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Pr. Michelson Borges
Vivendo sem Rei
“Ah! Senhor, Deus de Israel, por que aconteceu isto em Israel?” Juízes 21:3
Mentiras, artimanhas, assassinatos, raptos... Essa é a vida quando o Rei não está presente. O que começou com estupro no capítulo 19 terminou em matança e rapto de mulheres no capítulo 21. O pecado se alastra quando não é eliminado. Quando cada um faz o que acha melhor, ninguém faz nada direito. Fuja do “achismo”, apegue-se à Palavra de Deus.
Verso 3: “Por que aconteceu isso com Israel?” Muitas vezes as pessoas se afastam de Deus e, depois, perguntam por que ocorrem tragédias.
Versos 10 a 12: os israelitas fizeram um juramento insensato e cometeram outro erro para “honrar” a palavra dada. Um pecado leva a outro.
Versos 20 a 22: utilizaram-se de engano, artimanha e até sequestro para resolver um problema. Isso é cegueira espiritual.
Verso 25: o livro termina dizendo que “não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto”. Que o nosso Rei oriente sempre nossas decisões e que sigamos Suas orientações.
Promessa: Não precisamos (nem devemos) nos valer de artimanhas e estratégias contrárias à vontade de Deus, quando Ele promete cuidar de nós e prover nossas necessidades.
“Ah! Senhor, Deus de Israel, por que aconteceu isto em Israel?” Juízes 21:3
Mentiras, artimanhas, assassinatos, raptos... Essa é a vida quando o Rei não está presente. O que começou com estupro no capítulo 19 terminou em matança e rapto de mulheres no capítulo 21. O pecado se alastra quando não é eliminado. Quando cada um faz o que acha melhor, ninguém faz nada direito. Fuja do “achismo”, apegue-se à Palavra de Deus.
Verso 3: “Por que aconteceu isso com Israel?” Muitas vezes as pessoas se afastam de Deus e, depois, perguntam por que ocorrem tragédias.
Versos 10 a 12: os israelitas fizeram um juramento insensato e cometeram outro erro para “honrar” a palavra dada. Um pecado leva a outro.
Versos 20 a 22: utilizaram-se de engano, artimanha e até sequestro para resolver um problema. Isso é cegueira espiritual.
Verso 25: o livro termina dizendo que “não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto”. Que o nosso Rei oriente sempre nossas decisões e que sigamos Suas orientações.
Promessa: Não precisamos (nem devemos) nos valer de artimanhas e estratégias contrárias à vontade de Deus, quando Ele promete cuidar de nós e prover nossas necessidades.
Comentário
Jz 21 – Mentiras, artimanhas, assassinatos, raptos... Essa é a vida quando o Rei não está presente.
Jz 21 – O que começou com estupro no capítulo 19 terminou em matança e rapto de mulheres no capítulo 21. O pecado se alastra quando não eliminado.
Jz 21 – Quando cada um faz o que acha melhor, ninguém faz nada direito. Fuja do “achismo”, apegue-se à Palavra.
Jz 21 – A boa esposa vem do Senhor (Pv 29:14). Peça a Deus esse presente maravilhoso e não a busque em lugares errados.
Jz 21:3 – “Por que aconteceu isso com Israel?” Muitas vezes as pessoas se afastam de Deus e, depois, perguntam por que ocorrem tragédias.
Jz 21:10-12 – Os israelitas fizeram um juramento insensato e cometeram outro erro para “honrar” a palavra. Um pecado leva a outro.
Jz 21:20-22 – Se utilizaram de engano, artimanha e até sequestro para resolver um problema. Isso é cegueira espiritual.
Jz 21:25 – O livro termina dizendo que “não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto”. Que o nosso Rei oriente sempre nossas decisões.
Jz 21 – Mentiras, artimanhas, assassinatos, raptos... Essa é a vida quando o Rei não está presente.
Jz 21 – O que começou com estupro no capítulo 19 terminou em matança e rapto de mulheres no capítulo 21. O pecado se alastra quando não eliminado.
Jz 21 – Quando cada um faz o que acha melhor, ninguém faz nada direito. Fuja do “achismo”, apegue-se à Palavra.
Jz 21 – A boa esposa vem do Senhor (Pv 29:14). Peça a Deus esse presente maravilhoso e não a busque em lugares errados.
Jz 21:3 – “Por que aconteceu isso com Israel?” Muitas vezes as pessoas se afastam de Deus e, depois, perguntam por que ocorrem tragédias.
Jz 21:10-12 – Os israelitas fizeram um juramento insensato e cometeram outro erro para “honrar” a palavra. Um pecado leva a outro.
Jz 21:20-22 – Se utilizaram de engano, artimanha e até sequestro para resolver um problema. Isso é cegueira espiritual.
Jz 21:25 – O livro termina dizendo que “não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto”. Que o nosso Rei oriente sempre nossas decisões.
Comentário Blog Associação Geral
No capítulo anterior (20) os israelitas vencedores haviam tomado a decisão de proibir qualquer israelita de dar sua filha como esposa a um benjamita e selado esta decisão com um juramento. Esta decisão foi inteiramente deles, não do Senhor, e criou um problema aos próprios israelitas para encontrar uma maneira de salvar o que restou da tribo de Benjamim. Eles então decidem destruir a cidade e os habitantes de Jabes-Gileade – homens, mulheres e crianças, mas mantiveram vivas as 400 virgens que encontraram para se tornarem esposas para seus irmãos benjamitas.
Em tudo isso, os israelitas estavam mais preocupados com as conseqüências de quebrar um juramento que tinham feito, do que com o bem-estar de seus irmãos. De maneira hipócrita, violaram o espírito do juramento sem realmente quebrá-lo. Seu temor do Senhor era cego, centrado apenas em seus próprios interesses.
Muitos professos cristãos de hoje têm uma “fé” egoísta. Eles fazem apenas o necessário para satisfazer os requisitos mínimos da Lei e nada mais. É uma obediência superficial que degenera em legalismo, sem obedecer ao espírito de amor da Lei.
Você já se percebeu pensando e agindo desta maneira?
Você obedece a Deus porque você deve ou porque você O ama? O Senhor deseja “misericórdia, e não sacrifícios; conhecimento de Deus em vez de holocaustos” (Os 6:6 NVI).
Justo Morales
Southern Adventist University
No capítulo anterior (20) os israelitas vencedores haviam tomado a decisão de proibir qualquer israelita de dar sua filha como esposa a um benjamita e selado esta decisão com um juramento. Esta decisão foi inteiramente deles, não do Senhor, e criou um problema aos próprios israelitas para encontrar uma maneira de salvar o que restou da tribo de Benjamim. Eles então decidem destruir a cidade e os habitantes de Jabes-Gileade – homens, mulheres e crianças, mas mantiveram vivas as 400 virgens que encontraram para se tornarem esposas para seus irmãos benjamitas.
Em tudo isso, os israelitas estavam mais preocupados com as conseqüências de quebrar um juramento que tinham feito, do que com o bem-estar de seus irmãos. De maneira hipócrita, violaram o espírito do juramento sem realmente quebrá-lo. Seu temor do Senhor era cego, centrado apenas em seus próprios interesses.
Muitos professos cristãos de hoje têm uma “fé” egoísta. Eles fazem apenas o necessário para satisfazer os requisitos mínimos da Lei e nada mais. É uma obediência superficial que degenera em legalismo, sem obedecer ao espírito de amor da Lei.
Você já se percebeu pensando e agindo desta maneira?
Você obedece a Deus porque você deve ou porque você O ama? O Senhor deseja “misericórdia, e não sacrifícios; conhecimento de Deus em vez de holocaustos” (Os 6:6 NVI).
Justo Morales
Southern Adventist University
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Nota-se nestes últimos capítulos que, infelizmente, a espiritualidade pura do povo de Deus foi contaminada pelo lixão teológico dos pagãos.
A cultura do Céu instituída por Deus ao Seu povo, revelada em Sua Palavra, fora suplantada pela ideologia reinante da cultura secular. O sincretismo religioso era positivo porque, ainda que misturada com tradições humanas restavam ideias de um Deus verdadeiro.
A igreja nunca precisou de críticos para reformá-la, mas de exemplos positivos para influenciá-la. A frase citada três vezes (17:6; 18:1; 19:1;) no livro, “Naquele tempo, não havia rei em Israel. As pessoas faziam o que bem entendiam”, encerram as últimas palavras de Juízes.
Não havia quem guiasse o povo na lei de Deus. “O pecado humano precisa de governos que imponham a moralidade” (Kenneth A. Mathews).
• Neste último capítulo, o autor demonstra como soluções humanas para o pecado podem trazer maiores problemas; que fazer justiça com as próprias mãos pode resultar em terríveis desgraças; e, o que resta será lamentar o caos perante Deus, O qual não é responsável pela desgraça causada pelo pecado de ninguém (vs. 1-5).
• Sobraram 600 homens e nenhuma mulher da tribo de Benjamim – era o fim dessa tribo; os restantes dos israelitas tiveram pena. Por isso, criaram uma estratégia estranha para lograr que a tribo não fosse extinta de uma vez. A parte positiva é que deu certo! (vs. 6-24).
Analisado Juízes com oração e atenção, nota-se que, “justamente aqueles que Deus Se propõe a usar como Seus instrumentos para uma obra especial, Satanás, empregando seu máximo poder procura transviar” (Ellen G. White). Contudo, “a salvação é o alvo para o qual Deus dirigia e dirige a história. Como Senhor da história, Deus era livre para escolher qualquer pessoa para atuar como libertador” (Mathews).
Salvação? “Sexo, violência, estupro, massacre, brutalidade e fraude não parecem material adequado ao relato da história da salvação”. “Por isso, de certo modo, ficamos chocados sempre que lemos o livro de Juízes, pois deparamos com uma situação caótica” (Eugene Peterson).
Talvez, a maior lição de Juízes seja esta:
NÃO IMPORTA SE HOMEM OU MULHER, SÁBIO OU FORTE, LÍDER OU NÃO… INDEPENDENTE DE JESUS – O JUSTO JUIZ – JAMAIS HAVERIA SOLUÇÃO PARA O PECADO, NEM SALVAÇÃO AO PECADOR!
Assim, poderás reavivar-te estudando Juízes! – Heber Toth Armí.
Nota-se nestes últimos capítulos que, infelizmente, a espiritualidade pura do povo de Deus foi contaminada pelo lixão teológico dos pagãos.
A cultura do Céu instituída por Deus ao Seu povo, revelada em Sua Palavra, fora suplantada pela ideologia reinante da cultura secular. O sincretismo religioso era positivo porque, ainda que misturada com tradições humanas restavam ideias de um Deus verdadeiro.
A igreja nunca precisou de críticos para reformá-la, mas de exemplos positivos para influenciá-la. A frase citada três vezes (17:6; 18:1; 19:1;) no livro, “Naquele tempo, não havia rei em Israel. As pessoas faziam o que bem entendiam”, encerram as últimas palavras de Juízes.
Não havia quem guiasse o povo na lei de Deus. “O pecado humano precisa de governos que imponham a moralidade” (Kenneth A. Mathews).
• Neste último capítulo, o autor demonstra como soluções humanas para o pecado podem trazer maiores problemas; que fazer justiça com as próprias mãos pode resultar em terríveis desgraças; e, o que resta será lamentar o caos perante Deus, O qual não é responsável pela desgraça causada pelo pecado de ninguém (vs. 1-5).
• Sobraram 600 homens e nenhuma mulher da tribo de Benjamim – era o fim dessa tribo; os restantes dos israelitas tiveram pena. Por isso, criaram uma estratégia estranha para lograr que a tribo não fosse extinta de uma vez. A parte positiva é que deu certo! (vs. 6-24).
Analisado Juízes com oração e atenção, nota-se que, “justamente aqueles que Deus Se propõe a usar como Seus instrumentos para uma obra especial, Satanás, empregando seu máximo poder procura transviar” (Ellen G. White). Contudo, “a salvação é o alvo para o qual Deus dirigia e dirige a história. Como Senhor da história, Deus era livre para escolher qualquer pessoa para atuar como libertador” (Mathews).
Salvação? “Sexo, violência, estupro, massacre, brutalidade e fraude não parecem material adequado ao relato da história da salvação”. “Por isso, de certo modo, ficamos chocados sempre que lemos o livro de Juízes, pois deparamos com uma situação caótica” (Eugene Peterson).
Talvez, a maior lição de Juízes seja esta:
NÃO IMPORTA SE HOMEM OU MULHER, SÁBIO OU FORTE, LÍDER OU NÃO… INDEPENDENTE DE JESUS – O JUSTO JUIZ – JAMAIS HAVERIA SOLUÇÃO PARA O PECADO, NEM SALVAÇÃO AO PECADOR!
Assim, poderás reavivar-te estudando Juízes! – Heber Toth Armí.
