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Meditações Diárias 2024| Klaudine Milani
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Vida Saudável IASD | Pr. Rui Molina
Assim, no Dia de Cristo, poderei me gloriar de que nã o corri em vã o, nem me esforcei inutilmente. Filipenses 2:16
Era um sábado de maio em 1863. Ellen G. White se encontrava na tenda onde aconteciam reuniões em Battle Creek. Observou uma família entrar timidamente. Poucas semanas antes, ela havia tido uma visão a respeito daquela família, e Deus tinha revelado a intensa busca deles pela verdade. Alguns deles seriam valorosos servidores na causa de Deus. Maude Sisley Boyd era uma das filhas dessa família. Aos 16 anos, já trabalhava no Departamento de Composição da editora da igreja. O contato com outros pioneiros motivou a jovem a servir integralmente à obra de Deus. Então, enquanto orava em uma tarde, ouviu distintamente uma voz lhe perguntar: “Você está disposta a fazer qualquer coisa que o Senhor desejar?”
Com esse pensamento, ela teve a profunda impressão de que Deus iria pedir que ela fizesse algo que não desejava fazer. Ajoelhando-se ali mesmo, ela pensou que ainda não havia feito uma entrega tão completa quanto acreditava. Teve a sensação de que não conseguia dizer: “Sim, Senhor, farei tudo o que me pedir.”
Maude orou e chorou, mas não obteve nenhum alívio. Finalmente, por volta da meia-noite, ela confessou: “Ó , Senhor Jesus, Eu O amo. Como O amo! Mas não tenho forças para fazer uma entrega completa. Senhor Jesus, eu suplico, faça isso por mim!”
Imediatamente ela experimentou uma profunda paz. Naquela manhã , recebeu uma carta da Associação Geral convidando-a para viajar à Suíça, a fim de auxiliar o pastor J. N. Andrews na obra de publicações em Basileia. Ela estava certa de que não teria aceitado o convite se não tivesse recebido a visita do anjo do Senhor na noite anterior. Em 1887, ela fez parte do primeiro grupo de missionários enviados pela Igreja Adventista para a África e, em seguida, para vá rios outros lugares, como Inglaterra e Austrália.
Talvez Deus esteja tentando lhe fazer um chamado para uma entrega completa. Que tal agir como Maude? Lembre-se: “Não pode haver limite à utilidade de uma pessoa que, pondo de lado o próprio eu, oferece margem à operação do Espírito Santo em seu coração e vive uma vida inteiramente consagrada a Deus” (A Ciência do Bom Viver, p. 89 [159]).