Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O mal eliminado
“Jeú acabou com o culto a Baal em Israel.”
“Jeú acabou com o culto a Baal em Israel.”
Comentário
2Rs 10 – Jeú reformou a nação, mas não o próprio coração.
Comentário Blog Associação Geral
Joás estava ansioso para reparar o templo de Deus. Então pediu aos sacerdotes que recolhessem dinheiro e deu também a sua oferta.
Dinheiro mal utilizado pode causar dor e sofrimento para muitos (1Tm 6:10 NVI). A Bíblia registra os passos tomados pelo sacerdote Joiada para seu controle e uso correto:
1. Uma caixa especial para recolher a oferta.
2. Sacerdotes guardavam a entrada.
3. O dinheiro era contado, trazido para o templo e colocado em sacos.
4. O valor do salário do trabalhador era determinado.
5. O dinheiro era dado aos supervisores para pagar os salários e para todos os itens relacionados com a reforma.
6. O uso do dinheiro era determinado e não podia ser alterado.
Todas estas cuidadosas medidas visavam garantir que o dinheiro de Deus fosse bem gasto. No entanto, a parte mais interessante está no versículo 15: “Não se exigia prestação de contas dos que pagavam os trabalhadores, pois agiam com honestidade” (NVI). Os supervisores estavam numa posição que lhes permitiria enganar os seus trabalhadores, mas porque eles eram confiáveis, obviamente tratavam os trabalhadores com honestidade e integridade.
Que o Senhor nos permita desenvolver este tipo de atmosfera de confiança no nosso ambiente de trabalho. E que sejamos honestos conosco mesmos ao lidar com dinheiro.
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II REIS 12 – Ao desviarmos de Deus deixamos de ser o que deveríamos ter sido. Deixando de confiar em Deus deixamos de viver o ideal do Céu para viver o ideal do inferno.
“O rei Joás deveria ter sido um líder forte e estável. Se é verdade que Joás exerceu autoridade, por trás dos bastidores, porém, ele era conduzido. Em vez de ter influência dominadora, ele era engolido pelas influências que o cercavam. A vida de Joás nos ensina que seguir fielmente a Deus não é uma questão passiva. Exige iniciativa coerente e corajosa” (Jim Zackrison).
1. Joás, com sete anos assumiu o trono, esteve em ascensão desde o início; além da reforma espiritual eliminando a adoração espúria, incentivou os sacerdotes a revitalizarem ao Templo (vs. 1-5).
2. Joás, ao observar que após ter passado alguns anos sem nenhuma reforma no templo, ele cria estratégias de arrecadar fundos para fazer as melhorias na casa do Senhor (vs. 6-16).
3. Joás, anos depois cedeu à pressão e pagou tributo com utensílios do templo ao rei Hazazel, desviando-se assim da proteção e direção de Deus; o que resultou em seu assassinato trágico (vs. 17-21).
“O povo de Deus, que fora redimido da escravidão egípcia, devia permanecer politicamente livre para ter liberdade de culto a Deus. Agitações políticas fizeram com que oficiais do governo assassinassem Joás” (Kenneth A. Mathews).
• Os desafios do mundo podem ser o trampolim para mais confiança em Deus ou para a decisão própria que resultará na própria destruição.
• É muito perigoso viver para Deus neste mundo cheio de inimigos de Deus, mas ignorar a Deus diante das pressões da vida é bem pior.
• Agir corretamente não significa agradar pessoas que exploram, mas viver para o Deus que ama, liberta, abençoe e protege.
• É bem melhor, mais vantajoso e honroso morrer por fazer a vontade de Deus do que fazendo a própria vontade; pior ainda, é morrer fazendo a vontade dos pecadores.
• Deixar de confiar em Deus significa concessão a decisões que parecem seguras, mas só parecem.
Joás começou bem, mas terminou mal: Triste fim… que poderia ser bom! A falta de confiança em Deus diante das pressões do mundo são caminhos que desviam-nos de um fim honroso. Portanto, coloque sempre tua confiança em Deus! – Heber Toth Armí.
II REIS 12 – Ao desviarmos de Deus deixamos de ser o que deveríamos ter sido. Deixando de confiar em Deus deixamos de viver o ideal do Céu para viver o ideal do inferno.
“O rei Joás deveria ter sido um líder forte e estável. Se é verdade que Joás exerceu autoridade, por trás dos bastidores, porém, ele era conduzido. Em vez de ter influência dominadora, ele era engolido pelas influências que o cercavam. A vida de Joás nos ensina que seguir fielmente a Deus não é uma questão passiva. Exige iniciativa coerente e corajosa” (Jim Zackrison).
1. Joás, com sete anos assumiu o trono, esteve em ascensão desde o início; além da reforma espiritual eliminando a adoração espúria, incentivou os sacerdotes a revitalizarem ao Templo (vs. 1-5).
2. Joás, ao observar que após ter passado alguns anos sem nenhuma reforma no templo, ele cria estratégias de arrecadar fundos para fazer as melhorias na casa do Senhor (vs. 6-16).
3. Joás, anos depois cedeu à pressão e pagou tributo com utensílios do templo ao rei Hazazel, desviando-se assim da proteção e direção de Deus; o que resultou em seu assassinato trágico (vs. 17-21).
“O povo de Deus, que fora redimido da escravidão egípcia, devia permanecer politicamente livre para ter liberdade de culto a Deus. Agitações políticas fizeram com que oficiais do governo assassinassem Joás” (Kenneth A. Mathews).
• Os desafios do mundo podem ser o trampolim para mais confiança em Deus ou para a decisão própria que resultará na própria destruição.
• É muito perigoso viver para Deus neste mundo cheio de inimigos de Deus, mas ignorar a Deus diante das pressões da vida é bem pior.
• Agir corretamente não significa agradar pessoas que exploram, mas viver para o Deus que ama, liberta, abençoe e protege.
• É bem melhor, mais vantajoso e honroso morrer por fazer a vontade de Deus do que fazendo a própria vontade; pior ainda, é morrer fazendo a vontade dos pecadores.
• Deixar de confiar em Deus significa concessão a decisões que parecem seguras, mas só parecem.
Joás começou bem, mas terminou mal: Triste fim… que poderia ser bom! A falta de confiança em Deus diante das pressões do mundo são caminhos que desviam-nos de um fim honroso. Portanto, coloque sempre tua confiança em Deus! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A missão de Joás não teve início aos sete anos de idade, mas nos anos dos quais passou aprendendo aos pés do sacerdote na Casa do Senhor. Joiada foi para ele a figura de um pai e de um amigo fiel. E sua conduta foi pautada nos conselhos do sábio sacerdote. Ao ver o precário estado de conservação do templo, Joás ordenou que o lugar que lhe foi o primeiro lar fosse reformado. A Casa de Deus representava o desejo do Senhor em habitar no meio do Seu povo. Não há paredes que O contenham, mas Ele escolheu o templo como um lugar que representava a Sua presença e como uma escola da verdadeira educação.
Joás aprendeu aos pés de Joiada porque, antes, Joiada aprendeu aos pés do Senhor. A Bíblia afirma que nós somos “casa espiritual” (1Pe.2:5) edificada sobre a Rocha, que é Cristo. O firme fundamento da igreja não é a sua estrutura, nem tampouco os seus tesouros, pois estas coisas são perecíveis. O fundamento, o alicerce da igreja, é a pessoa de Cristo Jesus! Portanto, se a nossa vida estiver edificada em Jesus, em obediência às Suas palavras, Ele mesmo reparará os estragos que o pecado tem nos causado e nos conservará como “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9).
Toda a nossa vida deve estar depositada “ao pé do altar” (v.9) do Senhor e Ele mesmo operará em nós a reforma necessária. E, neste sentido, não podemos deixar de observar a fidelidade dos tesoureiros. Eram tão honestos, que nem precisavam prestar contas do dinheiro que recebiam. Os filhos do Reino, aqueles que um dia receberão coroas de glória, têm a obrigação de agir como aqueles homens, com total fidelidade. Sabemos que o dinheiro sempre foi o principal motivo da corrupção do coração do homem e as Escrituras dizem que “o amor do dinheiro é a raiz de todos os males” (1Tm.6:10). A ganância e a cobiça têm sido muito difíceis de se conter, principalmente em nossos dias, em meio à crise econômica em que vivemos. Mas já pararam para analisar que quanto mais se tem, menos se é feliz? Que a sociedade em que predomina o capitalismo e o consumismo é também a sociedade das doenças emocionais?
Na matemática de Deus menos é mais. Podemos observar isso nas lições deixadas por Cristo: quando exaltou a oferta da viúva pobre (Lc.21:1-4); quando condenou a avareza (Lc.12:15); quando pediu ao jovem rico que usasse suas riquezas para abençoar aos pobres (Mt.19:21); quando nos advertiu quanto não andarmos ansiosos por coisa alguma (Lc.12:22). Como vimos no início, somos casas espirituais de Deus e como tais precisamos confiar a administração de nossa vida a Ele, e Ele suprirá as nossas necessidades. Que sejamos moradas do Senhor, valorizando mais as pessoas, e menos as coisas. Eis a genuína reforma que repara os estragos de nosso enganoso coração. Vigiemos e oremos!
A missão de Joás não teve início aos sete anos de idade, mas nos anos dos quais passou aprendendo aos pés do sacerdote na Casa do Senhor. Joiada foi para ele a figura de um pai e de um amigo fiel. E sua conduta foi pautada nos conselhos do sábio sacerdote. Ao ver o precário estado de conservação do templo, Joás ordenou que o lugar que lhe foi o primeiro lar fosse reformado. A Casa de Deus representava o desejo do Senhor em habitar no meio do Seu povo. Não há paredes que O contenham, mas Ele escolheu o templo como um lugar que representava a Sua presença e como uma escola da verdadeira educação.
Joás aprendeu aos pés de Joiada porque, antes, Joiada aprendeu aos pés do Senhor. A Bíblia afirma que nós somos “casa espiritual” (1Pe.2:5) edificada sobre a Rocha, que é Cristo. O firme fundamento da igreja não é a sua estrutura, nem tampouco os seus tesouros, pois estas coisas são perecíveis. O fundamento, o alicerce da igreja, é a pessoa de Cristo Jesus! Portanto, se a nossa vida estiver edificada em Jesus, em obediência às Suas palavras, Ele mesmo reparará os estragos que o pecado tem nos causado e nos conservará como “povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9).
Toda a nossa vida deve estar depositada “ao pé do altar” (v.9) do Senhor e Ele mesmo operará em nós a reforma necessária. E, neste sentido, não podemos deixar de observar a fidelidade dos tesoureiros. Eram tão honestos, que nem precisavam prestar contas do dinheiro que recebiam. Os filhos do Reino, aqueles que um dia receberão coroas de glória, têm a obrigação de agir como aqueles homens, com total fidelidade. Sabemos que o dinheiro sempre foi o principal motivo da corrupção do coração do homem e as Escrituras dizem que “o amor do dinheiro é a raiz de todos os males” (1Tm.6:10). A ganância e a cobiça têm sido muito difíceis de se conter, principalmente em nossos dias, em meio à crise econômica em que vivemos. Mas já pararam para analisar que quanto mais se tem, menos se é feliz? Que a sociedade em que predomina o capitalismo e o consumismo é também a sociedade das doenças emocionais?
Na matemática de Deus menos é mais. Podemos observar isso nas lições deixadas por Cristo: quando exaltou a oferta da viúva pobre (Lc.21:1-4); quando condenou a avareza (Lc.12:15); quando pediu ao jovem rico que usasse suas riquezas para abençoar aos pobres (Mt.19:21); quando nos advertiu quanto não andarmos ansiosos por coisa alguma (Lc.12:22). Como vimos no início, somos casas espirituais de Deus e como tais precisamos confiar a administração de nossa vida a Ele, e Ele suprirá as nossas necessidades. Que sejamos moradas do Senhor, valorizando mais as pessoas, e menos as coisas. Eis a genuína reforma que repara os estragos de nosso enganoso coração. Vigiemos e oremos!
