Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Comentário | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O valor da integridade
“A integridade dos retos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destruirá.” Provérbios 11:3
O Livro de Provérbios, com sua sabedoria atemporal, nos orienta em todas as áreas da vida, nos lembrando dos princípios divinos que regem o universo.
Deus repudia a desonestidade, pois Ele é a própria verdade. A integridade dos justos os guia, enquanto a falsidade dos infiéis os destrói. Investir no caráter é investir no eterno, pois quando este mundo tiver fim, o que valerá não serão as riquezas materiais, mas a essência do nosso ser.
O orgulho, que frequentemente nos cega para a verdade, inevitavelmente leva à desgraça. A humildade é a chave para a verdadeira grandeza. A cidade, como uma comunidade, prospera quando guiada por diretrizes justas e pela sabedoria divina. Os ímpios, cujas ações são guiadas pelo egoísmo e pela corrupção, eventualmente levarão à ruína qualquer lugar que habitem.
Fazer o bem aos outros não apenas beneficia o próximo, mas também enriquece a alma daquele que dá. A generosidade é recompensada multiplicadamente. Na matemática celestial, quem doa enriquece. A verdadeira riqueza está na capacidade de compartilhar.
A beleza exterior, sem a sabedoria e a discrição, é vazia, como um anel de ouro em focinho de porco. A verdadeira beleza reside na modéstia e na sabedoria.
Ser sábio é ser missionário, não apenas em palavras, mas em ações. A obra mais importante que podemos realizar neste mundo é guiar as pessoas em direção à vida eterna. Quem se dedica a esse propósito é verdadeiramente sábio.
A vida do justo pode envolver sofrimento, mas ele pode encontrar conforto e esperança em Deus. Apesar dos desafios temporais, a recompensa eterna dos justos supera qualquer adversidade que possamos enfrentar. O sofrimento terreno é passageiro, mas a alegria eterna que espera os justos é incomparável.
Promessa: Quem permanece na justiça (Jesus) terá a vida eterna; quem vive no mal morrerá e não mais existirá. Faça a escolha sábia.
“A integridade dos retos os guia, mas a falsidade dos infiéis os destruirá.” Provérbios 11:3
O Livro de Provérbios, com sua sabedoria atemporal, nos orienta em todas as áreas da vida, nos lembrando dos princípios divinos que regem o universo.
Deus repudia a desonestidade, pois Ele é a própria verdade. A integridade dos justos os guia, enquanto a falsidade dos infiéis os destrói. Investir no caráter é investir no eterno, pois quando este mundo tiver fim, o que valerá não serão as riquezas materiais, mas a essência do nosso ser.
O orgulho, que frequentemente nos cega para a verdade, inevitavelmente leva à desgraça. A humildade é a chave para a verdadeira grandeza. A cidade, como uma comunidade, prospera quando guiada por diretrizes justas e pela sabedoria divina. Os ímpios, cujas ações são guiadas pelo egoísmo e pela corrupção, eventualmente levarão à ruína qualquer lugar que habitem.
Fazer o bem aos outros não apenas beneficia o próximo, mas também enriquece a alma daquele que dá. A generosidade é recompensada multiplicadamente. Na matemática celestial, quem doa enriquece. A verdadeira riqueza está na capacidade de compartilhar.
A beleza exterior, sem a sabedoria e a discrição, é vazia, como um anel de ouro em focinho de porco. A verdadeira beleza reside na modéstia e na sabedoria.
Ser sábio é ser missionário, não apenas em palavras, mas em ações. A obra mais importante que podemos realizar neste mundo é guiar as pessoas em direção à vida eterna. Quem se dedica a esse propósito é verdadeiramente sábio.
A vida do justo pode envolver sofrimento, mas ele pode encontrar conforto e esperança em Deus. Apesar dos desafios temporais, a recompensa eterna dos justos supera qualquer adversidade que possamos enfrentar. O sofrimento terreno é passageiro, mas a alegria eterna que espera os justos é incomparável.
Promessa: Quem permanece na justiça (Jesus) terá a vida eterna; quem vive no mal morrerá e não mais existirá. Faça a escolha sábia.
Comentário Blog Associação Geral
Um amigo russo uma vez me perguntou o quanto de dízimo eu devolvia. E eu, assustado com a pergunta, respondi: “Um décimo, é claro”.
Meu amigo, em seguida, me desafiou a dar “três dízimos”, um princípio praticado pelos israelitas, embora isso não fosse exigido deles. A Igreja Adventista em sua doutrina sobre mordomia enfatiza a devolução de um dízimo.
O princípio do dízimo compartilhado pelo meu amigo russo era simples: 10 por cento para o dízimo normal da igreja, 10 por cento para ofertas voluntárias para ajudar a igreja com suas necessidades e 10 por cento para caridade. A ideia de abrir mão de um terço da minha renda me surpreendeu inicialmente. Mas, pensei, se os israelitas deram esse montante, certamente eu poderia fazer o mesmo. Então, eu me comprometi a fazer isso por seis meses.
Deus me permitiu participar deste ministério expandido de uma forma nova, surpreendente. Não apenas sinto satisfação em ver o nosso fundo de construção da igreja crescer de forma constante, mas também tive a alegria de ajudar vários estudantes africanos a voar para casa para passar o verão com a família e de ajudar um pai da Moldávia a adquirir um carro para melhor cuidar de seu filho autista de 7 anos de idade.
Por incrível que pareça, nunca mais tive falta de dinheiro. Na verdade, consegui poupar mais do que eu já tinha feito antes.
Salomão, um dos homens mais ricos de todos os tempos, conhecia o segredo desse princípio do dízimo. É por isso que ele disse: “Há quem dê generosamente, e vê aumentar suas riquezas; outros retêm o que deveriam dar, e caem na pobreza. O generoso prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá” (v. 24, 25 NVI).
Andrew McChesney
Editor da Revista Adventist Mission
Reflexão - Heber Toth Armí
PROVÉRBIOS 11 – Isaac Newton disse que “o que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano”, portanto, precisamos do Deus que sabe tudo sobre todas as coisas e pode guiar-nos com Sua sabedoria.
Sócrates declarou que, “existe apenas um bem, o saber; e apenas um mal, a ignorância”. Sendo que nossa mente é limitada para saber tudo – Platão alegou que “a parte que ignoramos é muito maior que tudo quanto sabemos” –, portanto, é mais fácil sermos ignorantes; a não ser que nos rendamos ao Deus que deseja compartilhar Sua sabedoria conosco.
Grande tolice é ignorar a sabedoria concedida por Deus revelada em Sua Palavra. Fazer isso implica querer sabe mais que Ele – o cúmulo da arrogância. Independência de Deus é a razão de nossa sociedade estar como está.
O capítulo tem muita sabedoria para transmitir-nos. A ênfase está em Deus que nos dá sabedoria para a rotina diária. “A menção explícita da repugnância moral do Senhor em 11.1, acarretando em seu julgamento, ressalta que Ele é o agente que determina o destino dos retos e dos perversos. De outro modo, com exceção de 11.20, Ele se encontra quase inteiramente escondido nas sombras desta subunidade sobre a segurança e a transitoriedade” (Bruce K. Waltke).
Quem teme a Deus em seu coração e depende dEle para obter sabedoria, negligencia o erro, aprecia a justiça e age com integridade, transparência e humildade (vs. 1-3);
No dia do juízo o que conta não é o TER, mas o SER; ter tudo sem ser honesto e piedoso não significa ser poderoso nem honroso diante de Deus (vs. 4-8);
A língua dos insensatos é solta, a dos tolos é perversa, a do caluniador e do fofoqueiro é destrutiva em todas as áreas da vida, inclusive na política; já a língua dos sábios promove o bem e a paz em todos os lugares (vs. 9-13);
Atitudes de sabedoria fazem bem a homens e mulheres, portanto, precisamos saber falar e agir na hora e do jeito certos (vs. 15-16);
A melhor coisa é ser moldado por Deus, a pior é ser moldado pelo pecado. Ser guiado por Deus resulta em felicidade; ser dominado pelo pecado, em morte (vs. 17-31).
“Senhor, conduza-nos com sabedoria! Molda-nos!” – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Nestes versos de Provérbios, a Bíblia nos mostra a saída para os desafios de nossa vida. Neles estão conselhos que nos fazem discernir entre o certo e o errado, entre o bem e o mal. Precisamos guardar estas palavras em nosso coração (Sl.119:11) para que possamos sair vitoriosos em toda e qualquer situação.
O Senhor não nos chamou para uma obra simples e nem tampouco para uma vida ociosa e sem propósito, mas para uma vida operante onde cada ação tenha a total influência do Espírito Santo. Fomos chamados para viver aqui um prenúncio do que seremos no Céu, quando estaremos gozando da plenitude dos caracteres da perfeição. Deus nos chama para sermos:
- Honestos (v.1);
- Humildes (v.2);
- Íntegros (v.3);
- Justos (v.5);
- Retos (v.6);
- Instruídos (v.9);
- Prudentes (v.12);
- Fiéis (v.13);
- Bondosos (v.17)
- Benignos (v.23)
- Generosos (v.25);
- Sábios (v.30).
Doze características. Você sabia que o número doze é um símbolo do Céu? A Cidade Santa possui doze portas, e, junto às portas, doze anjos (Ap.21:12), onde estarão escritos os nomes das doze tribos de Israel. “A muralha da cidade tinha doze fundamentos”, e “sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro” (Ap.21:14). “E mediu a cidade com a vara até doze mil estádios” (Ap.21:16). Os fundamentos da muralha estão adornados com doze espécies de pedras preciosas (Ap.21:19-20). A árvore da vida produz doze frutos (Ap.22:2).
O Céu se aproxima, amados! A iniquidade deste mundo há muito chegou até os céus. O cálice da ira de Deus está suspenso, sendo contido pela Sua longanimidade (1Pe.3:9). Para os fiéis atalaias do Senhor, Jesus chegará como o bom Pastor. Eles irão reconhecer a Sua voz (Jo.10:3) e O seguirão rumo à eternidade. O grande Dia não os assustará, pois não serão pegos desprevenidos. Para eles não haverá surpresa, e sim expectativa. Não foi somente por estes que Cristo morreu, mas serão estes que Ele salvará (Jo.3:16)!
Que possamos escolher o caminho da sabedoria, sendo instrumentos de resgate na vida de muitos, praticando, pela graça de Deus, aqueles doze fundamentos da vida cristã vitoriosa. Que o Espírito Santo continue nos reavivando por Sua Palavra e, olhando para Cristo, sejamos transformados, de glória em glória, à Sua imagem (2Co.3:18). Vigiemos e oremos!
