Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Sede de Deus
“A minha alma anseia por Ti como terra sedenta.” Salmo 143:6
O Salmo 143 nos oferece uma profunda reflexão sobre nossa relação com Deus, reconhecendo nossa imperfeição e dependência Dele em todas as áreas de nossa vida.
No versículo 2, somos lembrados de que “ninguém é justo diante de Ti”. Isso nos faz reconhecer nossa necessidade de Jesus, que nos justifica diante de Deus. É por meio de Cristo que encontramos nossa justificação e reconciliação com Deus, apesar de nossas falhas e imperfeições.
Mesmo diante de nossas fraquezas, o salmo nos encoraja, nos versículos 2 e 10, a pedir a ajuda do Senhor para ser fiéis. Reconhecemos nossa debilidade, mas também reconhecemos a capacidade de Deus de nos habilitar a viver uma vida que O agrade. Devemos buscar Sua graça e orientação constantemente.
No versículo 3, o salmo nos alerta sobre o inimigo que busca nos afastar de Deus, nos levando a viver como mortos-vivos. No entanto, Jesus é a luz que nos tira das trevas e nos conduz à vida plena. Devemos estar atentos para não dar ouvidos às mentiras do inimigo, mas, sim, buscar a verdade de Deus.
Os versículos 3 e 12 nos asseguram que, embora o inimigo possa nos perseguir, Deus o aniquilará. Devemos confiar na vitória final sobre todas as forças do mal.
Nos versículos 4 e 5, somos encorajados a lembrar das bênçãos e do apoio de Deus em nosso passado para nos fortalecer em tempos de desânimo. Deus esteve ao nosso lado antes e continua conosco agora. Essas lembranças nos ajudam a enfrentar as dificuldades com fé renovada.
No versículo 6, somos convidados a estender nossas mãos a Deus e expressar nossa sede por Ele, assim como a terra árida anseia pela chuva. Essa sede espiritual nos motiva a buscar o Senhor de todo o coração.
Promessa: Mesmo reconhecendo nossa debilidade e imperfeição, devemos pedir que Deus nos ajude a ser fiéis.
“A minha alma anseia por Ti como terra sedenta.” Salmo 143:6
O Salmo 143 nos oferece uma profunda reflexão sobre nossa relação com Deus, reconhecendo nossa imperfeição e dependência Dele em todas as áreas de nossa vida.
No versículo 2, somos lembrados de que “ninguém é justo diante de Ti”. Isso nos faz reconhecer nossa necessidade de Jesus, que nos justifica diante de Deus. É por meio de Cristo que encontramos nossa justificação e reconciliação com Deus, apesar de nossas falhas e imperfeições.
Mesmo diante de nossas fraquezas, o salmo nos encoraja, nos versículos 2 e 10, a pedir a ajuda do Senhor para ser fiéis. Reconhecemos nossa debilidade, mas também reconhecemos a capacidade de Deus de nos habilitar a viver uma vida que O agrade. Devemos buscar Sua graça e orientação constantemente.
No versículo 3, o salmo nos alerta sobre o inimigo que busca nos afastar de Deus, nos levando a viver como mortos-vivos. No entanto, Jesus é a luz que nos tira das trevas e nos conduz à vida plena. Devemos estar atentos para não dar ouvidos às mentiras do inimigo, mas, sim, buscar a verdade de Deus.
Os versículos 3 e 12 nos asseguram que, embora o inimigo possa nos perseguir, Deus o aniquilará. Devemos confiar na vitória final sobre todas as forças do mal.
Nos versículos 4 e 5, somos encorajados a lembrar das bênçãos e do apoio de Deus em nosso passado para nos fortalecer em tempos de desânimo. Deus esteve ao nosso lado antes e continua conosco agora. Essas lembranças nos ajudam a enfrentar as dificuldades com fé renovada.
No versículo 6, somos convidados a estender nossas mãos a Deus e expressar nossa sede por Ele, assim como a terra árida anseia pela chuva. Essa sede espiritual nos motiva a buscar o Senhor de todo o coração.
Promessa: Mesmo reconhecendo nossa debilidade e imperfeição, devemos pedir que Deus nos ajude a ser fiéis.
Comentário Blog Associação Geral
Conviver com conflitos era algo rotineiro para Davi. Enormes responsabilidades pesavam sobre ele, como rei de Israel, mas algumas vezes ele criava problemas para si mesmo por meio de más escolhas. E depois havia todas as esposas e seus filhos … Ufa! É fácil imaginar como ele poderia ficar mentalmente angustiado, com seu coração e alma em um local muito escuro, como retrata este Salmo.
O que eu amo em Davi é que, mesmo quando as coisas ficavam difíceis, ele não culpava a Deus, mas suplicava a Ele por força, conforto e orientação. Suas palavras apaixonadas são uma evidência de que ele sabia que Deus estava com ele e o ajudaria a passar por aquela prova, como havia acontecido muitas vezes antes. Contudo o fato de Davi saber isso não tornava a situação atual menos dolorosa. Além de implorar por alívio, Davi também desejava que Deus dirigisse a sua vida.
Deus quer que nos acheguemos a Ele em nossos momentos mais difíceis, abramos perante Ele nossos sentimentos, assim como Davi o fez! Seu maravilhoso poder nos sustentará durante a noite e perceberemos Suas bênçãos quando acordarmos.
Karina Sherwin-Bloom
Oakwood, Taylor, Michigan EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 143 – Ei! Como você está? Desanimado? Teu coração está desfalecido? As coisas não estão indo bem para você? Pare um pouco e medite profundamente neste salmo.
Davi mantinha relacionamento com Deus (vs. 1-2), contudo, as coisas não estavam indo muito bem para ele – pior seria se ele estivesse distante de Deus (vs. 3-4).
Davi confiava em Deus (vs. 5-6), todavia, sua oração revela angústia e urgência (v. 7). Nada desafiava sua confiança em Deus (v. 8), por isso, ele retorna ao assunto apresentando a Deus o perigo que enfrentava (vs. 9-10). Consequentemente, ele encerra suas preces pedindo pelo amor e pela misericórdia divina para que, ao agir, Deus o reavivasse (vs. 11-12).
1. Nossas aflições não devem desmotivar as nossas orações; ao contrário, elas devem nos aproximar ainda mais de Deus por meio desse sistema de comunicação: a oração.
2. Se estamos esmorecendo, se as circunstâncias desfalecem nosso alma, e os problemas nos tiram o ar, podemos nos reavivar na graça, bondade, misericórdia e amor de Deus.
3. Se a vida está complexa, as dificuldades que nos assolam são avassaladoras, e não vemos mais saída, precisamos recorrer a Deus incessantemente suplicando por ajuda.
“A situação aparentemente sem esperança na qual se encontrava o salmista perturbava seu coração. Um sentimento terrível de solidão se apossou de sua alma”; porém “ao relembrar as primeiras manifestações do poder de Deus, seu coração foi encorajado na esperança de que o Senhor responderia sua oração mais uma vez. Ele se encorajou a continuar seu pedido” (Comentário Bíblico Adventista).
Precisamos…
• Relembrar;
• Meditar;
• Confiar;
• Esperar.
Não temos nenhum mérito para recomendarmo-nos a Deus; não temos direito nem de estarmos vivos. Mas, graças ao que Cristo fez no Calvário tornando-Se o caminho para nós de acesso ao Pai, temos o privilégio de buscar refrigério em Sua presença, mediante o Espírito Santo – nosso Consolador!
“A súplica perseverante deve ser um estilo de vida, tão importante e necessário quanto a nossa respiração, o pão que comemos, a água que bebemos, a roupa que vestimos, e assim fazendo parte de nosso caráter; pois somente seremos felizes, e teremos paz, na presença do Senhor” (Olmir A. Tochetto).
Quanto mais precisarmos de livramento, mais carecemos da misericórdia divina em nossa vida! Oremos até reavivar-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Há um desejo ardente por parte do salmista em andar na presença de Deus. Em meio à acirrada perseguição de seus inimigos, Davi ergueu uma sincera súplica por auxílio divino. Seu coração anelava por Deus e pela guia do “bom Espírito”, a fim de que pudesse andar “por terreno plano” (v.10). Ainda que enfrentando momentos sobremodo difíceis, ele sabia onde encontrar fiel e justo refúgio: “Responde-me, segundo a Tua fidelidade, segundo a Tua justiça” (v.1).
Ao estudar a história dos grandes homens e mulheres de Deus do passado, suas experiências com Deus e conquistas espirituais, tendemos a criar uma expectativa alta, e algumas vezes até inalcançável, com relação à nossa própria experiência com Deus. Lembramos da vitória de Davi contra Golias, de todos os livramentos que o Senhor operou na vida dele, das promessas divinas que recebeu, e pensamos ser impossível trilhar pela vereda que o tornou um homem segundo o coração de Deus. Não podemos esquecer, porém, que a história de Davi não relata apenas suas vitórias, mas também suas quedas e fracassos.
O Senhor não omitiu as fraquezas e sofrimentos de Seus servos nas Escrituras a fim de dar à humanidade o fiel registro de Suas misericórdias e a infalibilidade de Suas promessas. Não podemos avaliar a nossa condição espiritual por nós mesmos e nem pela experiência de outros. Devemos olhar para os fiéis servos de Deus do passado e do presente com vistas ao fortalecimento e edificação do corpo de Cristo. Mas se queremos ser vivificados e desfrutar de uma real experiência com Deus, como Davi, precisamos olhar na direção certa: “Pois em Ti, Senhor Deus, estão fitos os meus olhos” (Sl.141:8).
Jesus elegeu doze homens com temperamento, educação e origem diferentes, tocou em leprosos, olhou com compaixão para pessoas que há muito tempo andavam à margem da sociedade, libertou os endemoniados, purificou as prostitutas, fez de ladrões homens honestos, comeu com os ricos, alimentou os pobres; muitos desses, pessoas anônimas, mas que experimentaram da mesma Fonte: Jesus Cristo. Não subestime a sua jornada com Deus. O Céu onde estará Davi é o mesmo onde estarão os trabalhadores “da hora undécima” (Mt.20:9) e é para onde o Senhor anseia nos levar também.
Ninguém que, humildemente, inicie o dia clamando a Deus: “Ensina-me a fazer a Tua vontade” (v.10), fica sem resposta. Por vezes, pode até parecer que a resposta não veio, mas ela sempre vem, num processo diário de aprendizado e santificação. Podemos não saber orar tão bem quanto Davi; não ter palavras que expressem tão bem a intensidade de nossas lutas. Contudo, conhecendo a nossa estrutura, o Senhor nos concede o Seu “bom Espírito” (v.10), que intercede por nós “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26). Vá até Jesus com suas imperfeições e sofrimentos. Olhe para o Cristo vivo! E Ele lhe transformará à Sua semelhança e tirará da tribulação a sua alma (v.11). Vigiemos e oremos!
