Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Proteção na viagem
“Então, ali, junto ao rio Aava, proclamei um jejum, para nos humilharmos diante do nosso Deus, para Lhe pedirmos uma boa viagem para nós, para os nossos filhos e para tudo o que era nosso.” Esdras 8
Façamos como os judeus que voltaram para Israel: jejuemos, nos arrependamos e peçamos a Deus uma viagem segura para nós e nossos filhos até Jerusalém (v. 21). Estamos em marcha, e até chegarmos lá não descansemos em nossos esforços. O Senhor caminha conosco!
Verso 1: “Chefes de família [...] saíram comigo de Babilônia.” Você é chefe de família? Faça o mesmo. Os chefes de família devem sair de Babilônia e levar os seus para Jerusalém. Essa é a principal missão deles.
Verso 20: “Todos eles tinham seus nomes registrados.” Seu nome está registrado no livro da vida?
Verso 22: confiemos mais em Deus do que nos recursos humanos.
Verso 23: “Jejuamos e suplicamos essa bênção ao nosso Deus, e Ele nos atendeu.” Amém!
Verso 28: o que somos e o que temos – tudo deve ser consagrado a Deus.
Verso 29: guarde bem seus tesouros (caráter, família, corpo, tesouros, talentos, tempo) até chegar a Jerusalém.
Verso 31: Deus é quem nos protege dos ataques do inimigo em nossa caminhada para Jerusalém.
Verso 32: haverá descanso quando chegarmos a Jerusalém.
Verso 34: este verso mostra o cuidado com que devemos lidar com os recursos para a obra de Deus.
Verso 36: líderes e povo, unidos, devem trabalhar na obra de Deus.
Promessa: De todos os bens que estamos levando na jornada da vida os filhos são o mais precioso. Peçamos a Deus que os proteja e façamos a nossa parte. Ele promete nos atender.
“Então, ali, junto ao rio Aava, proclamei um jejum, para nos humilharmos diante do nosso Deus, para Lhe pedirmos uma boa viagem para nós, para os nossos filhos e para tudo o que era nosso.” Esdras 8
Façamos como os judeus que voltaram para Israel: jejuemos, nos arrependamos e peçamos a Deus uma viagem segura para nós e nossos filhos até Jerusalém (v. 21). Estamos em marcha, e até chegarmos lá não descansemos em nossos esforços. O Senhor caminha conosco!
Verso 1: “Chefes de família [...] saíram comigo de Babilônia.” Você é chefe de família? Faça o mesmo. Os chefes de família devem sair de Babilônia e levar os seus para Jerusalém. Essa é a principal missão deles.
Verso 20: “Todos eles tinham seus nomes registrados.” Seu nome está registrado no livro da vida?
Verso 22: confiemos mais em Deus do que nos recursos humanos.
Verso 23: “Jejuamos e suplicamos essa bênção ao nosso Deus, e Ele nos atendeu.” Amém!
Verso 28: o que somos e o que temos – tudo deve ser consagrado a Deus.
Verso 29: guarde bem seus tesouros (caráter, família, corpo, tesouros, talentos, tempo) até chegar a Jerusalém.
Verso 31: Deus é quem nos protege dos ataques do inimigo em nossa caminhada para Jerusalém.
Verso 32: haverá descanso quando chegarmos a Jerusalém.
Verso 34: este verso mostra o cuidado com que devemos lidar com os recursos para a obra de Deus.
Verso 36: líderes e povo, unidos, devem trabalhar na obra de Deus.
Promessa: De todos os bens que estamos levando na jornada da vida os filhos são o mais precioso. Peçamos a Deus que os proteja e façamos a nossa parte. Ele promete nos atender.
Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
Eu trabalho para a Adventist Review [Revista Adventista]. Cada sessão da Conferência Geral preparamos uma revista por dia. É preciso esforço e nossos dias começam cedo. Meu marido declinou do quarto de hotel próximos ao escritório onde trabalharia, aceitando um a cerca de seis quarteirões da cidade. Não conhecendo bem a cidade, não parecia ser um problema. Caminhar nos faria bem.
Chegando ao hotel, mapeei a rota para o meu escritório. Na manhã seguinte às 6:00, quando ainda estava escuro, saí em minha caminhada. De repente, isso não pareceu uma boa ideia. Embora não estivéssemos em uma parte “ruim” da cidade, isto não foi uma coisa muito boa. Uma mulher sozinha andando pelas ruas escuras não era o melhor dos planos. Mas eu sirvo a um Deus com milhares de anjos. Todas as manhãs eu orava por proteção e imaginava meus companheiros de anjo me cercando em segurança.
Esdras enfrentou uma situação semelhante, mas muito pior. Seu grupo carregou ouro e prata valiosíssimos por uma longa jornada. Ele reivindicou a promessa: “A mão de nosso Deus está sobre todos aqueles que o buscam pelo bem.” E, assim como eu, Deus respondeu. Eles chegaram a Jerusalém sãos, seguros e prontos para trabalhar para ele.
Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review / Adventist World
Reflexão
ESDRAS 8 – A pregação hoje é diferente da pregação do século XIX. Antigamente pregava-se a um público conhecedor das Escrituras, atualmente prega-se a um público analfabeto nas Escrituras. No passado, os sermões duravam aproximadamente uma hora; no presente, passar de meia hora torna-se enfadonho…
A pregação do capítulo anterior levou a uma reforma na comunidade dos exilados que retornaram a Jerusalém. A pregação da Palavra de Deus é essencial para colocar as coisas em ordem. O impacto dessa Palavra quando proclamada corretamente é nítido: Ela rege o pregador e o ouvinte!
Warren Wiersbe observa que Esdras:
1. Mostrou-se sábio ao reunir dezoito chefes de família do povo, sabendo que esses homens poderiam influenciar seus parentes, o que de fato aconteceu (vs. 1-20).
2. Mostrou sua confiança em Deus. A abordagem dele em relação à viagem foi espiritual, pois, se a boa mão do Senhor não tivesse estado com ele, tudo teria dado errado (vs. 21-23).
3. Mostrou autoridade em chamar os líderes espirituais a assumirem compromissos de cuidarem dos tesouros do Senhor (vs. 24-30).
4. Mostrou como foi difícil a jornada de Babilônia até ali em Jerusalém:
• Chegada (v. 31);
• Descanso (v. 32);
• Levantamento (vs. 33-34);
• Adoração (v. 35);
• Autorização (v. 36).
Esdras está contando num sermão sua experiência desde a saída de Babilônia até chegar em Jerusalém. Além de preservar Seu povo, Deus estava protegendo Sua Palavra. Observe esse histórico:
“Moisés escreveu aquilo que Deus lhe disse (Êx 24:4, 12; Dt 28:58; 29:21; 30:10; 31:9, 19, 24) e também manteve um registro das jornadas de Israel (Nm 33:2). Deixou para Josué o ‘Livro da Lei’ (Js 1:8), ao qual Josué acrescentou seu próprio registro (23:6). Samuel escreveu nesse livro (1 Sm 10:25), e outros também fizeram acréscimos (1 Cr 29:29). Ao que parece, o Livro da Lei ‘perdeu-se’ no lugar menos provável de todos – o templo – e foi recuperado no tempo de Josias (2 Cr 34-35). Os escribas judeus copiaram as Escrituras com cuidado e precisão extremos, a fim de guardá-las da corrupção textual. Graças a fidelidade desses homens e à providência de Deus, temos as Escrituras nos dias de hoje” (Wiersbe).
Esdras andou cerca de quatro meses (1500 km) para pregar a Palavra! Então… vamos valorizar mais a Bíblia?
Reavivemo-nos pela Palavra! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
O segundo grupo de exilados, que voltou com Esdras para Jerusalém, correspondeu a aproximadamente dez por cento do total do primeiro grupo. Mas ainda que fosse um pequeno grupo, essas famílias foram corajosas em abandonar o conforto de suas vidas bem estabelecidas em Babilônia para seguir a Esdras numa viagem perigosa para um lugar onde teriam que recomeçar a vida. Mas ao analisar a lista dos que subiram com ele, Esdras percebeu que não havia entre eles “nenhum dos filhos de Levi” (v.15).
Segundo “a boa mão de Deus” (v.18), uniram-se a eles mais um grupo, desta vez, de levitas que ministrariam no templo, “todos eles mencionados pelo nome” (v.20). O grupo estava então completo. Todos atenderam ao chamado divino e Esdras foi despertado para uni-los num só propósito: jejum e oração. Após um firme testemunho acerca do poder de Deus, Esdras teve “vergonha de pedir ao rei exército e cavaleiros” (v.22) para os defender. Sendo assim, ele e o povo clamaram para que o Senhor lhes desse “jornada feliz” (v.21) para eles, seus filhos e seus pertences.
Montando uma guarda especial para os tesouros consagrados a Deus, a boa mão do Senhor estava sobre eles, livrando-os dos inimigos e das “ciladas pelo caminho” (v.31), de forma que chegaram em Jerusalém e ali repousaram por “três dias” (v.32). “No quarto dia” (v.33), a “oferta voluntária” (v.28) foi pesada e os “exilados que vieram do cativeiro ofereceram holocaustos ao Deus de Israel” (v.35), e “ajudaram o povo na reconstrução da Casa de Deus” (v.36).
Podemos dizer que Esdras buscou pessoas que o Senhor havia separado para ministrar em Sua Casa, liderou um reavivamento no meio dos exilados, promoveu a fidelidade e a confiança em Deus e inspirou o seu grupo a unir-se aos demais na edificação do templo. Precisamos desesperadamente de Esdras modernos! Homens e mulheres que se permitam ser usados por Deus de uma forma tão íntegra, que não restem dúvidas quanto ao seu caráter divinamente lapidado.
Enfrentamos, dia a dia, uma jornada perigosa repleta de inimigos e de “ciladas pelo caminho” (v.31). Muitas vezes somos tentados a buscar auxílio inútil quando ao nosso lado está o Senhor dos Exércitos pronto para nos atender. Porque a “boa mão do nosso Deus é sobre todos os que O buscam, para o bem deles; mas a Sua força e a Sua ira, contra todos os que O abandonam” (v.22). Neste dia da semana que dedicamos ao jejum e à oração, como Esdras, confiemos que depois do deserto perigoso, há uma terra de repouso à nossa espera.
Com toda a convicção, proclamemos, hoje: “Nós, pois, jejuamos e pedimos isto ao nosso Deus, e Ele nos atendeu” (v.23). Jejuemos, vigiemos e oremos !
O segundo grupo de exilados, que voltou com Esdras para Jerusalém, correspondeu a aproximadamente dez por cento do total do primeiro grupo. Mas ainda que fosse um pequeno grupo, essas famílias foram corajosas em abandonar o conforto de suas vidas bem estabelecidas em Babilônia para seguir a Esdras numa viagem perigosa para um lugar onde teriam que recomeçar a vida. Mas ao analisar a lista dos que subiram com ele, Esdras percebeu que não havia entre eles “nenhum dos filhos de Levi” (v.15).
Segundo “a boa mão de Deus” (v.18), uniram-se a eles mais um grupo, desta vez, de levitas que ministrariam no templo, “todos eles mencionados pelo nome” (v.20). O grupo estava então completo. Todos atenderam ao chamado divino e Esdras foi despertado para uni-los num só propósito: jejum e oração. Após um firme testemunho acerca do poder de Deus, Esdras teve “vergonha de pedir ao rei exército e cavaleiros” (v.22) para os defender. Sendo assim, ele e o povo clamaram para que o Senhor lhes desse “jornada feliz” (v.21) para eles, seus filhos e seus pertences.
Montando uma guarda especial para os tesouros consagrados a Deus, a boa mão do Senhor estava sobre eles, livrando-os dos inimigos e das “ciladas pelo caminho” (v.31), de forma que chegaram em Jerusalém e ali repousaram por “três dias” (v.32). “No quarto dia” (v.33), a “oferta voluntária” (v.28) foi pesada e os “exilados que vieram do cativeiro ofereceram holocaustos ao Deus de Israel” (v.35), e “ajudaram o povo na reconstrução da Casa de Deus” (v.36).
Podemos dizer que Esdras buscou pessoas que o Senhor havia separado para ministrar em Sua Casa, liderou um reavivamento no meio dos exilados, promoveu a fidelidade e a confiança em Deus e inspirou o seu grupo a unir-se aos demais na edificação do templo. Precisamos desesperadamente de Esdras modernos! Homens e mulheres que se permitam ser usados por Deus de uma forma tão íntegra, que não restem dúvidas quanto ao seu caráter divinamente lapidado.
Enfrentamos, dia a dia, uma jornada perigosa repleta de inimigos e de “ciladas pelo caminho” (v.31). Muitas vezes somos tentados a buscar auxílio inútil quando ao nosso lado está o Senhor dos Exércitos pronto para nos atender. Porque a “boa mão do nosso Deus é sobre todos os que O buscam, para o bem deles; mas a Sua força e a Sua ira, contra todos os que O abandonam” (v.22). Neste dia da semana que dedicamos ao jejum e à oração, como Esdras, confiemos que depois do deserto perigoso, há uma terra de repouso à nossa espera.
Com toda a convicção, proclamemos, hoje: “Nós, pois, jejuamos e pedimos isto ao nosso Deus, e Ele nos atendeu” (v.23). Jejuemos, vigiemos e oremos !
