Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O mal eliminado
“Jeú acabou com o culto a Baal em Israel.” 2 Reis 10:28
A extinção da família de Acabe é uma ilustração do que deve ser feito com o pecado: confessado e eliminado. O destino da família de Acabe é um microcosmo do que vai acontecer com todos os ímpios impenitentes.
Verso 10: “Não deixará de se cumprir uma só palavra que o Senhor falou.” Amém!
Verso 16: “Venha comigo e veja meu zelo pelo Senhor.” Que possamos fazer o mesmo convite às pessoas que nos cercam.
Verso 19: embora estivesse agindo traiçoeiramente, de certa forma, Jeú falou a verdade: o grande sacrifício foram os profetas de Baal.
Verso 27: os guardas de Jeú destruíram o templo de Baal, eliminando o culto pagão. As ruínas do templo viraram latrina – uma ilustração adequada de todo culto a deuses falsos.
Versos 29 e 31: infelizmente, na história de Jeú existem um “no entanto” e um “entretanto”. Ele não foi inteiramente fiel. Que em nossa fidelidade a Deus não haja “no entanto”. Sejamos inteiramente fiéis.
Verso 32: quem não avança, retrocede. Quem não cresce, diminui. Isso aconteceu com Israel. Não permitamos que aconteça conosco.
Promessa: O mal pode dominar o cenário por algum tempo, mas chegará o tempo em que o Senhor intervirá e trará ordem ao caos.
“Jeú acabou com o culto a Baal em Israel.” 2 Reis 10:28
A extinção da família de Acabe é uma ilustração do que deve ser feito com o pecado: confessado e eliminado. O destino da família de Acabe é um microcosmo do que vai acontecer com todos os ímpios impenitentes.
Verso 10: “Não deixará de se cumprir uma só palavra que o Senhor falou.” Amém!
Verso 16: “Venha comigo e veja meu zelo pelo Senhor.” Que possamos fazer o mesmo convite às pessoas que nos cercam.
Verso 19: embora estivesse agindo traiçoeiramente, de certa forma, Jeú falou a verdade: o grande sacrifício foram os profetas de Baal.
Verso 27: os guardas de Jeú destruíram o templo de Baal, eliminando o culto pagão. As ruínas do templo viraram latrina – uma ilustração adequada de todo culto a deuses falsos.
Versos 29 e 31: infelizmente, na história de Jeú existem um “no entanto” e um “entretanto”. Ele não foi inteiramente fiel. Que em nossa fidelidade a Deus não haja “no entanto”. Sejamos inteiramente fiéis.
Verso 32: quem não avança, retrocede. Quem não cresce, diminui. Isso aconteceu com Israel. Não permitamos que aconteça conosco.
Promessa: O mal pode dominar o cenário por algum tempo, mas chegará o tempo em que o Senhor intervirá e trará ordem ao caos.
Comentário
2Rs 10 – Jeú reformou a nação, mas não o próprio coração.
2Rs 10 – A extinção da família de Acabe é uma ilustração do que deve ser feito com o pecado: confessado e eliminado.
2Rs 10 – O destino da família de Acabe é um microcosmo do que vai acontecer com todos os ímpios impenitentes.
2Rs 10:10 – “Não deixará de se cumprir uma só palavra que o Senhor falou.” Amém!
2Rs 10:16 – “Venha comigo e veja meu zelo pelo Senhor.” Que possamos fazer o mesmo convite às pessoas que nos cercam.
2Rs 10:19 – Embora estivesse agindo traiçoeiramente, de certa forma, Jeú falou a verdade: o grande sacrifício foram os profetas de Baal.
2Rs 10:27 – Os guardas de Jeú destruíram o templo de Baal, eliminando o culto pagão.
2Rs 10:27 – As ruínas do templo de Baal viraram latrina – uma ilustração adequada de todo culto a deuses falsos.
2Rs 10:29, 31 – Infelizmente, na história de Jeú existem um “no entanto” e um “entretanto”. Ele não foi inteiramente fiel.
2Rs 10:29 – Que em nossa fidelidade a Deus não haja “no entanto”. Sejamos inteiramente fiéis.
10:32 – Quem não avança, retrocede. Quem não cresce, diminui. Isso aconteceu com Israel. Não permitamos que aconteça conosco.
Comentário Blog Associação Geral
A reforma de Jeú resultou em punição para o pecado de Acabe e eliminação dos servos de Baal. Como eu gostaria que sua reforma tivesse durado e o povo de Israel se voltasse para seguir a Deus! Infelizmente Jeú, “no entanto, não se afastou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que levou Israel a cometer o pecado de adorar os bezerros de ouro em Betel e Dã” (v. 29). O resultado do esforço de Jeú foi perdido e, mais uma vez, as pessoas se voltaram para a adoração de ídolos.
Por que é tão difícil permanecer no caminho certo? Paulo diz: “Miserável homem que eu sou! Quem me libertará do corpo sujeito a esta morte? Graças a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor!” (Rm 7:24-25 NVI). Nós somos fracos e sujeitos à tentação, e se alguém pensa que é inteligente o suficiente para resistir ao ataque das trevas, está absolutamente errado.
A boa notícia é que não temos de enfrentar Satanás sozinho. AquEle que é muito maior do que o diabo está do nosso lado. Mas temos que escolher ficar com Ele.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Infelizmente “há muitos que se alimentam levemente da Bíblia Sagrada, mordiscando aqui e ali aleatoriamente com um interesse apenas passageiro pelas palavras de uma página. Poucos são aqueles que bebem de forma profunda e consistente dos rios de água viva” (Charles R. Swindoll).
Neste mundo de horrores, trevas espirituais e morais, violência e corrupção extremas precisamos mergulhar de cabeça no livro de Deus deixado à humanidade. Referindo-se a Jeú como “um dos homens mais sanguinários da Bíblia”, Harold L. Willmington oferece-nos os seguintes detalhes do capítulo em estudo:
1. Jeú mata a família de Acabe:
· O desafio feito por Jeú aos habitantes de Samaria de que atacaria a qualquer filho de Acabe que se declarasse rei (vs. 1-3);
· A decapitação promovida pelo povo se dispõe a ajudar Jeú, o qual lhes instrui o que fazer (vs. 4-8)
· A destruição dos demais remanescentes e chegados da família de Acabe (vs. 9-11, 15-17).
2. Jeú mata a família de Acazias, sem deixar sequer um para contar a história (vs. 12-14).
3. Jeú mata os sacerdotes de Baal:
· A fraude: Jeú finge querer adorar Baal e reúne todos os sacerdotes no próprio templo deles (vs. 18-24)
· A destruição: Jeú ordena que todos os sacerdotes sejam mortos e destrói o templo de Baal (vs. 18-28).
O objetivo do rei Jeú era eliminar idólatras e promotores da idolatria. Quando a perversão religiosa ganha proporção grandiosa somente uma reação na mesma proporção resolve. O caminho da reforma espiritual é doloroso, por isso muitos o evitam.
Contudo, nem todo líder que mergulha num projeto radical de reforma espiritual age corretamente. “Jeú orgulhava-se de seu ‘zelo para com o Senhor’ (10:16), mas esse ‘zelo’ era uma fachada piedosa para esconder o egotismo e o ódio que, na realidade, motivavam seu serviço. Deus incumbiu Jeú de um trabalho importante, mas Jeú extrapolou essa incumbência e foi longe demais” (Warren Wiersbe).
· É preciso ficar atento à forma que é administrada a reforma espiritual, pode ser que haja ambição ou legalismo por trás das boas intenções.
· É preciso ser humilde e submisso a Deus para operar qualquer reforma em Seu nome.
· O equilíbrio é um desafio para todo líder verdadeiramente espiritual.
· O segredo? Submissão total a Deus!
Peçamos discernimento a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Infelizmente “há muitos que se alimentam levemente da Bíblia Sagrada, mordiscando aqui e ali aleatoriamente com um interesse apenas passageiro pelas palavras de uma página. Poucos são aqueles que bebem de forma profunda e consistente dos rios de água viva” (Charles R. Swindoll).
Neste mundo de horrores, trevas espirituais e morais, violência e corrupção extremas precisamos mergulhar de cabeça no livro de Deus deixado à humanidade. Referindo-se a Jeú como “um dos homens mais sanguinários da Bíblia”, Harold L. Willmington oferece-nos os seguintes detalhes do capítulo em estudo:
1. Jeú mata a família de Acabe:
· O desafio feito por Jeú aos habitantes de Samaria de que atacaria a qualquer filho de Acabe que se declarasse rei (vs. 1-3);
· A decapitação promovida pelo povo se dispõe a ajudar Jeú, o qual lhes instrui o que fazer (vs. 4-8)
· A destruição dos demais remanescentes e chegados da família de Acabe (vs. 9-11, 15-17).
2. Jeú mata a família de Acazias, sem deixar sequer um para contar a história (vs. 12-14).
3. Jeú mata os sacerdotes de Baal:
· A fraude: Jeú finge querer adorar Baal e reúne todos os sacerdotes no próprio templo deles (vs. 18-24)
· A destruição: Jeú ordena que todos os sacerdotes sejam mortos e destrói o templo de Baal (vs. 18-28).
O objetivo do rei Jeú era eliminar idólatras e promotores da idolatria. Quando a perversão religiosa ganha proporção grandiosa somente uma reação na mesma proporção resolve. O caminho da reforma espiritual é doloroso, por isso muitos o evitam.
Contudo, nem todo líder que mergulha num projeto radical de reforma espiritual age corretamente. “Jeú orgulhava-se de seu ‘zelo para com o Senhor’ (10:16), mas esse ‘zelo’ era uma fachada piedosa para esconder o egotismo e o ódio que, na realidade, motivavam seu serviço. Deus incumbiu Jeú de um trabalho importante, mas Jeú extrapolou essa incumbência e foi longe demais” (Warren Wiersbe).
· É preciso ficar atento à forma que é administrada a reforma espiritual, pode ser que haja ambição ou legalismo por trás das boas intenções.
· É preciso ser humilde e submisso a Deus para operar qualquer reforma em Seu nome.
· O equilíbrio é um desafio para todo líder verdadeiramente espiritual.
· O segredo? Submissão total a Deus!
Peçamos discernimento a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O extermínio da casa de Acabe teve o seu cumprimento pelas mãos de Jeú. Usando de astúcia, tramou a morte dos setenta filhos de Acabe e dos adoradores de Baal. Ao ajuntar estes últimos “na casa de Baal” (v.21), vimos que Jeú examinou bem o lugar e certificou-se de que entre eles não houvesse “algum dos servos do Senhor” (v.23). Seus homens já estavam a postos para ferir os servidores do deus pagão. A ordem foi clara: “Entrai, feri-os, que nenhum escape” (v.25).
O cuidado que Jeú teve nesse episódio, Deus tem para com os Seus filhos. Eis o clamor divino que rapidamente se avoluma: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
Mas retirai-vos de onde? Da “grande Babilônia…morada de demônios” (Ap.18:2). Interessante é que o que Jeú teve o cuidado de não acontecer aos outros, não evitou que ocorresse com ele mesmo. Ele “exterminou de Israel a Baal” (v.28), contudo, “não teve cuidado de andar de todo o seu coração na lei do Senhor” (v.31). O coração de Jeú estava dividido. Ele dizia amar a Deus, mas a lei de Deus não estava em seu coração. Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). Amar a Deus consiste em obediência e fidelidade. Ele não nos criou para guardarmos a Sua Lei. Ele criou a Lei para ser uma bênção para nós. Ela não salva, mas aponta para a nossa necessidade de um Salvador.
Os salvos possuem duas características básicas: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). No Salmo 1, o salmista faz uma diferença entre os justos e os ímpios. Ele enfatiza no primeiro versículo de que os justos não compartilham das ações dos ímpios, e no versículo seguinte diz que o prazer do justo “está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl.1:2). Meus amados, eu poderia citar inúmeros outros textos a respeito da lei de Deus e o desejo do Senhor de que sejamos fiéis à Sua Palavra para a nossa própria felicidade, mas já temos visto isso desde o livro de Gênesis.
Quando Deus criou Suas leis, foi com o único e exclusivo objetivo de nos fazer felizes. Por isso que o Salmo inaugural diz: “Bem-aventurados”. Um pregador certa vez falou: “Na verdade, nós não guardamos os dez mandamentos, os dez mandamentos que nos guardam”. Porque quem segue o caminho traçado pelo Criador é verdadeiramente feliz. Podemos até realizar obras de Deus, como fez Jeú, mas se nelas não estiver o zelo de andar de todo o coração na lei do Senhor, de nada adianta.
Quando Cristo orou por nós, Ele não pediu que o Pai nos tirasse deste mundo; não disse que precisamos nos afastar de todas as pessoas; mas disse: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” (Jo.17:15). Entendem, meus irmãos? Não temos que nos isolar do mundo, mas fugir do mal.
A Bíblia deixa bem claro que se não sairmos de Babilônia, do templo moderno de Baal, seremos participantes de seus flagelos. Estamos envolvidos em um grande conflito cósmico e necessitamos “fugir do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida” (Jr.51:6). A salvação é individual. “Examinai e vede bem” é um recado a cada um de nós. Que lugares andamos frequentando? Que tipos de amizade estamos cultivando? Que tipo de conversas andamos participando? Que testemunho temos dado?
No meio de tantas mortes e de uma nação que corrompeu os princípios divinos, uma luz apareceu através de Jonadabe. Descendente de Recabe, mostrou-se fiel e foi reconhecido por Jeú como um legítimo adorador de Jeová. Lealdade que seria transmitida de geração em geração e se tornaria em modelo de fidelidade anos mais tarde. Os recabitas tornaram-se um dos maiores e mais fortes exemplos da verdadeira educação, quando um lar é edificado sobre o sólido fundamento das Escrituras (Jr.35:8-10).
Há um abismo de diferença entre justos e ímpios. Se assim não fosse, não existiria pecado. E se não existisse pecado, para que um Salvador? Percebem que o terrível engano em pensar que a Lei de Deus foi revogada, anula o sacrifício de Cristo? A edificação da vida cristã não depende do que fazemos, mas do que permitimos que o Espírito Santo faça em nós. Que o Senhor nos ajude e nos conduza, para que, quando voltar, estejamos fora de Babilônia, e dentro do aprisco do Bom Pastor!
O extermínio da casa de Acabe teve o seu cumprimento pelas mãos de Jeú. Usando de astúcia, tramou a morte dos setenta filhos de Acabe e dos adoradores de Baal. Ao ajuntar estes últimos “na casa de Baal” (v.21), vimos que Jeú examinou bem o lugar e certificou-se de que entre eles não houvesse “algum dos servos do Senhor” (v.23). Seus homens já estavam a postos para ferir os servidores do deus pagão. A ordem foi clara: “Entrai, feri-os, que nenhum escape” (v.25).
O cuidado que Jeú teve nesse episódio, Deus tem para com os Seus filhos. Eis o clamor divino que rapidamente se avoluma: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
Mas retirai-vos de onde? Da “grande Babilônia…morada de demônios” (Ap.18:2). Interessante é que o que Jeú teve o cuidado de não acontecer aos outros, não evitou que ocorresse com ele mesmo. Ele “exterminou de Israel a Baal” (v.28), contudo, “não teve cuidado de andar de todo o seu coração na lei do Senhor” (v.31). O coração de Jeú estava dividido. Ele dizia amar a Deus, mas a lei de Deus não estava em seu coração. Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). Amar a Deus consiste em obediência e fidelidade. Ele não nos criou para guardarmos a Sua Lei. Ele criou a Lei para ser uma bênção para nós. Ela não salva, mas aponta para a nossa necessidade de um Salvador.
Os salvos possuem duas características básicas: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). No Salmo 1, o salmista faz uma diferença entre os justos e os ímpios. Ele enfatiza no primeiro versículo de que os justos não compartilham das ações dos ímpios, e no versículo seguinte diz que o prazer do justo “está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl.1:2). Meus amados, eu poderia citar inúmeros outros textos a respeito da lei de Deus e o desejo do Senhor de que sejamos fiéis à Sua Palavra para a nossa própria felicidade, mas já temos visto isso desde o livro de Gênesis.
Quando Deus criou Suas leis, foi com o único e exclusivo objetivo de nos fazer felizes. Por isso que o Salmo inaugural diz: “Bem-aventurados”. Um pregador certa vez falou: “Na verdade, nós não guardamos os dez mandamentos, os dez mandamentos que nos guardam”. Porque quem segue o caminho traçado pelo Criador é verdadeiramente feliz. Podemos até realizar obras de Deus, como fez Jeú, mas se nelas não estiver o zelo de andar de todo o coração na lei do Senhor, de nada adianta.
Quando Cristo orou por nós, Ele não pediu que o Pai nos tirasse deste mundo; não disse que precisamos nos afastar de todas as pessoas; mas disse: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” (Jo.17:15). Entendem, meus irmãos? Não temos que nos isolar do mundo, mas fugir do mal.
A Bíblia deixa bem claro que se não sairmos de Babilônia, do templo moderno de Baal, seremos participantes de seus flagelos. Estamos envolvidos em um grande conflito cósmico e necessitamos “fugir do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida” (Jr.51:6). A salvação é individual. “Examinai e vede bem” é um recado a cada um de nós. Que lugares andamos frequentando? Que tipos de amizade estamos cultivando? Que tipo de conversas andamos participando? Que testemunho temos dado?
No meio de tantas mortes e de uma nação que corrompeu os princípios divinos, uma luz apareceu através de Jonadabe. Descendente de Recabe, mostrou-se fiel e foi reconhecido por Jeú como um legítimo adorador de Jeová. Lealdade que seria transmitida de geração em geração e se tornaria em modelo de fidelidade anos mais tarde. Os recabitas tornaram-se um dos maiores e mais fortes exemplos da verdadeira educação, quando um lar é edificado sobre o sólido fundamento das Escrituras (Jr.35:8-10).
Há um abismo de diferença entre justos e ímpios. Se assim não fosse, não existiria pecado. E se não existisse pecado, para que um Salvador? Percebem que o terrível engano em pensar que a Lei de Deus foi revogada, anula o sacrifício de Cristo? A edificação da vida cristã não depende do que fazemos, mas do que permitimos que o Espírito Santo faça em nós. Que o Senhor nos ajude e nos conduza, para que, quando voltar, estejamos fora de Babilônia, e dentro do aprisco do Bom Pastor!
