Reavivados por Sua Palavra | Gênesis 8

Leitura da Bíblia


Capítulo do dia | Narrada por Cid Moreira

Convidamos você a ler 1 capítulo por dia da Bíblia. Esse hábito irá transformar nossas vidas! 

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 Comentários em Texto


Pr. Michelson Borges

Reflexão 

O altar da gratidão

“Noé levantou um altar ao Senhor.” Gênesis 8:20

 O dilúvio já durava fazia quase um ano, e “Deus Se lembrou de Noé e de todos os animais” (v. 1) que havia preservado na arca. Ele nunca Se esquece de Seus filhos e faz tudo no tempo certo. Houve o momento de entrar na arca e houve o momento de sair dela (v. 16). Noé e a família dele fizeram tudo o que o Senhor ordenou e por isso sobreviveram para manter e contar a história. Mas a família teve que esperar ainda alguns dias dentro da arca após o fim do dilúvio, e isso deixa claro que o remanescente precisa ser perseverante e paciente na espera.

Assim que puseram os pés em terra firme, qual foi a primeira atitude do patriarca? “Noé levantou um altar ao Senhor” (v. 20). Noé também se lembrava do Senhor, antes de tudo. Ele fazia de Deus sua prioridade número um e era grato por Suas bênçãos.

O verso 21 nos faz pensar que o dilúvio destruiu a violência e a maldade dos antediluvianos, mas não mudou a natureza humana má. Qual a solução para pessoas que já nascem no pecado e vivem em um mundo corrompido? Altar e obediência. Jesus e fidelidade. Essa é a única fórmula da vitória.

Promessa: Um dia as águas deixam de ameaçar, as folhas voltam a brotar, a esperança renasce para aqueles que creem e esperam. Com Deus tudo sempre se renova.

Arqueologia: O nome “Ararate” está relacionado com a região assíria de Urartu (Is 37:38; Jr 51:27), que abrangia boa parte do território ao norte da Mesopotâmia e ao leste da Turquia. Os picos gêmeos do monte Everest são conhecidos como Koh-i-nuh (“a montanha de Noé”). É difícil saber em que ponto dessa área montanhosa a arca pousou.


Comentários

Gn 8:1 – “Deus lembrou-Se de Noé e de todos os animais.” Ele nunca Se esquece de Seus filhos. 

Gn 8:4 – A arca repousou sobre as montanhas do Ararate. Será que está lá ainda? Deus sabe.

Gn 8:11 – Folha nova de oliveira. Com Deus sempre há uma esperança.

Gn 8:12 – Noé e sua família tiveram que esperar alguns dias mais dentro da arca após o fim do dilúvio. Requer-se do remanescente que seja perseverante.

Gn 8:15-19 – Finalmente, Deus ordenou que todos saíssem da arca para povoar a Terra. E eles mais uma vez obedeceram. 

Gn 8:20 – “Noé construiu um altar dedicado ao Senhor.” Noé também se lembrava de Deus, antes de tudo. 

Gn 8:20 – Primeira menção explícita na Bíblia a altar e sacrifício, e mais uma vez fica clara a distinção entre animais limpos e impuros.

Gn 8:21 – O dilúvio destruiu a violência e a maldade dos antediluvianos, mas não mudou a natureza humana má. Sem Deus na vida é impossível vencer.

Gn 8:22 – Deus promete nunca mais enviar um dilúvio sobre a Terra.


Pr. Heber Toth Armí

Reflexão

Noé prezou por sua família. Sua família se salvou na arca cheia de animais com seus aromas e ruídos. Apesar das inúmeras dificuldades, limitações, e atividades incessantes na arca, ainda era melhor estar dentro dela do que fora dela. Assim é também a igreja. Precisamos dela com todos os seus inúmeros defeitos e problemas.

Precisamos prezar pela família. Em Gênesis 6, a maré da maldade se multiplicou pelos casamentos mistos, filhos de Deus casando-se com filhas dos homens. Visando o cumprimento de Gênesis 3:15 Deus preserva a família de Noé. Essa mensagem deveria ficar clara aos israelitas que amassavam barro para fazer tijolos no Império Egípcio. O povo escravo era herdeiro da promessa – para esse ponto apontava cada página de Gênesis.

Assim, nas entrelinhas, notamos um grande conflito entre o bem e o mal, entre Deus e Satanás. Ambos trabalham com a família. Satanás intenta perverter a família, enquanto Deus faz de tudo para preservá-la, sabendo que sem família, o caos toma conta! Precisamos cooperar com Deus! Inclusive as famílias de animais foram prezadas por Deus, até com os animais se percebe o quanto a família é de suma importância.

Terminado o Dilúvio, e abaixado as águas, Noé e sua família saem da Arca em terra seca com as famílias de animais. Imagino Noé comparando a terra com o que ela era antes do dilúvio. “Mal se consegue investigar como eram a terra, o mar, a atmosfera, a cultura, etc. antes do dilúvio” afirma Alexander vom Stein.

Ficou tudo diferente, menos o amor de Deus pela humanidade. Em Gênesis 8:1, “Deus lembrou-se de Noé…” não indica que havia esquecido, revela que Ele estava atento. Após Noé perceber evidências de terra seca, esperou em Deus; “então Deus disse a Noé: ‘Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles…”. Depois de sair, “Noé construiu um altar dedicado ao Senhor… o Senhor sentiu o aroma” e fez uma promessa nunca mais destruir a terra com água.

É lindo o relacionamento que Deus deseja ter com os humanos. Deus almeja que nossa família dependa dEle em cada detalhe, assim como a família de Noé dependia.

Coloque tua família nas mãos de Deus, é a melhor coisa a fazer! Busquemos reavivamento familiar!

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/


      Comentários Selecionados

1. Lembrou-se Deus de Noé. Este verso não implica que Deus houvesse esquecido Noé durante um tempo. Esta é uma expressão que indica divina solicitude e graça. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 248.

A lembrança de Deus é central na história do dilúvio. Quando Deus “se lembra”, Ele também age em benefício de Seu povo (19:29; 30:22; Ex. 2:24; 6:5), individualmente e coletivamente. Note a preocupação divina tanto com a humanidade quanto com os animais. […] De modo similar ao cap. 1, o espírito/vento (a mesma palavra em hebraico) de Deus é um agente no processo de re-criar um ambiente que os humanos possam ocupar. Andrews Study Bible.

A expressão hebraica indica ação baseada em um compromisso prévio (9.15; 19.29; 30.22; Êx 2.24; Lc 1.72-73), não numa mera lembrança. Bíblia de Genebra.

A única coisa que Deus esquece, com referência a Seus filhos, são os pecados (cf Is 43.25 com Is 49.15) (Bíblia Shedd).

4. Ararate. Todos os expositores bíblicos concordam que a referência aqui é à região montanhosa da Armênia, embora não se saiba exatamente qual a parte das montanhas do Ararate. Nada tem sido comprovado sobre a descoberta de restos da arca de Noé. A localização tradicional, o moderno monte Ararate, tem dois picos, um com 5.137 m, outro com 3.896 m de altura. Entre os persas esses picos gêmeos são conhecidos como Koh-i-nuh, “a montanha de Noé”. Este seria um lugar ideal para a arca repousar enquanto as águas baixavam. A partir dele, os sobreviventes do dilúvio podiam se espalhar por todas as terras. CBASD, vol. 1, p. 248.

As águas foram minguando. As águas baixaram gradualmente por dois meses e meio após a arca ter repousado sobre as montanhas do Ararate. CBASD, vol. 1, p. 248.

Soltou uma pomba. Embora não seja declarado quanto tempo Noé esperou antes de fazer outra tentativa, a expressão “esperou ainda outros sete dias”(v. 10) indica que o primeiro dia de espera tinha tido a mesma duração. Uma semana mais tarde a pomba permaneceu fora o dia todo, mas voltou à noite com uma folha de oliveira, aparentemente de uma árvore que havia sobrevivido ao dilúvio. Em hebraico, a expressão “nova”, literalmente “colhida fresca”, indica claramente que a folha não tinha sido achada flutuando na superfície da água. Noé reconheceu folha de oliveira como evidência de que a terra estava quase seca e que ele logo poderia sair da arca. Uma semana mais tarde a pomba já não voltou mais, o que foi uma evidência de que as condições eram suficientemente normais para que ela permanecesse fora da arca. CBASD, vol. 1, p. 248.

13 A cobertura da arca. Há indicação de que houve um período adicional de espera após o qual Noé achou que era hora de investigar por si mesmo. Uma vez que pouca coisa se podia ver pelas abertura da treliça que ficava abaixo do teto da arca, ele removeu uma parte do teto. A palavra “cobertura”, mikseh, é usada no AT para designar o teto do tabernáculo (Êx 26:14). CBASD, vol. 1, p. 248.

14 Do segundo mês. A arca é prova da bondade de Deus e da é obediente de Noé. A arca foi um refúgio em tempo de perigo, um lar para os desabrigados e um templo onde a família de No;e adorava a Deus. Conduziu-os em segurança do velho mundo para o novo, de um ambiente de vício e pecado para uma Terra purificada do pecado. A arca era o lugar de salvação apontado por Deus, e fora dela não havia segurança. E como foi nos dias de Noé, assim será quando a presente era chegar a um abrupto fim por ocasião da vinda do Filho do homem (ver Mt 24:37). Aqueles que desejam ser salvos precisam se valer da provisão que Deus fez para a salvação. CBASD, vol. 1, p. 249.

16 Sai. Noé havia aprendido a confiar em Deus e a esperar pacientemente durante os 120 anos de pregação e construção da arca. Esse longo período ativo foi seguido por mais de um ano na arca. Durante as primeiras semanas e meses ele havia experimentado incessante chuva, uma turbulenta tempestade e tremendas convulsões da Terra, que pareciam estar prestes a destruir a frágil embarcação. Mais tarde, quando a arca repousou sobre as montanhas do Ararate, começou um tedioso tempo de espera,que durou mais de sete meses. Noé pode ter pensado algumas vezes que Deus tivesse esquecido a solitária arca e seus ocupantes no topo daquela montanha. Ele, no entanto, teve as duas virtudes gêmeas: fé, e paciência. Com que alegria Noé deve ter ouvido uma vez mais a voz de Deus ordenando que saísse da arca. CBASD, vol. 1, p. 248, 249.

Posto que o dilúvio foi uma prefiguração do batismo cristão (1Pe 3.20-21), a saída de Noé e sua família da arca pode ser tida como seu surgimento das águas da morte para uma nova vida (cf. Jo 5.28-29; 11.43; Rm 6.3-6). Bíblia de Genebra.

17 E povoem abundantemente a Terra (ARC). Esta declaração tem sido considerada por alguns comentaristas como uma indicação de que Deus havia restringido a capacidade reprodutora dos animais durante o ano que eles permaneceram nas apinhadas repartições da arca. Então, a bênção original sobre os animais, para que se multiplicassem e enchessem a Terra (Gn 1:22) foi repetida. CBASD, vol. 1, p. 250.

Após a comoção da tormenta e o silêncio do período de secagem, Deus fala novamente a Noé. A divina ordem é clara e ecoa a ordem de Gên. 1:28: “Sede frutíferos e multiplicai-vos”. Andrews Study Bible.

18 Saiu, pois, Noé. Quando um anjo desceu do Céu e abriu a porta que havia sido fechada um ano antes de maneira semelhante, Noé e sua família saíram. Os animais seguiram Noé, saindo da arca de maneira ordenada, cada um segundo a sua espécie. Esse instinto de se associar com outros de sua própria espécie é geralmente característico do mundo animal. CBASD, vol. 1, p. 250.

20 Levantou Noé um altar. O primeiro ato de Noé ao sair da arca foi adorar a Deus. Os sacrifícios oferecidos por Noé não eram apenas expressão de gratidão por haver sido preservado, mas também um testemunho de sua fé no Salvador – que era tipificado pelos sacrifícios de animais. CBASD, vol. 1, p. 250.

holocausto. Isto é, sacrifício totalmente queimadoBíblia NVI.

A oferta queimada é tomada dentre os animais limpos, uma indicação de que as categorias de animais limpos e imundos era conhecida antes do dilúvio. Somente animais limpos foram utilizados como animais sacrificais. Para mais sobre a identificação entre animais limpos e imundos  em relação à alimentação e saúde, veja Lev. 11:1-47; Deut. 14:3-21. Andrews Study Bible.

21 E o SENHOR aspirou o suave cheiro. A satisfação de Deus com a conduta de Noé e a aceitação da oferta são apresentadas em linguagem bastante humana. A resposta divina à adoração de Noé foi uma decisão de que a a Terra não seria destruída por outro dilúvio. Essa promessa só foi comunicada um pouco mais tarde (ver Gn 9:8-17). As palavras “Não tornarei a amaldiçoar a terra” não removeram a maldição original (3:17). Referem-se simplesmente ao fato de que não sobreviria novamente à raça humana uma catástrofe universal como o dilúvio. Enchentes localizadas não estavam incluídas nessa promessa. CBASD, vol. 1, p. 250.

suave A frase implica na aceitação do sacrifício e do ofertante. O “cheiro suave” é geralmente associado com instruções a respeito de sacrifícios. A frase é parte de um monólogo divino do qual o leitor é privado. Apesar do dilúvio ter destruído a “violência” condenada em 6:11, ele não mudou a natureza humana (como logo se tornará evidente nos capítulos seguintes de Gênesis). Contudo, a graça divina entra no tribunal. Andrews Study Bible.

Um jogo de palavras resulta da similaridade entre esta palavra hebraica e o nome de Noé. Esta referência ao olfato divino antropomorficamente retrata o prazer de Deus na adoração de Seu povo (Ez 20.41; Ef 5.2; cf. 2Co 2.15-16). Bíblia de Genebra.

amaldiçoar a terra. Deus não está retirando a maldição de 3.17, porém está prometendo não mais destruir a terra por meio de dilúvio (Bíblia de Genebra).
A resolução divina de não renovar o julgamento se baseia no sacrifício aceito (cf 1 Sm 26.19; Cl 1.20; Ef 5.2), não na incorrigibilidade do homem que causara o dilúvio (6.13). Bíblia Shedd.

22 Enquanto durar a Terra. O relato mais notável do dilúvio fora da Bíblia ocorre no antigo épico de Gilgamés, escrito pelos babilônicos. Embora a seção do épico que trata do dilúvio exiba muitas semelhanças com o relato do Gênesis, há diferenças entre os dois relatos que evidenciam a inspiração e exatidão do relato bíblico. O politeísmo e outras ideias religiosas pagãs dão ao épico de Gilgamés um tom distintamente pagão. Embora histórias semelhantes à do dilúvio persistam em diferentes culturas, é natural que o relato babilônico seja um pouco mais acurado que outros, devido à proximidade entre Babilônia e as montanhas do Ararate. CBASD, vol. 1, p. 251.

Fontehttps://reavivadosporsuapalavra.org/


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