Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
Convidamos você a ler 1 capítulo por dia da Bíblia. Esse hábito irá transformar nossas vidas!
Acesse a Bíblia: Bíblia Sagrada e Bíblia Sagrada em áudio Narrada por Cid Moreira
Comentários em áudio
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Cidades de refúgio e testemunhas
“Para que não se derrame sangue inocente na terra que o Senhor, seu Deus, lhes está dando por herança, pois vocês seriam culpados da morte de homens inocentes.”_ Deuteronômio 19:10
Em Israel o culpado era punido e o inocente, protegido. Deus é justo. As cidades de refúgio deviam ficar no centro da terra; Jesus, nosso refúgio, deve estar no centro de nossa vida. As vias de acesso para essas cidades deviam ser livres. Devemos tornar aos outros fácil o caminho até Jesus.
Quem odiasse e matasse deliberadamente deveria ser morto exemplarmente. Mas eram necessárias duas ou mais testemunhas para condenar alguém. Isso é justiça. Além disso, a lei do olho por olho era o que de mais justo havia na época e restringia a vingança.
“Eliminem o mal do meio de vocês” (v. 19). Você já fez isso? A fidelidade abre caminho para as bênçãos de Deus.
O verso 14 é um chamado à honestidade. Os israelitas não deviam mudar os marcos nos terrenos.
Promessa: Resumo do que temos que fazer: “Amar o Senhor, o [nosso] Deus, e sempre andar nos Seus caminhos” (v. 9). Ele promete nos ajudar nisso, pois quer o nosso bem.
“Para que não se derrame sangue inocente na terra que o Senhor, seu Deus, lhes está dando por herança, pois vocês seriam culpados da morte de homens inocentes.”_ Deuteronômio 19:10
Em Israel o culpado era punido e o inocente, protegido. Deus é justo. As cidades de refúgio deviam ficar no centro da terra; Jesus, nosso refúgio, deve estar no centro de nossa vida. As vias de acesso para essas cidades deviam ser livres. Devemos tornar aos outros fácil o caminho até Jesus.
Quem odiasse e matasse deliberadamente deveria ser morto exemplarmente. Mas eram necessárias duas ou mais testemunhas para condenar alguém. Isso é justiça. Além disso, a lei do olho por olho era o que de mais justo havia na época e restringia a vingança.
“Eliminem o mal do meio de vocês” (v. 19). Você já fez isso? A fidelidade abre caminho para as bênçãos de Deus.
O verso 14 é um chamado à honestidade. Os israelitas não deviam mudar os marcos nos terrenos.
Promessa: Resumo do que temos que fazer: “Amar o Senhor, o [nosso] Deus, e sempre andar nos Seus caminhos” (v. 9). Ele promete nos ajudar nisso, pois quer o nosso bem.
Comentário
Dt 19 – Em Israel o culpado era punido e o inocente, protegido. Deus é justo.
Dt 19:2 – As cidades de refúgio deviam ficar no centro da terra; Jesus, nosso refúgio, deve estar no centro de nossa vida.
Dt 19:3 – As vias de acesso para as cidades de refúgio deviam ser livres. Devemos tornar aos outros fácil o caminho até Jesus.
Dt 19:8 – A fidelidade abre caminho para as bênçãos de Deus.
Dt 19:9 – Resumo do que temos que fazer: “Amar o Senhor, o [nosso] Deus, e sempre andar nos Seus caminhos.”
Dt 19:11 – Quem odiasse e matasse deliberadamente deveria ser morto exemplarmente.
Dt 19:14 – Chamado à honestidade. Os israelitas não deviam mudar os marcos nos terrenos.
Dt 19:15 – Eram necessárias duas ou mais testemunhas para condenar alguém. Isso é justiça.
Dt 19:19 – “Eliminem o mal do meio de vocês.” Você já fez isso?
Dt 19:21 – A lei do olho por olho era o que de mais justo havia na época e restringia a vingança.
Dt 19 – Em Israel o culpado era punido e o inocente, protegido. Deus é justo.
Dt 19:2 – As cidades de refúgio deviam ficar no centro da terra; Jesus, nosso refúgio, deve estar no centro de nossa vida.
Dt 19:3 – As vias de acesso para as cidades de refúgio deviam ser livres. Devemos tornar aos outros fácil o caminho até Jesus.
Dt 19:8 – A fidelidade abre caminho para as bênçãos de Deus.
Dt 19:9 – Resumo do que temos que fazer: “Amar o Senhor, o [nosso] Deus, e sempre andar nos Seus caminhos.”
Dt 19:11 – Quem odiasse e matasse deliberadamente deveria ser morto exemplarmente.
Dt 19:14 – Chamado à honestidade. Os israelitas não deviam mudar os marcos nos terrenos.
Dt 19:15 – Eram necessárias duas ou mais testemunhas para condenar alguém. Isso é justiça.
Dt 19:19 – “Eliminem o mal do meio de vocês.” Você já fez isso?
Dt 19:21 – A lei do olho por olho era o que de mais justo havia na época e restringia a vingança.
Comentário Blog Associação Geral
Ao lermos Deuteronômio 19, podemos ver os planos proativos de Deus em ação. Nas culturas daquela época, quando uma pessoa era assassinada, seus assassinos deveriam ser mortos (Êxodo 21:14). E se alguém matasse outro acidentalmente? Como ele escaparia do vingador? Essa pessoa deveria fugir para uma das seis cidades de refúgio, aliás todas elas eram cidades de levitas. Quem melhor que o sacerdote para exercer um julgamento imparcial?
Para onde corremos quando cometemos pecado? Hebreus 6:18 usa a mesma linguagem para descrever o relacionamento de Cristo com seus filhos: “nós, que fugimos em busca de refúgio, podemos ter forte encorajamento para nos apegarmos à esperança que nos é dada”.
O que significa para você ter um lugar para onde correr onde o juiz é “fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar”? (1 João 1: 9).
No final deste capítulo, Deus, mais uma vez, estabeleceu uma maneira de lidar com aqueles que poderiam mentir para culpar alguém. O que você acha que “exterminar”, termo usado no versículo 19, significa? (A resposta está no mesmo verso). Você já foi vítima da falsidade de alguém? Que intervenção foi usada para lidar com o problema? Você acha que o plano descrito nesta passagem funcionaria no mundo de hoje?
Mark Etchell
Pastor da Igreja Adventista do Monte do Campus
Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA
Ao lermos Deuteronômio 19, podemos ver os planos proativos de Deus em ação. Nas culturas daquela época, quando uma pessoa era assassinada, seus assassinos deveriam ser mortos (Êxodo 21:14). E se alguém matasse outro acidentalmente? Como ele escaparia do vingador? Essa pessoa deveria fugir para uma das seis cidades de refúgio, aliás todas elas eram cidades de levitas. Quem melhor que o sacerdote para exercer um julgamento imparcial?
Para onde corremos quando cometemos pecado? Hebreus 6:18 usa a mesma linguagem para descrever o relacionamento de Cristo com seus filhos: “nós, que fugimos em busca de refúgio, podemos ter forte encorajamento para nos apegarmos à esperança que nos é dada”.
O que significa para você ter um lugar para onde correr onde o juiz é “fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar”? (1 João 1: 9).
No final deste capítulo, Deus, mais uma vez, estabeleceu uma maneira de lidar com aqueles que poderiam mentir para culpar alguém. O que você acha que “exterminar”, termo usado no versículo 19, significa? (A resposta está no mesmo verso). Você já foi vítima da falsidade de alguém? Que intervenção foi usada para lidar com o problema? Você acha que o plano descrito nesta passagem funcionaria no mundo de hoje?
Mark Etchell
Pastor da Igreja Adventista do Monte do Campus
Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Se você se sente o pior pecador, não fuja de Cristo, fuja para Cristo. Se você é assassino, estuprador, pedófilo, ladrão, ou algum tipo de criminoso, não precisa fugir… Saiba onde existe segurança.
Desde o início do pecado, Deus esteve sempre criando estratégias para proteger, alcançar e restaurar o transgressor. Deus revelou que sabe o potencial do pecado em nós, mas Seu potencial para salvar-nos é maior que o potencial do pecado.
O capítulo em apreço contém orientações para construção das cidades-refúgio. Embora Números 35 já fizesse referência e esse assunto, Moisés, neste sermão, o relembra; para que, após sua morte e a entrada do povo em Canaã não fossem esquecidas estas construções.
Mas, atenção!
· Deus não “passa a mão na cabeça” daquele que pratica o mal premeditadamente. Seu objetivo com as cidades de refúgio não era propagar o mal, mas eliminar o mal. Deus não quer que seja vingado aquele que, acidentalmente, cometeu um crime; por isso, as seis cidades de refúgio (vs. 1-10).
· Se o criminoso é ruim, perverso, cruel e, só está usando tais cidades para preservar sua vida para, então, continuar destruindo vidas, ele deve ser entregue nas mãos do familiar vingador das vítimas que ele destruiu (vs. 11-13). Claro, nossa legislação hoje é diferente.
· Contudo, o que é evidente para nós hoje destas regras que deveriam ser vigente antigamente, é a intenção divina acabar com o mal entre a humanidade (vs. 14-21).
Diante de qualquer acusação era necessário ter duas testemunhas verdadeiras. Entendido corretamente, Deus pretendia inibir o mal, não criar vingadores ou fofoqueiros. Por isso…
1. Um processo legal deveria analisar cada caso (vs. 14-17)
2. A testemunha falsa estava sujeita à pena de morte (vs. 18-20).
3. A sentença não deveria ultrapassar ao crime cometido (v. 21).
Estas orientações “não eram uma licença para a vingança, era um princípio legal que limitava o castigo, fazendo que este se apegasse ao crime cometido” (L. John McConville).
Deus quer destruir o mal!
Pode-se dizer que atualmente as igrejas são cidades-refúgio e, no tribunal celestial cada caso será decidido. Nesta ocasião, os anjos serão testemunhas.
Se você fez qualquer coisa que te trouxe o incômodo da culpa, corra imediatamente para Jesus, Ele é o refúgio que você precisa! – Heber Toth Armí.
Se você se sente o pior pecador, não fuja de Cristo, fuja para Cristo. Se você é assassino, estuprador, pedófilo, ladrão, ou algum tipo de criminoso, não precisa fugir… Saiba onde existe segurança.
Desde o início do pecado, Deus esteve sempre criando estratégias para proteger, alcançar e restaurar o transgressor. Deus revelou que sabe o potencial do pecado em nós, mas Seu potencial para salvar-nos é maior que o potencial do pecado.
O capítulo em apreço contém orientações para construção das cidades-refúgio. Embora Números 35 já fizesse referência e esse assunto, Moisés, neste sermão, o relembra; para que, após sua morte e a entrada do povo em Canaã não fossem esquecidas estas construções.
Mas, atenção!
· Deus não “passa a mão na cabeça” daquele que pratica o mal premeditadamente. Seu objetivo com as cidades de refúgio não era propagar o mal, mas eliminar o mal. Deus não quer que seja vingado aquele que, acidentalmente, cometeu um crime; por isso, as seis cidades de refúgio (vs. 1-10).
· Se o criminoso é ruim, perverso, cruel e, só está usando tais cidades para preservar sua vida para, então, continuar destruindo vidas, ele deve ser entregue nas mãos do familiar vingador das vítimas que ele destruiu (vs. 11-13). Claro, nossa legislação hoje é diferente.
· Contudo, o que é evidente para nós hoje destas regras que deveriam ser vigente antigamente, é a intenção divina acabar com o mal entre a humanidade (vs. 14-21).
Diante de qualquer acusação era necessário ter duas testemunhas verdadeiras. Entendido corretamente, Deus pretendia inibir o mal, não criar vingadores ou fofoqueiros. Por isso…
1. Um processo legal deveria analisar cada caso (vs. 14-17)
2. A testemunha falsa estava sujeita à pena de morte (vs. 18-20).
3. A sentença não deveria ultrapassar ao crime cometido (v. 21).
Estas orientações “não eram uma licença para a vingança, era um princípio legal que limitava o castigo, fazendo que este se apegasse ao crime cometido” (L. John McConville).
Deus quer destruir o mal!
Pode-se dizer que atualmente as igrejas são cidades-refúgio e, no tribunal celestial cada caso será decidido. Nesta ocasião, os anjos serão testemunhas.
Se você fez qualquer coisa que te trouxe o incômodo da culpa, corra imediatamente para Jesus, Ele é o refúgio que você precisa! – Heber Toth Armí.
