Reavivados por Sua Palavra | Gênesis 7

 Leitura da Bíblia


Capítulo do dia | Narrada por Cid Moreira

Convidamos você a ler 1 capítulo por dia da Bíblia. Esse hábito irá transformar nossas vidas! 

Acesse a Bíblia: Bíblia Sagrada e Bíblia Sagrada em áudio Narrada por Cid Moreira


Comentários em áudio


RPSP - Oficial | Pr. Adolfo Suarez


RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso  


RPSP - NT | Pr. Ronaldo de Oliveira

 


RPSP - Adventistas Mustardinha | Pr. Pedro Evilácio 


RPSP - Animação | Pr. Weverton Castro

 


RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior


A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges




 Comentários em Texto


Pr. Michelson Borges

Reflexão 

A família salva na arca

 “Noé entrou na arca, ele com os seus filhos, a sua mulher e as mulheres dos seus filhos.” Gênesis 7:7


Por mais de um século Noé pregou sobre o juízo vindouro. Cada martelada na arca era um testemunho de sua fé na profecia e na Palavra de Deus. Ele vivia em meio a uma geração corrompida, dada ao pecado e à depravação, mesmo assim se manteve puro, íntegro e fiel à sua missão, pregando e pregando. Algo que fica implícito no texto é a atenção que o patriarca dava à sua família. Ele não pregava e servia de exemplo moral apenas aos de fora. A esposa, os filhos e as noras viam nele um modelo de virtude, afinal, Noé andava com Deus e fazia tudo o que Ele ordenava (v. 5). E esse esforço valeu à pena: toda a família entrou na arca e foi salva. Que nossos lares sejam arcas de salvação!

Junto com Noé e sua família entraram sete pares de animais puros e um par de animais impuros, das espécies originalmente criadas por Deus. Com isso o Senhor já estava fazendo uma distinção que ficará mais clara em Levítico 11. Todos esses seres vivos tiveram que esperar ainda sete dias antes de os primeiros pingos de chuva caírem do céu. Uma última prova de fé para a família remanescente.

E as águas vieram – de cima e das fontes subterrâneas – e inundaram toda a Terra. Os antediluvianos foram devidamente avisados, mas desprezaram os convites e os apelos ao arrependimento. Não aproveitam a porta aberta e pereceram em seus pecados. Hoje os braços de Cristo continuam abertos. Vamos aceitar o convite? Vamos lutar por nossa família?

Promessa: Jesus comparou o tempo que antecederá Sua segunda vinda aos dias anteriores ao dilúvio (Mt 24:37-39). Havia injustiça, arrogância, desprezo à Palavra da Deus, imoralidade, deturpação do casamento, etc. A história se repete e Deus espera que, como Noé, andemos com Ele em meio a esta geração perdida. Ele nos fortalecerá para isso.

Arqueologia: Diferentemente dos relatos lendários de outros povos, a história bíblica do dilúvio tem data exata: “No ano seiscentos da vida de Noé, aos dezessete dias do segundo mês...” (v. 11).

Evidências: Mais da metade dos sedimentos continentais é de origem marinha; existem fósseis de plantas e animais espalhados por todo o mundo, inclusive fósseis de animais marinhos presos dentro de montanhas; carvão não se forma mais como aconteceu no passado; árvores longevas como as sequoias, que poderiam ter muitos milhares de anos, remontam a 4-5 mil anos atrás (mais ou menos a época do dilúvio).

Comentários

Gn 7 – A arca não era o melhor dos lugares para se estar, mas fora dela havia morte e destruição. Às vezes isso nos faz pensar na igreja...

Gn 7:1 – Sejamos nós também justos diante desta geração corrompida.

Gn 7:1 – Deus providenciou uma arca para salvar os justos que aceitaram Sua justiça e graça. 

Gn 7:2, 3 – Sete pares de animais limpos e dois de animais imundos. Mesmo antes de Levítico 11 Deus já havia feito distinção entre os animais que Ele permitiria ser consumidos.

Gn 7:5 – Noé obedecia meticulosamente às ordens de Deus. Assim deve agir um servo do Senhor.

Gn 7:10 – O que Deus anuncia sempre se cumpre da forma como foi anunciado. Assim como aconteceu o dilúvio, a segunda vinda de Cristo também acontecerá. 

Gn 7:11 – Fontes do abismo: hoje se sabe que há mais águas subterrâneas do que em todos os oceanos. 

Gn 7:12 – Um evento improvável aconteceu segundo a palavra de Deus: chuva durante 40 dias e 40 noites. Não importa a probabilidade quando a predição é do Senhor.

Gn 7:14 – Entraram na arca representantes das espécies básicas originalmente criadas por Deus.

Gn 7:16 – Deus mesmo fechou a porta da arca. Ele cuida de Seus filhos.

Gn 7:19 – O dilúvio foi global. Se fosse local Noé não precisaria construir um barco tão grande e colocar nele tantos animais. Bastaria uma migração.

Gn 7:21 – O Criador fez um verdadeiro reboot na Terra, abrindo espaço para uma nova criação, uma nova oportunidade para a humanidade.

Gn 7:23 – A teologia do remanescente é clara no relato do dilúvio e na história de Noé: ficaram somente ele e sua família.

Gn 7:23 – Deus sempre tem Seus representantes sobre a Terra, ainda que sejam a minoria. Faça parte desse grupo.


Pr. Heber Toth Armí


Reflexão 

O Dilúvio foi um grande e impactante marco para a história não apenas da humanidade, mas do próprio planeta e também do Universo. Foi a primeira vez que Deus precisou agir de forma estranha ao Seu gracioso caráter (Isaías 28:21).

Deus não quer que ninguém pereça (2 Pedro 3:9). Entretanto, para não perder tudo, Ele precisa tomar atitudes radicais de vez em quando. Até mesmo nós fazemos isso: quando um saco de laranja apodrece, tiramos as boas e jogamos fora as podres junto com a embalagem.

Apesar de podridão moral, espiritual e social na sociedade de Noé, “durante o tempo da construção da Arca, os homens puderam ser alertados sobre o juízo iminente. Apesar disso, somente Noé e sua família foram salvos. ‘… quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através das águas’ (1Pd 3:20)”, comentou Alexander vom Stei, e então acrescentou:

“O relato do dilúvio é, em primeiro lugar, um relato histórico que narra um acontecimento verídico. Além disso, ele contém muita tipologia. A situação dos seres humanos antes do juízo guarda semelhanças com o período imediatamente anterior ao juízo futuro: ‘Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos’ (Lc 17:27,27)”.

A profecia alega que no tempo do fim, o Dilúvio não seria visto como acontecimento histórico; tal alegação é a base para a rejeição do juízo final e do retorno de Jesus (2 Pedro 3:3-12). Nossa época caracteriza-se por debochados que zombam dos que alegam crer no Dilúvio e na promessa do advento de Cristo. Estamos no fim!

Ao ler atentamente Gênesis 7 nota-se que é um relato histórico, não alegórico. Foi um cataclismo geral, uma catástrofe descomunal. O único lugar de refúgio era a Arca que levou 120 anos para ficar pronta. Foram 120 anos de graça, até fechar a porta da arca.

Fico aqui pensando… quanto tempo de graça Deus está nos concedendo para nos preparar antes do retorno de Cristo. Não sejamos indiferentes, apáticos… estejamos dispostos como Noé… Reavivemo-nos!

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/


      Comentários Selecionados

1. Entra. Por 120 anos Deus manteve Sua longanimidade (1Pe 3:20), e durante esse tempo Noé, por sua vida e obra, “condenou o mundo” (Hb 11:7). Mas os seres humanos, em seu descuido e indiferença, aproximavam-se rapidamente de seu fim. Ao salvar uma família e destruir todas as outras, Deus não estava sendo arbitrário. Somente Noé havia se qualificado para estar no novo mundo que surgiria após a purificação da Terra pelas águas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 244.

2. De todo animal limpo. A instrução para que Noé levasse na arca mais animais limpos do que imundos pressupõe que Noé sabia distinguir entre as duas classes. Fica claro que essa distinção não se originou com Moisés. Ela remonta a tempos anteriores, quando Deus deu as instruções relativas aos sacrifícios – nos quais só deviam ser usados animais limpos (ver Gn 8:20). A razão pela qual, em suas primeiras diretrizes a Noé (6:19), Deus não tenha feito distinção entre animais limpos e imundos pode ser explicada pelo fato de que, naquele momento, 120 anos antes do dilúvio, instruções tão detalhadas não eram necessárias (ver com. do v. 9). CBASD, vol. 1, p. 244, 245.

Entrou Noé. Comparando-se os v. 7 e 10, fica óbvio que Noé não esperou até o último dia antes do dilúvio para entrar na arca. Impulsionados pelo medo e impelidos pela fé, Noé e sua família não perderam tempo em obedecer à ordem para entrar na embarcação de refúgio. Pedro diz que apenas oito pessoas foram salvas do dilúvio (1Pe 3:20); portanto, é óbvio que Noé e seus três filhos tinham apenas uma esposa cada um. A poligamia, comum entre os cainitas, ainda não era praticada pelos filhos de Deus. CBASD, vol. 1, p. 245.

Entraram … de dois em dois. Em obediência a um impulso misterioso, animais de todas as espécies entraram na arca. Nada menos que o poder divino poderia ter orquestrado essa entrada ordenada e pontual. Que vívida advertência deve ter sido essa para os ímpios que a testemunharam! Ali estavam animais domésticos e selvagens, animais rastejantes e aves, todos se dirigindo para a arca, aparentemente por sua própria vontade. Que contraste: mudos irracionais obedientes ao Criador, e seres humanos inteligentes se recusando a dar ouvidos a Seu misericordioso chamado de advertência! Se havia algo capaz de causar uma impressão nos pecadores, isso deveria tê-lo feito; mas eles haviam endurecido o coração por tento tempo que mesmo esse milagre não os impressionou. CBASD, vol. 1, p. 245.

11 As fontes do grande abismo. A Terra, que nunca antes havia recebido chuva (ver com. de Gn 2:6), foi repentinamente inundada por imenso volume de água. Iniciou-se uma chuva pesada e incessante. Simultaneamente, a crosta terrestre se rompeu, e massas de água subterrâneas jorraram, causando estragos e inundando a terra outrora seca. CBASD, vol. 1, p. 245.

16 E o SENHOR fechou a porta após ele. Esta declaração enfatiza a natureza miraculosa dos eventos ocorridos durante a semana imediatamente anterior ao dilúvio. Esse ato divino significou também que o tempo de graça para a raça caída havia chegado ao fim. Como nos dia de Noé, a porta de misericórdia se fechou um tempo antes do dia de visitação de Deus, assim também nos últimos dias o povo de Deus deve ser advertido: “Fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te”(Is 26:20, 21; Mt 24:37-39; 2Pe 3:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 246.

17-20 Cresceram … predominaram … prevaleceram as águas. Um imensurável volume de água cobriu toda a Terra. A extensão universal do dilúvio dificilmente poderia ter sido expressa em palavras mais fortes. Essa descrição torna impossível o ponto de vista de alguns, de que o dilúvio foi um acontecimento local ocorrido no vale da Mesopotâmia. Os depósitos sedimentares descobertos por arqueólogos em Ur dos caldeus, por exemplo, não podem ser uma explicação para o que é descrito em Gênesis sobre o dilúvio (PP, 107, 108). Em toda a parte, sobre a superfície da Terra, encontram-se restos fósseis de plantas e animais, obviamente depositados pela água. Esses depósitos se estendem, em certos locais, a profundidade de até cinco quilômetros, mas a profundidade média é de pouco mais de 800 metros. A distribuição universal desses restos fósseis e a profundidades que estão enterrados testificam inequivocamente tanto da extensão global quanto da grande violência do dilúvio. A universalidade dessa catástrofe é também atestada pelas lendas do dilúvio preservadas entre povos de quase todas as etnias sobre a face da Terra. Desses relatos, o mais completo é o dos antigos babilônicos que se estabeleceram muito próximo ao local onde a arca repousou após o dilúvio e de onde a raça humana novamente começou a se espalhar. O épico de Gilgamés [ou Gilgamesh] traz muitas semelhanças irrefutáveis com o relato de Gênesis, mas difere dele o suficiente para demonstrar que é uma versão alterada da mesma história. Uma comparação dos dois relatos apresenta impressionantes evidências da inspiração da narrativa do Gênesis. … Os próprios elementos desencadeados para destruir os ímpios levaram em segurança a fiel família de Noé. A Deus nunca faltam recursos para salvarAo mesmo tempo, é de Sua vontade que o homem exerça plenamente a inteligência e a força concedidas por Ele. Deus preservou miraculosamente a arca, mas ordenou que Noé a construísse. CBASD, vol. 1, p. 246.

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/


Veja mais conteúdos no nosso site: www.mundoadventista.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/mundoadventistabr/?hl=en

Grupo no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/FpC7hCvdYHsGm6WfKHvrSS

Grupo no Telegram: https://t.me/mundoadventistabr