Capítulo do dia | Narrada por Cid Moreira
Convidamos você a ler 1 capítulo por dia da Bíblia. Esse hábito irá transformar nossas vidas!
Acesse a Bíblia: Bíblia Sagrada e Bíblia Sagrada em áudio Narrada por Cid Moreira
Comentários em áudio
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
As Festas Sagradas
“As festas fixas do Senhor, que vocês proclamarão, serão santas convocações. [...] Para que as gerações de vocês saibam.” Levítico 23:2, 43
Levítico 23 nos lembra as palavras de Ellen White: “Não devemos temer o futuro, a menos que nos esqueçamos de como Deus nos guiou no passado.” As festas sagradas estabelecidas pelo Senhor tinham o objetivo de transmitir às gerações seguintes o legado de fé e a esperança do Messias vindouro e do futuro de glória. De certa forma, eram festas proféticas.
O capítulo começa citando o sábado da lei moral, uma “festa” semanal. Você considera assim o sétimo dia da semana? Sábado é dia de alegria; de encontro com Deus e com os irmãos. O verso 38 mostra a distinção entre o sábado semanal, memorial eterno da criação, e os sábados festivais, que podiam cair em qualquer dia da semana e encontraram cumprimento basicamente em Jesus. São eles:
Páscoa. Representa a morte do Cordeiro cujo sangue deve ser aplicado em nosso coração. Depois de Sua morte, Jesus substituiu a Páscoa pela Santa Ceia, na qual também há pão e suco de uva. Associada à Páscoa estava a Festa dos Pães, símbolo inequívoco de Jesus, o pão da vida.
Primícias. Era realizada “no dia seguinte ao sábado”. Jesus, a primícia, ressuscitou no domingo. Durante a Festa das Primícias, era oferecido um litro de vinho. Depois da ressurreição, Jesus apresentou Seu sangue no Céu.
Pentecostes. Cinquenta dias após a ressurreição, o Espírito Santo concedeu poder especial a Seus servos. Ele nos ajuda a plantar e nos dá a colheita.
Dia da Expiação. O que fazer durante o juízo? Corra para o santuário e aceite a oferta do Cordeiro! O Dia da Expiação era um dia de juízo, durante o qual os pecados eram apagados dos registros. Estamos vivendo no verdadeiro Dia da Expiação. Você tem “afligido sua alma” e se humilhado diante do Senhor? Está arrependido de seus pecados? O pecado será eliminado do Universo. Infelizmente, quem não se arrepender e não o abandonar será eliminado junto com ele.
Festa dos Tabernáculos. No primeiro dia da festa, os israelitas apanhavam os melhores frutos das árvores. No Céu comeremos do fruto da árvore da vida. “Acampados” no Céu com Jesus e os salvos, longe do mal e da dor, tudo será festa!
Promessa: Por meio das festas sagradas, Deus fez com que Seu povo se lembrasse constantemente de Suas promessas de salvação e vida eterna.
“As festas fixas do Senhor, que vocês proclamarão, serão santas convocações. [...] Para que as gerações de vocês saibam.” Levítico 23:2, 43
Levítico 23 nos lembra as palavras de Ellen White: “Não devemos temer o futuro, a menos que nos esqueçamos de como Deus nos guiou no passado.” As festas sagradas estabelecidas pelo Senhor tinham o objetivo de transmitir às gerações seguintes o legado de fé e a esperança do Messias vindouro e do futuro de glória. De certa forma, eram festas proféticas.
O capítulo começa citando o sábado da lei moral, uma “festa” semanal. Você considera assim o sétimo dia da semana? Sábado é dia de alegria; de encontro com Deus e com os irmãos. O verso 38 mostra a distinção entre o sábado semanal, memorial eterno da criação, e os sábados festivais, que podiam cair em qualquer dia da semana e encontraram cumprimento basicamente em Jesus. São eles:
Páscoa. Representa a morte do Cordeiro cujo sangue deve ser aplicado em nosso coração. Depois de Sua morte, Jesus substituiu a Páscoa pela Santa Ceia, na qual também há pão e suco de uva. Associada à Páscoa estava a Festa dos Pães, símbolo inequívoco de Jesus, o pão da vida.
Primícias. Era realizada “no dia seguinte ao sábado”. Jesus, a primícia, ressuscitou no domingo. Durante a Festa das Primícias, era oferecido um litro de vinho. Depois da ressurreição, Jesus apresentou Seu sangue no Céu.
Pentecostes. Cinquenta dias após a ressurreição, o Espírito Santo concedeu poder especial a Seus servos. Ele nos ajuda a plantar e nos dá a colheita.
Dia da Expiação. O que fazer durante o juízo? Corra para o santuário e aceite a oferta do Cordeiro! O Dia da Expiação era um dia de juízo, durante o qual os pecados eram apagados dos registros. Estamos vivendo no verdadeiro Dia da Expiação. Você tem “afligido sua alma” e se humilhado diante do Senhor? Está arrependido de seus pecados? O pecado será eliminado do Universo. Infelizmente, quem não se arrepender e não o abandonar será eliminado junto com ele.
Festa dos Tabernáculos. No primeiro dia da festa, os israelitas apanhavam os melhores frutos das árvores. No Céu comeremos do fruto da árvore da vida. “Acampados” no Céu com Jesus e os salvos, longe do mal e da dor, tudo será festa!
Promessa: Por meio das festas sagradas, Deus fez com que Seu povo se lembrasse constantemente de Suas promessas de salvação e vida eterna.
Comentário
Levítico 23 nos lembra das palavras de Ellen White: “Não devemos temer o futuro, a menos que nos esqueçamos de como Deus nos guiou no passado.”
Lv 23:3 – O sábado era um dos “tempos designados”, uma festa semanal. Você considera assim o sétimo dia da semana? Sábado é dia de alegria; de encontro com Deus e com os irmãos.
Lv 23:4, 5 – Páscoa representa a morte do Cordeiro cujo sangue deve ser aplicado em nosso coração.
Lv 23:4, 5 – Depois de Sua morte, Jesus substituiu a Páscoa pela Santa Ceia, na qual também há pão e suco de uva.
Lv 23:6 – Associada à Páscoa estava a Festa dos Pães (sem fermento), símbolo inequívoco de Jesus, o pão da vida.
Lv 23:9-14 – A Festa das Primícias era realizada “no dia seguinte ao sábado”. Jesus, a primícia, ressuscitou no domingo.
Lv 23:13 – Durante a Festa das Primícias, era oferecido um litro de vinho. Depois da ressurreição, Jesus apresentou Seu sangue no Céu.
Lv 23:15, 16 – Cinquenta dias após a ressurreição, o Espírito Santo concedeu poder especial a Seus servos.
Lv 23:22 – Pausa para lembrar das necessidades dos pobres. Deus insiste nisso. “Todas as vezes que o fizerdes a um destes pequeninos...”
Lv 23:26-32 – O que fazer durante o juízo? Corra para o santuário e aceite a oferta do Cordeiro!
Lv 23:26-32 – O Dia da Expiação era um dia de juízo, durante o qual os pecados eram apagados dos registros.
Lv 23:26, 32 – Estamos vivendo no verdadeiro Dia da Expiação. Você tem “afligido sua alma”? Está arrependido de seus pecados?
Lv 23:29 – O pecado será eliminado do Universo. Infelizmente, quem não se arrepender e não abandoná-lo será eliminado junto com ele.
Lv 23:38 – O verso mostra a distinção entre o sábado semanal, memorial da criação, e os sábados festivais, que podiam cair em qualquer dia da semana.
Lv 23:40 – No primeiro dia da festa, os israelitas apanhavam os melhores frutos das árvores. No Céu comeremos do fruto da árvore da vida.
Lv 23:43 – As festas serviam também para que os filhos dos israelitas soubessem o que Deus fez por eles.
Lv 23:43 – “Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.” Deus gosta de repetir isso. E eu gosto de ouvir!
Levítico 23 nos lembra das palavras de Ellen White: “Não devemos temer o futuro, a menos que nos esqueçamos de como Deus nos guiou no passado.”
Lv 23:3 – O sábado era um dos “tempos designados”, uma festa semanal. Você considera assim o sétimo dia da semana? Sábado é dia de alegria; de encontro com Deus e com os irmãos.
Lv 23:4, 5 – Páscoa representa a morte do Cordeiro cujo sangue deve ser aplicado em nosso coração.
Lv 23:4, 5 – Depois de Sua morte, Jesus substituiu a Páscoa pela Santa Ceia, na qual também há pão e suco de uva.
Lv 23:6 – Associada à Páscoa estava a Festa dos Pães (sem fermento), símbolo inequívoco de Jesus, o pão da vida.
Lv 23:9-14 – A Festa das Primícias era realizada “no dia seguinte ao sábado”. Jesus, a primícia, ressuscitou no domingo.
Lv 23:13 – Durante a Festa das Primícias, era oferecido um litro de vinho. Depois da ressurreição, Jesus apresentou Seu sangue no Céu.
Lv 23:15, 16 – Cinquenta dias após a ressurreição, o Espírito Santo concedeu poder especial a Seus servos.
Lv 23:22 – Pausa para lembrar das necessidades dos pobres. Deus insiste nisso. “Todas as vezes que o fizerdes a um destes pequeninos...”
Lv 23:26-32 – O que fazer durante o juízo? Corra para o santuário e aceite a oferta do Cordeiro!
Lv 23:26-32 – O Dia da Expiação era um dia de juízo, durante o qual os pecados eram apagados dos registros.
Lv 23:26, 32 – Estamos vivendo no verdadeiro Dia da Expiação. Você tem “afligido sua alma”? Está arrependido de seus pecados?
Lv 23:29 – O pecado será eliminado do Universo. Infelizmente, quem não se arrepender e não abandoná-lo será eliminado junto com ele.
Lv 23:38 – O verso mostra a distinção entre o sábado semanal, memorial da criação, e os sábados festivais, que podiam cair em qualquer dia da semana.
Lv 23:40 – No primeiro dia da festa, os israelitas apanhavam os melhores frutos das árvores. No Céu comeremos do fruto da árvore da vida.
Lv 23:43 – As festas serviam também para que os filhos dos israelitas soubessem o que Deus fez por eles.
Lv 23:43 – “Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.” Deus gosta de repetir isso. E eu gosto de ouvir!
Comentário Blog Associação Geral
As festas do santuário se baseavam no calendário agrícola e se organizavam em torno do número sete e do Sábado. A sequência das festas era: Páscoa e Pães Asmos, Primícias, Pentecostes, Trombetas, Dia da Expiação e Tabernáculos (também chamado de Cabanas).
As festas da Páscoa e dos Pães Asmos [ou ázimos, sem fermento ou não levedados] comemoravam o êxodo do Egito – porque o anjo do Senhor passou por cima deles e os poupou – e a massa sem fermento que levaram consigo ao sair.
As festas das Primícias [Primeiros Frutos] e Pentecostes celebravam o início e o fim da safra de grãos da primavera.
Trombetas anunciava a preparação para o Dia da Expiação (ou Julgamento), e Tabernáculos comemorava a sua vida em tendas no deserto e a provisão de Deus e sua aceitação no Julgamento. Cada festa foi projetada para enfatizar o cuidado de Deus e libertação no passado, bem como o Seu amor e disposição no presente.
Nós ainda devemos seguir o que Deus espera de nós hoje, observando momentos pessoais e dias especiais para lembrar o que Ele fez por nós e dar-Lhe graças e louvor pelo Seu amor e graça. E porque Ele é santo, devemos crescer em santidade. Isso só pode ser realizado quando passarmos tempo com nosso Senhor e mantivermos um estreito relacionamento com Ele.
Dean DavisAtlantic Union College
As festas do santuário se baseavam no calendário agrícola e se organizavam em torno do número sete e do Sábado. A sequência das festas era: Páscoa e Pães Asmos, Primícias, Pentecostes, Trombetas, Dia da Expiação e Tabernáculos (também chamado de Cabanas).
As festas da Páscoa e dos Pães Asmos [ou ázimos, sem fermento ou não levedados] comemoravam o êxodo do Egito – porque o anjo do Senhor passou por cima deles e os poupou – e a massa sem fermento que levaram consigo ao sair.
As festas das Primícias [Primeiros Frutos] e Pentecostes celebravam o início e o fim da safra de grãos da primavera.
Trombetas anunciava a preparação para o Dia da Expiação (ou Julgamento), e Tabernáculos comemorava a sua vida em tendas no deserto e a provisão de Deus e sua aceitação no Julgamento. Cada festa foi projetada para enfatizar o cuidado de Deus e libertação no passado, bem como o Seu amor e disposição no presente.
Nós ainda devemos seguir o que Deus espera de nós hoje, observando momentos pessoais e dias especiais para lembrar o que Ele fez por nós e dar-Lhe graças e louvor pelo Seu amor e graça. E porque Ele é santo, devemos crescer em santidade. Isso só pode ser realizado quando passarmos tempo com nosso Senhor e mantivermos um estreito relacionamento com Ele.
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Deus gosta de festas; mas não das festas que o diabo e os perdidos gostam. Deus gosta de festas nobres, santas e espirituais, muito melhores que as festas carnais. Neste capítulo são mencionadas as sete festas instituídas por Deus:
1. Páscoa;2. Pentecostes:3. Dos Tabernáculos;4. Do dia da Expiação;5. Das trombetas;6. Dos pães asmos;7. Das primícias.O dia indicado no calendário para cada festa era feriado. Deus quer celebrar conosco. Aparece no texto nove vezes a palavra “festa” e dez vezes “santa convocação”. Nossa satisfação, prazer e motivos de celebração neste mundo de pecado estão em nortear nossa vida nos princípios divinos.
• A festa da Páscoa comemorava a libertação de Israel da escravidão egípcia. Na Bíblia, Jesus instituiu a Santa Ceia em lugar desta festa – cerimônia espiritual que celebra a libertação da escravidão do pecado através da morte de Cristo.
• A festa de Pentecostes – diferente da festa das primícias que era a celebração com os primeiros frutos da terra – era celebrada no final da colheita com manjares, pães e farinhas; relembra que nossa alimentação vem do Senhor.
• A festa dos Tabernáculos/cabanas relembra o tempo de peregrinação no deserto até chegar à Terra Prometida. Deveria nos relembrar que neste mundo somos peregrinos caminhando no deserto desta vida para a Pátria Celestial.
• O dia da Expiação que era a festa das festas, um dia solene de celebração do perdão como fonte em Deus.
• A festa das Trombetas vinha antes do dia da Expiação, visando convocar os religiosos para este encontro especial com o Senhor.
• A festa dos Pães Asmos celebra a vida e ao Autor da vida; Deus não apenas livra da morte, Ele mantém a vida.
• A festa das Primícias adverte-nos que Deus merece sempre o primeiro lugar em nossa vida, pois tudo o que somos e temos vem Dele e devemos tudo a Ele.
Todas as festas eram instrutivas/educativas. Deus as colocou no calendário anual para ensinar salvação ao Seu povo.
Todas as festas apontam para Jesus. Jesus é:
- a nossa Páscoa,
- o Pão sem fermento,
- as Primícias,
- o Doador do Espírito Santo no dia de Pentecostes,
- Quem tocará a última Trombeta,
- Quem morreu para fazer Expiação por nossos pecados
- quando tabernaculizou/habitou entre nós.
Celebremos o Messias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Deus gosta de festas; mas não das festas que o diabo e os perdidos gostam. Deus gosta de festas nobres, santas e espirituais, muito melhores que as festas carnais. Neste capítulo são mencionadas as sete festas instituídas por Deus:
O dia indicado no calendário para cada festa era feriado. Deus quer celebrar conosco. Aparece no texto nove vezes a palavra “festa” e dez vezes “santa convocação”. Nossa satisfação, prazer e motivos de celebração neste mundo de pecado estão em nortear nossa vida nos princípios divinos.
• A festa da Páscoa comemorava a libertação de Israel da escravidão egípcia. Na Bíblia, Jesus instituiu a Santa Ceia em lugar desta festa – cerimônia espiritual que celebra a libertação da escravidão do pecado através da morte de Cristo.
• A festa de Pentecostes – diferente da festa das primícias que era a celebração com os primeiros frutos da terra – era celebrada no final da colheita com manjares, pães e farinhas; relembra que nossa alimentação vem do Senhor.
• A festa dos Tabernáculos/cabanas relembra o tempo de peregrinação no deserto até chegar à Terra Prometida. Deveria nos relembrar que neste mundo somos peregrinos caminhando no deserto desta vida para a Pátria Celestial.
• O dia da Expiação que era a festa das festas, um dia solene de celebração do perdão como fonte em Deus.
• A festa das Trombetas vinha antes do dia da Expiação, visando convocar os religiosos para este encontro especial com o Senhor.
• A festa dos Pães Asmos celebra a vida e ao Autor da vida; Deus não apenas livra da morte, Ele mantém a vida.
• A festa das Primícias adverte-nos que Deus merece sempre o primeiro lugar em nossa vida, pois tudo o que somos e temos vem Dele e devemos tudo a Ele.
Todas as festas eram instrutivas/educativas. Deus as colocou no calendário anual para ensinar salvação ao Seu povo.
Todas as festas apontam para Jesus. Jesus é:
- a nossa Páscoa,
- o Pão sem fermento,
- as Primícias,
- o Doador do Espírito Santo no dia de Pentecostes,
- Quem tocará a última Trombeta,
- Quem morreu para fazer Expiação por nossos pecados
- quando tabernaculizou/habitou entre nós.
Celebremos o Messias! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.