Leitura da Bíblia
Um Capitúlo por dia
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RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Fiel entre infiéis
“Asa fez o que era reto aos olhos do Senhor, como Davi, seu pai. Porque tirou da terra os prostitutos cultuais e removeu todos os ídolos que seus pais fizeram. Ele depôs também Maaca, sua mãe, da dignidade de rainha-mãe, porque ela havia feito uma abominável imagem para servir de poste da deusa Aserá.” 1 Reis 11-13
Que registro você quer deixar de sua vida? Ande com Deus hoje e todos os dias e Ele cuidará disso. A sucessão de reis ímpios mostra o alcance do pecado de um indivíduo. Foi-se o esplendor de Israel.
Verso 3: Abias, filho de Absalão, “cometeu todos os pecados que o seu pai tinha cometido”. Qual tem sido a nossa influência? O pecado dos pais pode marcar o caráter dos filhos. Pense bem nisso.
Verso 5: Deus considerou Davi fiel, a despeito do que ele fizera com Urias. Deus perdoa o pecador, embora não justifique nem desculpe o pecado.
Versos 6 e 7: os reinos que deveriam ter sido a luz do mundo viveram divididos e em guerra. Quando há divisão e contenda na igreja, ela deixa de brilhar por Jesus.
Versos 11-13: um alento: Asa se tornou um rei fiel e combateu a idolatria em Judá. O que Asa fez foi promover a reforma no reino. A consagração lhe deu coragem para tanto. Precisamos de líderes corajosos que não temam realizar as reformas necessárias.
Verso 13: Asa não poupou nem a avó: destitui-a de sua posição pelo fato de ter construído um poste sagrado repugnante.
Verso 23: “Na velhice Asa sofreu uma doença nos pés.” Neste mundo, nem os fiéis escapam da dor. Nosso lar não é aqui.
Versos 25 e 26: Nadabe “fez o que o Senhor reprova, andando nos caminhos do seu pai [Jeroboão]”. Herança não é desculpa, mas tem seu peso.
Versos 29 e 30: sem a proteção de Deus estamos à mercê deste mundo mau e de seu príncipe.
Versos 33 e 34: Baasa também seguiu os passos de Jeroboão. Foi um péssimo rei e seu epitáfio tem poucas e tristes linhas.
Promessa: Em uma sucessão de reis ímpios, Asa se destacou por sua fidelidade a Deus. O Senhor precisa de pessoas assim neste mundo corrupto; pessoas que façam o que é certo, independentemente das circunstâncias e das más influências. Deus dá força para esses.
“Asa fez o que era reto aos olhos do Senhor, como Davi, seu pai. Porque tirou da terra os prostitutos cultuais e removeu todos os ídolos que seus pais fizeram. Ele depôs também Maaca, sua mãe, da dignidade de rainha-mãe, porque ela havia feito uma abominável imagem para servir de poste da deusa Aserá.” 1 Reis 11-13
Que registro você quer deixar de sua vida? Ande com Deus hoje e todos os dias e Ele cuidará disso. A sucessão de reis ímpios mostra o alcance do pecado de um indivíduo. Foi-se o esplendor de Israel.
Verso 3: Abias, filho de Absalão, “cometeu todos os pecados que o seu pai tinha cometido”. Qual tem sido a nossa influência? O pecado dos pais pode marcar o caráter dos filhos. Pense bem nisso.
Verso 5: Deus considerou Davi fiel, a despeito do que ele fizera com Urias. Deus perdoa o pecador, embora não justifique nem desculpe o pecado.
Versos 6 e 7: os reinos que deveriam ter sido a luz do mundo viveram divididos e em guerra. Quando há divisão e contenda na igreja, ela deixa de brilhar por Jesus.
Versos 11-13: um alento: Asa se tornou um rei fiel e combateu a idolatria em Judá. O que Asa fez foi promover a reforma no reino. A consagração lhe deu coragem para tanto. Precisamos de líderes corajosos que não temam realizar as reformas necessárias.
Verso 13: Asa não poupou nem a avó: destitui-a de sua posição pelo fato de ter construído um poste sagrado repugnante.
Verso 23: “Na velhice Asa sofreu uma doença nos pés.” Neste mundo, nem os fiéis escapam da dor. Nosso lar não é aqui.
Versos 25 e 26: Nadabe “fez o que o Senhor reprova, andando nos caminhos do seu pai [Jeroboão]”. Herança não é desculpa, mas tem seu peso.
Versos 29 e 30: sem a proteção de Deus estamos à mercê deste mundo mau e de seu príncipe.
Versos 33 e 34: Baasa também seguiu os passos de Jeroboão. Foi um péssimo rei e seu epitáfio tem poucas e tristes linhas.
Promessa: Em uma sucessão de reis ímpios, Asa se destacou por sua fidelidade a Deus. O Senhor precisa de pessoas assim neste mundo corrupto; pessoas que façam o que é certo, independentemente das circunstâncias e das más influências. Deus dá força para esses.
Comentário
1Rs 13 – O
Comentário Blog Associação Geral
Enquanto o reino do norte de Israel persistia na idolatria e tinha seus reis se sucedendo por assassinato, o reino do sul de Judá desfrutava contrastante estabilidade com Asa. Asa inverteu a tendência à idolatria que havia começado durante os dias de seu bisavô Salomão, mesmo quando isso significava escolhas difíceis. Asa fez o que deve ter sido uma escolha dolorosa quando ele removeu sua própria avó de sua posição real por causa de seu envolvimento com a idolatria.
Escolher o caminho certo a seguir naqueles momentos dolorosos em que um membro da família escolhe o caminho errado requer coragem. Você pode ser uma das muitas pessoas que leem isso e que experimentou dor porque um membro da família deixou de se relacionar com você porque você escolheu um relacionamento com Deus. Lembre-se de que o Deus que fortaleceu Asa a fazer o correto quando sua avó falhou em ser a pessoa que ela deveria ter sido ainda fortalece aqueles em situação semelhante hoje. Ele pode lhe dar um coração verdadeiro e corajoso como o de Asa, para que você possa fazer o que é certo e fortalecer sua família, sua congregação e sua comunidade.
Que Deus até trabalhe através de você para trazer sua família a Ele.
Brent Hamstra
Professor e Chefe do Departamento de Química
Southern Adventist University
Tennessee EUA
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
O mal parece sempre sufocar ao bem. Os princípios divinos parecem ser solapados pela corrupção religiosa. Deus parece não ter muito espaço no coração humano. Satanás parece dominar o povo de Deus.
Considerando a divisão Israel e Judá, observe: O reino…
• …do Norte, Israel, teve 20 reis; todos foram maus, exceto Jeú que foi bom e depois mau.
• …do Sul, Judá, teve 19 reis e 1 rainha; 12 foram maus, 4 foram bons e maus, e, 4 bons.
Da monarquia israelita, a maioria foi má. O império do povo de Deus foi governado mais por maus do que por bons. “Se não fosse pela mão dominadora de um Deus soberano, a nação israelita jamais teria cumprido o chamado do Senhor de dar testemunho do único e verdadeiro Deus vivo, de redigir as Escrituras e de trazer ao mundo o Salvador” (Warren W. Wiersbe).
Neste capítulo há breves relatos de 4 reis, dois de cada lado:
• Abias e Asa, de Judá (vs. 1-24);
• Nadabe e Baasa, de Israel (vs. 25-34).
Destes, apenas Asa foi bom, os outros não. 3 x 1 para o mau. Consequentemente, quando alguém do bem assume, precisa limpar a sujeira dos antepassados corruptos, quando poderia estar fazendo o bem proliferar.
A única coisa boa que Abias tinha era que descendia de Davi, pois trilhou pelos pecados de seu pai e seu coração foi imperfeito perante o Senhor; mesmo assim, a misericórdia divina estendeu-se a ele por causa de Davi. Os reis do Norte fizeram coisas piores; registra-se assassinato, usurpação, irritação a Deus, etc.
Asa foi ousado! Além de agir contrariamente dos maus, arrancou os prostitutos-cultuais, corajosamente destruiu todos os ídolos, e, destemidamente tirou sua avó Maaca do cargo de rainha por ter ela construído um altar vergonhoso à deusa da prostituição… Mas, infelizmente, Asa não deu conta de tudo!
Por seu ousado intuito de promover reavivar e reformar, Asa foi abençoado num reinado pacífico e próspero de 41 anos, contrastando com Abias que reinou 3 anos, Nadabe 2, e Baasa 24.
• Vale a pena servir destemidamente ao Senhor!
• Deus tem meios de fazer o bem prevalecer em meio ao mal!
• Ainda que o mal pareça prevalecer, Deus está cuidando para que em breve o bem vença!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
O mal parece sempre sufocar ao bem. Os princípios divinos parecem ser solapados pela corrupção religiosa. Deus parece não ter muito espaço no coração humano. Satanás parece dominar o povo de Deus.
Considerando a divisão Israel e Judá, observe: O reino…
• …do Norte, Israel, teve 20 reis; todos foram maus, exceto Jeú que foi bom e depois mau.
• …do Sul, Judá, teve 19 reis e 1 rainha; 12 foram maus, 4 foram bons e maus, e, 4 bons.
Da monarquia israelita, a maioria foi má. O império do povo de Deus foi governado mais por maus do que por bons. “Se não fosse pela mão dominadora de um Deus soberano, a nação israelita jamais teria cumprido o chamado do Senhor de dar testemunho do único e verdadeiro Deus vivo, de redigir as Escrituras e de trazer ao mundo o Salvador” (Warren W. Wiersbe).
Neste capítulo há breves relatos de 4 reis, dois de cada lado:
• Abias e Asa, de Judá (vs. 1-24);
• Nadabe e Baasa, de Israel (vs. 25-34).
Destes, apenas Asa foi bom, os outros não. 3 x 1 para o mau. Consequentemente, quando alguém do bem assume, precisa limpar a sujeira dos antepassados corruptos, quando poderia estar fazendo o bem proliferar.
A única coisa boa que Abias tinha era que descendia de Davi, pois trilhou pelos pecados de seu pai e seu coração foi imperfeito perante o Senhor; mesmo assim, a misericórdia divina estendeu-se a ele por causa de Davi. Os reis do Norte fizeram coisas piores; registra-se assassinato, usurpação, irritação a Deus, etc.
Asa foi ousado! Além de agir contrariamente dos maus, arrancou os prostitutos-cultuais, corajosamente destruiu todos os ídolos, e, destemidamente tirou sua avó Maaca do cargo de rainha por ter ela construído um altar vergonhoso à deusa da prostituição… Mas, infelizmente, Asa não deu conta de tudo!
Por seu ousado intuito de promover reavivar e reformar, Asa foi abençoado num reinado pacífico e próspero de 41 anos, contrastando com Abias que reinou 3 anos, Nadabe 2, e Baasa 24.
• Vale a pena servir destemidamente ao Senhor!
• Deus tem meios de fazer o bem prevalecer em meio ao mal!
• Ainda que o mal pareça prevalecer, Deus está cuidando para que em breve o bem vença!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
Comentário Rosana Barros
A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Esta rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje. “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável, era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.
Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo. Eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo dignitário, destruindo a imagem do poste-ídolo que ela havia feito. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono.
Sem sucessão de um rei ungido do Senhor, o reino do Norte tinha a sua coroa incerta. Cada rei que assumia o trono temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Quanto a Judá, havia uma promessa de um Deus infalível, de modo que mesmo com a apostasia de vários de seus monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi. Davi tornou-se o modelo de rei estabelecido por Deus; seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, e seu testemunho teria sido de uma força inabalável.
Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual que precisa despertar para a urgente necessidade de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), de ter um coração perfeito, “totalmente do Senhor” (v.14). E não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e visível.
Asa não se limitou em fazer o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder de promover um reavivamento e reforma em Jerusalém. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido?
Há um Rei que está prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os que são Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Jesus espera por nós! Ele espera que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente e aos Seus filhos de todos os tempos, a derradeira promessa se cumprirá e veremos nosso Salvador nas nuvens vindo nos buscar. “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).
A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Esta rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje. “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável, era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.
Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo. Eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo dignitário, destruindo a imagem do poste-ídolo que ela havia feito. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono.
Sem sucessão de um rei ungido do Senhor, o reino do Norte tinha a sua coroa incerta. Cada rei que assumia o trono temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Quanto a Judá, havia uma promessa de um Deus infalível, de modo que mesmo com a apostasia de vários de seus monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi. Davi tornou-se o modelo de rei estabelecido por Deus; seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, e seu testemunho teria sido de uma força inabalável.
Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual que precisa despertar para a urgente necessidade de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), de ter um coração perfeito, “totalmente do Senhor” (v.14). E não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e visível.
Asa não se limitou em fazer o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder de promover um reavivamento e reforma em Jerusalém. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido?
Há um Rei que está prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os que são Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Jesus espera por nós! Ele espera que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente e aos Seus filhos de todos os tempos, a derradeira promessa se cumprirá e veremos nosso Salvador nas nuvens vindo nos buscar. “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).
