Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
As abominações de Acaz
“[Acaz] queimou o seu filho como sacrifício, segundo as abominações dos gentios.” 2 Reis 16:3
O capítulo mostra o nível da degradação a que o ser humano pode chegar longe de Deus. Um dos motivos que fizeram Deus expulsar os cananitas da terra foram os sacrifícios humanos. Acaz matou o próprio filho.
Verso 3: não imite os costumes das nações, como fez Acaz; faça a vontade de Deus.
Verso 7: longe de Deus, Acaz se aproximou do “demônio” – o rei da sanguinária Assíria.
Verso 8: Acaz entregou para o rei da Assíria a prata do templo do Senhor. Não dava mais valor às coisas sagradas.
Verso 10: já havia altar no templo, mas Acaz quis imitar o altar de Damasco. Para o ímpio, tudo o que não é de Deus parece melhor. Ilusão.
Verso 11: o mundo está cheio de líderes que se curvam diante do poder humano e desrespeitam a Deus.
Verso 15: Acaz ainda teve a petulância de achar que poderia buscar orientação no altar de Deus enquanto praticava idolatria. Ele representa bem aqueles que só pensam nos benefícios da religião, não na vontade do Senhor.
Verso 18: Acaz estava mais preocupado com o que pensaria o rei da Assíria do que com a vontade do Rei do Universo.
Promessa: Quando o ser humano se afasta de Deus e se entrega aos pecados da cultura pagã reinante, a degradação é certa. A única esperança de ter uma vida pura e santa está na comunhão com Aquele que opera em nós “tanto o querer como o realizar” (Fp 2:13).
“[Acaz] queimou o seu filho como sacrifício, segundo as abominações dos gentios.” 2 Reis 16:3
O capítulo mostra o nível da degradação a que o ser humano pode chegar longe de Deus. Um dos motivos que fizeram Deus expulsar os cananitas da terra foram os sacrifícios humanos. Acaz matou o próprio filho.
Verso 3: não imite os costumes das nações, como fez Acaz; faça a vontade de Deus.
Verso 7: longe de Deus, Acaz se aproximou do “demônio” – o rei da sanguinária Assíria.
Verso 8: Acaz entregou para o rei da Assíria a prata do templo do Senhor. Não dava mais valor às coisas sagradas.
Verso 10: já havia altar no templo, mas Acaz quis imitar o altar de Damasco. Para o ímpio, tudo o que não é de Deus parece melhor. Ilusão.
Verso 11: o mundo está cheio de líderes que se curvam diante do poder humano e desrespeitam a Deus.
Verso 15: Acaz ainda teve a petulância de achar que poderia buscar orientação no altar de Deus enquanto praticava idolatria. Ele representa bem aqueles que só pensam nos benefícios da religião, não na vontade do Senhor.
Verso 18: Acaz estava mais preocupado com o que pensaria o rei da Assíria do que com a vontade do Rei do Universo.
Promessa: Quando o ser humano se afasta de Deus e se entrega aos pecados da cultura pagã reinante, a degradação é certa. A única esperança de ter uma vida pura e santa está na comunhão com Aquele que opera em nós “tanto o querer como o realizar” (Fp 2:13).
Comentário
2Rs 10 – Jeú reformou a nação, mas não o próprio coração.
Comentário Blog Associação Geral
Como você resolve seus problemas? Por seus próprios meios, com a ajuda de outros, ou pedindo ajuda a Deus? Acaz, obviamente, não pediu ajuda a Deus quando enfrentou a invasão do rei da Síria e de Israel. Seu auxílio veio de rei da Assíria. Qual foi o preço que ele teve que pagar? “A prata e o ouro que se acharam na Casa do SENHOR e nos tesouros da casa do rei” (v. 8). Esta prata e ouro não lhe pertenciam, mas a Deus, porém Acaz não teve medo de usá-lo.
O afastamento de Acaz de Deus é ainda ilustrado quando ele construiu um altar como o usado por Tiglate-Pileser, rei da Assíria, em Damasco. Por que ele construiu este altar quando já existia um altar no Templo de Deus? Ele provavelmente queria ganhar a mesma vitória que o rei assírio conseguira, mas a construção da cópia de um altar falso certamente não lhe trouxe nenhuma vitória.
O distanciamento de Deus muitas vezes começa em pequenos passos. A única maneira de se manter firme é ficar sob a proteção de Deus e manter um relacionamento próximo com Ele.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Tanto nos dias de Acaz como nos nossos, o pecado parece prevalecer. O mal ameaça sufocar o bem. Os efeitos do pecado parecem não mais assustar ao povo de Deus:
1. Acaz reinou sobre o povo de Deus, em Jerusalém, promovendo os princípios do reino do diabo (vs. 1-4). Ele:
• Andou em pecado;
• Fez o filho passar pelo fogo como os gentios/pagãos;
• Ofereceu sacrifícios a deuses humanamente fabricados.
2. Israel vivia em pior situação que Judá; aliado à Síria, ambos intentaram vencer Acaz, porém, não conseguiram (vs. 4-5).
3. Acaz deu mais passos cada vez para mais longe de Deus (vs. 6-20):
• Aliou-se com a Assíria a fim de combater a Síria e Israel;
• Subornou Tiglate-Pileser da Síria com recursos do palácio e do Templo;
• Copiou um modelo de um altar pagão em Damasco e pediu ao sacerdote Urias para fazer um altar igual;
• Ofereceu sacrifícios no altar feito por Urias, mas nenhum foi súplica por perdão;
• Limitou as funções cerimoniais do templo;
• Morreu sem arrepender-se.
A falta de confiança em Deus leva indivíduos a procurar segurança ilusória – trocar o certo pelo duvidoso. A Bíblia de estudo Andrews analisa: “Acaz subornou os assírios, o maior dos inimigos, na expectativa de que fossem resgatá-lo. [Assim] recusou-se a confiar em Deus (Is 7)”.
Concessões, falta de determinação e firmeza, fazem alastrar, em vez de barrar, os pecados dos outros. “Urias, o sacerdote, procedeu de modo pecaminoso e obedeceu às ordens sacrílegas do rei Acaz, em vez de repreendê-lo com firmeza” (William MacDonald).
No reinado de Acaz, a situação do povo tornou-se caótica. “As portas do templo [foram] fechadas. O serviço sagrado foi interrompido. Não mais ficariam os castiçais acesos sobre o altar. Não mais seriam oferecidas ofertas pelo pecado do povo. Não mais o suave incenso ascenderia ao alto na hora do sacrifício da manhã e da tarde. Tornando deserto o pátio da casa de Deus, e aferrolhando suas portas, os habitantes da ímpia cidade ousadamente ergueram altares para a adoração de divindades pagãs nas esquinas das ruas através de Jerusalém. Aparentemente o paganismo havia triunfado; os poderes das trevas haviam prevalecido” (Ellen G. White).
Contudo, Deus está no controle. Ezequias é a luz no fim do túnel! Satanás nunca ganhará de Deus! – Heber Toth Armí.
Tanto nos dias de Acaz como nos nossos, o pecado parece prevalecer. O mal ameaça sufocar o bem. Os efeitos do pecado parecem não mais assustar ao povo de Deus:
1. Acaz reinou sobre o povo de Deus, em Jerusalém, promovendo os princípios do reino do diabo (vs. 1-4). Ele:
• Andou em pecado;
• Fez o filho passar pelo fogo como os gentios/pagãos;
• Ofereceu sacrifícios a deuses humanamente fabricados.
2. Israel vivia em pior situação que Judá; aliado à Síria, ambos intentaram vencer Acaz, porém, não conseguiram (vs. 4-5).
3. Acaz deu mais passos cada vez para mais longe de Deus (vs. 6-20):
• Aliou-se com a Assíria a fim de combater a Síria e Israel;
• Subornou Tiglate-Pileser da Síria com recursos do palácio e do Templo;
• Copiou um modelo de um altar pagão em Damasco e pediu ao sacerdote Urias para fazer um altar igual;
• Ofereceu sacrifícios no altar feito por Urias, mas nenhum foi súplica por perdão;
• Limitou as funções cerimoniais do templo;
• Morreu sem arrepender-se.
A falta de confiança em Deus leva indivíduos a procurar segurança ilusória – trocar o certo pelo duvidoso. A Bíblia de estudo Andrews analisa: “Acaz subornou os assírios, o maior dos inimigos, na expectativa de que fossem resgatá-lo. [Assim] recusou-se a confiar em Deus (Is 7)”.
Concessões, falta de determinação e firmeza, fazem alastrar, em vez de barrar, os pecados dos outros. “Urias, o sacerdote, procedeu de modo pecaminoso e obedeceu às ordens sacrílegas do rei Acaz, em vez de repreendê-lo com firmeza” (William MacDonald).
No reinado de Acaz, a situação do povo tornou-se caótica. “As portas do templo [foram] fechadas. O serviço sagrado foi interrompido. Não mais ficariam os castiçais acesos sobre o altar. Não mais seriam oferecidas ofertas pelo pecado do povo. Não mais o suave incenso ascenderia ao alto na hora do sacrifício da manhã e da tarde. Tornando deserto o pátio da casa de Deus, e aferrolhando suas portas, os habitantes da ímpia cidade ousadamente ergueram altares para a adoração de divindades pagãs nas esquinas das ruas através de Jerusalém. Aparentemente o paganismo havia triunfado; os poderes das trevas haviam prevalecido” (Ellen G. White).
Contudo, Deus está no controle. Ezequias é a luz no fim do túnel! Satanás nunca ganhará de Deus! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A perversidade alcançou o auge em Israel. De nação santa de Deus, estava a um degrau de ganhar em maldade para as nações pagãs. Contrastando com os demais reis de Judá, Acaz não foi apenas um rei, foi um dos piores. Não foi apenas um pai, foi o assassino de seu próprio filho. Não foi apenas um político estrategista, foi um adorador falsário. Ele trocou o socorro do Senhor pela ajuda de homens. E o altar do Senhor foi colocado ao lado de um altar pagão. Acaz trocou, deliberadamente, a bênção pela maldição. Perdeu totalmente a noção do sagrado e se desfez das coisas santas como quem descarta um objeto qualquer.
O troca-troca de Acaz, infelizmente, não ficou extinto lá naquela época. Porém, transformou-se em algo tão sutil que já não desperta revolta. Percebam que Acaz não deixou de observar os ritos sagrados, e os fazia como se fossem feitos ao Senhor, oficiados por um sacerdote do Senhor, contudo, no lugar e do modo que ele mesmo escolheu para fazer. Hoje, muitos dizem adorar a Deus, mas cada um do seu próprio jeito. No estudo de ontem, desmistificamos a ideia de que Deus só quer o nosso coração. Ele quer sim o nosso coração, mas para moldá-lo para a Sua glória. O capítulo de hoje nos traz mais uma lição fundamental para a nossa jornada cristã: Deixar de lado o “assim diz o Senhor” para fazer a própria vontade é uma contrafação às preciosas verdades contidas na Palavra de Deus.
Liberdade não é viver o que eu acho ser correto. Liberdade é servir a Deus da maneira que Ele prescreveu. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Existem profissionais preparados para servir à sociedade. Se um médico, por exemplo, prescrever um medicamento, é natural que o providenciemos e iniciemos o tratamento. Se um engenheiro aprova um projeto, é sinal de que podemos dar início às obras. Se o nosso carro vai para a revisão e o mecânico diz que está tudo em ordem, voltamos para casa confiantes de que o carro não nos deixará na mão. Confiamos nestes profissionais, simplesmente porque eles são especialistas em sua área de atuação. Então porque é tão difícil para o ser humano confiar nAquele que o criou? E ao invés de corrermos para os braços do nosso Criador, nos atiramos nos braços falhos de outras criaturas. E como Acaz, vamos postergando a nossa entrega a Deus, deixando para uma “deliberação posterior” (v.15).
Assim como não fomos criados de qualquer jeito, a verdadeira adoração ao Criador não pode ser de qualquer maneira! Uma vida consagrada no altar do Senhor tem vínculo com o Céu através do diligente estudo da Palavra, oração e testemunho. Através do relacionamento diário com o Criador, experimentamos as bênçãos de uma vida com propósitos eternos. Já uma vida sem comunhão é uma vida vazia que busca preencher o abismo da alma imitando as obras de outras vidas vazias. Como a beleza daquele altar pagão, o pecado se mostra atraente e sequestra todo aquele que por ele é vencido. Sobre qual altar temos dedicado a nossa vida, e como temos feito isso? Que possamos atender ao apelo do Espírito Santo através do apóstolo Paulo, consagrando, diariamente, no altar do Senhor, o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o [nosso] culto racional” (Rm.12:1). Vigiemos e oremos!
A perversidade alcançou o auge em Israel. De nação santa de Deus, estava a um degrau de ganhar em maldade para as nações pagãs. Contrastando com os demais reis de Judá, Acaz não foi apenas um rei, foi um dos piores. Não foi apenas um pai, foi o assassino de seu próprio filho. Não foi apenas um político estrategista, foi um adorador falsário. Ele trocou o socorro do Senhor pela ajuda de homens. E o altar do Senhor foi colocado ao lado de um altar pagão. Acaz trocou, deliberadamente, a bênção pela maldição. Perdeu totalmente a noção do sagrado e se desfez das coisas santas como quem descarta um objeto qualquer.
O troca-troca de Acaz, infelizmente, não ficou extinto lá naquela época. Porém, transformou-se em algo tão sutil que já não desperta revolta. Percebam que Acaz não deixou de observar os ritos sagrados, e os fazia como se fossem feitos ao Senhor, oficiados por um sacerdote do Senhor, contudo, no lugar e do modo que ele mesmo escolheu para fazer. Hoje, muitos dizem adorar a Deus, mas cada um do seu próprio jeito. No estudo de ontem, desmistificamos a ideia de que Deus só quer o nosso coração. Ele quer sim o nosso coração, mas para moldá-lo para a Sua glória. O capítulo de hoje nos traz mais uma lição fundamental para a nossa jornada cristã: Deixar de lado o “assim diz o Senhor” para fazer a própria vontade é uma contrafação às preciosas verdades contidas na Palavra de Deus.
Liberdade não é viver o que eu acho ser correto. Liberdade é servir a Deus da maneira que Ele prescreveu. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Existem profissionais preparados para servir à sociedade. Se um médico, por exemplo, prescrever um medicamento, é natural que o providenciemos e iniciemos o tratamento. Se um engenheiro aprova um projeto, é sinal de que podemos dar início às obras. Se o nosso carro vai para a revisão e o mecânico diz que está tudo em ordem, voltamos para casa confiantes de que o carro não nos deixará na mão. Confiamos nestes profissionais, simplesmente porque eles são especialistas em sua área de atuação. Então porque é tão difícil para o ser humano confiar nAquele que o criou? E ao invés de corrermos para os braços do nosso Criador, nos atiramos nos braços falhos de outras criaturas. E como Acaz, vamos postergando a nossa entrega a Deus, deixando para uma “deliberação posterior” (v.15).
Assim como não fomos criados de qualquer jeito, a verdadeira adoração ao Criador não pode ser de qualquer maneira! Uma vida consagrada no altar do Senhor tem vínculo com o Céu através do diligente estudo da Palavra, oração e testemunho. Através do relacionamento diário com o Criador, experimentamos as bênçãos de uma vida com propósitos eternos. Já uma vida sem comunhão é uma vida vazia que busca preencher o abismo da alma imitando as obras de outras vidas vazias. Como a beleza daquele altar pagão, o pecado se mostra atraente e sequestra todo aquele que por ele é vencido. Sobre qual altar temos dedicado a nossa vida, e como temos feito isso? Que possamos atender ao apelo do Espírito Santo através do apóstolo Paulo, consagrando, diariamente, no altar do Senhor, o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o [nosso] culto racional” (Rm.12:1). Vigiemos e oremos!
