Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Icabode
“Foi-se a glória de Israel, pois a arca de Deus foi tomada.” 1 Samuel 4:22
A palavra “icabode” ou “icabô” vem de duas palavras hebraicas: ’i e kabod, que significam, literalmente, “não glorioso” ou “inglório”. A esposa do ímpio sacerdote Fineias, quando soube da desgraça que se abateu sobre sua família (a morte de Eli e de seus dois filhos) e sobre o exército de Israel (vencido pelos filisteus), deu esse nome ao filho recém-nascido e morreu. Os israelitas arrogantemente foram à guerra, confiando na arca da aliança como se fosse um amuleto da sorte. Só que, por causa dos pecados do povo e de seus líderes, Deus não mais os acompanhava em suas batalhas. Por isso a derrota vergonhosa e a perda da arca.
Versos 1 e 2: sair à batalha sem Deus é convidar a derrota. Busque o Senhor todas as manhãs.
Verso 3: os israelitas viviam longe de Deus, foram derrotados pelo inimigo e ainda perguntaram o porquê. O pecado cega.
Verso 15: Eli já não conseguia enxergar. Na verdade, deixou de enxergar muita coisa durante os 40 anos em que liderou Israel.
Versos 17 e 18: triste relato que revela as trágicas consequências do pecado não confessado nem abandonado.
Verso 20: quando a vida chega ao fim sem Deus é impossível encontrar consolo em qualquer outra coisa.
Verso 23: Icabode – o nome do filho de Fineias seria um constante lembrete de que a glória de Deus havia deixado Israel.
Promessa: Nas batalhas da vida, Deus promete lutar ao lado dos que Lhe são fiéis e O buscam a todo tempo. Viver em pecado e pensar na religião como um amuleto é convidar a derrota.
“Foi-se a glória de Israel, pois a arca de Deus foi tomada.” 1 Samuel 4:22
A palavra “icabode” ou “icabô” vem de duas palavras hebraicas: ’i e kabod, que significam, literalmente, “não glorioso” ou “inglório”. A esposa do ímpio sacerdote Fineias, quando soube da desgraça que se abateu sobre sua família (a morte de Eli e de seus dois filhos) e sobre o exército de Israel (vencido pelos filisteus), deu esse nome ao filho recém-nascido e morreu. Os israelitas arrogantemente foram à guerra, confiando na arca da aliança como se fosse um amuleto da sorte. Só que, por causa dos pecados do povo e de seus líderes, Deus não mais os acompanhava em suas batalhas. Por isso a derrota vergonhosa e a perda da arca.
Versos 1 e 2: sair à batalha sem Deus é convidar a derrota. Busque o Senhor todas as manhãs.
Verso 3: os israelitas viviam longe de Deus, foram derrotados pelo inimigo e ainda perguntaram o porquê. O pecado cega.
Verso 15: Eli já não conseguia enxergar. Na verdade, deixou de enxergar muita coisa durante os 40 anos em que liderou Israel.
Versos 17 e 18: triste relato que revela as trágicas consequências do pecado não confessado nem abandonado.
Verso 20: quando a vida chega ao fim sem Deus é impossível encontrar consolo em qualquer outra coisa.
Verso 23: Icabode – o nome do filho de Fineias seria um constante lembrete de que a glória de Deus havia deixado Israel.
Promessa: Nas batalhas da vida, Deus promete lutar ao lado dos que Lhe são fiéis e O buscam a todo tempo. Viver em pecado e pensar na religião como um amuleto é convidar a derrota.
Comentário
1Sm 4 – Uma religião hipócrita, sem Deus e baseada em amuletos leva à destruição e à morte.
1Sm 4 – Assim como a arca, a Bíblia não é amuleto. Precisa ser lida todos os dias para nos revestir de poder.
1Sm 4:1, 2 – Sair à batalha sem Deus é convidar a derrota. Busque o Senhor todas as manhãs.
1Sm 4:3 – Os israelitas viviam longe de Deus, foram derrotados pelo inimigo e ainda perguntaram por quê. O pecado cega.
1Sm 4:9 – Quando lutamos sem Deus, até simples homens se transformam em grande ameaça.
1Sm 4:15 – Eli já não conseguia enxergar. Na verdade, deixou de enxergar muita coisa durante os 40 anos em que liderou Israel.
1Sm 4:17, 18 – Triste relato que revela as trágicas consequências do pecado não confessado nem abandonado.
1Sm 4:20 – Quando a vida chega ao fim sem Deus é impossível encontrar consolo em qualquer outra coisa.
1Sm 4:23 – Icabode. O nome do filho de Fineias seria um constante lembrete de que a glória de Deus havia deixado Israel.
1Sm 4 – Uma religião hipócrita, sem Deus e baseada em amuletos leva à destruição e à morte.
1Sm 4 – Assim como a arca, a Bíblia não é amuleto. Precisa ser lida todos os dias para nos revestir de poder.
1Sm 4:1, 2 – Sair à batalha sem Deus é convidar a derrota. Busque o Senhor todas as manhãs.
1Sm 4:3 – Os israelitas viviam longe de Deus, foram derrotados pelo inimigo e ainda perguntaram por quê. O pecado cega.
1Sm 4:9 – Quando lutamos sem Deus, até simples homens se transformam em grande ameaça.
1Sm 4:15 – Eli já não conseguia enxergar. Na verdade, deixou de enxergar muita coisa durante os 40 anos em que liderou Israel.
1Sm 4:17, 18 – Triste relato que revela as trágicas consequências do pecado não confessado nem abandonado.
1Sm 4:20 – Quando a vida chega ao fim sem Deus é impossível encontrar consolo em qualquer outra coisa.
1Sm 4:23 – Icabode. O nome do filho de Fineias seria um constante lembrete de que a glória de Deus havia deixado Israel.
Comentário Blog Associação Geral
Os israelitas tinham estado tão longe de Deus que eles acreditavam que trazer a Arca da Aliança para a batalha com os filisteus iria ajudá-los a vencer. Eles esqueceram que Deus era um ser vivo e não precisava de estátuas de ouro para morar entre eles. Israel não teve fé nem confiança em Deus. Eles viram a Arca como nada mais que um amuleto para lhes dar boa sorte.
Os filisteus não conheciam a Deus pessoalmente, mas conheciam as histórias de como Deus havia derrotado os egípcios e enviado pragas mortais. Eles estavam aterrorizados e de certa forma entendiam o poder de Deus melhor do que os israelitas sem fé.
O povo de Deus havia esquecido o que Deus havia feito por eles no passado. Eles não se lembravam de que Deus havia lutado por eles as maiores batalhas e eles não precisavam ter medo.
Quando enfrentamos problemas na vida, precisamos lembrar que Deus é quem combate nossas batalhas por nós. Se tentarmos fazer as coisas em nosso próprio poder ou usar Deus simplesmente como um amuleto de boa sorte, falharemos. Será que confiaremos no Senhor hoje?
Laura Muse
Capelã de saúde
Kansas, EUA
Os israelitas tinham estado tão longe de Deus que eles acreditavam que trazer a Arca da Aliança para a batalha com os filisteus iria ajudá-los a vencer. Eles esqueceram que Deus era um ser vivo e não precisava de estátuas de ouro para morar entre eles. Israel não teve fé nem confiança em Deus. Eles viram a Arca como nada mais que um amuleto para lhes dar boa sorte.
Os filisteus não conheciam a Deus pessoalmente, mas conheciam as histórias de como Deus havia derrotado os egípcios e enviado pragas mortais. Eles estavam aterrorizados e de certa forma entendiam o poder de Deus melhor do que os israelitas sem fé.
O povo de Deus havia esquecido o que Deus havia feito por eles no passado. Eles não se lembravam de que Deus havia lutado por eles as maiores batalhas e eles não precisavam ter medo.
Quando enfrentamos problemas na vida, precisamos lembrar que Deus é quem combate nossas batalhas por nós. Se tentarmos fazer as coisas em nosso próprio poder ou usar Deus simplesmente como um amuleto de boa sorte, falharemos. Será que confiaremos no Senhor hoje?
Laura Muse
Capelã de saúde
Kansas, EUA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
É uma tarefa titânica reavivar uma igreja, maior ainda, uma nação inteira. Pois, o mal, quando invade ao povo de Deus com suas diversas formas de pecado, penetra em cada canto que tiver acesso, fazendo a maior lambança/algazarra. Observe com atenção:
1. Pecados arrancam a paz do coração; e, então cheio de conflitos, o indivíduo mergulha numa guerra pensando vencê-la. Porém, ao enfrentar inimigos, depara-se com derrotas inimagináveis. Na guerra contra os filisteus, 4.000 homens do povo de Deus caíram mortos (vs. 1-2).
2. Pecados capacitam pessoas a criarem estratégias lógicas e religiosas objetivando reparar o que não é possível através das habilidades humanas; desta forma, o que parece reavivamento, entusiasmo e alegria, tornam-se em lamentos. Derrotados, os israelitas buscaram a Arca da Aliança; o povo vibrou. Contudo, o inimigo investiu e 30.000 israelitas foram mortos, a arca foi tomada e os dois sacerdotes – filhos de Eli, morreram nessa batalha (vs. 3-11).
3. Pecados abrigados/acariciados afastam-nos da santa presença divina, abençoadora e protetora; obtendo acesso, o pecado não perde tempo, tornando tudo uma derrota catastrófica, como um efeito dominó. Eli, com 98 anos, soube do ocorrido: 34.000 soldados mortos; arca roubada; e, filhos mortos. Gordo e cego caiu da cadeira e quebrou o pescoço. Sua nora, agora viúva, grávida, entrou em trabalho de parto, quase morrendo, deu á luz a um menino, que o chamou Icabode, que quer dizer: Foi-se a Glória (vs. 12-22).
O livro de Deuteronômio enfatiza, sem exagerar, que o amor a Deus deve ser incutido na mente, no coração e na alma dos filhos o dia inteiro, todos os dias (Deuteronômio 6:4-9). O livro de Josué termina com um apelo incisivo às famílias (Josué 24:14-15).
“Essa escolha, repetida em cada vida e em cada geração, é então desenvolvida nos textos subsequentes, começando com o livro de Juízes, que descreve um tempo em que cada um fazia o que era bom a seus olhos, com terríveis consequências” (Udo W. Milddelmann).
Tais consequências alcançaram o auge no capítulo em foco: Foi-se a Glória de Israel.
Para ser feliz/próspero/abençoado/vitorioso(a)…
• …Rejeite ao pecado!• …Viva para Deus, não para si mesmo!• …Decida amar Deus acima de tudo!• …Pare de viver como você quer e, comece a viver como Deus quer!“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
É uma tarefa titânica reavivar uma igreja, maior ainda, uma nação inteira. Pois, o mal, quando invade ao povo de Deus com suas diversas formas de pecado, penetra em cada canto que tiver acesso, fazendo a maior lambança/algazarra. Observe com atenção:
1. Pecados arrancam a paz do coração; e, então cheio de conflitos, o indivíduo mergulha numa guerra pensando vencê-la. Porém, ao enfrentar inimigos, depara-se com derrotas inimagináveis. Na guerra contra os filisteus, 4.000 homens do povo de Deus caíram mortos (vs. 1-2).
2. Pecados capacitam pessoas a criarem estratégias lógicas e religiosas objetivando reparar o que não é possível através das habilidades humanas; desta forma, o que parece reavivamento, entusiasmo e alegria, tornam-se em lamentos. Derrotados, os israelitas buscaram a Arca da Aliança; o povo vibrou. Contudo, o inimigo investiu e 30.000 israelitas foram mortos, a arca foi tomada e os dois sacerdotes – filhos de Eli, morreram nessa batalha (vs. 3-11).
3. Pecados abrigados/acariciados afastam-nos da santa presença divina, abençoadora e protetora; obtendo acesso, o pecado não perde tempo, tornando tudo uma derrota catastrófica, como um efeito dominó. Eli, com 98 anos, soube do ocorrido: 34.000 soldados mortos; arca roubada; e, filhos mortos. Gordo e cego caiu da cadeira e quebrou o pescoço. Sua nora, agora viúva, grávida, entrou em trabalho de parto, quase morrendo, deu á luz a um menino, que o chamou Icabode, que quer dizer: Foi-se a Glória (vs. 12-22).
O livro de Deuteronômio enfatiza, sem exagerar, que o amor a Deus deve ser incutido na mente, no coração e na alma dos filhos o dia inteiro, todos os dias (Deuteronômio 6:4-9). O livro de Josué termina com um apelo incisivo às famílias (Josué 24:14-15).
“Essa escolha, repetida em cada vida e em cada geração, é então desenvolvida nos textos subsequentes, começando com o livro de Juízes, que descreve um tempo em que cada um fazia o que era bom a seus olhos, com terríveis consequências” (Udo W. Milddelmann).
Tais consequências alcançaram o auge no capítulo em foco: Foi-se a Glória de Israel.
Para ser feliz/próspero/abençoado/vitorioso(a)…
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
