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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
O princípio da sabedoria
“O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os insensatos desprezam a sabedoria e o ensino.” Provérbios 1:7
O livro de Provérbios, escrito por Salomão, é uma fonte rica de sabedoria atemporal. Nos primeiros capítulos, Salomão nos orienta sobre os fundamentos essenciais da vida. Ele começa mencionando seu pai, Davi, mostrando profundo respeito pelas gerações anteriores e uma valorização das experiências dos pais. Essa atitude de humildade diante dos ensinamentos dos mais velhos é uma lição crucial em um mundo em que frequentemente tendemos a desprezar a sabedoria dos que nos precederam.
A sabedoria, a disciplina, o entendimento, a sensatez e a prudência, mencionados nos versículos 2 a 4, são características raras nos dias de hoje, mas são inestimáveis para uma vida bem-sucedida. Em um mundo em que impulsividade e falta de reflexão muitas vezes prevalecem, a busca pela sabedoria torna-se um diferencial notável.
O versículo 7 destaca o temor do Senhor como o princípio do conhecimento. Esse temor não é um medo paralisante, mas reverência e respeito profundo por Deus e Suas leis. É entender que a verdadeira sabedoria começa quando nos submetemos à vontade do Criador.
A importância de resistir à pressão dos maus e manter a integridade é enfatizada nos versículos 10 a 17. Salomão nos alerta para não cedermos à tentação de seguir o caminho fácil, mas permanecer firmes em nossos princípios, mesmo quando enfrentamos pressões externas.
A ideia de ouvir a voz da sabedoria, personificada nos conselhos de Deus, ressoa fortemente em vários versículos. Ouvir e acatar a repreensão divina nos levará à verdadeira sabedoria e nos protegerá das armadilhas que o mal prepara para aqueles que ignoram a orientação divinas.
Promessa: Quer viver em segurança e andar tranquilo? Ouça a voz da sabedoria; ouça a voz de Deus .
“O temor do Senhor é o princípio do saber, mas os insensatos desprezam a sabedoria e o ensino.” Provérbios 1:7
O livro de Provérbios, escrito por Salomão, é uma fonte rica de sabedoria atemporal. Nos primeiros capítulos, Salomão nos orienta sobre os fundamentos essenciais da vida. Ele começa mencionando seu pai, Davi, mostrando profundo respeito pelas gerações anteriores e uma valorização das experiências dos pais. Essa atitude de humildade diante dos ensinamentos dos mais velhos é uma lição crucial em um mundo em que frequentemente tendemos a desprezar a sabedoria dos que nos precederam.
A sabedoria, a disciplina, o entendimento, a sensatez e a prudência, mencionados nos versículos 2 a 4, são características raras nos dias de hoje, mas são inestimáveis para uma vida bem-sucedida. Em um mundo em que impulsividade e falta de reflexão muitas vezes prevalecem, a busca pela sabedoria torna-se um diferencial notável.
O versículo 7 destaca o temor do Senhor como o princípio do conhecimento. Esse temor não é um medo paralisante, mas reverência e respeito profundo por Deus e Suas leis. É entender que a verdadeira sabedoria começa quando nos submetemos à vontade do Criador.
A importância de resistir à pressão dos maus e manter a integridade é enfatizada nos versículos 10 a 17. Salomão nos alerta para não cedermos à tentação de seguir o caminho fácil, mas permanecer firmes em nossos princípios, mesmo quando enfrentamos pressões externas.
A ideia de ouvir a voz da sabedoria, personificada nos conselhos de Deus, ressoa fortemente em vários versículos. Ouvir e acatar a repreensão divina nos levará à verdadeira sabedoria e nos protegerá das armadilhas que o mal prepara para aqueles que ignoram a orientação divinas.
Promessa: Quer viver em segurança e andar tranquilo? Ouça a voz da sabedoria; ouça a voz de Deus .
Comentário Blog Associação Geral
O Livro de Provérbios começa com a afirmação de que qualquer um pode se beneficiar em ter mais sabedoria – tanto o inexperiente quanto os que já são sábios. Deus é a fonte da sabedoria, e um relacionamento com Ele que inclui respeito pelo que Ele diz ser verdade é a estrutura de todo conhecimento, a perspectiva a partir da qual tudo faz mais sentido.
Existem, no entanto, aqueles que “armam emboscadas para si mesmos; tentam acabar com a própria vida” (v. 18 NVT); estEs são menos espertos do que os animais os quais evitam as armadilhas. Sim, Deus pode punir – e tem punido através da história, mas na maior parte das vezes nós punimos a nós mesmos através de nossos próprios pecados. É até mesmo possível destruir a possibilidade de arrependimento, de voltar atrás … ou até mesmo de desejar voltar atrás. Jesus chamou isso de “blasfêmia [pecado] contra o Espírito Santo” (Mc 3:29). Paulo no livro de Romanos chama isso de sofrer “a ira de Deus” (Rm 1:18, 24, 26, 28). Nas palavras da sabedoria: “comerão os frutos amargos de seu estilo de vida e engasgarão em suas próprias intrigas” (v. 31 NVT).
Mas isto não precisa ser assim: temos liberdade de escolher algo melhor! Por toda a parte vemos o convite da sabedoria para que nos apropriemos dos seus benefícios! (v. 20, 21).
Em todos os lugares há evidências a favor de Deus, impressões digitais de Sua obra e providências. E se respondermos positivamente à Verdade, se aceitarmos a Sua perspectiva e discernimento, Deus nos revelará ainda mais da Verdade, a qual tornará a nossa vida recompensadora, segura e sem medo de calamidades.
Virginia Davidson
Projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Washington, EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
PROVÉRBIOS 1 – Dos 66 livros da Bíblia, este é o Livro que possui a maior introdução, visando incentivar o leitor a buscar a sabedoria verdadeira, divina e nobre, não a sabedoria deste mundo, diabólica, pobre e também falsa…
Por ter sido escrito a jovens, adolescentes e juvenis, quando eu era ainda um menino deliciei-me nos provérbios. Embora Salomão o tenha escrito quando maduro, seu objetivo é precaver que nossa vida adulta resulte num dilema, um sofrer constante ou uma desventura irreversível.
Os seis primeiros versículos apresentam ao leitor três informações importantes:
1. O título do livro;
2. O escritor da mensagem inspirada e revelada pelo Espírito Santo;
3. O objetivo do livro.
Sem enrolar e sem titubear, nos é revelado o mais elevado e sublime princípio da verdadeira e pura sabedoria, nos versículos de 7 a 9. Como sinal de alerta, o escritor inspirado, nos pede para tomar cuidado com amizades destrutivas, que usam toda influência que possuem para, sutil ou descaradamente, nos desviar do verdadeiro caminho da sabedoria, da alegria e do prazer real (vs. 10-19). A última parte do primeiro capítulo, o texto sagrado revela de forma bem clara os resultados futuros de nossas escolhas no presente:
1. Grandes recompensas, prazeres duradouros e edificantes ou…
2. Grandes sofrimentos, prazeres destrutivos, ruína total.
O versículo 7 é o principal não apenas do capítulo, mas do livro inteiro. Sua mensagem deve nortear a vida de todo ser vivente para que proceda corretamente. Então, leia-o e decore-o, marque-o em tua Bíblia e aplique-o à tua vida.
“Se, de fato, ‘tememos ao Senhor’, reconhecemos de coração que Ele é o Criador e nós somos as criaturas; Ele é o Pai e nós somos os filhos; Ele é o Senhor e nós somos os servos”, diz Warren W. Wiersbe. E depois ampliou:
“Esse temor significa respeitar Deus em função de Quem Ele É, ouvir com cuidado aquilo que diz e obedecer à Sua Palavra, cientes de que nossa desobediência O desagrada, rompe nossa comunhão com Ele e faz sobrevir Sua disciplina”.
Conta-se que “certo jovem disse a Carlyle que não via nada de interessante em Provérbios, ao que ele respondeu: Tente escrever alguns provérbios e você terá um pensamento diferente acerca do Livro”.
Faça isso para aproveitar melhor Provérbios! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Recém-coroado rei e sob circunstâncias desafiadoras, Salomão foi tomado de grande angústia diante da responsabilidade de dar continuidade ao trabalho de seu pai. Com o coração cheio de dúvidas e inquietações, foi visitado pelo Senhor em sonho. “Disse-lhe Deus: Pede-Me o que queres que Eu te dê” (1Rs.3:5). A resposta de Salomão consistiu de três reações: ações de graças pelas bênçãos de Deus a Davi, seu pai (1Rs.3:6); humilhação e submissão: “não passo de uma criança, não sei como conduzir-me” (1Rs.3:7); e um pedido: “Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para julgar a Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal” (1Rs.3:9).
O resultado disto foi o posto de homem mais sábio da Terra, e seu reinado consistiu no período mais próspero de Israel. Imbuído de sabedoria, Salomão compreendeu, como primeira e mais excelente lição, que não se tratava de um dom para benefício próprio, mas, compartilhado, surtiria efeitos a longo prazo e para sempre na vida de um público-alvo bem definido: os simples, os jovens, os sábios, os instruídos e os filhos. A ingenuidade define o primeiro desta lista talvez pela maior vulnerabilidade e, por isso, necessidade de prudência a fim de não ser desviado “no caminho em que deve andar” (Pv.22:6).
A juventude, período de pleno vigor, de constantes descobertas e de decisões importantes, é classificada como aquela que necessita de “conhecimento e bom siso” (v.4). Ou seja, o conhecimento de Deus leva o jovem a tomar as melhores decisões, usando de bom senso, de juízo. Salomão viu em sua própria família as consequências da necedade (v.22) de seus irmãos e, portanto, a importância de filhos bem instruídos e de jovens bem encaminhados. Ele também não descartou a importância de que o próprio sábio esteja sempre crescendo “em prudência” (v.5) e de que o instruído seja habilitado para compreender além do que já conhece.
A expressão “Filho meu” (v.8) reflete a ideia de que ele pode ter se dirigido diretamente a um de seus filhos e também uma mensagem a toda casa onde haja filhos dispostos a obedecer às instruções divinas acerca de seus deveres. Os pais, como primeiros professores do lar, possuem a mais sagrada obra já confiada a homens: instruir os filhos no temor do Senhor. Mediante uma vida íntegra e justa, de santa consagração, os pais apresentam aos seus pequenos aprendizes a mais alta vocação, e o Espírito Santo aprova tal educação imprimindo-lhes o caráter de Cristo.
Há, porém, uma segunda lista apresentada por Salomão em contraste com aquela, o que nos ajudará a compreender a mensagem principal deste livro. Nesta lista estão inclusos os loucos, os pecadores, os gananciosos e os néscios, todos os que “aborreceram o conhecimento e não preferiram o temor do Senhor” (v.29); os que rejeitam a voz de Deus e não se agradam do que é justo e santo e, por isso, “são mortos por seu desvio” (v.32).
Estamos muito perto do tempo em que veremos “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). “Mas o que me der ouvidos”, diz o Senhor, “habitará seguro, tranquilo e sem temor do mal” (v.33). Ouça a voz de Deus. Persevere em estudar a Sua Palavra. E “Ele Se deleitará em Ti com alegria; renovar-te-á no Seu amor, regozijar-Se-á em ti com júbilo” (Sf.3:17). Vigiemos e oremos!
