Capítulo do dia | Narrada por Cid Moreira
Convidamos você a ler 1 capítulo por dia da Bíblia. Esse hábito irá transformar nossas vidas!
Acesse a Bíblia: Bíblia Sagrada e Bíblia Sagrada em áudio Narrada por Cid Moreira
Comentários em áudio
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Restrições quanto ao uso do sangue
“Fale a Arão, a seus filhos e aos filhos de Israel e diga-lhes: Isto é o que o Senhor ordenou.” Levítico 17:2
O diabo sempre tenta contrafazer a obra de Deus com sistemas paralelos. Sacrifício só no santuário. Salvação só em Jesus. Nada de ambiguidades nem adaptações. Além disso, o inimigo sabe que sangue é vida, por isso quer transformá-lo em símbolo de morte. Deus proibiu os cultos pagãos imorais, pois são inúteis e afastam a pessoa do verdadeiro Senhor. Obedecer às orientações do Senhor é a melhor e mais sábia coisa que podemos fazer. Sempre.
Sangue simboliza a vida e era instrumento de expiação, por isso Deus vetou seu consumo como alimento comum. Hoje compreendemos que há também razões dietéticas para o não uso de sangue como alimento. Detalhe: as restrições quanto ao uso de sangue tinham que ver com alimentação, não com transfusão (algo que nem existia nos tempos bíblicos). No estômago, é morte; na veia, é vida.
Comer um animal encontrado morto era algo impuro. Imagine o risco disso. Deus protege Seu povo e o orienta.
Promessa: Sempre que se sentir tentado a fazer algo errado, corra para a Tenda do Encontro. Busque a Deus. Ele promete conceder perdão e força para vencer.
Comentários
Lv 17:1, 2 – Moisés deveria dizer ao povo tudo o que o Senhor ordenou. Nossa missão não é diferente.
Lv 17:7-9 – Deus proibiu os cultos pagãos imorais, pois são inúteis e afastam a pessoa do verdadeiro Senhor.
Lv 17:8, 9 – Sempre que se sentir tentado a fazer algo errado, corra para a Tenda do Encontro. Busque a Deus.
Lv 17:10-12 – Sangue simboliza a vida e era instrumento de expiação, por isso Deus vetou seu consumo como alimento comum.
Lv 17:10-12 – Hoje compreendemos que há também razões dietéticas para o não uso de sangue como alimento.
Lv 17:10-12 – As restrições quanto ao uso de sangue tinham que ver com alimentação, não com transfusão. No estômago, é morte; na veia, é vida.
Lv 17:13 – Pode não é deve. Lembre-se de que o alimento escolhido por Deus para Seu povo foi o maná. Escolha também o melhor.
Lv 17:15 – Comer um animal encontrado morto era algo impuro. Imagine o risco disso. Deus protege Seu povo e o orienta.
Lv 17 – O diabo sempre tenta contrafazer a obra de Deus com sistemas paralelos. Sacrifício só no santuário. Salvação só em Jesus.
Lv 17 – Satanás sabe que sangue é vida, por isso quer transformá-lo em símbolo de morte.
Lv 17:1, 2 – Moisés deveria dizer ao povo tudo o que o Senhor ordenou. Nossa missão não é diferente.
Lv 17:7-9 – Deus proibiu os cultos pagãos imorais, pois são inúteis e afastam a pessoa do verdadeiro Senhor.
Lv 17:8, 9 – Sempre que se sentir tentado a fazer algo errado, corra para a Tenda do Encontro. Busque a Deus.
Lv 17:10-12 – Sangue simboliza a vida e era instrumento de expiação, por isso Deus vetou seu consumo como alimento comum.
Lv 17:10-12 – Hoje compreendemos que há também razões dietéticas para o não uso de sangue como alimento.
Lv 17:10-12 – As restrições quanto ao uso de sangue tinham que ver com alimentação, não com transfusão. No estômago, é morte; na veia, é vida.
Lv 17:13 – Pode não é deve. Lembre-se de que o alimento escolhido por Deus para Seu povo foi o maná. Escolha também o melhor.
Lv 17:15 – Comer um animal encontrado morto era algo impuro. Imagine o risco disso. Deus protege Seu povo e o orienta.
Lv 17 – O diabo sempre tenta contrafazer a obra de Deus com sistemas paralelos. Sacrifício só no santuário. Salvação só em Jesus.
Lv 17 – Satanás sabe que sangue é vida, por isso quer transformá-lo em símbolo de morte.
Comentário Blog Associação Geral
Aqui Deus adverte o seu povo contra o uso indevido de um dom que escorria de seus sacrifícios: o sangue. Deus, através de Moisés, diz ao seu povo “… Eu o dei [o sangue] a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida”(v. 11 NVI).
Talvez isso contradiga seu conceito de sacrifício. Não é o sacrifício um presente do adorador para Deus? Sim, isso é verdade. Um sacrifício é trazido pelo adorador, mas o sangue do sacrifício faz com que o povo de Deus fique consciente de onde a expiação (perdão e reconciliação com Deus) vem. Não vem do trabalho duro do devoto ao cuidar das ovelhas no campo, ou de sua generosidade em trazer um animal perfeito para o sacrifício.
Deus está declarando que o perdão vem somente com o dom do sangue, apontando para o sacrifício de Jesus na cruz. Assim como Paulo claramente aponta em sua carta aos Romanos: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (6:23 NVI).
Eric Sayler
Pastor, IASD de Eastgate
Walla Walla, Washington, EUA
Aqui Deus adverte o seu povo contra o uso indevido de um dom que escorria de seus sacrifícios: o sangue. Deus, através de Moisés, diz ao seu povo “… Eu o dei [o sangue] a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida”(v. 11 NVI).
Talvez isso contradiga seu conceito de sacrifício. Não é o sacrifício um presente do adorador para Deus? Sim, isso é verdade. Um sacrifício é trazido pelo adorador, mas o sangue do sacrifício faz com que o povo de Deus fique consciente de onde a expiação (perdão e reconciliação com Deus) vem. Não vem do trabalho duro do devoto ao cuidar das ovelhas no campo, ou de sua generosidade em trazer um animal perfeito para o sacrifício.
Deus está declarando que o perdão vem somente com o dom do sangue, apontando para o sacrifício de Jesus na cruz. Assim como Paulo claramente aponta em sua carta aos Romanos: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (6:23 NVI).
Eric Sayler
Pastor, IASD de Eastgate
Walla Walla, Washington, EUA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
LEVÍTICO 17 – A teologia do sangue é interessante. Sua sacralidade devia chamar a atenção do pecador. “O sangue do Filho de Deus era simbolizado pelo sangue da imolada vítima, e Deus queria que fossem conservadas ideias claras e definidas entre o santo e o comum. O sangue era sagrado, porque somente por meio do derramamento do sangue do Filho de Deus é que poderia haver expiação pelo pecado”, conscientiza-nos Ellen White (FF, 225).
O ritual requeria que o sangue de animais limpos e mortos devia ser oferecido ao santo Deus na porta do Santuário (Levítico 17:1-6).
“A purificação, tanto do serviço típico como no real, deveria executar-se com sangue: no primeiro, com sangue de animais; no último, com o sangue de Cristo […] O serviço no santuário terrestre dividia-se em duas partes: Os sacerdotes ministravam diariamente no Lugar Santo, ao passo que uma vez ao ano o sumo sacerdote efetuava uma obra especial de expiação no Lugar Santíssimo, para a purificação do santuário. Dia após dia, o pecador arrependido levava sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. O animal era então morto. ‘Sem derramamento de sangue’, diz o apóstolo [Paulo em Hebreus 9:22], ‘não há remissão de pecado’. ‘A vida da carne está no sangue’ (Lv 17:11). A lei de Deus sendo violada, exige a vida do transgressor. O sangue, representando a vida que o pecador havia perdido, pecador cuja culpa a vítima arrostava, era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a lei que o pecador havia transgredido. Por essa cerimônia, o pecado transferia-se, mediante o sangue, em figura, para o santuário. Em alguns casos o sangue não era levado para o Lugar Santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme Moisés determinou aos filhos de Arão, dizendo: ‘O Senhor a deu a vocês, para levarem a iniquidade da congregação” (GC, 417-419).
Algumas proibições deveriam ser rigorosamente seguidas, tais como nunca sacrificar aos demônios ou ingerir sangue, nem consumir animais que morriam por si ou despedaçados (Levítico 17:7-16). O cuidado de Deus com Seu povo é visivelmente notório! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
LEVÍTICO 17 – A teologia do sangue é interessante. Sua sacralidade devia chamar a atenção do pecador. “O sangue do Filho de Deus era simbolizado pelo sangue da imolada vítima, e Deus queria que fossem conservadas ideias claras e definidas entre o santo e o comum. O sangue era sagrado, porque somente por meio do derramamento do sangue do Filho de Deus é que poderia haver expiação pelo pecado”, conscientiza-nos Ellen White (FF, 225).
O ritual requeria que o sangue de animais limpos e mortos devia ser oferecido ao santo Deus na porta do Santuário (Levítico 17:1-6).
“A purificação, tanto do serviço típico como no real, deveria executar-se com sangue: no primeiro, com sangue de animais; no último, com o sangue de Cristo […] O serviço no santuário terrestre dividia-se em duas partes: Os sacerdotes ministravam diariamente no Lugar Santo, ao passo que uma vez ao ano o sumo sacerdote efetuava uma obra especial de expiação no Lugar Santíssimo, para a purificação do santuário. Dia após dia, o pecador arrependido levava sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. O animal era então morto. ‘Sem derramamento de sangue’, diz o apóstolo [Paulo em Hebreus 9:22], ‘não há remissão de pecado’. ‘A vida da carne está no sangue’ (Lv 17:11). A lei de Deus sendo violada, exige a vida do transgressor. O sangue, representando a vida que o pecador havia perdido, pecador cuja culpa a vítima arrostava, era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a lei que o pecador havia transgredido. Por essa cerimônia, o pecado transferia-se, mediante o sangue, em figura, para o santuário. Em alguns casos o sangue não era levado para o Lugar Santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme Moisés determinou aos filhos de Arão, dizendo: ‘O Senhor a deu a vocês, para levarem a iniquidade da congregação” (GC, 417-419).
Algumas proibições deveriam ser rigorosamente seguidas, tais como nunca sacrificar aos demônios ou ingerir sangue, nem consumir animais que morriam por si ou despedaçados (Levítico 17:7-16). O cuidado de Deus com Seu povo é visivelmente notório! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí