através de uma mulher (II Reis 22:1-13). Na limpeza e restauração do templo encontraram o Livro da Lei; na profetiza do Senhor foi encontrada a interpretação do texto sagrado. Deus não utiliza mulheres em funções especiais, elevadas, nobres e importantes apenas quando não há homens disponíveis. Hulda transmitiu a mensagem divina ao rei e ao Sumo Sacerdote com autoridade celestial. Quatro vezes ela declarou: “Assim diz o Senhor” (II Reis 22:14-20).
As ações do rei foram baseadas nas palavras de Deus através da profetiza Hulda; consequentemente, houve forte reavivamento e reforma entre o povo de Deus.
Se homens e mulheres se unirem para ouvir e atender à voz de Deus, grandes mudanças positivas aconteceriam em nossas comunidades e cidades. Deus nos chama à responsabilidade para resgatarmos a verdadeira espiritualidade onde Ele nos chamou para atuar!
A igreja do presente deveria olhar com atenção à igreja do passado. E, então levantar algumas indagações:
• Será que, de alguma forma, a Igreja Cristã não perdeu a Bíblia em seus cultos?
• Será que, de certa forma, não devemos procurar retornar à Bíblia em nossas pregações?
• Será que não deveríamos tirar os entulhos de nossas filosofias humanistas e imundícias de nossas ideias para, novamente, ouvirmos a voz de Deus em Sua Palavra?
Para que isso acontecesse nos dias de Josias, foi extremamente importante a presença do dom de profecia. Quando as coisas estão críticas, Deus usa pessoas com dom profético para atrair novamente Seu povo às sábias orientações de Sua Palavra. No contexto do menino rei Josias, Deus imbuiu Hulda dessa autoridade profética.
Seria interessante se os cristãos redescobrissem a Bíblia, tanto quanto seria importantíssimo que os descrentes descobrissem o valor da Bíblia.
Portanto, reavivemo-nos biblicamente… urgentissimamente! – Heber Toth Armí.
II REIS 22 – Atualmente vivemos um terrível analfabetismo bíblico. As pessoas não conhecem mais a Bíblia. Quando acham que a conhecem, interpretam-na segundo suas próprias conveniências, deturpando-a em sua essência.
Hulda foi uma profetiza que alterou o curso de uma nação. Ela é descrita brevemente no texto sagrado, porém suas ações foram determinantes para o povo de Deus daquele tempo de deserção religiosa.
• Deus sempre tem alguém disponível para auxiliar Seu povo nos momentos críticos da vida.
Mesmo havendo profetas masculinos (Jeremias, Sofonias, etc.) atuando naquele contexto, Josias preferiu receber orientação divina através de uma mulher (II Reis 22:1-13). Na limpeza e restauração do templo encontraram o Livro da Lei; na profetiza do Senhor foi encontrada a interpretação do texto sagrado. Deus não utiliza mulheres em funções especiais, elevadas, nobres e importantes apenas quando não há homens disponíveis. Hulda transmitiu a mensagem divina ao rei e ao Sumo Sacerdote com autoridade celestial. Quatro vezes ela declarou: “Assim diz o Senhor” (II Reis 22:14-20).
As ações do rei foram baseadas nas palavras de Deus através da profetiza Hulda; consequentemente, houve forte reavivamento e reforma entre o povo de Deus.
Se homens e mulheres se unirem para ouvir e atender à voz de Deus, grandes mudanças positivas aconteceriam em nossas comunidades e cidades. Deus nos chama à responsabilidade para resgatarmos a verdadeira espiritualidade onde Ele nos chamou para atuar!
A igreja do presente deveria olhar com atenção à igreja do passado. E, então levantar algumas indagações:
• Será que, de alguma forma, a Igreja Cristã não perdeu a Bíblia em seus cultos?
• Será que, de certa forma, não devemos procurar retornar à Bíblia em nossas pregações?
• Será que não deveríamos tirar os entulhos de nossas filosofias humanistas e imundícias de nossas ideias para, novamente, ouvirmos a voz de Deus em Sua Palavra?
Para que isso acontecesse nos dias de Josias, foi extremamente importante a presença do dom de profecia. Quando as coisas estão críticas, Deus usa pessoas com dom profético para atrair novamente Seu povo às sábias orientações de Sua Palavra. No contexto do menino rei Josias, Deus imbuiu Hulda dessa autoridade profética.
Seria interessante se os cristãos redescobrissem a Bíblia, tanto quanto seria importantíssimo que os descrentes descobrissem o valor da Bíblia.
Portanto, reavivemo-nos biblicamente… urgentissimamente! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
E a pausa das abominações teve fim mais uma vez. De Ezequias, que andava diante de Deus “com fidelidade, com inteireza de coração” (2Rs.20:3), para Manassés, que fez “o que era mau perante o Senhor” (v.2). Enquanto o pai era um homem de oração, o filho era um adivinho e agoureiro. Enquanto o pai servia somente ao Senhor, o filho servia “a todo o exército dos céus” (v.5). Enquanto o pai consultava o profeta do Senhor, o filho consultava “médiuns e feiticeiros” (v.6). Enquanto o pai pôs abaixo os altos e postes-ídolos, o filho tratou de reerguê-los (v.3).
Manassés começou a reinar em Judá com apenas “doze anos de idade” (v.1). Portanto, ele foi concebido após a cura de Ezequias. O que me faz pensar que Ezequias não precisava da cura para obter a certeza do favor de Deus, mas a misericórdia divina foi tanta para com ele que lhe concedeu o milagre, mesmo sabendo que este geraria um filho ímpio e que levaria o povo a uma degradação sem precedentes. De qualquer forma, teremos uma ideia ainda mais ampla da misericórdia de Deus quando estudarmos a vida de Manassés pelo relato do segundo livro de Crônicas.
Certo é que se Ezequias houvesse morrido daquela enfermidade, Manassés não haveria nascido, porém, ao mesmo tempo, Josias, neto de Manassés, não existiria e não teria deixado um legado tão lindo que estudaremos a partir de amanhã. O povo tinha uma tendência muito forte em seguir o seu rei. O que a liderança fazia, o povo repetia. Tão logo Ezequias morreu, seu filho fez ressurgirem as práticas pagãs. “Manassés de tal modo os fez errar, que fizeram pior do que as nações que o Senhor tinha destruído de diante dos filhos de Israel” (v.9).
Quando a liderança do lar é falha, os filhos serão movidos pelas próprias tendências de um caráter mal desenvolvido. Ezequias foi um homem reto diante de Deus, mas o fim de sua vida ao invés de ter sido aproveitado para a instrução de seu novo herdeiro, foi gasto com alianças políticas que de nada serviriam. Assim, a corrente de uma má educação foi transmitida ao filho de Manassés, Amom, que “andou em todo o caminho que andara seu pai” (v.20). É dever dos pais ensinar as Escrituras a seus filhos e incentivá-los cada dia a manterem um relacionamento pessoal com Jesus, e isso pelo exemplo; aproveitar cada oportunidade para gravar-lhes na mente infantil os princípios imutáveis e inegociáveis da Palavra de Deus.
Assim como pesa sobre os pais a responsabilidade de responder pela educação de seus filhos, pastores e líderes também devem corresponder ao seu chamado. Abandonar o posto do dever ou submetê-lo aos critérios da maioria são duas ações condenadas pelo Senhor e que têm levado muitas igrejas à bancarrota. Necessita-se de homens e mulheres que revelem a identidade adventista do sétimo dia por onde quer que andarem. Pastores cujo maior legado seja uma vida de comunhão com Deus. Líderes cujas pegadas revelem a sua jornada pessoal com Cristo. Pois, como diz a revelação: “A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, CPB, p.57).
Manassés foi um dos piores e quem sabe o mais sanguinário rei de Judá, mas bastou uma oração (2Cr.33:12), bastou uma oportunidade, para que o amor perdoador do Senhor o constrangesse e o transformasse. Jesus só espera uma oportunidade para apagar as nossas iniquidades e nos conduzir pelo caminho eterno. Então, a nossa vida refletirá a Sua e ainda que morramos, descansaremos para que, muito em breve, escutemos o eco da voz do Mestre a nos chamar para o início de uma vida sem fim: “Vinde, benditos de Meu Pai” (Mt.25:34). Uma recompensa que não merecemos, mas que pelos méritos de Cristo receberemos. Vigiemos e oremos!
E a pausa das abominações teve fim mais uma vez. De Ezequias, que andava diante de Deus “com fidelidade, com inteireza de coração” (2Rs.20:3), para Manassés, que fez “o que era mau perante o Senhor” (v.2). Enquanto o pai era um homem de oração, o filho era um adivinho e agoureiro. Enquanto o pai servia somente ao Senhor, o filho servia “a todo o exército dos céus” (v.5). Enquanto o pai consultava o profeta do Senhor, o filho consultava “médiuns e feiticeiros” (v.6). Enquanto o pai pôs abaixo os altos e postes-ídolos, o filho tratou de reerguê-los (v.3).
Manassés começou a reinar em Judá com apenas “doze anos de idade” (v.1). Portanto, ele foi concebido após a cura de Ezequias. O que me faz pensar que Ezequias não precisava da cura para obter a certeza do favor de Deus, mas a misericórdia divina foi tanta para com ele que lhe concedeu o milagre, mesmo sabendo que este geraria um filho ímpio e que levaria o povo a uma degradação sem precedentes. De qualquer forma, teremos uma ideia ainda mais ampla da misericórdia de Deus quando estudarmos a vida de Manassés pelo relato do segundo livro de Crônicas.
Certo é que se Ezequias houvesse morrido daquela enfermidade, Manassés não haveria nascido, porém, ao mesmo tempo, Josias, neto de Manassés, não existiria e não teria deixado um legado tão lindo que estudaremos a partir de amanhã. O povo tinha uma tendência muito forte em seguir o seu rei. O que a liderança fazia, o povo repetia. Tão logo Ezequias morreu, seu filho fez ressurgirem as práticas pagãs. “Manassés de tal modo os fez errar, que fizeram pior do que as nações que o Senhor tinha destruído de diante dos filhos de Israel” (v.9).
Quando a liderança do lar é falha, os filhos serão movidos pelas próprias tendências de um caráter mal desenvolvido. Ezequias foi um homem reto diante de Deus, mas o fim de sua vida ao invés de ter sido aproveitado para a instrução de seu novo herdeiro, foi gasto com alianças políticas que de nada serviriam. Assim, a corrente de uma má educação foi transmitida ao filho de Manassés, Amom, que “andou em todo o caminho que andara seu pai” (v.20). É dever dos pais ensinar as Escrituras a seus filhos e incentivá-los cada dia a manterem um relacionamento pessoal com Jesus, e isso pelo exemplo; aproveitar cada oportunidade para gravar-lhes na mente infantil os princípios imutáveis e inegociáveis da Palavra de Deus.
Assim como pesa sobre os pais a responsabilidade de responder pela educação de seus filhos, pastores e líderes também devem corresponder ao seu chamado. Abandonar o posto do dever ou submetê-lo aos critérios da maioria são duas ações condenadas pelo Senhor e que têm levado muitas igrejas à bancarrota. Necessita-se de homens e mulheres que revelem a identidade adventista do sétimo dia por onde quer que andarem. Pastores cujo maior legado seja uma vida de comunhão com Deus. Líderes cujas pegadas revelem a sua jornada pessoal com Cristo. Pois, como diz a revelação: “A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, CPB, p.57).
Manassés foi um dos piores e quem sabe o mais sanguinário rei de Judá, mas bastou uma oração (2Cr.33:12), bastou uma oportunidade, para que o amor perdoador do Senhor o constrangesse e o transformasse. Jesus só espera uma oportunidade para apagar as nossas iniquidades e nos conduzir pelo caminho eterno. Então, a nossa vida refletirá a Sua e ainda que morramos, descansaremos para que, muito em breve, escutemos o eco da voz do Mestre a nos chamar para o início de uma vida sem fim: “Vinde, benditos de Meu Pai” (Mt.25:34). Uma recompensa que não merecemos, mas que pelos méritos de Cristo receberemos. Vigiemos e oremos!
