Leitura da Bíblia
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Pr. Michelson Borges
Felizes para Sempre
“Assim
“Assim
Comentário
Jz 13
Jz 13
Comentário Blog Associação Geral
Foi numa das primeiras festas anuais em Siló que Ana expressou a sua dor perante Deus e pediu para ter um filho do sexo masculino. Se o Senhor fizesse isso por ela, ela prometeu que daria seu filho de volta ao Senhor por todos os dias da sua vida.
Este era o tipo de mãe que o Senhor estava procurando. Pouco tempo depois, ela deu à luz ao pequeno Samuel e fez tudo o que pode, por meio de suas orações e exemplo, a fim de prepará-lo para o Senhor. Não foi fácil para ela levar Samuel até Siló e deixá-lo lá, como havia prometido. Não há dúvidas de que o pequeno Samuel estava constantemente em seus pensamentos. Isto pode ser observado pelas túnicas que ela fazia para ele, ano após ano, conforme ele crescia, até tornar-se um jovem. A fé em Deus que o pequeno Samuel tinha foi primeiro observada em sua mãe.
Embora a Bíblia não diga nada diretamente sobre o amor de Samuel por sua mãe, certamente deve ter sido muito forte. Tente imaginar a alegria da reunião familiar por ocasião das festas anuais em Siló! Esta história demonstra a poderosa influência espiritual de uma mãe que ora.
David Manzano
Pastor aposentado
Foi numa das primeiras festas anuais em Siló que Ana expressou a sua dor perante Deus e pediu para ter um filho do sexo masculino. Se o Senhor fizesse isso por ela, ela prometeu que daria seu filho de volta ao Senhor por todos os dias da sua vida.
Este era o tipo de mãe que o Senhor estava procurando. Pouco tempo depois, ela deu à luz ao pequeno Samuel e fez tudo o que pode, por meio de suas orações e exemplo, a fim de prepará-lo para o Senhor. Não foi fácil para ela levar Samuel até Siló e deixá-lo lá, como havia prometido. Não há dúvidas de que o pequeno Samuel estava constantemente em seus pensamentos. Isto pode ser observado pelas túnicas que ela fazia para ele, ano após ano, conforme ele crescia, até tornar-se um jovem. A fé em Deus que o pequeno Samuel tinha foi primeiro observada em sua mãe.
Embora a Bíblia não diga nada diretamente sobre o amor de Samuel por sua mãe, certamente deve ter sido muito forte. Tente imaginar a alegria da reunião familiar por ocasião das festas anuais em Siló! Esta história demonstra a poderosa influência espiritual de uma mãe que ora.
David Manzano
Pastor aposentado
Pr. Heber Toth Armí
Reflexão
Desconheço o autor desta frase, mas creio encaixar no relato inspirado deste capítulo:
“Não ir na igreja porque lá tem gente hipócrita, é como não ir à academia porque lá tem pessoas fora de forma”.
Creio que se houvessem mais líderes com o espírito de Ana e menos membros com o espírito de Eli, a igreja seria mais saudável; todavia, como a igreja é lugar para pecadores, não conservatório/museu para “santos”, mais parecida a hospital que a tribunal, devemos abrigar pessoas como Ana e como Eli e seus filhos.
Antes de entrar diretamente na reflexão do texto, considere:
1. Na Bíblia hebraica o livro de Rute localiza-se logo após Provérbios, como um exemplo real de uma mulher virtuosa.
2. A história de Rute acontece no período dos juízes, quando o caos predominava na sociedade, na política e na religião de Israel; contudo, mesmo vindo do paganismo moabita, Rute converteu-se em mulher virtuosa conforme Provérbios 31:10-31.
3. Samuel foi o último dos juízes, embora não esteja no livro de Juízes. Portanto, observe:
• Quando os juízes eram imorais, quando a depravação moral alcançou a quase todos os habitantes da Terra Prometida, quando o sacerdócio/ministério estava corrompido pelos filhos de Belial, quando Satanás diminuía a esperança e o preparo para a vinda do Messias, Ana pôs-se a orar, não a reclamar; foi ao templo, não isolou-se…
• Ana tornou-se instrumento de Deus para levantar um juiz em Israel que promovesse reavivamento espiritual e reforma moral. Na ausência de um líder espiritual comprometido, Ana decidiu preparar um filho com a ajuda de Deus mesmo diante de uma impossibilidade: Esterilidade.
Ana fazia parte de um casamento bígamo (vs. 1-2); além de estar em desvantagem quanto a filhos, sua rival a irritava provocando-a incessantemente, levando-a as lágrimas e a tristezas profundas, ao ponto de perder o apetite (vs. 3-8).
Contudo, ela foi ao templo buscar ajuda de Deus; entretanto, ela foi mal interpretada, questionada, criticada e ofendida pelo líder religioso, o qual, após ouvi-la ficou compadecido e a enviou embora desejando que seu pedido fosse respondido (vs. 9-18).
Deus misericordiosamente atendeu sua súplica. Ela teve um bebê, Samuel. E, consagrou-o ao Senhor: Ela deixou seu menino junto aos filhos de Belial, no templo (vs. 19-28)!
Meditemos! Aprendamos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Desconheço o autor desta frase, mas creio encaixar no relato inspirado deste capítulo:
“Não ir na igreja porque lá tem gente hipócrita, é como não ir à academia porque lá tem pessoas fora de forma”.
Creio que se houvessem mais líderes com o espírito de Ana e menos membros com o espírito de Eli, a igreja seria mais saudável; todavia, como a igreja é lugar para pecadores, não conservatório/museu para “santos”, mais parecida a hospital que a tribunal, devemos abrigar pessoas como Ana e como Eli e seus filhos.
Antes de entrar diretamente na reflexão do texto, considere:
1. Na Bíblia hebraica o livro de Rute localiza-se logo após Provérbios, como um exemplo real de uma mulher virtuosa.
2. A história de Rute acontece no período dos juízes, quando o caos predominava na sociedade, na política e na religião de Israel; contudo, mesmo vindo do paganismo moabita, Rute converteu-se em mulher virtuosa conforme Provérbios 31:10-31.
3. Samuel foi o último dos juízes, embora não esteja no livro de Juízes. Portanto, observe:
• Quando os juízes eram imorais, quando a depravação moral alcançou a quase todos os habitantes da Terra Prometida, quando o sacerdócio/ministério estava corrompido pelos filhos de Belial, quando Satanás diminuía a esperança e o preparo para a vinda do Messias, Ana pôs-se a orar, não a reclamar; foi ao templo, não isolou-se…
• Ana tornou-se instrumento de Deus para levantar um juiz em Israel que promovesse reavivamento espiritual e reforma moral. Na ausência de um líder espiritual comprometido, Ana decidiu preparar um filho com a ajuda de Deus mesmo diante de uma impossibilidade: Esterilidade.
Ana fazia parte de um casamento bígamo (vs. 1-2); além de estar em desvantagem quanto a filhos, sua rival a irritava provocando-a incessantemente, levando-a as lágrimas e a tristezas profundas, ao ponto de perder o apetite (vs. 3-8).
Contudo, ela foi ao templo buscar ajuda de Deus; entretanto, ela foi mal interpretada, questionada, criticada e ofendida pelo líder religioso, o qual, após ouvi-la ficou compadecido e a enviou embora desejando que seu pedido fosse respondido (vs. 9-18).
Deus misericordiosamente atendeu sua súplica. Ela teve um bebê, Samuel. E, consagrou-o ao Senhor: Ela deixou seu menino junto aos filhos de Belial, no templo (vs. 19-28)!
Meditemos! Aprendamos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
