Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
De mal a pior
“Jotão, filho de Uzias, rei de Judá, [...] fez o que era reto aos olhos do Senhor.” 2 Reis 15:32, 34
Mais um capítulo que mostra a triste condição de um povo sem Deus: sucessão de conspirações e assassinatos.
Versos 1 a 4: Azarias fez o que o Senhor aprova, contudo... O problema são esses contudos. Sejamos inteiramente fiéis.
Verso 5: o pecado é como lepra: nos isola do verdadeiro convívio com as pessoas; nos isola da vida.
Versos 8 e 9: Zacarias fez o que o Senhor reprova e não se desviou dos pecados. Você tem “se desviado” dos pecados?
Verso 10: no que pode resultar um reinado iniciado com conspiração e assassinatos testemunhados pelo povo? Decadência.
Versos 14 a 16: o conspirador e assassino Menaém chegou ao ponto de “rasgar ao meio” mulheres grávidas. Pecado não tem limites.
Verso 19: quando falta a bênção divina, homens se valem do poder e do dinheiro para se manter no cargo.
Versos 24 a 30: o ímpio Pecaías foi assassinado por Peca que foi assassinado por Oseias. Às vezes, aqui se faz, aqui se paga.
Versos 32 a 34: Jotão fez o que o Senhor aprova, como seu pai Uzias; e sua mãe também é mencionada: Jerusa. Será por acaso? Por trás de um homem piedoso e de sucesso, via de regra há uma família estruturada cujos pais buscam a Deus.
Verso 35: infelizmente, no reinado de Jotão há também um “contudo”.
Promessa: Por causa da teimosia do povo, Deus permitia a invasão de inimigos. Era Sua tentativa de fazer com que se arrependessem. Ele faz de tudo para nos salvar.
“Jotão, filho de Uzias, rei de Judá, [...] fez o que era reto aos olhos do Senhor.” 2 Reis 15:32, 34
Mais um capítulo que mostra a triste condição de um povo sem Deus: sucessão de conspirações e assassinatos.
Versos 1 a 4: Azarias fez o que o Senhor aprova, contudo... O problema são esses contudos. Sejamos inteiramente fiéis.
Verso 5: o pecado é como lepra: nos isola do verdadeiro convívio com as pessoas; nos isola da vida.
Versos 8 e 9: Zacarias fez o que o Senhor reprova e não se desviou dos pecados. Você tem “se desviado” dos pecados?
Verso 10: no que pode resultar um reinado iniciado com conspiração e assassinatos testemunhados pelo povo? Decadência.
Versos 14 a 16: o conspirador e assassino Menaém chegou ao ponto de “rasgar ao meio” mulheres grávidas. Pecado não tem limites.
Verso 19: quando falta a bênção divina, homens se valem do poder e do dinheiro para se manter no cargo.
Versos 24 a 30: o ímpio Pecaías foi assassinado por Peca que foi assassinado por Oseias. Às vezes, aqui se faz, aqui se paga.
Versos 32 a 34: Jotão fez o que o Senhor aprova, como seu pai Uzias; e sua mãe também é mencionada: Jerusa. Será por acaso? Por trás de um homem piedoso e de sucesso, via de regra há uma família estruturada cujos pais buscam a Deus.
Verso 35: infelizmente, no reinado de Jotão há também um “contudo”.
Promessa: Por causa da teimosia do povo, Deus permitia a invasão de inimigos. Era Sua tentativa de fazer com que se arrependessem. Ele faz de tudo para nos salvar.
Comentário
2Rs 15 – Triste condição de um povo sem Deus: sucessão de conspirações e assassinatos.
2Rs 15:1-4 – Azarias fez o que o Senhor aprova, contudo... O problema são esses contudos. Sejamos inteiramente fiéis.
2Rs 15:5 – O pecado é como lepra: nos isola do verdadeiro convívio com as pessoas; nos isola da vida.
2Rs 15:8, 9 – Zacarias fez o que o Senhor reprova e não se desviou dos pecados. Você tem “se desviado” dos pecados?
2Rs 15:10 – No que pode resultar um reinado iniciado com conspiração e assassinatos testemunhados pelo povo? Decadência.
2Rs 15:14-16 – O conspirador e assassino Menaém chegou ao ponto de “rasgar ao meio” mulheres grávidas. Pecado não tem limites.
2Rs 15:19 – Quando falta a bênção divina, homens se valem do poder e do dinheiro para se manter no cargo.
2Rs 15:24-30 – O ímpio Pecaías foi assassinado por Peca que foi assassinado por Oseias. Às vezes, aqui se faz, aqui se paga.
2Rs 15:32-34 – Jotão fez o que o Senhor aprova, como seu pai Uzias; e sua mãe também é mencionada: Jerusa. Será por acaso? Por trás de um homem piedoso e de sucesso, via de regra há uma família estruturada cujos pais buscam a Deus.
2Rs 15:35 – Infelizmente, no reinado de Jotão há também um “contudo”.
2Rs 15:37 – Por causa da teimosia do povo, Deus permitia a invasão de inimigos. Era Sua tentativa de fazer com que se arrependessem.
2Rs 15 – Triste condição de um povo sem Deus: sucessão de conspirações e assassinatos.
2Rs 15:1-4 – Azarias fez o que o Senhor aprova, contudo... O problema são esses contudos. Sejamos inteiramente fiéis.
2Rs 15:5 – O pecado é como lepra: nos isola do verdadeiro convívio com as pessoas; nos isola da vida.
2Rs 15:8, 9 – Zacarias fez o que o Senhor reprova e não se desviou dos pecados. Você tem “se desviado” dos pecados?
2Rs 15:10 – No que pode resultar um reinado iniciado com conspiração e assassinatos testemunhados pelo povo? Decadência.
2Rs 15:14-16 – O conspirador e assassino Menaém chegou ao ponto de “rasgar ao meio” mulheres grávidas. Pecado não tem limites.
2Rs 15:19 – Quando falta a bênção divina, homens se valem do poder e do dinheiro para se manter no cargo.
2Rs 15:24-30 – O ímpio Pecaías foi assassinado por Peca que foi assassinado por Oseias. Às vezes, aqui se faz, aqui se paga.
2Rs 15:32-34 – Jotão fez o que o Senhor aprova, como seu pai Uzias; e sua mãe também é mencionada: Jerusa. Será por acaso? Por trás de um homem piedoso e de sucesso, via de regra há uma família estruturada cujos pais buscam a Deus.
2Rs 15:35 – Infelizmente, no reinado de Jotão há também um “contudo”.
2Rs 15:37 – Por causa da teimosia do povo, Deus permitia a invasão de inimigos. Era Sua tentativa de fazer com que se arrependessem.
Comentário Blog Associação Geral
Deus é incrivelmente paciente conosco. Como você pode ver em todas essas histórias, Deus havia escolhido a nação de Israel para ser dEle, e, embora houvesse muitos reis que fizeram o mal aos Seus olhos, Ele ainda os manteve. E então, às vezes, vinha um rei que fazia o que era certo aos olhos de Deus, e mesmo esses reis permitiam que alguma forma de mal sobrevivesse durante seu governo.
Às vezes, parece que fizemos muito mal aos olhos de Deus para que Ele nos ame. Quando tivermos esses pensamentos, lembre-se de que Deus ficou com as nações de Israel e Judá, mesmo com os líderes em seus países orquestrando o mal aos Seus olhos.
Não estou sugerindo que devamos fazer o mal aos olhos de Deus porque sabemos que ele vai continuar conosco. Em vez disso, estou sugerindo que a idéia de que fizemos muito mal para voltar a Deus é de Satanás, e a verdade é que Deus está sempre disponível a nos receber e quer ter um relacionamento conosco.
Você precisa de um lembrete da paciência de Deus hoje? Ore, Ele te atenderá.
Suvan Campbell
Aluna da Great Lakes Adventist Academy – Academia Adventista dos Grandes Lagos
Michigan EUA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II REIS 15 – A bênção de um Deus gracioso e misericordioso nem sempre é positiva para um povo que está alheio aos Seus nobres princípios.
O grande sucesso militar e econômico tanto de Israel quanto de Judá não foi reconhecido como a poderosa e graciosa mão de Deus. Por isso, não houveram resultados positivos no quesito espiritual.
“Esse período de prosperidade não foi acompanhado de fidelidade à aliança, um fato que o [texto] deixa claro (II Reis 14:24; 15:4), e profetas canônicos daquela era, como Amós e Oséias, enfatizam. Sem renovação espiritual, a prosperidade é apenas uma bênção antes de consequências terríveis, pois, conforme observado por Noth, ‘o grande poder da Assíria pairava sinistramente ao fundo’. Um impressionante instrumento de destruição logo estaria pronto para castigar o povo desobediente. Após a morte de Jeroboão II… Israel experimenta uma série de monarcas que reinaram por pouco tempo. Intriga e engano provocaram o caos em Samaria exatamente quando Tiglate-Pileser III (c. 745-717 c.C.) transforma a Assíria numa potência mundial aventureira, conquistadora, ocupadora, exiladora e assassina. Em vinte anos cinco reis governaram Israel, mas nenhum deles faz qualquer coisa para investigar a derrocada moral da nação (II Reis 15:8-31). Nesse ínterim, a situação é ligeiramente melhor em Judá basicamente devido à liderança moral de Uzias e Amazias (15:1-7). Assim mesmo, como os lugares altos não foram removidos de Judá, as sementes da destruição existem para ambos os reinos”, analisa Paul House.
Nem Azarias nem Jotão de Judá eliminaram os “altos”, consequentemente o povo permanecia sacrificando e queimando incenso nos altos (II Reis 15:4, 35). Ali se sacrificavam aos ídolos e às vezes ao Deus verdadeiro. Fazer o bem, sem eliminar completamente o mal não agrada totalmente a Deus!
Sempre há consequências quando não priorizamos Deus (II Reis 15:5). A lepra de Amazias era advertência ao povo de Deus, e também a nós:
• Quase fiel, não é fiel;
• Quase íntegro, não é íntegro;
• Quase consagrado, não é consagração;
• Quase puro, ainda é impuro;
• Quase salvo, é totalmente perdido.
Se líderes do povo de Deus não agem para eliminar o erro radicalmente, o povo fica confuso, perdido… despencando para a ruína!
Nossa entrega a Deus precisa ser total para que nossa espiritualidade não seja meramente parcial.
Então, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Há alguns dias, estudamos a história de Naamã, sobre a sua lepra e de como foi curado. Hoje estudamos sobre o rei Azarias, sobre a sua lepra e de como não houve cura. Naamã havia sido um herói de guerra, conquistador de muitas vitórias. Porém, tudo o que havia conseguido foi porque o Senhor o abençoou, e ele precisava reconhecer isso. No caso de Azarias, a maldita doença consumiu a sua vida até à morte. A cura não lhe foi outorgada. Quando estudarmos o segundo livro de Crônicas, veremos que Azarias acariciou o orgulho e a arrogância em seu coração.
Provavelmente, se Deus não tivesse permitido que aquela doença o ferisse até à morte, o relato de que “fez o que era reto perante o Senhor” (v.3) teria sido bem diferente. Azarias também é chamado na Bíblia pelo nome de Uzias (v.32), mas ambos os nomes significam: “Deus é a minha força” ou “a minha força é Deus”. E Deus teve que deter as forças de Azarias para que ele pudesse compreender o significado e o peso de seu próprio nome.
Enquanto isso, em Israel…
Conspirações, mortes e um reino que não passava de pai para filho, mas de um assassino para outro.
De geração em geração, o pecado tem revelado seus resultados desastrosos. Tudo porque a natureza humana conspira contra a natureza divina. Não estamos livres, nem como cristãos. Vivemos uma batalha constante contra a lei do pecado que habita em nossa carne. E a respeito disso, o próprio Paulo confessou: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm.7:19).
Temos visto que pertencer a Israel ou a Judá não era sinônimo de salvação. Fazer parte de uma nação eleita não garantia aos filhos de Israel uma entrada no Céu, mas fazia deles atalaias do Senhor, mensageiros da verdade. Não era apenas um privilégio, mas uma tremenda responsabilidade.
Hoje, vivemos em um mundo onde a maior pregação tem sido: “Deus só quer o seu coração”! Cuidado, amados! Sim, Deus quer o nosso coração. Pois Ele mesmo diz: “Filho Meu, dá-me o teu coração” (Pv.23:26), e também diz: “Eis que estou à porta e bato […]” (Ap.3:20). Mas quando abrimos a porta de nosso coração e o entregamos a Deus, não há como não haver mudança. Quando Cristo assume o primeiro lugar em uma vida, Ele arruma a bagunça que o pecado deixou.
Todo aquele que aceita a Jesus como Seu Salvador pessoal precisa refletir a Sua imagem. Esse reflexo só pode ser visto quando há uma transformação de dentro para fora. A aparência de santidade aliada a um coração orgulhoso é um dos maiores enganos do inimigo. Quando a Bíblia diz que “o coração alegre aformoseia o rosto” (Pv.15:13), não está a falar de qualquer alegria, mas do fruto do Espírito Santo; e nem tampouco de qualquer formosura, mas da formosura em assemelhar-se a Cristo. O que Israel não entendeu, precisamos buscar viver a cada dia.
A maior preocupação e ocupação em Israel e em Judá era a de engrandecer o reino e torná-lo poderoso sobre os demais. A maior ocupação dos fiéis sentinelas de Cristo deve ser o de anunciar o reino de Deus. A ordem de Cristo foi: “Ide ao mundo e pregai o evangelho […]” (Mt.28:19), e não ide à igreja e se ocupem a ponto de não terem tempo de ir buscar o que está perdido.
Buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça não é fazer o que achamos que devemos fazer, mas permitir que o Senhor tome conta do nosso coração e conduza nossos passos na direção daqueles que necessitam conhecê-Lo. Não permitamos que a lepra do pecado nos consuma a vida até à morte. Mas abramos o coração Àquele que por Sua morte nos presenteou com abundância de vida. Vigiemos e oremos!
Há alguns dias, estudamos a história de Naamã, sobre a sua lepra e de como foi curado. Hoje estudamos sobre o rei Azarias, sobre a sua lepra e de como não houve cura. Naamã havia sido um herói de guerra, conquistador de muitas vitórias. Porém, tudo o que havia conseguido foi porque o Senhor o abençoou, e ele precisava reconhecer isso. No caso de Azarias, a maldita doença consumiu a sua vida até à morte. A cura não lhe foi outorgada. Quando estudarmos o segundo livro de Crônicas, veremos que Azarias acariciou o orgulho e a arrogância em seu coração.
Provavelmente, se Deus não tivesse permitido que aquela doença o ferisse até à morte, o relato de que “fez o que era reto perante o Senhor” (v.3) teria sido bem diferente. Azarias também é chamado na Bíblia pelo nome de Uzias (v.32), mas ambos os nomes significam: “Deus é a minha força” ou “a minha força é Deus”. E Deus teve que deter as forças de Azarias para que ele pudesse compreender o significado e o peso de seu próprio nome.
Enquanto isso, em Israel…
Conspirações, mortes e um reino que não passava de pai para filho, mas de um assassino para outro.
De geração em geração, o pecado tem revelado seus resultados desastrosos. Tudo porque a natureza humana conspira contra a natureza divina. Não estamos livres, nem como cristãos. Vivemos uma batalha constante contra a lei do pecado que habita em nossa carne. E a respeito disso, o próprio Paulo confessou: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm.7:19).
Temos visto que pertencer a Israel ou a Judá não era sinônimo de salvação. Fazer parte de uma nação eleita não garantia aos filhos de Israel uma entrada no Céu, mas fazia deles atalaias do Senhor, mensageiros da verdade. Não era apenas um privilégio, mas uma tremenda responsabilidade.
Hoje, vivemos em um mundo onde a maior pregação tem sido: “Deus só quer o seu coração”! Cuidado, amados! Sim, Deus quer o nosso coração. Pois Ele mesmo diz: “Filho Meu, dá-me o teu coração” (Pv.23:26), e também diz: “Eis que estou à porta e bato […]” (Ap.3:20). Mas quando abrimos a porta de nosso coração e o entregamos a Deus, não há como não haver mudança. Quando Cristo assume o primeiro lugar em uma vida, Ele arruma a bagunça que o pecado deixou.
Todo aquele que aceita a Jesus como Seu Salvador pessoal precisa refletir a Sua imagem. Esse reflexo só pode ser visto quando há uma transformação de dentro para fora. A aparência de santidade aliada a um coração orgulhoso é um dos maiores enganos do inimigo. Quando a Bíblia diz que “o coração alegre aformoseia o rosto” (Pv.15:13), não está a falar de qualquer alegria, mas do fruto do Espírito Santo; e nem tampouco de qualquer formosura, mas da formosura em assemelhar-se a Cristo. O que Israel não entendeu, precisamos buscar viver a cada dia.
A maior preocupação e ocupação em Israel e em Judá era a de engrandecer o reino e torná-lo poderoso sobre os demais. A maior ocupação dos fiéis sentinelas de Cristo deve ser o de anunciar o reino de Deus. A ordem de Cristo foi: “Ide ao mundo e pregai o evangelho […]” (Mt.28:19), e não ide à igreja e se ocupem a ponto de não terem tempo de ir buscar o que está perdido.
Buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça não é fazer o que achamos que devemos fazer, mas permitir que o Senhor tome conta do nosso coração e conduza nossos passos na direção daqueles que necessitam conhecê-Lo. Não permitamos que a lepra do pecado nos consuma a vida até à morte. Mas abramos o coração Àquele que por Sua morte nos presenteou com abundância de vida. Vigiemos e oremos!
