Leitura da Bíblia
Um Capítulo por dia
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A Carta - Áudio | Pr. Michelson Borges
RPSP - Áudio | Pr. Valdeci Júnior
RPSP - Comentário | Pr. Pedro Evilacio
RPSP - Em Espanhol | Pr. Bruno Raso
Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Plantando esperança
“Lance o seu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias você o achará.” Eclesiastes 11:1
Eclesiastes 11 nos apresenta valiosos princípios que transcendem o tempo e continuam a inspirar a vida cristã. O uso de metáforas, como pão e águas, cria uma imagem poderosa da semeadura da Palavra de Deus entre os povos. Assim como os hebreus confiavam na plantação durante as chuvas, somos chamados a trabalhar com esperança, confiando na providência divina para a colheita no momento certo.
O imperativo cristão de compartilhar o que temos, expresso no versículo 2, é uma extensão do amor ao próximo. O ato de doar é uma manifestação prática da fé, contribuindo para o bem comum e para o avanço do Reino de Deus na Terra.
A advertência para não ficar apenas observando ventos e nuvens, mas agir de maneira concreta, ressoa com a comissão de pregar o Evangelho. A ação é fundamental; plantar para colher requer esforço diligente na semeadura da Palavra de Deus.
O mistério das obras de Deus, mencionado no versículo 5, nos lembra da vastidão e complexidade da criação divina. Há uma beleza profunda na exploração das maravilhas de Deus, desde os detalhes intricados da natureza até a compreensão das verdades espirituais.
A exortação aos jovens, para serem felizes e agirem conforme a vontade de Deus serve como lembrete importante. A alegria não deve ser separada da responsabilidade diante de Deus. A busca da vontade divina é a bússola que guia os passos da juventude.
A conclusão nos lembra da efemeridade da juventude e do vigor. Essa conscientização é um convite à sabedoria, incentivando-nos a investir tempo e energia nas coisas que realmente importam, aquelas que têm significado eterno.
Promessa: Trabalhemos com esperança. Os hebreus plantavam as sementes na época das chuvas esperando colher no momento certo.
“Lance o seu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias você o achará.” Eclesiastes 11:1
Eclesiastes 11 nos apresenta valiosos princípios que transcendem o tempo e continuam a inspirar a vida cristã. O uso de metáforas, como pão e águas, cria uma imagem poderosa da semeadura da Palavra de Deus entre os povos. Assim como os hebreus confiavam na plantação durante as chuvas, somos chamados a trabalhar com esperança, confiando na providência divina para a colheita no momento certo.
O imperativo cristão de compartilhar o que temos, expresso no versículo 2, é uma extensão do amor ao próximo. O ato de doar é uma manifestação prática da fé, contribuindo para o bem comum e para o avanço do Reino de Deus na Terra.
A advertência para não ficar apenas observando ventos e nuvens, mas agir de maneira concreta, ressoa com a comissão de pregar o Evangelho. A ação é fundamental; plantar para colher requer esforço diligente na semeadura da Palavra de Deus.
O mistério das obras de Deus, mencionado no versículo 5, nos lembra da vastidão e complexidade da criação divina. Há uma beleza profunda na exploração das maravilhas de Deus, desde os detalhes intricados da natureza até a compreensão das verdades espirituais.
A exortação aos jovens, para serem felizes e agirem conforme a vontade de Deus serve como lembrete importante. A alegria não deve ser separada da responsabilidade diante de Deus. A busca da vontade divina é a bússola que guia os passos da juventude.
A conclusão nos lembra da efemeridade da juventude e do vigor. Essa conscientização é um convite à sabedoria, incentivando-nos a investir tempo e energia nas coisas que realmente importam, aquelas que têm significado eterno.
Promessa: Trabalhemos com esperança. Os hebreus plantavam as sementes na época das chuvas esperando colher no momento certo.
Comentário Blog Associação Geral
A mensagem deste capítulo é que utilizemos plenamente os dons e bênçãos que o Senhor nos deu – desenvolvê-los o mais que possamos, empregá-los no serviço, compartilhando e distribuindo.
É um erro comum entre os homens pensar que tudo sairá conforme planejamos e desejamos. Deus nos chama a atenção, dizendo: “Assim como você não conhece o caminho do vento, nem como o corpo é formado no ventre de uma mulher, também não pode compreender as obras de Deus, o Criador de todas as coisas” (v. 5 NVI). Deus nos convida a nos humilharmos diante da majestade da Sua obra. Não devemos concentrar a nossa atenção sobre a adversidade e os obstáculos aparentes, enquanto temos a oportunidade de levar a cabo a Sua missão. Precisamos ver esses problemas como oportunidades para desenvolver a nossa fé (v. 1, 2, 4, 10).
Devemos saber que as mãos de Deus governam tudo. Assim, devemos andar pela fé, sem questionar a sabedoria ou a bondade de Deus. Em Suas mãos encontramos segurança.
Pr. Luis Martínez
Secretário Executivo da União Paraguaia da IASD
Reflexão - Heber Toth Armí
ECLESIASTES 11 – A vaidade é glória pessoal chamada vanglória. Dependendo do estilo de vida e da decisão que permeia a essência da existência, viver será uma sequência de desapontamentos e frustrações.
• Por mais que se faça ou se adquire, sem Deus fazendo parte de tudo o que fazemos tudo será em vão – nada dará real e absoluto sentido à vida.
O humanismo é uma corrente filosófica que envolveu muita gente, o qual gerou o racionalismo impregnando os lugares mais longínquos de nossa sociedade; o secularismo resultou da junção do humanismo e o racionalismo; e, por fim, materialismo e hedonismo afloraram de todas as outras correntes filosóficas.
• Nesse emaranhado de filosofias mutantes, fica provado que fora da filosofia divina não há vida, nem prazer, alegria e felicidade permanentes. TUDO É VAIDADE!
Estamos quase no fim do livro que é uma reflexão filosófica inspirada por Deus, escrito pelo sábio rei Salomão; o qual nos envolve numa meditação bem elaborada sobre a vida e a sua vaidade.
Em Eclesiastes 11, a filosofia divina…
• …revela-se prática, exige ação: Seja generoso, não mesquinho; seja bênção, não maldição da vida alheia. Você colhe em abundância o que planta na vida do próximo (vs. 1-2);
• …torna-nos aprendizes da natureza: Ventos vêm e vão, chuvas vem e passam, tempestades derrubam árvores e se despedem. Assim, devemos “tocar” nossa vida adiante enfrentando os desafios pela frente (vs. 3-4);
• …motiva-nos apesar das situações inexplicáveis: Os mistérios da vida não devem estagnar-nos, relaxar-nos, mas desafiar-nos a viver avançando (vs. 5-6);
• …incentiva-nos a viver o máximo focando em Deus: Desconsiderar Deus em nossas atividades é a decisão mais idiota a tomar (vs. 7-10).
Quanto mais cedo na vida entender que sem Deus tudo é ilusão, melhor será! Desde jovem, viva com responsabilidade diante dEle! Não tem coisa melhor na vida!
Essa é a filosofia de Eclesiastes! “Para acentuar sua ideia, o pregador mostra que a vida sem Deus, por mais desejável que pareça, acaba sendo insatisfatória e frustrante. Ele revela que a sabedoria, bens materiais, prazer sensual, festas extravagantes, poder e prestígio não satisfazem. O melhor conceito no qual a filosofia secular consegue chegar é: a vida é curta, cheia de incertezas, sem significado e despida de qualquer paz de espírito real” (Walter A. Elwell).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
De todas as coisas apreciadas e de tudo o que Salomão aplicou o coração a examinar, a prudência, aliada à sabedoria, sem dúvida, é indispensável para quem deseja ter uma vida harmoniosa e feliz. Aquele que é prudente pratica a sabedoria com diligência e evita o mal com urgência. Diante da realidade de que não conhecemos o amanhã (v.2) e nem as misteriosas obras de Deus (v.5), ser prudente é ser grato pelos dias bons, sem esquecer “de que há dias de trevas” (v.8) também, buscando viver cada um deles, com paciência, “até à vinda do Senhor” (Tg.5:7).
Nossos olhos são “a lâmpada do corpo” (Mt.6:22), disse Jesus, e precisamos preservá-los puros. O final do verso 9 nos revela o limite da visão: “sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas”. É na luz que percebemos as coisas com nitidez. Da mesma forma, Deus espera que tenhamos prazer na luz, no que pode ser revelado pelo sol. Que nossas ações, além de prudentes, sejam transparentes. Tudo aquilo que está envolto em trevas e que pode macular nosso coração e nossos olhos deve ser evitado e até detestado. Recebemos do Alto o privilégio de sermos luz, e de cumprir uma missão que os anjos gostariam de realizar: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16).
“Afasta, pois, do teu coração” (v.10), e dos teus olhos, tudo o que pode colocar em risco a tua salvação e do teu semelhante. “Lança o teu pão sobre as águas” (v.1), pregando a Palavra de Deus, e “reparte” (v.2) o que a bondade do Senhor tem lhe concedido. Que a sabedoria que tens recebido não fique “debaixo do alqueire, mas no velador” (Mt.5:15) e ilumine a todos ao seu redor, pois isto é prudente. Que a luz e tudo o que dela provém seja o que lhe agrade os olhos e que o desgosto, a dor (v.10) e as trevas deste mundo não tomem o lugar da verdadeira alegria que só o Senhor pode dar. Quando o mundo nos identificar como um povo que vive o que prega, quando o semblante do Salvador brilhar em nossa face, a Terra será iluminada com o último chamado de Deus e Jesus voltará. Vigiemos e oremos!
