Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Depois do cativeiro
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Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
Uzá e Aiô eram os responsáveis pelo transporte da Arca numa carroça nova. No entanto, quando os bois tropeçaram, Uzá estendeu a mão, tocou na Arca e morreu no mesmo instante. Davi ficou muito contrariado com Deus, por ter ferido de morte a Uzá. No entanto, esta experiência lhe ensinou que Deus não considera inocente aquele que desrespeita a Sua santidade. O transporte deveria ser feito de maneira especial, pelos levitas a pé.
Corremos o mesmo risco. Temos fácil acesso a Bíblia, estamos sempre na igreja, e muitas vezes nos aproximamos das coisas de Deus sem a devida reverência.
Davi ficou com medo de Deus e desistiu de levar a Arca para Jerusalém naquele momento. Algo surpreendente, no entanto, aconteceu. A família de Obede-Edom, que recebeu a Arca, foi grandemente abençoada pelo Senhor. A bênção foi tão notória que três meses depois Davi se dispôs a buscar a Arca e levá-la para Jerusalém.
Algumas vezes achamos que é preciso muito tempo para Deus nos abençoar. A experiência de Obede-Edom nos mostra o contrário. Em apenas três meses, as bênçãos de Deus sobre ele foram tantas que a notícia correu longe.
Quando damos a Deus o local de destaque que Ele merece, em pouco tempo, grandes bênçãos são vistas e sentidas em nossa vida.
Pr Jobson Santos
UNASP
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Nunca despreze a Bíblia. Jamais rejeite sequer um versículo desse livro. “A Palavra de Deus, que, sob o Espírito Santo, gera novo nascimento, continua a ser o meio de desenvolver um caráter cristão em cada crente” (Frank B. Holbrook).
O texto trata da cruel morte de Uzá e da ira de Davi. Melhor dizendo, a mensagem revela o caráter de Deus e o valor que Ele dá a Sua Palavra. Reflita:
“A arca, mencionada 46 vezes em 1 e 2 Crônicas, deveria ser transportada aos ombros dos levitas (Nm 4.5,15), e não no modo filisteu, sobre um carro […]. Só os levitas podiam tocar a arca (cf. 2Sm 5.11-25)” (Merrill F. Unger).
· Consultar pessoas sábias, buscar conselho de bons conselheiros, solicitar auxílio aos líderes políticos e ter o apoio de todo o povo, de nada adianta se Deus não for consultado (vs. 1-3);
· Ter a companhia de todo povo de Deus para fazer o que é certo será um fracasso se for feito do jeito errado (vs. 4-7);
Os filisteus transportaram a arca de Deus em carros e deu certo. “Deus podia permitir que os filisteus usassem esse método, já que não eram o Seu povo da aliança, instruído pela Palavra” (W. W. Wiersbe).
· Fazer as coisas certas, do jeito certo, mas com tristeza, mal humor e carrancudo é errado tanto quanto estar alegre por criar estratégias para alcançar objetivos nobres pelos métodos errados (vs. 8-10). É errado copiar o método dos filisteus para fazer as coisas de Deus.
Uzá fez o que sabia ser errado e foi imediatamente fulminado.
· Sofrer as consequências dos próprios erros e ainda ficar furioso com Deus é evidência de loucura por não fazer as coisas conforme as Sagradas Escrituras. Quem erra, geralmente pensa ter razão, até mesmo quando Deus desaprova sua atitude (vs. 11-12).
· É mais fácil esquivar-se, fugir e abandonar o que se está fazendo do que avaliar onde está a raiz do problema e arrepender-se (vs. 13-14). Quem começa um ato errado cometerá erro atrás de erro, um cada vez pior que o anterior.
Deus quer nos abençoar – não se desvie do caminho da bênção: Sua Palavra! Reavivemo-nos!
Nunca despreze a Bíblia. Jamais rejeite sequer um versículo desse livro. “A Palavra de Deus, que, sob o Espírito Santo, gera novo nascimento, continua a ser o meio de desenvolver um caráter cristão em cada crente” (Frank B. Holbrook).
O texto trata da cruel morte de Uzá e da ira de Davi. Melhor dizendo, a mensagem revela o caráter de Deus e o valor que Ele dá a Sua Palavra. Reflita:
“A arca, mencionada 46 vezes em 1 e 2 Crônicas, deveria ser transportada aos ombros dos levitas (Nm 4.5,15), e não no modo filisteu, sobre um carro […]. Só os levitas podiam tocar a arca (cf. 2Sm 5.11-25)” (Merrill F. Unger).
· Consultar pessoas sábias, buscar conselho de bons conselheiros, solicitar auxílio aos líderes políticos e ter o apoio de todo o povo, de nada adianta se Deus não for consultado (vs. 1-3);
· Ter a companhia de todo povo de Deus para fazer o que é certo será um fracasso se for feito do jeito errado (vs. 4-7);
Os filisteus transportaram a arca de Deus em carros e deu certo. “Deus podia permitir que os filisteus usassem esse método, já que não eram o Seu povo da aliança, instruído pela Palavra” (W. W. Wiersbe).
· Fazer as coisas certas, do jeito certo, mas com tristeza, mal humor e carrancudo é errado tanto quanto estar alegre por criar estratégias para alcançar objetivos nobres pelos métodos errados (vs. 8-10). É errado copiar o método dos filisteus para fazer as coisas de Deus.
Uzá fez o que sabia ser errado e foi imediatamente fulminado.
· Sofrer as consequências dos próprios erros e ainda ficar furioso com Deus é evidência de loucura por não fazer as coisas conforme as Sagradas Escrituras. Quem erra, geralmente pensa ter razão, até mesmo quando Deus desaprova sua atitude (vs. 11-12).
· É mais fácil esquivar-se, fugir e abandonar o que se está fazendo do que avaliar onde está a raiz do problema e arrepender-se (vs. 13-14). Quem começa um ato errado cometerá erro atrás de erro, um cada vez pior que o anterior.
Deus quer nos abençoar – não se desvie do caminho da bênção: Sua Palavra! Reavivemo-nos!
Comentário Rosana Barros
A liderança de Davi nos deixou registros de sabedoria e sensatez. Ele não decidia pelo povo, ele decidia com o povo. Não que sempre desse ouvidos à voz do povo, e sim que a opinião de seus liderados não era ignorada. O desejo de Davi era de governar um povo de um só Senhor, e para isso necessitava reaver tudo aquilo que o auxiliasse no cumprimento desse propósito. Mas até um líder assim também pode falhar.
A arca de Deus, ou arca da aliança, estava em outra cidade de Israel, Quiriate-Jearim; ali havia permanecido por muitos anos, até que Davi resolveu levá-la para Jerusalém. A arca ficava no lugar Santíssimo do santuário e era o único objeto daquele compartimento. Dentro dela estavam as tábuas do Decálogo, ou seja, os dez mandamentos. Ali estava a confirmação da aliança de Deus com o Seu povo e a manifestação de Seu caráter. Não se tratava, portanto, de um objeto qualquer, mas de uma obra de arte que carregava a assinatura do dedo de Deus (Êx.31:18).
Saul não se importou em buscar a arca do Senhor. Ele estava tão focado nas guerras e na inveja que sentia de Davi, que permitiu que a maior guerra surgisse em seu coração, aprisionando-o ao pecado. Apesar das boas intenções de Davi, ele também cometeu o grave erro de transportar a arca sem seguir as instruções de Deus. E por tocar no que não lhe era permitido, Uzá morreu, e sua morte entristeceu o coração de Davi de uma forma que toda a sua alegria desvaneceu, negando-se a prosseguir com o trajeto. “Assim, ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom” (v.14).
Depois de saber o que tinha acontecido com Uzá, você teria coragem de ter a arca da aliança em sua casa? O resultado desse depósito compulsório foi três meses de bênçãos sobre a casa de Obede-Edom e sobre tudo o que possuía. Era perante a arca, no lugar Santíssimo, que a glória de Deus era manifestada e somente o sumo sacerdote poderia entrar ali uma vez por ano, no dia da expiação. Uzá ignorou isso, já Obede-Edom entendeu que ali era “invocado o nome do Senhor, que se assenta acima dos querubins” (v.6), e a sua obediência resultou em bênção.
Após o sacrifício de Cristo, o véu do santuário se rasgou de alto a baixo (Mt.27:51), nos dando livre acesso ao Pai. Hoje podemos falar com o Pai por intermédio do Filho. Mas assim como Jesus foi “obediente até à morte” (Fp.2:8), Deus capacita Seus filhos à obediência. A Lei do Senhor “é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm.7:12). Ora, santidade, justiça e bondade são atributos almejados por todo aquele que muito em breve deseja estar diante do trono de Deus. Levar a arca para Jerusalém “pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v.4), mas assim como havia uma forma certa de transportá-la, Jesus nos deixou o perfeito exemplo de como devemos andar com Deus.
A pergunta é: “Como trarei para mim a arca de Deus?” (v.12). Precisamos conhecer a diferença entre o certo e o errado, entre o santo e o profano. Não é o que achamos que seja correto e santo, mas o que a Bíblia estabelece por princípios acerca disso. Notem que Davi e o povo estavam vivenciando um momento de muita alegria, com toda sorte de instrumentos, “com todo o seu empenho” (v.8). Mas este episódio deixa bem claro que se o nosso empenho em fazer a obra de Deus não estiver em comum acordo com as Escrituras, mais cedo ou mais tarde a nossa alegria se tornará em desgosto.
Assim diz o Senhor: “segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (Ag.2:5). O desejo de Deus é que aceitemos a Sua aliança e sejamos ricamente abençoados com o Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar. Então, não teremos o que temer. Temos em nossas mãos a Palavra de Deus, e nela, muitos tesouros a serem explorados. Não negligenciemos o que Saul negligenciou e, como Uzá, não toquemos no que não nos convém, mas que o Espírito Santo nos desperte e reavive fazendo de nosso lar uma casa de bênção. Vigiemos e oremos!
A liderança de Davi nos deixou registros de sabedoria e sensatez. Ele não decidia pelo povo, ele decidia com o povo. Não que sempre desse ouvidos à voz do povo, e sim que a opinião de seus liderados não era ignorada. O desejo de Davi era de governar um povo de um só Senhor, e para isso necessitava reaver tudo aquilo que o auxiliasse no cumprimento desse propósito. Mas até um líder assim também pode falhar.
A arca de Deus, ou arca da aliança, estava em outra cidade de Israel, Quiriate-Jearim; ali havia permanecido por muitos anos, até que Davi resolveu levá-la para Jerusalém. A arca ficava no lugar Santíssimo do santuário e era o único objeto daquele compartimento. Dentro dela estavam as tábuas do Decálogo, ou seja, os dez mandamentos. Ali estava a confirmação da aliança de Deus com o Seu povo e a manifestação de Seu caráter. Não se tratava, portanto, de um objeto qualquer, mas de uma obra de arte que carregava a assinatura do dedo de Deus (Êx.31:18).
Saul não se importou em buscar a arca do Senhor. Ele estava tão focado nas guerras e na inveja que sentia de Davi, que permitiu que a maior guerra surgisse em seu coração, aprisionando-o ao pecado. Apesar das boas intenções de Davi, ele também cometeu o grave erro de transportar a arca sem seguir as instruções de Deus. E por tocar no que não lhe era permitido, Uzá morreu, e sua morte entristeceu o coração de Davi de uma forma que toda a sua alegria desvaneceu, negando-se a prosseguir com o trajeto. “Assim, ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom” (v.14).
Depois de saber o que tinha acontecido com Uzá, você teria coragem de ter a arca da aliança em sua casa? O resultado desse depósito compulsório foi três meses de bênçãos sobre a casa de Obede-Edom e sobre tudo o que possuía. Era perante a arca, no lugar Santíssimo, que a glória de Deus era manifestada e somente o sumo sacerdote poderia entrar ali uma vez por ano, no dia da expiação. Uzá ignorou isso, já Obede-Edom entendeu que ali era “invocado o nome do Senhor, que se assenta acima dos querubins” (v.6), e a sua obediência resultou em bênção.
Após o sacrifício de Cristo, o véu do santuário se rasgou de alto a baixo (Mt.27:51), nos dando livre acesso ao Pai. Hoje podemos falar com o Pai por intermédio do Filho. Mas assim como Jesus foi “obediente até à morte” (Fp.2:8), Deus capacita Seus filhos à obediência. A Lei do Senhor “é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm.7:12). Ora, santidade, justiça e bondade são atributos almejados por todo aquele que muito em breve deseja estar diante do trono de Deus. Levar a arca para Jerusalém “pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v.4), mas assim como havia uma forma certa de transportá-la, Jesus nos deixou o perfeito exemplo de como devemos andar com Deus.
A pergunta é: “Como trarei para mim a arca de Deus?” (v.12). Precisamos conhecer a diferença entre o certo e o errado, entre o santo e o profano. Não é o que achamos que seja correto e santo, mas o que a Bíblia estabelece por princípios acerca disso. Notem que Davi e o povo estavam vivenciando um momento de muita alegria, com toda sorte de instrumentos, “com todo o seu empenho” (v.8). Mas este episódio deixa bem claro que se o nosso empenho em fazer a obra de Deus não estiver em comum acordo com as Escrituras, mais cedo ou mais tarde a nossa alegria se tornará em desgosto.
Assim diz o Senhor: “segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (Ag.2:5). O desejo de Deus é que aceitemos a Sua aliança e sejamos ricamente abençoados com o Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar. Então, não teremos o que temer. Temos em nossas mãos a Palavra de Deus, e nela, muitos tesouros a serem explorados. Não negligenciemos o que Saul negligenciou e, como Uzá, não toquemos no que não nos convém, mas que o Espírito Santo nos desperte e reavive fazendo de nosso lar uma casa de bênção. Vigiemos e oremos!
