Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
Comentários em vídeo
RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez
RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira
RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro
A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Auxílio nas batalhas da vida
“Não há,
“Não há,
Comentário
2Rs 3:
2Rs 3:
Comentário Blog Associação Geral
O que a lepra representa? Se o Jordão representa o batismo – morte, sepultamento e ressurreição (Romanos 6:4)–, a lepra representa o pecado. Era uma doença mortal contagiosa que causava uma morte lenta miserável. Começava afetando os nervos e as extremidades, de tal forma que se você tivesse lepra perdia o sentido do tato.
Isso é o que o pecado faz com você: ele paralisa a sua consciência (1 Timóteo 4:2). No início sua consciência te convence do pecado, mas quanto mais você ficar em uma vida de pecado, mais você perde este sentido. O seu coração torna-se endurecido; a doença do pecado devora você como lepra.
Quando Naamã, finalmente, emergiu pela sétima vez, sua pele tinha outra aparência. A lepra que tinha devastado a sua pele e talvez atacado alguns de seus dedos das mãos ou dos pés, havia ido embora. Naamã estava curado! A Escritura diz: “…sua carne se tornou como a carne de uma criança” (2 Reis 5:14).
Um cristão é um soldado com pele nova de bebê. Você é nascido de novo, entretanto você é um soldado. A experiência de Naamã é, portanto, um símbolo do batismo; sua cura aconteceu no rio Jordão, onde João Batista introduziu o batismo pela primeira vez e onde Jesus foi batizado como exemplo para você e para mim (Mateus 3:13).
Doug Batchelor
Orador e diretor do programa de TV “Amazing Facts”
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
II REIS 5 – Além de onisciente, Deus é onipotente. O Deus que sabe tudo pode tudo também. E ainda é onipresente, ou seja, Ele não é limitado pelo espaço nem pela geografia. Para Ele nada está oculto, nada é difícil e nada distante.
Leia a história em tua Bíblia. Depois prossiga: “O relato começa com a cura de Naamã por Eliseu (vs. 1-19) e conclui com um episódio relacionado a Geazi, o criado do profeta (vs. 20-27)… Geazí é castigado não apenas por sua avareza, senão também por ter agido de forma contrária a seu mestre, atraindo assim a desgraça sobre si mesmo e seus descendentes” (Peter F. Ellis).
O relato apresenta alguns personagens, veja suas características:
1. NAAMÃ: Estrangeiro, honrado, comandante, político, pagão, rico e leproso. Contudo, humildemente aceitou e procurou ajuda, cedeu às orientações do profeta de Deus, foi curado e, finalmente, converteu-se ao verdadeiro Deus, vindo a rejeitar todos os outros deuses.
2. MENINA ANÔNIMA: Derrotada, escrava, talvez órfã, numa cultura desconhecida e sociedade pagã, obrigada a trabalhar na casa do comandante que destruiu seu país, longe de sua igreja. Contudo, ela humildemente permaneceu fiel a Deus. Movida por fé tornou-se instrumento de salvação de seu inimigo.
3. JORÃO: Rei de Israel, líder político do povo de Deus, ignorante quanto a Deus, medroso; consequentemente, quase pôs a perder o testemunho da menina e quase arruinou o plano divino de salvar Naamã.
4. ELISEU: Profeta humilde, sincero, que não se encantou com grifes, riquezas ou honra; mas estava sempre disposto a ajudar àqueles que precisavam principalmente de salvação (Lucas 4:27).
5. OFICIAIS DE NAAMÃ: Foram sábios colaboradores de Deus, auxiliaram na salvação de seu chefe.
6. GEAZI: Religioso ambicioso, ganancioso e mentiroso. Cobiçou as coisas que Eliseu rejeitou e teve consequências.
Destes, com qual você se parece?
Embora neste relato haja tantas pessoas, a história é de Deus, que salva e julga pessoas deste mundo! Salvação e julgamento estão didaticamente expostos no texto inspirado.
Deus conhece a situação de cada indivíduo e pode fazer o que quiser em qualquer lugar, seja de Seu povo ou não. Porém, toda Sua atuação está focada na salvação da humanidade. Portanto, Seus atos na história mundial e individual visam nossa conversão!
Deixe Deus te alcançar! – Heber Toth Armí.
II REIS 5 – Além de onisciente, Deus é onipotente. O Deus que sabe tudo pode tudo também. E ainda é onipresente, ou seja, Ele não é limitado pelo espaço nem pela geografia. Para Ele nada está oculto, nada é difícil e nada distante.
Leia a história em tua Bíblia. Depois prossiga: “O relato começa com a cura de Naamã por Eliseu (vs. 1-19) e conclui com um episódio relacionado a Geazi, o criado do profeta (vs. 20-27)… Geazí é castigado não apenas por sua avareza, senão também por ter agido de forma contrária a seu mestre, atraindo assim a desgraça sobre si mesmo e seus descendentes” (Peter F. Ellis).
O relato apresenta alguns personagens, veja suas características:
1. NAAMÃ: Estrangeiro, honrado, comandante, político, pagão, rico e leproso. Contudo, humildemente aceitou e procurou ajuda, cedeu às orientações do profeta de Deus, foi curado e, finalmente, converteu-se ao verdadeiro Deus, vindo a rejeitar todos os outros deuses.
2. MENINA ANÔNIMA: Derrotada, escrava, talvez órfã, numa cultura desconhecida e sociedade pagã, obrigada a trabalhar na casa do comandante que destruiu seu país, longe de sua igreja. Contudo, ela humildemente permaneceu fiel a Deus. Movida por fé tornou-se instrumento de salvação de seu inimigo.
3. JORÃO: Rei de Israel, líder político do povo de Deus, ignorante quanto a Deus, medroso; consequentemente, quase pôs a perder o testemunho da menina e quase arruinou o plano divino de salvar Naamã.
4. ELISEU: Profeta humilde, sincero, que não se encantou com grifes, riquezas ou honra; mas estava sempre disposto a ajudar àqueles que precisavam principalmente de salvação (Lucas 4:27).
5. OFICIAIS DE NAAMÃ: Foram sábios colaboradores de Deus, auxiliaram na salvação de seu chefe.
6. GEAZI: Religioso ambicioso, ganancioso e mentiroso. Cobiçou as coisas que Eliseu rejeitou e teve consequências.
Destes, com qual você se parece?
Embora neste relato haja tantas pessoas, a história é de Deus, que salva e julga pessoas deste mundo! Salvação e julgamento estão didaticamente expostos no texto inspirado.
Deus conhece a situação de cada indivíduo e pode fazer o que quiser em qualquer lugar, seja de Seu povo ou não. Porém, toda Sua atuação está focada na salvação da humanidade. Portanto, Seus atos na história mundial e individual visam nossa conversão!
Deixe Deus te alcançar! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
A história de hoje é um dos milagres mais conhecidos do Antigo Testamento. Com um alto cargo no reino sírio, Naamã era um homem poderoso, rico e com muitos soldados e servos ao seu comando. Mas havia um porém: ele era leproso. A lepra era a doença mais temida do antigo Oriente. Era lenta, dolorosa, fatal e não escolhia classe social. As características fornecidas pelas Escrituras sobre Naamã nos diz muito a respeito deste homem. Além de ter alta consideração por parte do rei da Síria, seu título de herói de guerra não foi conquistado por ele mesmo, mas “porque por ele o Senhor dera vitória”. Naamã ainda não havia se dado conta disto e seu orgulho precisava ser quebrado. Por trás de sua armadura, havia um coração que deveria ser governado pelo verdadeiro Herói.
Deus colocou em sua vida uma menina. Isso mesmo! Uma criança, cativa de Israel (v.2). E da boca daquela pequena serva saíram as palavras que o levariam à cura. Observem que o que a menina reconhecia, o rei de Israel não reconheceu. Ao ler a carta do rei da Síria, o rei rasgou as suas vestes e se desesperou. A cura de Naamã não seria apenas para curar a sua lepra, mas para provar ao monarca israelita de que havia “profeta em Israel” (v.8). Então, Naamã chegou “à porta da casa de Eliseu” (v.9), provavelmente esperando que o profeta logo viesse recebê-lo. Sua posição privilegiada o fazia um homem benquisto e temido por todos. Naamã não precisava de convites e permissões. Seus títulos abriam as portas de qualquer lugar e provocavam o sorriso de muitos bajuladores.
Qual não foi a sua surpresa, porém, quando não havia nada preparado, a não ser um servo para lhe transmitir o recado do profeta de Deus. O fato de Eliseu não recebê-lo pessoalmente foi entendido pelo poderoso comandante como um grave insulto. Feriu a posição e a autoridade de Naamã? Não, amados. Feriu o seu ego e o seu orgulho. A lepra maligna de Naamã não estava apenas na pele, mas também no coração. Ele precisava se despir de toda a sua arrogância e prepotência, e vestir-se de humildade e de confiança no único e verdadeiro Deus.
Ao acatar às palavras suplicantes de seus fiéis oficiais, ele fez o que Eliseu havia dito: mergulhou sete vezes no rio Jordão. Ele não ficou curado quando mergulhou uma vez, nem quando mergulhou três, nem seis, mas sete vezes. Como Naamã, desejamos respostas rápidas e soluções práticas. Queremos ver resolvidos nossos problemas como num estalar de dedos. Mas, assim como Naamã precisou mergulhar sete vezes em águas escuras para receber a cura, Deus pode estar nos dizendo hoje que precisamos fazer o que Ele nos pede de maneira perfeita, para que Ele possa nos conceder a solução perfeita.
Sete representa a perfeição de Deus para a nossa vida. E assim como a pele de Naamã não foi apenas restaurada, mas “se tornou como a carne de uma criança” (v.14), o Senhor promete que, se confiarmos, e se formos fiéis ao “assim diz o Senhor”, Ele nos tornará limpos e nos dará a Sua paz aonde quer que formos. O que você prefere? Ouvir de Deus: “Vá em paz”? Ou: “a lepra de Naamã se apegará a ti e à tua descendência para sempre” (v.27)? O que Naamã passou a deixar em último plano, Geazi cobiçou como primeiro. Milagres não se vendem. Milagres não se compram. Milagres são preciosas dádivas dos Céus.
De todas as personagens desta história, a menos citada, a que nem mesmo conhecemos o nome é a menina cativa. Não fosse seu sábio conselho e a humanidade teria perdido a lição da simples fé de uma criança. Não importa quem você seja, Deus deseja lhe usar para a realização de grandes obras. E Ele têm usado crianças, jovens, idosos ou pessoas que julgamos ser incapazes, para cumprir os propósitos que os grandes e poderosos da Terra têm se negado a cumprir. Mesmo longe de casa, aquela menina mostrou a Quem servia. E o rei, dentro de casa, mostrou que não conhecia o Deus de Israel. E nós? Qual tem sido a nossa realidade?
O mesmo desejo que teve a menina com relação a Naamã, Deus deseja com relação a Seus filhos. Pois o pecado é uma lepra incurável que só o Senhor é capaz de curar. Aqueles que correm atrás de recompensas que não lhes convém, recebem sobre si e sobre sua família terrível maldição. Mas os que conhecem o Senhor e buscam os tesouros do Céu, “todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor” (Is.61:9). Em um mundo que vai de mal a pior, que possamos dar ouvidos à mensagem profética para os nossos dias até que sejamos completamente curados da lepra do pecado no grande Dia do Senhor. Vigiemos e oremos!
A história de hoje é um dos milagres mais conhecidos do Antigo Testamento. Com um alto cargo no reino sírio, Naamã era um homem poderoso, rico e com muitos soldados e servos ao seu comando. Mas havia um porém: ele era leproso. A lepra era a doença mais temida do antigo Oriente. Era lenta, dolorosa, fatal e não escolhia classe social. As características fornecidas pelas Escrituras sobre Naamã nos diz muito a respeito deste homem. Além de ter alta consideração por parte do rei da Síria, seu título de herói de guerra não foi conquistado por ele mesmo, mas “porque por ele o Senhor dera vitória”. Naamã ainda não havia se dado conta disto e seu orgulho precisava ser quebrado. Por trás de sua armadura, havia um coração que deveria ser governado pelo verdadeiro Herói.
Deus colocou em sua vida uma menina. Isso mesmo! Uma criança, cativa de Israel (v.2). E da boca daquela pequena serva saíram as palavras que o levariam à cura. Observem que o que a menina reconhecia, o rei de Israel não reconheceu. Ao ler a carta do rei da Síria, o rei rasgou as suas vestes e se desesperou. A cura de Naamã não seria apenas para curar a sua lepra, mas para provar ao monarca israelita de que havia “profeta em Israel” (v.8). Então, Naamã chegou “à porta da casa de Eliseu” (v.9), provavelmente esperando que o profeta logo viesse recebê-lo. Sua posição privilegiada o fazia um homem benquisto e temido por todos. Naamã não precisava de convites e permissões. Seus títulos abriam as portas de qualquer lugar e provocavam o sorriso de muitos bajuladores.
Qual não foi a sua surpresa, porém, quando não havia nada preparado, a não ser um servo para lhe transmitir o recado do profeta de Deus. O fato de Eliseu não recebê-lo pessoalmente foi entendido pelo poderoso comandante como um grave insulto. Feriu a posição e a autoridade de Naamã? Não, amados. Feriu o seu ego e o seu orgulho. A lepra maligna de Naamã não estava apenas na pele, mas também no coração. Ele precisava se despir de toda a sua arrogância e prepotência, e vestir-se de humildade e de confiança no único e verdadeiro Deus.
Ao acatar às palavras suplicantes de seus fiéis oficiais, ele fez o que Eliseu havia dito: mergulhou sete vezes no rio Jordão. Ele não ficou curado quando mergulhou uma vez, nem quando mergulhou três, nem seis, mas sete vezes. Como Naamã, desejamos respostas rápidas e soluções práticas. Queremos ver resolvidos nossos problemas como num estalar de dedos. Mas, assim como Naamã precisou mergulhar sete vezes em águas escuras para receber a cura, Deus pode estar nos dizendo hoje que precisamos fazer o que Ele nos pede de maneira perfeita, para que Ele possa nos conceder a solução perfeita.
Sete representa a perfeição de Deus para a nossa vida. E assim como a pele de Naamã não foi apenas restaurada, mas “se tornou como a carne de uma criança” (v.14), o Senhor promete que, se confiarmos, e se formos fiéis ao “assim diz o Senhor”, Ele nos tornará limpos e nos dará a Sua paz aonde quer que formos. O que você prefere? Ouvir de Deus: “Vá em paz”? Ou: “a lepra de Naamã se apegará a ti e à tua descendência para sempre” (v.27)? O que Naamã passou a deixar em último plano, Geazi cobiçou como primeiro. Milagres não se vendem. Milagres não se compram. Milagres são preciosas dádivas dos Céus.
De todas as personagens desta história, a menos citada, a que nem mesmo conhecemos o nome é a menina cativa. Não fosse seu sábio conselho e a humanidade teria perdido a lição da simples fé de uma criança. Não importa quem você seja, Deus deseja lhe usar para a realização de grandes obras. E Ele têm usado crianças, jovens, idosos ou pessoas que julgamos ser incapazes, para cumprir os propósitos que os grandes e poderosos da Terra têm se negado a cumprir. Mesmo longe de casa, aquela menina mostrou a Quem servia. E o rei, dentro de casa, mostrou que não conhecia o Deus de Israel. E nós? Qual tem sido a nossa realidade?
O mesmo desejo que teve a menina com relação a Naamã, Deus deseja com relação a Seus filhos. Pois o pecado é uma lepra incurável que só o Senhor é capaz de curar. Aqueles que correm atrás de recompensas que não lhes convém, recebem sobre si e sobre sua família terrível maldição. Mas os que conhecem o Senhor e buscam os tesouros do Céu, “todos quantos os virem os reconhecerão como família bendita do Senhor” (Is.61:9). Em um mundo que vai de mal a pior, que possamos dar ouvidos à mensagem profética para os nossos dias até que sejamos completamente curados da lepra do pecado no grande Dia do Senhor. Vigiemos e oremos!
