Informativo Mundial das Missões - 06/11/2021 | O Almoço Evangelístico


Sara mora no Japão e, embora não seja adventista, frequenta a igreja todos os sábados. Sua família também não é adventista. Na verdade, não é cristã. A razão pela qual Sara gosta de frequentar a igreja é que ela usufrui das refeições no restaurante das crianças que funciona nas instalações. A adolescente de 14 anos gosta de comer sushi, massa preferência dela é quando, aos sábados, restaurante oferece arroz com curry, que é um prato popular entre as crianças japonesas em idade escolar. Depois do almoço, ela se reúne com outras crianças para ouvir histórias bíblicas, cantar e participar de jogos.

Desde quando tinha seis anos, Sara tem frequentado a igreja. Sua mãe, que é solteira, a enviava à igreja para uma refeição saudável. Talvez, elas não pareçam ser pobres. O Japão é visto amplamente como um país rico. Mas as políticas econômicas do governo e os efeitos da globalização criaram uma lacuna crescente entre aqueles que têm e aqueles que não têm. O resultado não é a pobreza absoluta, onde as crianças morrem de fome, mas sim a pobreza relativa, onde as crianças vivem bem abaixo do padrão de vida médio e são superadas pelas crianças que vivem em famílias mais ricas.

Uma em cada sete crianças japonesas agora vive nessa condição. A pobreza relativa atingiu duramente as casas de pais solteiros, como a mãe de Sara. Esses pais não têm dinheiro para fornecer refeições fartas a seus filhos ou mandá-los para atividades após as aulas, como aulas de música ou esportes. Os pais têm pouco tempo para ajudar os filhos com os deveres de casa e nenhum dinheiro extra para contratar um tutor como fazem as famílias mais ricas.

Os membros da igreja adventista notaram que a pobreza relativa na comunidade e começaram a prover almoços gratuitos aos sábados e aulas particulares nos outros dias. Quando o governo da cidade de Kashiwa, cidade com aproximadamente 410 mil pessoas na grande área de Tóquio, decidiu prestar assistência financeira para as organizações que ofereciam alimento às crianças pobres, a igreja se inscreveu e recebeu um subsídio contínuo. Dez a trinta crianças começaram a aparecer regularmente na igreja todos os sábados para o almoço servido pelos membros da igreja e outros voluntários.

Ao chegar à igreja pela primeira vez, Sara ficou tímida para almoçar e brincar com outras crianças. Mas, ela acabou gostando muito da refeição e das atividades bíblicas. Também apreciou a atenção que os membros da igreja lhe deram, e voltou todos os sábados. Enquanto crescia, ela passou a ajudar na condução do programa da tarde para as crianças mais novas. Então, foi convidada para participar do acampamento de verão, onde decidiu entregar o coração a Jesus.

Ao retornar para casa, contou a novidade para a mãe, que não ficou feliz. “Você deveria esperar até ter idade suficiente para tomar essa decisão!”, a mãe disse. Ou seja, Sara precisava esperar mais quatro anos para poder se batizar. Na lei japonesa, antes dos 18 anos, uma criança não pode tomar uma decisão como essa sem a permissão dos pais. Sara tem 14 anos. Os membros ficaram tristes quando ela contou a reação da mãe, mas não ficaram surpresos. Foi uma reação típica de uma mãe japonesa que não é cristã.
Por favor, orem por Sara, por sua fé e pela mãe dela. Orem para que outras crianças tenham acesso à alimentação, às brincadeiras e aprendam sobre Jesus todos os sábados na Igreja Adventista do Sétimo Dia em Kashiwa, um centro de influência urbano que procura compartilhar o amor de Jesus na Associação Leste Japonesa. Muito agradecemos pelas ofertas que ajudarão a espalhar o evangelho — com, ou sem sushi e arroz com curry.

Informações adicionais

• Sara, um nome japonês comum, é um pseudônimo para proteger sua privacidade.

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Esta história ilustra os seguintes componentes do plano estratégico da Igreja Adventista. “I Will Go”: Objetivo de Crescimento Espiritual nº 2 – “fortalecer e diversificar o alcance dos adventistas nas grandes cidades, através da Janela 10/40, entre grupos de pessoas não-alcançadas e para religiões não cristãs”. Conheça mais sobre o plano estratégico em IWillGo2020.orghttps://iwillgo2020.org/pt-br/

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