Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Sabedoria Divina
“Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para governar o Teu povo, para que, com prudência, saiba discernir entre o bem e o mal.” 1 Reis 3;9
Você deseja ter sabedoria? Peça a Deus (Tg 1:5). Foi exatamente isso o que o jovem rei Salomão pediu ao Senhor ao receber Dele uma “carta branca” que lhe permitia pedir o que quisesse. E com a sabedoria vieram outros dons. “Peça-Me o que quiser, e Eu lhe darei” (v. 5). O que você pediria? Sua resposta revela muito sobre quem você é.
Verso 3: o amor a Deus se manifesta na obediência à vontade Dele. Amor sem obediência é vazio. Obediência sem amor é fria.
Verso 9: Salomão pediu sabedoria para governar o povo. Quanto desprendimento! Precisamos da sabedoria do Alto para saber distinguir entre o bem e o mal.
Verso 14: segredo da vida longa: obediência a Deus.
Promessa: Deus promete dar sabedoria quando pedimos para abençoar outras pessoas.
“Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para governar o Teu povo, para que, com prudência, saiba discernir entre o bem e o mal.” 1 Reis 3;9
Você deseja ter sabedoria? Peça a Deus (Tg 1:5). Foi exatamente isso o que o jovem rei Salomão pediu ao Senhor ao receber Dele uma “carta branca” que lhe permitia pedir o que quisesse. E com a sabedoria vieram outros dons. “Peça-Me o que quiser, e Eu lhe darei” (v. 5). O que você pediria? Sua resposta revela muito sobre quem você é.
Verso 3: o amor a Deus se manifesta na obediência à vontade Dele. Amor sem obediência é vazio. Obediência sem amor é fria.
Verso 9: Salomão pediu sabedoria para governar o povo. Quanto desprendimento! Precisamos da sabedoria do Alto para saber distinguir entre o bem e o mal.
Verso 14: segredo da vida longa: obediência a Deus.
Promessa: Deus promete dar sabedoria quando pedimos para abençoar outras pessoas.
Comentário
1Rs 3 – Você deseja ter sabedoria? Peça a Deus (Tg 1:5).
1Rs 3:3 – O amor a Deus se manifesta na obediência à vontade dEle. Amor sem obediência é vazio. Obediência sem amor é fria.
1Rs 3:5 – “Peça-Me o que quiser, e Eu lhe darei.” O que você pediria? Sua resposta revela muito sobre quem você é.
1Rs 3:6 – Salomão considerava Davi justo e reto de coração. O perdão e a justificação tornam justo e reto o pecador “torto”.
1Rs 3:9 – Salomão pediu sabedoria para governar o povo. Quanto desprendimento!
1Rs 3:9 – Precisamos da sabedoria do Alto para saber distinguir entre o bem e o mal.
1Rs 3:13 – Sabedoria é um tesouro precioso que atrai outros.
1Rs 3:14 – Segredo da vida longa: obediência a Deus.
1Rs 3:26 – O verdadeiro amor sempre visa ao bem do ser amado.
1Rs 3:28 – A pessoa que tem a sabedoria de Deus será respeitada.
1Rs 3 – Você deseja ter sabedoria? Peça a Deus (Tg 1:5).
1Rs 3:3 – O amor a Deus se manifesta na obediência à vontade dEle. Amor sem obediência é vazio. Obediência sem amor é fria.
1Rs 3:5 – “Peça-Me o que quiser, e Eu lhe darei.” O que você pediria? Sua resposta revela muito sobre quem você é.
1Rs 3:6 – Salomão considerava Davi justo e reto de coração. O perdão e a justificação tornam justo e reto o pecador “torto”.
1Rs 3:9 – Salomão pediu sabedoria para governar o povo. Quanto desprendimento!
1Rs 3:9 – Precisamos da sabedoria do Alto para saber distinguir entre o bem e o mal.
1Rs 3:13 – Sabedoria é um tesouro precioso que atrai outros.
1Rs 3:14 – Segredo da vida longa: obediência a Deus.
1Rs 3:26 – O verdadeiro amor sempre visa ao bem do ser amado.
1Rs 3:28 – A pessoa que tem a sabedoria de Deus será respeitada.
Comentário Blog Associação Geral
A despeito de suas apostasias, a Bíblia relata que Salomão amava o Senhor. Ele trazia dentro de si o exemplo de Davi, seu pai. Assim como o amado apóstolo João, Salomão estava respondendo ao amor de Deus por ele. Deus nos ama “apesar de” nossas imperfeições.
Ele se comunica conosco de muitas maneiras: por Seus profetas, por Sua Palavra escrita e também através de sonhos, que foi o modo como escolheu se revelar a Salomão.
Salomão deve ter ficado surpreendido quando Deus lhe falou: “Me diga o que você quer que Eu lhe dê!” Salomão foi muito sensato e pediu, não riqueza ou glória, mas um coração compreensivo! Deus muito se agradou do pedido de Salomão e lhe deu não só a sabedoria, mas também lhe acrescentou honra e riqueza! Que paradoxo para aqueles que preferem as riquezas do mundo e, em seguida, sucumbem, porque não têm sabedoria!
A sabedoria concedida por Deus a Salomão ficou evidente na disputa entre as duas prostitutas que vieram a ele, cada uma alegando que o bebê era dela. Salomão revelou excelente julgamento e a nação viu que Deus estava com Ele.
Que possamos pedir a Deus sabedoria e um coração compreensivo.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
A despeito de suas apostasias, a Bíblia relata que Salomão amava o Senhor. Ele trazia dentro de si o exemplo de Davi, seu pai. Assim como o amado apóstolo João, Salomão estava respondendo ao amor de Deus por ele. Deus nos ama “apesar de” nossas imperfeições.
Ele se comunica conosco de muitas maneiras: por Seus profetas, por Sua Palavra escrita e também através de sonhos, que foi o modo como escolheu se revelar a Salomão.
Salomão deve ter ficado surpreendido quando Deus lhe falou: “Me diga o que você quer que Eu lhe dê!” Salomão foi muito sensato e pediu, não riqueza ou glória, mas um coração compreensivo! Deus muito se agradou do pedido de Salomão e lhe deu não só a sabedoria, mas também lhe acrescentou honra e riqueza! Que paradoxo para aqueles que preferem as riquezas do mundo e, em seguida, sucumbem, porque não têm sabedoria!
A sabedoria concedida por Deus a Salomão ficou evidente na disputa entre as duas prostitutas que vieram a ele, cada uma alegando que o bebê era dela. Salomão revelou excelente julgamento e a nação viu que Deus estava com Ele.
Que possamos pedir a Deus sabedoria e um coração compreensivo.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
I REIS 3 – Uma das melhores coisas que um pai pode fazer pela vida de seu filho é incentivá-lo a observar as instruções do Pai Celestial contidas nas páginas da Bíblia (Deuteronômio 4:40; 5:1; 11:1-12:32; 17:14-20; 29:29).
Foi isso que Davi fez; todo pai que almeja o sucesso do filho deve fazê-lo (I Reis 2:1-11). Contudo, a responsabilidade última é do filho. Salomão casou-se com uma egípcia, filha de Faraó. Assim, começava a estabelecer seu reino através de alianças políticas internacionais (I Reis 3:1-2). “Os casamentos diplomáticos eram sinais de poder e influência. Atendiam a objetivos políticos e econômicos. É provável que o faraó fosse Sianum, que deu como dote à filha a cidade de Gezer… A esposa de Salomão habitou [na cidade de Davi] até Salomão construir um palácio para ela em outro lugar em Jerusalém” (Comentário Bíblia Andrews).
• Esse casamento com a filha de Faraó era da vontade de Deus?
• Estava Salomão pautando-se na revelação divina nesta decisão matrimonial?
• Práticas pagãs de governo estavam influenciando mais a Salomão do que Deus?
• Seria tal decisão reflexo negativo da falta de modelo paternal na questão matrimonial?
William MacDonald observa que, “apesar de ser conveniente em termos políticos”, o casamento de Salomão “foi contrário à lei de Deus e trouxe consequências espirituais desastrosas. Daqui em diante, o harém de Salomão cresceu até chegar a abrigar centenas de mulheres pagãs”. E, infelizmente, “na tentativa de se aliar a diversas potências estrangeiras”, finalmente “o rei se afastou do Senhor (11:1-8)”.
Além do jugo desigual, Salomão era relapso na fidelidade a Deus. Ele “amava ao Senhor”, todavia, “oferecia sacrifícios e queimava incenso em lugares sagrados” (I Reis 3:3). Embora não evidenciasse culto idólatra, já mostrava concessão nos planos divinos. “Essa mistura do sagrado com o profano foi o primeiro passo na prática de Salomão que o levou o supor que o Senhor não era tão meticuloso com respeito à adoração de Seu povo”, expressa Ellen White.
Visando impedir a tragédia de Salomão, Deus aproveitou seu momento de oração para oferecer recursos que fariam de Salomão um ícone da bênção celestial (I Reis 3:4-28). Deus lhe daria sabedoria, riqueza e prosperidade!
Deus está atento a tudo; Ele age para nos ajudar a evitar os caminhos do mal! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
I REIS 3 – Uma das melhores coisas que um pai pode fazer pela vida de seu filho é incentivá-lo a observar as instruções do Pai Celestial contidas nas páginas da Bíblia (Deuteronômio 4:40; 5:1; 11:1-12:32; 17:14-20; 29:29).
Foi isso que Davi fez; todo pai que almeja o sucesso do filho deve fazê-lo (I Reis 2:1-11). Contudo, a responsabilidade última é do filho. Salomão casou-se com uma egípcia, filha de Faraó. Assim, começava a estabelecer seu reino através de alianças políticas internacionais (I Reis 3:1-2). “Os casamentos diplomáticos eram sinais de poder e influência. Atendiam a objetivos políticos e econômicos. É provável que o faraó fosse Sianum, que deu como dote à filha a cidade de Gezer… A esposa de Salomão habitou [na cidade de Davi] até Salomão construir um palácio para ela em outro lugar em Jerusalém” (Comentário Bíblia Andrews).
• Esse casamento com a filha de Faraó era da vontade de Deus?
• Estava Salomão pautando-se na revelação divina nesta decisão matrimonial?
• Práticas pagãs de governo estavam influenciando mais a Salomão do que Deus?
• Seria tal decisão reflexo negativo da falta de modelo paternal na questão matrimonial?
William MacDonald observa que, “apesar de ser conveniente em termos políticos”, o casamento de Salomão “foi contrário à lei de Deus e trouxe consequências espirituais desastrosas. Daqui em diante, o harém de Salomão cresceu até chegar a abrigar centenas de mulheres pagãs”. E, infelizmente, “na tentativa de se aliar a diversas potências estrangeiras”, finalmente “o rei se afastou do Senhor (11:1-8)”.
Além do jugo desigual, Salomão era relapso na fidelidade a Deus. Ele “amava ao Senhor”, todavia, “oferecia sacrifícios e queimava incenso em lugares sagrados” (I Reis 3:3). Embora não evidenciasse culto idólatra, já mostrava concessão nos planos divinos. “Essa mistura do sagrado com o profano foi o primeiro passo na prática de Salomão que o levou o supor que o Senhor não era tão meticuloso com respeito à adoração de Seu povo”, expressa Ellen White.
Visando impedir a tragédia de Salomão, Deus aproveitou seu momento de oração para oferecer recursos que fariam de Salomão um ícone da bênção celestial (I Reis 3:4-28). Deus lhe daria sabedoria, riqueza e prosperidade!
Deus está atento a tudo; Ele age para nos ajudar a evitar os caminhos do mal! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
De todos os dons que o Senhor concede aos que O buscam, a sabedoria é a promotora da justiça. O discernimento entre o bem e o mal não exime o homem de pecar, nem tampouco o autoriza a contemplar o mal a fim de conhecê-lo. Mas quando o mal se mostra evidente, temos duas escolhas a fazer: rejeitá-lo ou aceitá-lo. Salomão iniciou o seu reinado casando-se com a filha de Faraó e “sacrificava ainda nos altos e queimava incenso” (v.3). Apesar de suas fraquezas, o seu maior desejo era o de edificar um reino justo no temor de Deus. E isso o Senhor lhe deu a oportunidade de realizar.
Vendo o amor que Salomão Lhe devotava, o Senhor apareceu a ele em sonho e disse-lhe: “Pede-Me o que queres que Eu te dê” (v.5). Que privilégio ter diante de si a Majestade dos céus! Que privilégio ter os celeiros dos céus abertos, prontos para derramar Suas bênçãos sem medida! Do pedido de Salomão dependia não somente o bem-estar dele mesmo, mas de todas as famílias da Terra. Ao pedir um coração compreensivo para julgar, o Senhor lhe concedeu um singular “coração sábio e inteligente” (v.12). Uma dádiva que nos alcança até hoje através dos livros de Provérbios, Cantares e Eclesiastes.
Competia a Salomão, porém, obedecer às leis de Deus a fim de gozar de longevidade. Como foi com Davi, Deus desejava ser com Salomão. A sabedoria que lhe foi dada precisava manifestar-se em suas obras. Seu veredito acerca da disputa entre as duas meretrizes tornou-se afamado e sua sabedoria aclamada em todo o Israel. No entanto, seu poder de influência não poderia ser maior do que o seu desejo de servir a Deus e prestar-Lhe a devida honra. Salomão podia até ser sábio, mas suas escolhas nem sempre manifestaram isso. Pois o benefício dos dons depende do uso que fazemos deles.
Cientes desta verdade, temos nós buscado, diligentemente, pelo melhor aproveitamento dos dons espirituais? Diante da diversidade desses presentes do Céu, Paulo nos aconselha: “procurai, com zelo, os melhores dons” (1Co.12:31). Não se trata de ir em busca do que queremos para benefício próprio, mas do que Deus deseja realizar em nós para benefício do nosso próximo. Salomão pediu sabedoria para julgar o povo com prudência. E quando agimos com genuíno altruísmo, o Senhor vai além do que a nossa imaginação possa desejar, e nos diz: “até o que Me não pediste Eu te dou” (v.13).
Amados, se andarmos nos caminhos do Senhor, como Jesus andou, guardando os Seus mandamentos, Ele prolongará os nossos dias por toda a eternidade. Isto não se trata de uma barganha. Isto significa seguir as pegadas do Mestre até chegar onde Ele está e de onde nos diz: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). Como Salomão, peçamos ao Senhor um coração sábio, pois “os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3). Permita que o Espírito Santo viva em você e você será uma fiel e sábia testemunha de Jesus, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). Vigiemos e oremos!
De todos os dons que o Senhor concede aos que O buscam, a sabedoria é a promotora da justiça. O discernimento entre o bem e o mal não exime o homem de pecar, nem tampouco o autoriza a contemplar o mal a fim de conhecê-lo. Mas quando o mal se mostra evidente, temos duas escolhas a fazer: rejeitá-lo ou aceitá-lo. Salomão iniciou o seu reinado casando-se com a filha de Faraó e “sacrificava ainda nos altos e queimava incenso” (v.3). Apesar de suas fraquezas, o seu maior desejo era o de edificar um reino justo no temor de Deus. E isso o Senhor lhe deu a oportunidade de realizar.
Vendo o amor que Salomão Lhe devotava, o Senhor apareceu a ele em sonho e disse-lhe: “Pede-Me o que queres que Eu te dê” (v.5). Que privilégio ter diante de si a Majestade dos céus! Que privilégio ter os celeiros dos céus abertos, prontos para derramar Suas bênçãos sem medida! Do pedido de Salomão dependia não somente o bem-estar dele mesmo, mas de todas as famílias da Terra. Ao pedir um coração compreensivo para julgar, o Senhor lhe concedeu um singular “coração sábio e inteligente” (v.12). Uma dádiva que nos alcança até hoje através dos livros de Provérbios, Cantares e Eclesiastes.
Competia a Salomão, porém, obedecer às leis de Deus a fim de gozar de longevidade. Como foi com Davi, Deus desejava ser com Salomão. A sabedoria que lhe foi dada precisava manifestar-se em suas obras. Seu veredito acerca da disputa entre as duas meretrizes tornou-se afamado e sua sabedoria aclamada em todo o Israel. No entanto, seu poder de influência não poderia ser maior do que o seu desejo de servir a Deus e prestar-Lhe a devida honra. Salomão podia até ser sábio, mas suas escolhas nem sempre manifestaram isso. Pois o benefício dos dons depende do uso que fazemos deles.
Cientes desta verdade, temos nós buscado, diligentemente, pelo melhor aproveitamento dos dons espirituais? Diante da diversidade desses presentes do Céu, Paulo nos aconselha: “procurai, com zelo, os melhores dons” (1Co.12:31). Não se trata de ir em busca do que queremos para benefício próprio, mas do que Deus deseja realizar em nós para benefício do nosso próximo. Salomão pediu sabedoria para julgar o povo com prudência. E quando agimos com genuíno altruísmo, o Senhor vai além do que a nossa imaginação possa desejar, e nos diz: “até o que Me não pediste Eu te dou” (v.13).
Amados, se andarmos nos caminhos do Senhor, como Jesus andou, guardando os Seus mandamentos, Ele prolongará os nossos dias por toda a eternidade. Isto não se trata de uma barganha. Isto significa seguir as pegadas do Mestre até chegar onde Ele está e de onde nos diz: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). Como Salomão, peçamos ao Senhor um coração sábio, pois “os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3). Permita que o Espírito Santo viva em você e você será uma fiel e sábia testemunha de Jesus, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). Vigiemos e oremos!
