Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Lugar de refúgio
“Essas cidades serão para vocês um lugar de refúgio contra o vingador do sangue.” Josué 20:3
As cidades de refúgio podem ser comparadas à cruz de Cristo, para onde devemos fugir quando pecamos. Quando caímos em pecado, o “vingador” Satanás procura usar isso para nos destruir. A única solução consiste em ir a Jesus.
As cidades de refúgio ficavam em local de fácil acesso. O acesso a Jesus também é fácil, basta aceitar o convite Dele.
O assassino involuntário devia expor seu caso às autoridades. Nós devemos confessar o pecado a Jesus.
Os líderes da cidade permitiam que o indivíduo arrependido morasse entre eles. Jesus permite que vivamos com Ele.
As cidades de refúgio serviam aos israelitas e aos estrangeiros no meio deles. A graça de Deus é para todo o que a aceitar.
Promessa: Você pecou? Fuja rapidamente para o monte. Jesus é abrigo para todo pecador arrependido. Nele há perdão e proteção.
“Essas cidades serão para vocês um lugar de refúgio contra o vingador do sangue.” Josué 20:3
As cidades de refúgio podem ser comparadas à cruz de Cristo, para onde devemos fugir quando pecamos. Quando caímos em pecado, o “vingador” Satanás procura usar isso para nos destruir. A única solução consiste em ir a Jesus.
As cidades de refúgio ficavam em local de fácil acesso. O acesso a Jesus também é fácil, basta aceitar o convite Dele.
O assassino involuntário devia expor seu caso às autoridades. Nós devemos confessar o pecado a Jesus.
Os líderes da cidade permitiam que o indivíduo arrependido morasse entre eles. Jesus permite que vivamos com Ele.
As cidades de refúgio serviam aos israelitas e aos estrangeiros no meio deles. A graça de Deus é para todo o que a aceitar.
Promessa: Você pecou? Fuja rapidamente para o monte. Jesus é abrigo para todo pecador arrependido. Nele há perdão e proteção.
Comentários
Js 20 – Pecaste? Foge veloz para o monte. Jesus é abrigo para todo pecador arrependido.
Js 20 – As cidades de refúgio podem ser comparadas à cruz de Cristo, para onde devemos fugir quando pecamos.
Js 20:3 – Quando caímos em pecado, o “vingador” Satanás procura usar isso para nos destruir. A única solução consiste em ir a Jesus.
Js 20:3 – As cidades de refúgio ficavam em local de fácil acesso. O acesso a Jesus também é fácil, basta aceitar o convite dEle.
Js 20:4 – O assassino involuntário devia expor seu caso às autoridades. Nós devemos confessar o pecado a Jesus.
Js 20:4 – Os líderes da cidade permitiam que o indivíduo arrependido morasse entre eles. Jesus permite que vivamos com Ele.
Js 20:9 – As cidades de refúgio serviam aos israelitas e aos estrangeiros no meio deles. A graça de Deus é para todo o que a aceitar.
Js 20 – Pecaste? Foge veloz para o monte. Jesus é abrigo para todo pecador arrependido.
Js 20 – As cidades de refúgio podem ser comparadas à cruz de Cristo, para onde devemos fugir quando pecamos.
Js 20:3 – Quando caímos em pecado, o “vingador” Satanás procura usar isso para nos destruir. A única solução consiste em ir a Jesus.
Js 20:3 – As cidades de refúgio ficavam em local de fácil acesso. O acesso a Jesus também é fácil, basta aceitar o convite dEle.
Js 20:4 – O assassino involuntário devia expor seu caso às autoridades. Nós devemos confessar o pecado a Jesus.
Js 20:4 – Os líderes da cidade permitiam que o indivíduo arrependido morasse entre eles. Jesus permite que vivamos com Ele.
Js 20:9 – As cidades de refúgio serviam aos israelitas e aos estrangeiros no meio deles. A graça de Deus é para todo o que a aceitar.
Comentário Blog Associação Geral
As seis cidades de refúgio mencionadas neste capítulo foram escolhidas para proporcionar segurança, a quem acidentalmente tivesse matado alguma pessoa.
Havia três dessas cidades a oeste do rio Jordão e três a leste. Elas estavam dispostas de modo que pudessem ser alcançadas a partir de qualquer ponto do paí, numa jornada de meio dia a pé. As estradas eram mantidas limpas e placas direcionais eram colocadas e mantidas nas encruzilhadas de modo a serem facilmente lidas até por quem estava correndo. O “vingador do sangue” era considerado qualquer parente próximo da vítima que poderia tentar se vingar do crime.
Qualquer um que buscasse abrigo em uma cidade de refúgio deveria explicar seu caso aos anciãos da cidade e, se esses permitissem, ele poderia viver na cidade até o julgamento de seu caso, quando se decidiria se o homicídio havia sido acidental (culposo) ou intencional (doloso). Se fosse decidido que a morte fora acidental, ao homicida era permitido viver na cidade e ali permanecer protegido, desde que não saísse dos limites da cidade. Ele deveria viver lá até a morte do atual sumo sacerdote.
Essas cidades de refúgio apontavam para o nosso grande refúgio, Jesus Cristo. Se pecamos (e ninguém pode dizer que não pecou), podemos correr e buscar refúgio em Jesus pela fé e seremos salvos, contanto que permaneçamos nEle.
Ralph NeallProfessor aposentado e missionário
As seis cidades de refúgio mencionadas neste capítulo foram escolhidas para proporcionar segurança, a quem acidentalmente tivesse matado alguma pessoa.
Havia três dessas cidades a oeste do rio Jordão e três a leste. Elas estavam dispostas de modo que pudessem ser alcançadas a partir de qualquer ponto do paí, numa jornada de meio dia a pé. As estradas eram mantidas limpas e placas direcionais eram colocadas e mantidas nas encruzilhadas de modo a serem facilmente lidas até por quem estava correndo. O “vingador do sangue” era considerado qualquer parente próximo da vítima que poderia tentar se vingar do crime.
Qualquer um que buscasse abrigo em uma cidade de refúgio deveria explicar seu caso aos anciãos da cidade e, se esses permitissem, ele poderia viver na cidade até o julgamento de seu caso, quando se decidiria se o homicídio havia sido acidental (culposo) ou intencional (doloso). Se fosse decidido que a morte fora acidental, ao homicida era permitido viver na cidade e ali permanecer protegido, desde que não saísse dos limites da cidade. Ele deveria viver lá até a morte do atual sumo sacerdote.
Essas cidades de refúgio apontavam para o nosso grande refúgio, Jesus Cristo. Se pecamos (e ninguém pode dizer que não pecou), podemos correr e buscar refúgio em Jesus pela fé e seremos salvos, contanto que permaneçamos nEle.
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Como no capítulo anterior, às vezes parece difícil enxergar lições a serem aplicadas em nossa vida de alguns capítulos da Bíblia. O de hoje também pode parecer desafiador, mas não desanime. Deus quer falar ao teu coração e quer instruir-te no caminho da salvação…
A constituição civil era importante mesmo nas localidades onde vivia o povo de Deus. Os anciãos analisavam e julgavam cada caso. Havia necessidade de cidades de refúgio:
· Três a oeste do Jordão: Quedes, Siquém e Quiriate-Arba;
· Três ao leste do Jordão: Ramote-Gileade, Golã e Bezer.
As cidades refúgios foram idealizadas por Deus para refugiar aqueles que são alvos de vingança. Elas estavam bem localizadas objetivando facilitar a chegada do criminoso. Elas eram a salvação de muitas pessoas.
“O condenado ficava na cidade de refúgio até a morte do sumo sacerdote pelo fato de a vida de uma pessoa ser tão sagrada que o sacrifício de nenhum animal tipificava sua expiação. A morte do sumo sacerdote tipificava a morte do Sumo Sacerdote antitípico, Jesus, cujo sangue é suficiente para perdoar todos os pecados confessados sob arrependimento” (Richard M. Davidson).
Com esse pensamento teológico em mente, destaco os seguintes pensamentos:
Vivemos num mundo onde qualquer coisa pode acontecer. Somos carentes de proteção; acidentes podem acontecer a qualquer momento e, sem querer, alguém pode ser ferido mortalmente. Corremos perigo de causar sofrimento impensado na vida de uma família, pois a vida é tão sensível que, como diz o ditado: “para morrer, basta estar vivo”. Estamos sob a influência do mal e diante de qualquer coisa, alguém se levanta para vingar ou como dizem alguns, “fazer justiça com as próprias mãos”.
1. As antigas cidades refúgios destinadas ao antigo povo de Deus eram um símbolo do refúgio proporcionado por Cristo; e, para isso, Jesus tornou Sua igreja um instrumento de salvação do pecador.
2. As cidades refúgios revelam que Deus tomou medidas para afiançar a segurança de todo aquele que é acusado pelo diabo, o qual deseja vingar-se de Deus destruindo Suas preciosas criaturas.
3. As cidades de refúgio foram substituídas pelas igrejas, onde se declara a todos que vão em busca de libertação que: Jesus, o sacerdote, já morreu. Deste modo, em Cristo estamos livres da culpa e do pecado.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
Como no capítulo anterior, às vezes parece difícil enxergar lições a serem aplicadas em nossa vida de alguns capítulos da Bíblia. O de hoje também pode parecer desafiador, mas não desanime. Deus quer falar ao teu coração e quer instruir-te no caminho da salvação…
A constituição civil era importante mesmo nas localidades onde vivia o povo de Deus. Os anciãos analisavam e julgavam cada caso. Havia necessidade de cidades de refúgio:
· Três a oeste do Jordão: Quedes, Siquém e Quiriate-Arba;
· Três ao leste do Jordão: Ramote-Gileade, Golã e Bezer.
As cidades refúgios foram idealizadas por Deus para refugiar aqueles que são alvos de vingança. Elas estavam bem localizadas objetivando facilitar a chegada do criminoso. Elas eram a salvação de muitas pessoas.
“O condenado ficava na cidade de refúgio até a morte do sumo sacerdote pelo fato de a vida de uma pessoa ser tão sagrada que o sacrifício de nenhum animal tipificava sua expiação. A morte do sumo sacerdote tipificava a morte do Sumo Sacerdote antitípico, Jesus, cujo sangue é suficiente para perdoar todos os pecados confessados sob arrependimento” (Richard M. Davidson).
Com esse pensamento teológico em mente, destaco os seguintes pensamentos:
Vivemos num mundo onde qualquer coisa pode acontecer. Somos carentes de proteção; acidentes podem acontecer a qualquer momento e, sem querer, alguém pode ser ferido mortalmente. Corremos perigo de causar sofrimento impensado na vida de uma família, pois a vida é tão sensível que, como diz o ditado: “para morrer, basta estar vivo”. Estamos sob a influência do mal e diante de qualquer coisa, alguém se levanta para vingar ou como dizem alguns, “fazer justiça com as próprias mãos”.
1. As antigas cidades refúgios destinadas ao antigo povo de Deus eram um símbolo do refúgio proporcionado por Cristo; e, para isso, Jesus tornou Sua igreja um instrumento de salvação do pecador.
2. As cidades refúgios revelam que Deus tomou medidas para afiançar a segurança de todo aquele que é acusado pelo diabo, o qual deseja vingar-se de Deus destruindo Suas preciosas criaturas.
3. As cidades de refúgio foram substituídas pelas igrejas, onde se declara a todos que vão em busca de libertação que: Jesus, o sacerdote, já morreu. Deste modo, em Cristo estamos livres da culpa e do pecado.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
