Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Só Deus conhece o futuro
“Eu sei com certeza que tudo correrá bem para os que temem a Deus.” Eclesiastes 8:12
No capítulo 8 de Eclesiastes, Salomão delineia princípios sábios para a vida em um mundo cheio de incertezas. Ele começa destacando a importância da obediência às autoridades estabelecidas (naquilo em que não contradizem a Palavra de Deus). Reconhecer a liderança e seguir as diretrizes corretas contribui para a ordem social e, consequentemente, para nosso próprio bem.
A sabedoria se revela também na escolha das batalhas a serem enfrentadas. Salomão aconselha contra a defesa de causas injustas, reconhecendo que nem toda luta é digna de nossa energia e nosso comprometimento. É um chamado ao discernimento, lembrando-nos de que nem toda causa merece nosso apoio.
O coração sábio é sensível à temporalidade e às nuances da vida. Saber a hora e a maneira certa de agir é uma qualidade valiosa. Cada situação demanda uma abordagem específica, e a sabedoria nos guia na tomada de decisões adequadas.
Contrastando com as tentativas humanas de prever o futuro, Salomão ressalta a futilidade da adivinhação. Somente Deus conhece o futuro, e depositar nossa confiança em práticas de adivinhação é inútil. A verdadeira sabedoria está em confiar no Deus que detém o controle do tempo.
A liderança, apesar de trazer responsabilidades, não garante felicidade. O preço a ser pago muitas vezes é alto, e a impunidade só alimenta o mal. No entanto, para aqueles que temem a Deus, a perspectiva muda. O temor do Senhor é a âncora que orienta a vida, trazendo significado e esperança.
A simplicidade da vida, apreciando os prazeres cotidianos, é valorizada por Salomão. No entanto, ele aponta para algo além do sol, indicando que a verdadeira plenitude está na vida eterna com Deus. Em meio às incertezas, encontrar contentamento nas pequenas alegrias é um antídoto para a ansiedade.
Finalmente, Salomão reconhece a limitação humana diante dos mistérios da vida. Assim como não precisamos entender completamente o funcionamento de um avião para confiar em um piloto, nossa confiança em Deus é o alicerce em que repousamos diante das incertezas da existência. A sabedoria está em confiar, adorar e seguir o Deus que controla não apenas o presente, mas todo o curso da eternidade.
*Promessa:* Bola de cristal, quiromancia, cartomantes, búzios, astrologia – todo exercício de adivinhação é inútil. “Ninguém conhece o futuro”, só Deus.
“Eu sei com certeza que tudo correrá bem para os que temem a Deus.” Eclesiastes 8:12
No capítulo 8 de Eclesiastes, Salomão delineia princípios sábios para a vida em um mundo cheio de incertezas. Ele começa destacando a importância da obediência às autoridades estabelecidas (naquilo em que não contradizem a Palavra de Deus). Reconhecer a liderança e seguir as diretrizes corretas contribui para a ordem social e, consequentemente, para nosso próprio bem.
A sabedoria se revela também na escolha das batalhas a serem enfrentadas. Salomão aconselha contra a defesa de causas injustas, reconhecendo que nem toda luta é digna de nossa energia e nosso comprometimento. É um chamado ao discernimento, lembrando-nos de que nem toda causa merece nosso apoio.
O coração sábio é sensível à temporalidade e às nuances da vida. Saber a hora e a maneira certa de agir é uma qualidade valiosa. Cada situação demanda uma abordagem específica, e a sabedoria nos guia na tomada de decisões adequadas.
Contrastando com as tentativas humanas de prever o futuro, Salomão ressalta a futilidade da adivinhação. Somente Deus conhece o futuro, e depositar nossa confiança em práticas de adivinhação é inútil. A verdadeira sabedoria está em confiar no Deus que detém o controle do tempo.
A liderança, apesar de trazer responsabilidades, não garante felicidade. O preço a ser pago muitas vezes é alto, e a impunidade só alimenta o mal. No entanto, para aqueles que temem a Deus, a perspectiva muda. O temor do Senhor é a âncora que orienta a vida, trazendo significado e esperança.
A simplicidade da vida, apreciando os prazeres cotidianos, é valorizada por Salomão. No entanto, ele aponta para algo além do sol, indicando que a verdadeira plenitude está na vida eterna com Deus. Em meio às incertezas, encontrar contentamento nas pequenas alegrias é um antídoto para a ansiedade.
Finalmente, Salomão reconhece a limitação humana diante dos mistérios da vida. Assim como não precisamos entender completamente o funcionamento de um avião para confiar em um piloto, nossa confiança em Deus é o alicerce em que repousamos diante das incertezas da existência. A sabedoria está em confiar, adorar e seguir o Deus que controla não apenas o presente, mas todo o curso da eternidade.
*Promessa:* Bola de cristal, quiromancia, cartomantes, búzios, astrologia – todo exercício de adivinhação é inútil. “Ninguém conhece o futuro”, só Deus.
Comentário Blog Associação Geral
Depois de falar sobre as injustiças e perplexidades da vida, Salomão oferece uma plataforma para nos ajudar a saber como permanecer firmes em tempos difíceis.
Ele começa com a afirmação de que a sabedoria é superior a todos os bens que podemos ter. O sábio sabe interpretar as experiências da vida e contrastar as adversidades com a prosperidade, a cultura atual com as boas virtudes cristãs.
O sábio sabe quando falar e quando ficar quieto. Ele conhece os métodos e procedimentos corretos e os segue. Ele reconhece as oportunidades e as aproveita quando as vê; há lugar e hora para tudo. Mas uma das limitações humanas que causam ansiedade é que não podemos prever o que acontecerá a seguir.
“Querido Deus, tu és o Todo-poderoso e através da dádiva do teu Filho nos tornaste teus filhos e filhas. Senhor, todos os dias preciso da tua presença para me guiar a fazer o que é certo e não depender de mim mesmo. Por favor, fique perto de mim. Amém.”
Hugo Valda
Secretaria Executiva
União da Bolívia – Divisão Sul-Americana
Reflexão - Heber Toth Armí
ECLESIASTES 8 – Olhe ao redor. Analise o comportamento humano. Compare com a revelação deste capítulo. Note: Parece que Salomão escreveu em nossos dias; ou melhor, o ser humano não melhorou nestes 3000 anos – de Salomão até os dias atuais.
• Observamos em nossa sociedade pessoas que se agridem mutuamente, onde uma quer dominar a outra, e praticamente todas querem explorar e arruinar o próximo para beneficiar-se.
• Os desonestos, imorais, caloteiros, corruptos e mentirosos parecem morrer com maior honra que piedosos crentes dedicados, que fazem seu melhor pelo próximo e pela sociedade perversa.
• Julgamentos que deveriam ser rápidos, justos e imparciais objetivando impedir o avanço do crime são adiados, criminosos são superprotegidos (ainda recebem salários) incentivando assim a criminalidade e o desprezo às leis; assim, ladrões e corruptos percebem que podem sair ilesos de suas malandragens.
• Os bons cidadãos geralmente parecem sofrer punição como se fossem corrutos e criminosos; por outro lado, os corruptos são, geralmente, tratados como cidadãos dignos de receberem grandes recompensas.
Que vida miserável! Tais coisas dão um nó em nossa cabeça! Que nojo de uma sociedade desse tipo! Será que foi assim somente no passado, porém, atualmente com estudos mais acessíveis, as pessoas se tornaram mais cultas, e, consequentemente melhores?
Se fizermos como Salomão, determinarmos a estudar antropologia, sociologia, psicologia, filosofia, teologia, etc. visando interpretar a essência das ações humanas, concluiremos que não lograremos obter sucesso, ainda teremos mais perguntas do que respostas. O ser humano é complicado. As pessoas são extremamente complexas.
Aprofunde-se mais neste capítulo, certamente cada um dos seus 17 versículos te será muito útil. Tremper Longman III, os sintetizou em 4 tópicos:
1. Ninguém é como o sábio! (v. 1);
2. A palavra do rei/governo é soberana (vs. 2-9);
3. Os perversos são castigados realmente? (vs. 10-15);
4. Nem sequer o sábio sabe (vs. 16-17).
“O sábio sabe como se comportar com discrição e tato diante daqueles que estão no poder (8.2-6), mas as incertezas da vida tornam difícil a permanência no caminho certo (8.7-8). Muitos dos que têm poder usam-no sem piedade para obter vantagens pessoais. O fato de parecer que eles com frequência ficam impunes agrava a situação (8.9-15). Talvez seja esse o problema mais sério da vida (8.16-17)” (Duane A. Garrett).
Avance nos próximos capítulos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O tema da submissão na Bíblia nunca foi visto como um princípio de fácil compreensão. O texto mais conhecido e mais polêmico a este respeito, encontra-se em Efésios 5:22, que diz: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor”. Este verso tem sido interpretado como machista e fora do contexto atual, o que não é verdade. Toda mulher cristã que busca em Deus o conhecimento da verdade e uma vida em harmonia com a Sua Palavra, entenderá o princípio contido nas palavras de Paulo. Já o texto de hoje, indica uma submissão suprema (v.4). Ou seja, o que o rei (ou governante) falar, cumpre-nos obedecer.
Talvez, se as pessoas soubessem simplesmente qual é o significado de submissão, não considerassem tão absurda essa ideia. Submissão é a circunstância em que se deve obedecer. Guarde bem esta palavra: dever (voltaremos a destacá-la no capítulo 12). O problema é que a maioria confunde submissão com subserviência. Subserviência significa aquele que obedece de forma humilhante. Com certeza não é essa obediência que se refere as Escrituras. A obediência nunca foi requisito para a salvação, mas deve ser o resultado dela. Se Jesus não tivesse sido obediente até a morte, a morte seria o nosso destino eterno. Ele mesmo nos deixou exemplo quando declarou: “Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).
A submissão bíblica é, sem dúvida, uma forma de tirarmos o foco de nós mesmos e de nossos propósitos egoístas e permitirmos que Deus faça resplandecer o Seu rosto sobre nós (v.1). Não adianta ficarmos cogitando desculpas para a desobediência, mas precisamos buscar na Palavra como fugir da rebeldia. O limite da ordem de um rei ou governante foi muito bem definido por Pedro e pelos demais apóstolos: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At.5:29). O nosso dever cristão deve estar acima do nosso dever cívico, mas este também deve ser sempre obedecido, desde que não seja obstáculo para o exercício de nossa fé. Lembre de Daniel quando foi proibido de orar por um decreto inconsequente e ainda assim não rebaixou a sua norma espiritual mesmo em face da morte.
Estamos cercados de cenas que retratam a grande desigualdade social que há em nosso país e na grande maioria dos países do globo. Mesmo sendo, em grande parte, consequência da corrupção e da má gestão pública, isso não nos autoriza a deixarmos de obedecer às autoridades. Na verdade, isso reforça o nosso dever cristão: “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus” (Rm.13:1). Assim também funciona no sentido espiritual. Muitos têm julgado que os perversos gozam privilégios ao passo que os cristãos têm sofrido apesar de fazer o bem (v.10 e 14). Entretanto, a Bíblia diz que “o perverso não irá bem” (v.13) e que, com certeza, o bem que “sucede aos que temem a Deus” (v.12) é a promessa de um reino onde o Rei é eternamente Justo. Portanto, o que devemos fazer, obedecendo ao Senhor, não nos torna escravos de um Deus tirano, mas libertos pelo Rei dos reis. Tiremos, pois, o foco deste mundo e das obras que se fazem debaixo do sol, as quais não podemos compreender (v.17), e busquemos viver aqui a nossa verdadeira cidadania: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus” (Ef.2:19). Vigiemos e oremos!
