Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
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A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Proteção e Cuidado
“Que você receba uma grande recompensa do Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas você veio buscar refúgio.” Rute 2:12
Rute revela que, além de mulher de fé, era laboriosa e responsável. Era gentia, mas vivia na prática Provérbios 31. Boaz, como símbolo de Cristo, convida Rute a não colher em outros campos, mas somente no dele. O provável filho de Raabe protege a estrangeira moabita e a respeita. Jesus nos ama incondicionalmente, resgata (ga’al) acolhe e provê segurança, proteção e alimento.
Versos 9 e 14: Boaz oferece à estrangeira Rute água, pão e vinho. Hospitalidade e simbologia do que Jesus nos oferece à Sua mesa.
Verso 14: “Vinho. Tradução do hebraico chomets, derivado de chamets, cujo significado é ‘ser picante’, ‘ser azedo’. A ARC parece transmitir melhor o sentido original ao traduzir o termo por ‘vinagre’, que era um vinho ou molho ácido usado como tempero” (Comentário Bíblico Adventista, v. 2).
Verso 20: assim como Boaz em relação a Rute (estrangeira) e Noemi (judia), Jesus é nosso parente e nosso resgatador (go’el). Louvado seja Deus por isso!
Promessa: “Que seja ricamente recompensada pelo Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio buscar refúgio” (v. 12). Deus nos oferece refúgio sob Suas asas de amor, assim como ofereceu a Rute.
História: “Deus havia estabelecido a lei de que os pobres, os órfãos, as viúvas e os estrangeiros, ou não israelitas, tinham o direito de rebuscar os campos (ver com. de Lv 19:9). Rute, portanto, gozava de um triplo direito: ela era não somente ‘pobre’, mas também estrangeira e viúva (Lv 23:22; Dt 24:19). Dessa forma, provisões eram feitas para suprir os menos favorecidos das necessidades básicas e para ensinar lições de abnegação e compaixão aos de condições privilegiadas. Além disso, os carentes tinham de trabalhar para obter o sustento, o que impedia que se tornassem meros recebedores passivos de doações de caridade. Tal estrutura social contribuía para preservar o respeito próprio da classe pobre e estimulava a iniciativa e o trabalho” (Comentário Bíblico Adventista, v. 2).
“Que você receba uma grande recompensa do Senhor, Deus de Israel, sob cujas asas você veio buscar refúgio.” Rute 2:12
Rute revela que, além de mulher de fé, era laboriosa e responsável. Era gentia, mas vivia na prática Provérbios 31. Boaz, como símbolo de Cristo, convida Rute a não colher em outros campos, mas somente no dele. O provável filho de Raabe protege a estrangeira moabita e a respeita. Jesus nos ama incondicionalmente, resgata (ga’al) acolhe e provê segurança, proteção e alimento.
Versos 9 e 14: Boaz oferece à estrangeira Rute água, pão e vinho. Hospitalidade e simbologia do que Jesus nos oferece à Sua mesa.
Verso 14: “Vinho. Tradução do hebraico chomets, derivado de chamets, cujo significado é ‘ser picante’, ‘ser azedo’. A ARC parece transmitir melhor o sentido original ao traduzir o termo por ‘vinagre’, que era um vinho ou molho ácido usado como tempero” (Comentário Bíblico Adventista, v. 2).
Verso 20: assim como Boaz em relação a Rute (estrangeira) e Noemi (judia), Jesus é nosso parente e nosso resgatador (go’el). Louvado seja Deus por isso!
Promessa: “Que seja ricamente recompensada pelo Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio buscar refúgio” (v. 12). Deus nos oferece refúgio sob Suas asas de amor, assim como ofereceu a Rute.
História: “Deus havia estabelecido a lei de que os pobres, os órfãos, as viúvas e os estrangeiros, ou não israelitas, tinham o direito de rebuscar os campos (ver com. de Lv 19:9). Rute, portanto, gozava de um triplo direito: ela era não somente ‘pobre’, mas também estrangeira e viúva (Lv 23:22; Dt 24:19). Dessa forma, provisões eram feitas para suprir os menos favorecidos das necessidades básicas e para ensinar lições de abnegação e compaixão aos de condições privilegiadas. Além disso, os carentes tinham de trabalhar para obter o sustento, o que impedia que se tornassem meros recebedores passivos de doações de caridade. Tal estrutura social contribuía para preservar o respeito próprio da classe pobre e estimulava a iniciativa e o trabalho” (Comentário Bíblico Adventista, v. 2).
Comentário
Rt 2:2 – Rute revela que, além de mulher de fé, era laboriosa e responsável. Era gentia, mas vivia na prática Provérbios 31.
Rt 2:8 – Boaz, como símbolo de Cristo, convida Rute a não colher em outros campos, mas somente no dele. Fora de Jesus não há segurança nem proteção e alimento.
Rt 2:9, 14 – Boaz oferece à estrangeira Rute água, pão e vinho. Hospitalidade e simbologia do que Jesus nos oferece à Sua mesa.
Rt 2:12 – “Que seja ricamente recompensada pelo Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio buscar refúgio.” Deus nos oferece refúgio sob Suas asas de amor, assim como ofereceu a Rute.
Rt 2:20 – Assim como Boaz em relação a Rute (estrangeira) e Noemi (judia), Jesus é nosso parente e nosso resgatador. Louvado seja Deus por isso!
Rt 2:2 – Rute revela que, além de mulher de fé, era laboriosa e responsável. Era gentia, mas vivia na prática Provérbios 31.
Rt 2:8 – Boaz, como símbolo de Cristo, convida Rute a não colher em outros campos, mas somente no dele. Fora de Jesus não há segurança nem proteção e alimento.
Rt 2:9, 14 – Boaz oferece à estrangeira Rute água, pão e vinho. Hospitalidade e simbologia do que Jesus nos oferece à Sua mesa.
Rt 2:12 – “Que seja ricamente recompensada pelo Senhor, o Deus de Israel, sob cujas asas você veio buscar refúgio.” Deus nos oferece refúgio sob Suas asas de amor, assim como ofereceu a Rute.
Rt 2:20 – Assim como Boaz em relação a Rute (estrangeira) e Noemi (judia), Jesus é nosso parente e nosso resgatador. Louvado seja Deus por isso!
Comentário Blog Associação Geral
Chegando em Belém, a primeira preocupação de Noemi e Rute é encontrar comida. Rute vai para os campos de colheita a fim de colher cevada, procurando por um fazendeiro compassivo e generoso. Felizmente, ela vai parar nos campos de Boaz, que, “coincidentemente”, é também um dos seus parentes remidores.
Boaz é um chefe bem amado. Assim que ele chega no campo, ele abençoa seus servos e eles o abençoam. Quando Boaz percebe Rute, ele fala gentil e respeitosamente com ela, garante sua segurança, compartilha seu almoço com ela e diz a seus trabalhadores para serem generosos com ela.
Rute fica impressionada que um rico proprietário de terras como Boaz seja tão gentil com uma pobre estranha. Talvez ele esteja retornando o enorme favor mostrado pelos israelitas à sua própria mãe, Raabe (Mt 1:5). Sua família inteira escapou da destruição de Jericó por causa da hospitalidade dela em relação aos espiões israelitas. O exemplo amoroso de Raabe ensinara a Boaz a importância de ser gentil e generoso com estranhos.
Quando alguém de outro país chega à sua igreja ou local de trabalho, ou se torna parte de sua família, como você o recebe e abençoa com sua gentileza, respeito e generosidade? O que suas ações de boas-vindas ensinam as pessoas ao seu redor?
Karen Holford
Diretora dos Ministérios da Família
Divisão Trans Européia
Chegando em Belém, a primeira preocupação de Noemi e Rute é encontrar comida. Rute vai para os campos de colheita a fim de colher cevada, procurando por um fazendeiro compassivo e generoso. Felizmente, ela vai parar nos campos de Boaz, que, “coincidentemente”, é também um dos seus parentes remidores.
Boaz é um chefe bem amado. Assim que ele chega no campo, ele abençoa seus servos e eles o abençoam. Quando Boaz percebe Rute, ele fala gentil e respeitosamente com ela, garante sua segurança, compartilha seu almoço com ela e diz a seus trabalhadores para serem generosos com ela.
Rute fica impressionada que um rico proprietário de terras como Boaz seja tão gentil com uma pobre estranha. Talvez ele esteja retornando o enorme favor mostrado pelos israelitas à sua própria mãe, Raabe (Mt 1:5). Sua família inteira escapou da destruição de Jericó por causa da hospitalidade dela em relação aos espiões israelitas. O exemplo amoroso de Raabe ensinara a Boaz a importância de ser gentil e generoso com estranhos.
Quando alguém de outro país chega à sua igreja ou local de trabalho, ou se torna parte de sua família, como você o recebe e abençoa com sua gentileza, respeito e generosidade? O que suas ações de boas-vindas ensinam as pessoas ao seu redor?
Karen Holford
Diretora dos Ministérios da Família
Divisão Trans Européia
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Pessoas passam necessidades e criam adversidades ainda maiores ao não perderem tempo em fazer algo para remediar a situação tomando as rédeas da situação sem consultar ao Deus que sabe resolver qualquer coisa – essa é a lição do capítulo anterior!
A família de Noemi e seus contemporâneos conheciam o livramento que Deus realizara aos seus antepassados, conheciam os eventos relacionados à abertura do Mar Vermelho; sabiam que Deus alimentara Israel durante 40 anos no deserto. Sabiam que o sol havia parado, água saíra da rocha e muitas vitórias foram presenteadas aos israelitas.
• Imagine se o povo confiasse mais em Deus!
Somos iguais: Não confiamos em Deus como deveria! Provavelmente, estas histórias foram contadas à moabita por sua sogra. Contudo, conhecer a história de Deus não significa confiar nEle. Todavia, Rute aceitou pertencer ao Deus de Israel; agora está prestes a experimentar Sua providência.
1. Em meio à pobreza, miséria, dificuldades, escassez de alimento em casa, Rute ofereceu-se para colher restos da colheita no campo dos agricultores (vs. 1-7);
2. Diante da iniciativa e diligência da viúva pobre de Moabe, Boaz compadeceu-se e propôs cuidá-la e protegê-la (vs. 8-16);
3. Pelos gestos de generosidade, cavalheirismo e cortesia de Boaz em relação à Rute, a esperança raiou no coração da velha, pobre, viúva, desfilhada e amargurada Noemi (vs. 17-23).
Este capítulo fala de bondade, fidelidade e caridade. Rute trata bem e cuida de sua sogra sem ter o marido vivo. Boaz trata com respeito, generosidade e cavalheirismo à estrangeira intrusa. Noemi que se afeiçoara de Rute apresenta-lhe uma esperança baseada na Lei de Deus dada ao seu povo.
“Essa história encantadora de devoção e bondade humanas é uma das mais belas em todo o Antigo Testamento, constituindo um modelo da arte narrativa” – analisou R. K. Harrison.
Sendo que o contexto desse relato é o período crítico dos juízes, esta história é como “um jardim de rosas tão perfumado e repleto de cálices místicos quanto aqueles que o viajante moderno ainda encontra florescendo e enlaçando-se nas ruínas solitárias de Israel e Moabe, deste lado do Jordão e além” (Paulus Cassel).
Concluindo, a bondade e a generosidade do remanescente do povo de Deus num mundo em crise são como um oásis aos solitários corações necessitados! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Pessoas passam necessidades e criam adversidades ainda maiores ao não perderem tempo em fazer algo para remediar a situação tomando as rédeas da situação sem consultar ao Deus que sabe resolver qualquer coisa – essa é a lição do capítulo anterior!
A família de Noemi e seus contemporâneos conheciam o livramento que Deus realizara aos seus antepassados, conheciam os eventos relacionados à abertura do Mar Vermelho; sabiam que Deus alimentara Israel durante 40 anos no deserto. Sabiam que o sol havia parado, água saíra da rocha e muitas vitórias foram presenteadas aos israelitas.
• Imagine se o povo confiasse mais em Deus!
Somos iguais: Não confiamos em Deus como deveria! Provavelmente, estas histórias foram contadas à moabita por sua sogra. Contudo, conhecer a história de Deus não significa confiar nEle. Todavia, Rute aceitou pertencer ao Deus de Israel; agora está prestes a experimentar Sua providência.
1. Em meio à pobreza, miséria, dificuldades, escassez de alimento em casa, Rute ofereceu-se para colher restos da colheita no campo dos agricultores (vs. 1-7);
2. Diante da iniciativa e diligência da viúva pobre de Moabe, Boaz compadeceu-se e propôs cuidá-la e protegê-la (vs. 8-16);
3. Pelos gestos de generosidade, cavalheirismo e cortesia de Boaz em relação à Rute, a esperança raiou no coração da velha, pobre, viúva, desfilhada e amargurada Noemi (vs. 17-23).
Este capítulo fala de bondade, fidelidade e caridade. Rute trata bem e cuida de sua sogra sem ter o marido vivo. Boaz trata com respeito, generosidade e cavalheirismo à estrangeira intrusa. Noemi que se afeiçoara de Rute apresenta-lhe uma esperança baseada na Lei de Deus dada ao seu povo.
“Essa história encantadora de devoção e bondade humanas é uma das mais belas em todo o Antigo Testamento, constituindo um modelo da arte narrativa” – analisou R. K. Harrison.
Sendo que o contexto desse relato é o período crítico dos juízes, esta história é como “um jardim de rosas tão perfumado e repleto de cálices místicos quanto aqueles que o viajante moderno ainda encontra florescendo e enlaçando-se nas ruínas solitárias de Israel e Moabe, deste lado do Jordão e além” (Paulus Cassel).
Concluindo, a bondade e a generosidade do remanescente do povo de Deus num mundo em crise são como um oásis aos solitários corações necessitados! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
