Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Satanás se levanta contra o povo de Deus
“Então Satanás se levantou contra Israel.” 1 Crônicas 21:1
Satanás sempre está à espreita tentando levar o povo de Deus ao pecado e à ruína. Com o recenseamento, Davi deixou o orgulho aflorar. Deus precisava cortar o mal pela raiz e salvar Seu povo.
Verso 1: “Satanás levantou-se contra Israel e levou Davi a fazer um recenseamento do povo.” Às vezes, o que o inimigo não consegue com as guerras, ele o faz com sutilezas.
Versos 3 e 4: Joabe percebeu a armadilha: “Por que deveria trazer culpa sobre Israel?” Mas cedeu diante da ordem do rei. Quando tem que escolher entre o certo e o errado, você escolhe o certo ou cede à pressão?
Verso 4: a palavra do rei prevaleceu, quando a palavra do Rei deveria ter prevalecido.
Verso 5: “Havia 1,1 milhão de homens habilitados para o serviço militar.” Era justamente a confiança em números que Deus desaprovava.
Verso 6: Deus reprovou a atitude rebelde de Davi e puniu Israel exemplarmente.
Verso 8: pelo menos uma vez mais Davi reconheceu seu pecado e pediu perdão. Isso faz diferença.
Verso 8: “Cometi uma grande loucura.” Todo pecado é uma loucura. Deus nos mantenha lúcidos.
Versos 11 e 12: Deus precisava punir exemplarmente o pecado a fim de tentar evitar futuras apostasias.
Verso 13: “Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois é grande a Sua misericórdia, a cair nas mãos dos homens”, disse Davi. Diante das punições, Davi preferiu a de Deus, pois conhecia Seu caráter misericordioso.
Verso 14: pense bem antes de pecar; as consequências podem se estender a muitas pessoas.
Verso 15: Deus Se arrependeu de destruir Jerusalém. Ele mudou de planos. Deus tem “coração”.
Verso 17: Davi demonstrou nobreza assumindo a culpa por seu pecado.
Verso 24: Davi queria oferecer um sacrifício que lhe custasse algo. Na verdade, não fosse a misericórdia divina, lhe custaria a vida.
Verso 30: Davi teve medo do Anjo do Senhor. Infelizmente, é isso o que o pecado faz.
*Promessa:* “Davi invocou o Senhor, e o Senhor lhe respondeu” (v. 26). Pecou? Confie no Sacrifício e invoque o Senhor em busca de perdão.
Satanás sempre está à espreita tentando levar o povo de Deus ao pecado e à ruína. Com o recenseamento, Davi deixou o orgulho aflorar. Deus precisava cortar o mal pela raiz e salvar Seu povo.
Verso 1: “Satanás levantou-se contra Israel e levou Davi a fazer um recenseamento do povo.” Às vezes, o que o inimigo não consegue com as guerras, ele o faz com sutilezas.
Versos 3 e 4: Joabe percebeu a armadilha: “Por que deveria trazer culpa sobre Israel?” Mas cedeu diante da ordem do rei. Quando tem que escolher entre o certo e o errado, você escolhe o certo ou cede à pressão?
Verso 4: a palavra do rei prevaleceu, quando a palavra do Rei deveria ter prevalecido.
Verso 5: “Havia 1,1 milhão de homens habilitados para o serviço militar.” Era justamente a confiança em números que Deus desaprovava.
Verso 6: Deus reprovou a atitude rebelde de Davi e puniu Israel exemplarmente.
Verso 8: pelo menos uma vez mais Davi reconheceu seu pecado e pediu perdão. Isso faz diferença.
Verso 8: “Cometi uma grande loucura.” Todo pecado é uma loucura. Deus nos mantenha lúcidos.
Versos 11 e 12: Deus precisava punir exemplarmente o pecado a fim de tentar evitar futuras apostasias.
Verso 13: “Prefiro cair nas mãos do Senhor, pois é grande a Sua misericórdia, a cair nas mãos dos homens”, disse Davi. Diante das punições, Davi preferiu a de Deus, pois conhecia Seu caráter misericordioso.
Verso 14: pense bem antes de pecar; as consequências podem se estender a muitas pessoas.
Verso 15: Deus Se arrependeu de destruir Jerusalém. Ele mudou de planos. Deus tem “coração”.
Verso 17: Davi demonstrou nobreza assumindo a culpa por seu pecado.
Verso 24: Davi queria oferecer um sacrifício que lhe custasse algo. Na verdade, não fosse a misericórdia divina, lhe custaria a vida.
Verso 30: Davi teve medo do Anjo do Senhor. Infelizmente, é isso o que o pecado faz.
*Promessa:* “Davi invocou o Senhor, e o Senhor lhe respondeu” (v. 26). Pecou? Confie no Sacrifício e invoque o Senhor em busca de perdão.
Comentário
2Rs 10 – Je
Comentário Blog Associação Geral
A liderança é um valioso dom, recebido de Deus, e pode ser um canal tanto de benção ou maldição. No começo de sua carreira ou nova função, o líder, em geral, é prudente e escuta conselhos. Depois que o poder está firmemente estabelecido, o líder passa a achar que suas ideias sempre são as melhores e tem dificuldades de lidar com opiniões contrárias às suas.
Enfraquecido pelo senso de culpa pelo seu pecado com Bate-Seba, faltou ao rei o bom senso e este ordena a contagem de todos os homens hábeis para a guerra. Joabe, o comandante geral das tropas de Israel, explicou ao rei que discordava dessa decisão. Por experiência própria ele sabia que era Deus quem guerreava a favor do seu povo. Inúmeras vezes um soldado havia conseguido vencer dez ou mais oponentes. Contar o exército seria falta de confiança em Deus! Os argumentos de Joabe não foram ouvidos pelo rei e o censo foi efetuado.
Deus viu o que foi feito como algo mau. Ele enviou o profeta Gade para dizer ao rei que sofrimento e morte aconteceriam entre o povo. Ao contemplar os resultados de sua má escolha como líder, fruto de um coração doente espiritual e emocionalmente, Davi reconhece: “Eu, o pastor, pequei” (1 Crônicas 21:17, NVI) . Após o seu arrependimento sincero, a praga cessa.
A experiência de Davi mostra que as decisões de um líder tem sérias consequências para a felicidade e o bem-estar dos que o seguem. Que cada líder use a sua influência para servir e proteger ao próximo e não para a exaltação própria.
Jobson Santos
UNASP
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Pecado é mais do que transgressão da lei. Que lei Davi transgrediu em I Crônicas 21? Não há evidências de que ele tenha desobedecido a lei moral ou cerimonial. Diz o teólogo apóstolo Paulo em Romanos 14:23 que “Tudo o que não provêm de fé é pecado”. O fato de Davi fazer a contagem de Israel, algo sem malícia, constituiu pecado por não ter sido uma influência divina, não se originou da fé, mas da própria justiça, a qual é como trapo de imundícia (Is. 64:6). Além de Joabe ter-lhe alertado, houve uma insistência própria de Davi. Ele tomou a decisão sem consultar a Deus / independente de Deus, conforme lhe pareceu bem. Assim, pecado não é só praticar o mal, é qualquer coisa que se faz sem consultar e sem depender de Deus. Quando assumimos o controle da vida por conta própria, deixamos Deus de lado, nos afastamos dEle. Então, é assim que pecado é mais que transgressão da lei: é o afastamento de Deus mesmo fazendo coisas que não ferem a moral e nem os princípios divinos. Tudo o que eu fizer sem estar conectado com Deus, através de Cristo, sob a influência do Espírito Santo, constitui pecado perante Deus. Por quê? Porque pecado é mais do que transgressão da lei, é a dependência do EU. Portanto, analise comigo: Quanto das 24 horas de ontem você dependeu de Deus? O que você precisa mudar agora para que hoje não te afastes nenhum instante dEle? A Bíblia diz para orar sem cessar (I Tes. 4:17), em todo o tempo (Ef. 6:18). Estás disposto(a)?
A ocupação de Satanás é provocar as pessoas influenciando-as ao pecado, para causar a maior desgraça na vida humana, inclusive de terceiros, como vemos em ICr 21. Satanás induz as pessoas a tomarem decisões à parte de Deus, decisões aparentemente inofensivas (vs. 1-2). Mesmo assim, Deus sempre tem alguém para alertar quanto ao erro, protestando contra atitudes individualistas e egoístas (vs. 3-6). Quando se ignora tal alerta, Deus se decepciona com a atitude independente (v. 7).
O cerne da contagem do povo de Israel por Davi valorizava o potencial militar da nação, o qual tornou-se motivo de orgulho depois de tantas vitórias registradas nos capítulos anteriores. Foi Satanás quem induziu este sentimento. O orgulho surgiu com ele no Céu vindo a tirá-lo de lá vindo aqui para a terra onde encontrou espaço através da tentação proposta a Eva. Satanás é o verdadeiro agente maligno que se aproveitou do orgulho de Davi para seu mal. O cronista aqui reinterpretou, clareou e explicou a permissão divina registrada em II Samuel 24:1, como um evento no qual Satanás arranja espaço para agir e tentar os seres humanos. Até então o conceito de Satanás não era muito claro para as pessoas, tanto é que é só em Jó 1 e 2, I Crônicas 21 e Zacarias 3 que se fala abertamente sobre ele. No Antigo Testamento ele é mais como um promotor público celestial do que um grande inimigo de Deus e dos homens. No Novo Testamento já ficou mais evidente quem ele é, pois agiu mais intensamente na vida das pessoas e contra Jesus, o Filho de Deus. Enfim, seguindo esta sequência, Mark I. Bubeck disse que “as atividades ofensivas e patentes de Satanás e dos demônios serão muito mais acentuadas à medida que se aproxima a hora final” (Ap. 12:12).
Interessante é que Deus dá oportunidade a Davi de reconhecer seu erro, e ele se arrepende; esta é uma qualidade admirável que devemos aprender. O pecador deve suplicar, implorar pelo perdão diretamente a Deus, porém Deus mostra que todo erro, por menor que seja, tem terríveis consequências a qual ele nunca deve questionar, mas reconhecer (vs. 8-13). Então Deus concede o perdão e limita as consequências da independência do pecador (vs. 15-17). É preciso olhar ao sacrifício de Cristo para que a praga do pecado cesse não só em nossa vida, mas também na vida das pessoas que estão próximas.
Temos muito que aprender deste capítulo: como seria bom se reconhecêssemos que pecado não é só não fazer as coisas erradas, mas também é depender de nós mesmos para fazer o que parece certo! Quão bom seria se, ao vermos as consequências do pecado tomássemos a atitude certa imediatamente a fim de impedir que as tragédias do pecado se alastrem na sociedade!
Devemos depender de Deus mais do que nunca para vencer! Deus quer nos dar a vitória por meio do sangue de Cristo, clame por ele (Ap. 12:11).
Eu aprendi muito com o capítulo de hoje e você? – Heber Toth Armí
Pecado é mais do que transgressão da lei. Que lei Davi transgrediu em I Crônicas 21? Não há evidências de que ele tenha desobedecido a lei moral ou cerimonial. Diz o teólogo apóstolo Paulo em Romanos 14:23 que “Tudo o que não provêm de fé é pecado”. O fato de Davi fazer a contagem de Israel, algo sem malícia, constituiu pecado por não ter sido uma influência divina, não se originou da fé, mas da própria justiça, a qual é como trapo de imundícia (Is. 64:6). Além de Joabe ter-lhe alertado, houve uma insistência própria de Davi. Ele tomou a decisão sem consultar a Deus / independente de Deus, conforme lhe pareceu bem. Assim, pecado não é só praticar o mal, é qualquer coisa que se faz sem consultar e sem depender de Deus. Quando assumimos o controle da vida por conta própria, deixamos Deus de lado, nos afastamos dEle. Então, é assim que pecado é mais que transgressão da lei: é o afastamento de Deus mesmo fazendo coisas que não ferem a moral e nem os princípios divinos. Tudo o que eu fizer sem estar conectado com Deus, através de Cristo, sob a influência do Espírito Santo, constitui pecado perante Deus. Por quê? Porque pecado é mais do que transgressão da lei, é a dependência do EU. Portanto, analise comigo: Quanto das 24 horas de ontem você dependeu de Deus? O que você precisa mudar agora para que hoje não te afastes nenhum instante dEle? A Bíblia diz para orar sem cessar (I Tes. 4:17), em todo o tempo (Ef. 6:18). Estás disposto(a)?
A ocupação de Satanás é provocar as pessoas influenciando-as ao pecado, para causar a maior desgraça na vida humana, inclusive de terceiros, como vemos em ICr 21. Satanás induz as pessoas a tomarem decisões à parte de Deus, decisões aparentemente inofensivas (vs. 1-2). Mesmo assim, Deus sempre tem alguém para alertar quanto ao erro, protestando contra atitudes individualistas e egoístas (vs. 3-6). Quando se ignora tal alerta, Deus se decepciona com a atitude independente (v. 7).
O cerne da contagem do povo de Israel por Davi valorizava o potencial militar da nação, o qual tornou-se motivo de orgulho depois de tantas vitórias registradas nos capítulos anteriores. Foi Satanás quem induziu este sentimento. O orgulho surgiu com ele no Céu vindo a tirá-lo de lá vindo aqui para a terra onde encontrou espaço através da tentação proposta a Eva. Satanás é o verdadeiro agente maligno que se aproveitou do orgulho de Davi para seu mal. O cronista aqui reinterpretou, clareou e explicou a permissão divina registrada em II Samuel 24:1, como um evento no qual Satanás arranja espaço para agir e tentar os seres humanos. Até então o conceito de Satanás não era muito claro para as pessoas, tanto é que é só em Jó 1 e 2, I Crônicas 21 e Zacarias 3 que se fala abertamente sobre ele. No Antigo Testamento ele é mais como um promotor público celestial do que um grande inimigo de Deus e dos homens. No Novo Testamento já ficou mais evidente quem ele é, pois agiu mais intensamente na vida das pessoas e contra Jesus, o Filho de Deus. Enfim, seguindo esta sequência, Mark I. Bubeck disse que “as atividades ofensivas e patentes de Satanás e dos demônios serão muito mais acentuadas à medida que se aproxima a hora final” (Ap. 12:12).
Interessante é que Deus dá oportunidade a Davi de reconhecer seu erro, e ele se arrepende; esta é uma qualidade admirável que devemos aprender. O pecador deve suplicar, implorar pelo perdão diretamente a Deus, porém Deus mostra que todo erro, por menor que seja, tem terríveis consequências a qual ele nunca deve questionar, mas reconhecer (vs. 8-13). Então Deus concede o perdão e limita as consequências da independência do pecador (vs. 15-17). É preciso olhar ao sacrifício de Cristo para que a praga do pecado cesse não só em nossa vida, mas também na vida das pessoas que estão próximas.
Temos muito que aprender deste capítulo: como seria bom se reconhecêssemos que pecado não é só não fazer as coisas erradas, mas também é depender de nós mesmos para fazer o que parece certo! Quão bom seria se, ao vermos as consequências do pecado tomássemos a atitude certa imediatamente a fim de impedir que as tragédias do pecado se alastrem na sociedade!
Devemos depender de Deus mais do que nunca para vencer! Deus quer nos dar a vitória por meio do sangue de Cristo, clame por ele (Ap. 12:11).
Eu aprendi muito com o capítulo de hoje e você? – Heber Toth Armí
Comentário Rosana Barros
A sabedoria que Deus tem prazer em nos conceder (Tg.1:5), é dada na medida que nos dispomos a recebê-la. Cada dia enfrentamos novos desafios, novas situações, e a partir daí nossas intenções são provadas. Pediremos a Deus para nos conduzir, ou faremos tudo conforme a nossa vontade? Mesmo um homem segundo o coração de Deus não escapou de ser incitado por Satanás. Davi resolveu levantar um censo impulsionado pelo orgulho. E apesar de Joabe ter-lhe advertido sobre o mal que atingiria todo o povo, Davi usou de seu título e posição a fim de que sua palavra prevalecesse.
A sua coroa não era para que recebesse privilégios, mas para que lhe fosse um privilégio servir a Deus e ao Seu povo. Suas palavras não poderiam invalidar o assim diz o Senhor, e sim confirmá-lo. Ao perceber a sua iniquidade e que havia procedido “mui loucamente” (v.8), Davi resolveu fazer o que deveria ter feito antes: orar. A espada do Senhor que veio logo depois foi a prova inquestionável do quanto é perigoso e destrutivo não manter a vigilância no terreno do coração. Porque “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr.17:9).
Precisamos proteger as entradas da alma com as mesmas armas usadas por Cristo. Quando no deserto da tentação, Jesus venceu Satanás através da tríplice estratégia: jejum, oração e uso correto do “está escrito” (Mt.4:4). Se dizemos servir a Deus, mas não temos uma experiência relacional com Ele todos os dias, nos tornamos alvo fácil para o Maligno contra os nossos irmãos e contra a nossa própria salvação. A verdadeira sabedoria jamais é concedida para atender ao capricho humano, mas é liberalmente concedida àquele que teme ao Senhor. Pois “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Pv.9:10).
O Senhor repreendeu a Davi, e ele se revoltou? Não, amados! Deus repreendeu a Davi, e Davi O amou! Como está escrito: “Repreende o sábio, e ele te amará” (Pv.9:8). A oração intercessora de Davi pelo povo foi uma confirmação do grande amor que devotava a Deus e de como havia se arrependido de seu pecado. Seu coração ficou em pedaços ao ver os resultados de sua imprudência. Ao permitir que o orgulho o dominasse, e o número de seu exército fosse mais importante do que reconhecer que a mão do Senhor vencia as batalhas, Davi entrou no perigoso terreno do seu próprio “eu”. Portanto, “não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Pv.3:7).
Deus não deseja enviar um “anjo destruidor” (v.15) em nossa vida. Ele deseja que vivamos a experiência de Ornã. Este personagem não estava fazendo nada de grandioso para receber o privilégio de ver o Anjo do Senhor. Ele estava em sua lida diária. Quando Davi deixou de cumprir os seus deveres para viver suas vaidades, deu lugar a atuação de Satanás. Mas quando os filhos de Deus se ocupam em fazer aquilo que o Senhor os designou, por mais simples que seja o serviço, seus olhos são abertos para ver o sobrenatural, e sua resposta não pode ser diferente da resposta de Ornã: “dou tudo” (v.23)!
Assim como Davi se recusou a oferecer holocausto que não lhe custasse nada, que não poderia se beneficiar da entrega e devoção de Ornã, a nossa entrega e devoção a Deus deve ser pessoal e intransferível. Não podemos depender da espiritualidade do outro, mas buscar diariamente fortalecer a nossa própria experiência particular com o Senhor. Que possamos oferecer a Deus o que Ele mesmo nos pede: “Dá-me, filho meu, o teu coração” (Pv.23:26) e edificar “ali um altar ao Senhor” (v.26) a cada dia, para que sejamos transformados pelo Espírito Santo e a nossa vida seja sempre uma oferta agradável ao Senhor. Vigiemos e oremos!
A sabedoria que Deus tem prazer em nos conceder (Tg.1:5), é dada na medida que nos dispomos a recebê-la. Cada dia enfrentamos novos desafios, novas situações, e a partir daí nossas intenções são provadas. Pediremos a Deus para nos conduzir, ou faremos tudo conforme a nossa vontade? Mesmo um homem segundo o coração de Deus não escapou de ser incitado por Satanás. Davi resolveu levantar um censo impulsionado pelo orgulho. E apesar de Joabe ter-lhe advertido sobre o mal que atingiria todo o povo, Davi usou de seu título e posição a fim de que sua palavra prevalecesse.
A sua coroa não era para que recebesse privilégios, mas para que lhe fosse um privilégio servir a Deus e ao Seu povo. Suas palavras não poderiam invalidar o assim diz o Senhor, e sim confirmá-lo. Ao perceber a sua iniquidade e que havia procedido “mui loucamente” (v.8), Davi resolveu fazer o que deveria ter feito antes: orar. A espada do Senhor que veio logo depois foi a prova inquestionável do quanto é perigoso e destrutivo não manter a vigilância no terreno do coração. Porque “enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr.17:9).
Precisamos proteger as entradas da alma com as mesmas armas usadas por Cristo. Quando no deserto da tentação, Jesus venceu Satanás através da tríplice estratégia: jejum, oração e uso correto do “está escrito” (Mt.4:4). Se dizemos servir a Deus, mas não temos uma experiência relacional com Ele todos os dias, nos tornamos alvo fácil para o Maligno contra os nossos irmãos e contra a nossa própria salvação. A verdadeira sabedoria jamais é concedida para atender ao capricho humano, mas é liberalmente concedida àquele que teme ao Senhor. Pois “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Pv.9:10).
O Senhor repreendeu a Davi, e ele se revoltou? Não, amados! Deus repreendeu a Davi, e Davi O amou! Como está escrito: “Repreende o sábio, e ele te amará” (Pv.9:8). A oração intercessora de Davi pelo povo foi uma confirmação do grande amor que devotava a Deus e de como havia se arrependido de seu pecado. Seu coração ficou em pedaços ao ver os resultados de sua imprudência. Ao permitir que o orgulho o dominasse, e o número de seu exército fosse mais importante do que reconhecer que a mão do Senhor vencia as batalhas, Davi entrou no perigoso terreno do seu próprio “eu”. Portanto, “não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal” (Pv.3:7).
Deus não deseja enviar um “anjo destruidor” (v.15) em nossa vida. Ele deseja que vivamos a experiência de Ornã. Este personagem não estava fazendo nada de grandioso para receber o privilégio de ver o Anjo do Senhor. Ele estava em sua lida diária. Quando Davi deixou de cumprir os seus deveres para viver suas vaidades, deu lugar a atuação de Satanás. Mas quando os filhos de Deus se ocupam em fazer aquilo que o Senhor os designou, por mais simples que seja o serviço, seus olhos são abertos para ver o sobrenatural, e sua resposta não pode ser diferente da resposta de Ornã: “dou tudo” (v.23)!
Assim como Davi se recusou a oferecer holocausto que não lhe custasse nada, que não poderia se beneficiar da entrega e devoção de Ornã, a nossa entrega e devoção a Deus deve ser pessoal e intransferível. Não podemos depender da espiritualidade do outro, mas buscar diariamente fortalecer a nossa própria experiência particular com o Senhor. Que possamos oferecer a Deus o que Ele mesmo nos pede: “Dá-me, filho meu, o teu coração” (Pv.23:26) e edificar “ali um altar ao Senhor” (v.26) a cada dia, para que sejamos transformados pelo Espírito Santo e a nossa vida seja sempre uma oferta agradável ao Senhor. Vigiemos e oremos!
