Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Resultado dos maus conselhos
“Acazias também andou nos caminhos da casa de Acabe, porque a mãe dele o aconselhava a cometer iniquidades.” 2 Crônicas 22:3
Mãe é uma bênção, mas se dá maus conselhos é um grande problema. Em lugar de andar nos caminhos de Deus, Acazias andou nos caminhos da família de Acabe. Péssima escolha.
Verso 7: quem não dá valor ao trono é destronado. Quem não valoriza a coroa acaba perdendo-a.
Verso 7: Deus sempre atua nos bastidores da história, conduzindo o rumo das nações.
Verso 9: “Acazias foi morto.” Ele já era um morto espiritual.
Verso 9: mesmo ímpio e depois de morto, Acazias foi honrado por causa do avô Josafá, que temeu a Deus.
Verso 10: a perversa Atalia tentou destruir a linhagem de Davi. Mas Deus interveio para cumprir Sua promessa.
Verso 10 a 12 – Deus preservou um herdeiro do trono de Davi e manteve Sua palavra.
Verso 11: sempre há uma Jeoseba corajosa na história, que teme a Deus e faz diferença.
Verso 12: Joás ficou “escondido com elas no templo de Deus”. “Esconda” você também seu filho no templo de Deus. No grande conflito, a única segurança para nossos filhos está em “escondê-los” sob a proteção de Deus.
Promessa: Acazias teve “conselheiros para sua ruína”. Quem lhe dá conselhos? Busque principalmente os conselhos de Deus. Ele nunca falha.
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“Acazias também andou nos caminhos da casa de Acabe, porque a mãe dele o aconselhava a cometer iniquidades.” 2 Crônicas 22:3
Mãe é uma bênção, mas se dá maus conselhos é um grande problema. Em lugar de andar nos caminhos de Deus, Acazias andou nos caminhos da família de Acabe. Péssima escolha.
Verso 7: quem não dá valor ao trono é destronado. Quem não valoriza a coroa acaba perdendo-a.
Verso 7: Deus sempre atua nos bastidores da história, conduzindo o rumo das nações.
Verso 9: “Acazias foi morto.” Ele já era um morto espiritual.
Verso 9: mesmo ímpio e depois de morto, Acazias foi honrado por causa do avô Josafá, que temeu a Deus.
Verso 10: a perversa Atalia tentou destruir a linhagem de Davi. Mas Deus interveio para cumprir Sua promessa.
Verso 10 a 12 – Deus preservou um herdeiro do trono de Davi e manteve Sua palavra.
Verso 11: sempre há uma Jeoseba corajosa na história, que teme a Deus e faz diferença.
Verso 12: Joás ficou “escondido com elas no templo de Deus”. “Esconda” você também seu filho no templo de Deus. No grande conflito, a única segurança para nossos filhos está em “escondê-los” sob a proteção de Deus.
Promessa: Acazias teve “conselheiros para sua ruína”. Quem lhe dá conselhos? Busque principalmente os conselhos de Deus. Ele nunca falha.
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Comentário
???
Comentário Blog Associação Geral
No meio dos terríveis resultados da apostasia da família de Acabe encontramos a chave para o avivamento. O avivamento coletivo começa com o avivamento pessoal. E o avivamento pessoal começa em esconder-se: “E ele estava com eles, escondido na casa de Deus, seis anos, e Atalia reinava sobre a terra” 2Cr 22:12). É uma poderosa lição! Enquanto a apostasia reinava, destruía e aparentemente vencia, Joás se escondia na casa de Deus. Assim como Elias se escondeu em Querite (1Rs 17:03) e os discípulos permaneceram no cenáculo (At 1:3), Joás se escondeu na casa de Deus. Ele se escondeu na presença de Deus.
É somente quando nos retiramos e nos ocultamos na presença de Deus que desenvolvemos os elementos necessários para sermos agentes de reavivamento e reforma. É somente quando a Sua Palavra está escondida em nosso coração (Sl 119:11) que podemos quebrar o mal que tenta nos esconder da face de Deus (Ap 6:16).
Você tem o desejo de ser um agente de reavivamento e reforma da igreja de Deus, mas não tem certeza se Deus pode te usar? Creia, Ele pode! Oculte-se nEle e veja o que acontece.
Israel Ramos
Ex-presidente Geração Juventude para Cristo.
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II CRÔNICAS 22 – A história pode ser protagonizada por pecadores, mas que tem as rédeas do tempo e dos eventos é o Deus santo e eterno.
• Acazias, único filho remanescente da descendência de Davi, foi feito rei em Jerusalém em lugar de seu pai Jeorão; ele recebeu fortes influências malignas, vindo, por isso, a sofrer horrendas consequências (vs. 1-5).
• Jeú, fazendo justiça contra a injustiça titânica que acometia ao povo do Deus santo/justo, matou a Acazias, quando este fugia e refugiava-se em Samaria (vs. 7-9).
• Então Atalia, vendo que Acazias, o último candidato a rei em Judá, descendente de Davi, estava morto, assumiu ela própria o trono do povo de Deus (vs. 10-12).
A dinastia de Davi parecia ter chegado ao fim. O bem parecia ter sido sufocado e suplantado pelo mal, infelizmente. Satanás parecia ter prevalecido sobre Deus. A esperança no Messias corria sério risco de ser varrida do mundo.
O mesmo parece acontecer nos dias atuais:
O bem perde forças na refrega contra o mal. O ateísmo parece prevalecer sobre o cristianismo. A religião mostra-se deturpada, adulterada e arruinada pelas diversas influências dos poderes malignos. O desespero parece dominar o coração daqueles que perseveram na fé… o fim parece ter chegado!
Contudo, você deve parar e refletir com atenção e observar com mais cuidado as informações registradas neste capítulo. E lembre-se que ele foi assim registrado pelo cronista à época do retorno do exílio babilônico, quando o povo de Deus mais precisava da informação de que Ele continuava no controle: Deus não está indiferente quando tudo parece deprimente (v. 7). Ele prossegue conduzindo a história quando o mal parece predominante. O reinado de Atalia “representou a única ruptura no domínio contínuo da dinastia de Davi” (Bíblia Andrews); todavia, Deus não perdeu o controle.
A história não ficou sem rumo:
• Um bebê, descendente de Davi, foi preservado miraculosamente;
• Jeosabeate e Joiada foram instrumentos de Deus;
• Joás foi influenciado por um sacerdote piedoso, levando-o a promover a causa divina diante das investidas do mal.
Hoje, quando a igreja está se corrompendo com o mundo, Deus tem homens, mulheres e crianças com os quais pode contar, ainda que em números insignificantes. Desta forma, as pessoas do mal podem “pintar e bordar”, mas nunca usurparão o controle de Deus.
Reavivemo-nos! Deus lida com os réprobos com rédeas curtas! Acredite: Deus vencerá!
Confie! – Heber Toth Armí.
II CRÔNICAS 22 – A história pode ser protagonizada por pecadores, mas que tem as rédeas do tempo e dos eventos é o Deus santo e eterno.
• Acazias, único filho remanescente da descendência de Davi, foi feito rei em Jerusalém em lugar de seu pai Jeorão; ele recebeu fortes influências malignas, vindo, por isso, a sofrer horrendas consequências (vs. 1-5).
• Jeú, fazendo justiça contra a injustiça titânica que acometia ao povo do Deus santo/justo, matou a Acazias, quando este fugia e refugiava-se em Samaria (vs. 7-9).
• Então Atalia, vendo que Acazias, o último candidato a rei em Judá, descendente de Davi, estava morto, assumiu ela própria o trono do povo de Deus (vs. 10-12).
A dinastia de Davi parecia ter chegado ao fim. O bem parecia ter sido sufocado e suplantado pelo mal, infelizmente. Satanás parecia ter prevalecido sobre Deus. A esperança no Messias corria sério risco de ser varrida do mundo.
O mesmo parece acontecer nos dias atuais:
O bem perde forças na refrega contra o mal. O ateísmo parece prevalecer sobre o cristianismo. A religião mostra-se deturpada, adulterada e arruinada pelas diversas influências dos poderes malignos. O desespero parece dominar o coração daqueles que perseveram na fé… o fim parece ter chegado!
Contudo, você deve parar e refletir com atenção e observar com mais cuidado as informações registradas neste capítulo. E lembre-se que ele foi assim registrado pelo cronista à época do retorno do exílio babilônico, quando o povo de Deus mais precisava da informação de que Ele continuava no controle: Deus não está indiferente quando tudo parece deprimente (v. 7). Ele prossegue conduzindo a história quando o mal parece predominante. O reinado de Atalia “representou a única ruptura no domínio contínuo da dinastia de Davi” (Bíblia Andrews); todavia, Deus não perdeu o controle.
A história não ficou sem rumo:
• Um bebê, descendente de Davi, foi preservado miraculosamente;
• Jeosabeate e Joiada foram instrumentos de Deus;
• Joás foi influenciado por um sacerdote piedoso, levando-o a promover a causa divina diante das investidas do mal.
Hoje, quando a igreja está se corrompendo com o mundo, Deus tem homens, mulheres e crianças com os quais pode contar, ainda que em números insignificantes. Desta forma, as pessoas do mal podem “pintar e bordar”, mas nunca usurparão o controle de Deus.
Reavivemo-nos! Deus lida com os réprobos com rédeas curtas! Acredite: Deus vencerá!
Confie! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Sepultado Jeorão, não lhe restaria descendência não fosse por “seu filho mais moço” (v.1), que reinou em seu lugar. Acazias era filho de Jeorão com Atalia, que era “quem o aconselhava a proceder iniquamente” (v.3). Seguindo os conselhos de sua mãe, bem como da parentela de Acabe, tornou-se tão mau quanto seu pai, a ponto do Senhor ter de intervir a fim de “desarraigar a casa de Acabe” (v.7) da descendência de Judá.
O ministério dos profetas do Senhor não era fácil. Além de transmitir ao povo as repreensões e admoestações da parte de Deus, tinham de enfrentar a fúria da oposição e, por vezes, agir como uma espécie de vingadores de sangue. O profeta Samuel matou o rei dos amalequitas após a desobediência de Saul (1Sm.15:33). O profeta Elias matou os profetas de Baal após a experiência do monte Carmelo (1Rs.18:40). O profeta Eliseu também recebeu a autoridade divina, conforme a necessidade e prévia confirmação da parte de Deus (1Rs.19:17).
Certamente, se valer deste método não era o desejo do Senhor, muito menos dos Seus servos, os profetas. Nem é minha intenção aqui justificar os atos divinos, até porque seria uma tarefa impossível. Precisamos estudar a Bíblia à luz que nos é disponível, como está escrito: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Dt.29:29).
Uma coisa é certa, e nós já o sabemos: “que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito” (Rm.8:28). Após oito anos do terrível reinado de Jeorão, Judá não suportaria outros longos anos do mandato de um rei ainda pior que seu pai. A morte de Acazias pelas mãos do profeta Jeú e os anos de declínio do reinado de Atalia seriam suficientes para provar ao povo quão aterradores são os resultados da desobediência e quão disposto o Senhor está de resgatar o que se perdeu.
Deus não precisa hoje de vingadores de sangue, porque o precioso sangue do Cordeiro foi derramado. “Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela Sua vida” (Rm.5:10). A responsabilidade que temos, porém, se negligenciada, poderá custar a nossa salvação e a de outros, “especialmente dos da própria casa” (1Tm.5:8). Pesa sobre os pais a mais sagrada obra e o mais pesado encargo, que é de instruir seus filhos nas pisaduras de Cristo. Não há profecia ou qualquer ocupação que seja, que possa superar em honra este trabalho.
Atalia ilustra o pior exemplo de mãe e de avó que se possa imaginar. É provável que Josafá, “que buscou ao Senhor de todo o coração” (v.9), tenha enfrentado dificuldades em transmitir a mesma fidelidade aos seus descendentes. Algo que precisamos levar em consideração na tarefa de educar. A verdadeira educação consiste em ensinar “no caminho em que deve andar” (Pv.22:6), e não simplesmente em apontar o caminho. Como pais, ou futuros pais, não façamos “a obra do Senhor relaxadamente” (Jr.48:10), mas que nossos filhos sejam “ensinados do Senhor; e será grande a paz de [nossos] filhos” (Is.54:13). Vigiemos e oremos!
Sepultado Jeorão, não lhe restaria descendência não fosse por “seu filho mais moço” (v.1), que reinou em seu lugar. Acazias era filho de Jeorão com Atalia, que era “quem o aconselhava a proceder iniquamente” (v.3). Seguindo os conselhos de sua mãe, bem como da parentela de Acabe, tornou-se tão mau quanto seu pai, a ponto do Senhor ter de intervir a fim de “desarraigar a casa de Acabe” (v.7) da descendência de Judá.
O ministério dos profetas do Senhor não era fácil. Além de transmitir ao povo as repreensões e admoestações da parte de Deus, tinham de enfrentar a fúria da oposição e, por vezes, agir como uma espécie de vingadores de sangue. O profeta Samuel matou o rei dos amalequitas após a desobediência de Saul (1Sm.15:33). O profeta Elias matou os profetas de Baal após a experiência do monte Carmelo (1Rs.18:40). O profeta Eliseu também recebeu a autoridade divina, conforme a necessidade e prévia confirmação da parte de Deus (1Rs.19:17).
Certamente, se valer deste método não era o desejo do Senhor, muito menos dos Seus servos, os profetas. Nem é minha intenção aqui justificar os atos divinos, até porque seria uma tarefa impossível. Precisamos estudar a Bíblia à luz que nos é disponível, como está escrito: “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Dt.29:29).
Uma coisa é certa, e nós já o sabemos: “que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito” (Rm.8:28). Após oito anos do terrível reinado de Jeorão, Judá não suportaria outros longos anos do mandato de um rei ainda pior que seu pai. A morte de Acazias pelas mãos do profeta Jeú e os anos de declínio do reinado de Atalia seriam suficientes para provar ao povo quão aterradores são os resultados da desobediência e quão disposto o Senhor está de resgatar o que se perdeu.
Deus não precisa hoje de vingadores de sangue, porque o precioso sangue do Cordeiro foi derramado. “Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela Sua vida” (Rm.5:10). A responsabilidade que temos, porém, se negligenciada, poderá custar a nossa salvação e a de outros, “especialmente dos da própria casa” (1Tm.5:8). Pesa sobre os pais a mais sagrada obra e o mais pesado encargo, que é de instruir seus filhos nas pisaduras de Cristo. Não há profecia ou qualquer ocupação que seja, que possa superar em honra este trabalho.
Atalia ilustra o pior exemplo de mãe e de avó que se possa imaginar. É provável que Josafá, “que buscou ao Senhor de todo o coração” (v.9), tenha enfrentado dificuldades em transmitir a mesma fidelidade aos seus descendentes. Algo que precisamos levar em consideração na tarefa de educar. A verdadeira educação consiste em ensinar “no caminho em que deve andar” (Pv.22:6), e não simplesmente em apontar o caminho. Como pais, ou futuros pais, não façamos “a obra do Senhor relaxadamente” (Jr.48:10), mas que nossos filhos sejam “ensinados do Senhor; e será grande a paz de [nossos] filhos” (Is.54:13). Vigiemos e oremos!
