Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Perseguido, mas não derrotado
“Muitas vezes me angustiaram desde a minha mocidade, mas não prevaleceram contra mim.” Salmo 129:2
Viver neste mundo muitas vezes parece injusto. Desigualdades, sofrimentos e injustiças podem abalar nossa fé na humanidade. No entanto, o Salmo nos recorda de que, embora a vida possa ser injusta, o Senhor é sempre justo. Diante disso, somos convidados a fazer uma escolha fundamental: preferir simplesmente viver ou viver no Senhor. Optar por viver no Senhor implica confiar em Sua justiça e encontrar esperança e propósito mesmo nas situações mais desafiadoras.
Os versículos 5 e 6 nos alertam sobre o destino daqueles que se opõem ao reino de Deus. Comparados ao capim que cresce nos telhados e logo seca, aqueles que resistem à justiça divina acabam desaparecendo. Isso nos lembra de que, apesar das aparentes vitórias temporárias dos ímpios, a verdadeira durabilidade e significado residem na busca do reino de Deus.
No verso 8, de certa forma, somos exortados a proferir bênçãos sobre as outras pessoas e a ser uma bênção na vida delas. Esse é um lembrete poderoso de que podemos contribuir para tornar este mundo um lugar melhor. Ao estendermos a mão para abençoar os outros, não apenas demonstramos o amor de Deus, mas também vivemos de acordo com Seus princípios de justiça e compaixão.
Promessa: A vida é injusta, mas o Senhor é justo. Você prefere simplesmente viver ou viver no Senhor?.
“Muitas vezes me angustiaram desde a minha mocidade, mas não prevaleceram contra mim.” Salmo 129:2
Viver neste mundo muitas vezes parece injusto. Desigualdades, sofrimentos e injustiças podem abalar nossa fé na humanidade. No entanto, o Salmo nos recorda de que, embora a vida possa ser injusta, o Senhor é sempre justo. Diante disso, somos convidados a fazer uma escolha fundamental: preferir simplesmente viver ou viver no Senhor. Optar por viver no Senhor implica confiar em Sua justiça e encontrar esperança e propósito mesmo nas situações mais desafiadoras.
Os versículos 5 e 6 nos alertam sobre o destino daqueles que se opõem ao reino de Deus. Comparados ao capim que cresce nos telhados e logo seca, aqueles que resistem à justiça divina acabam desaparecendo. Isso nos lembra de que, apesar das aparentes vitórias temporárias dos ímpios, a verdadeira durabilidade e significado residem na busca do reino de Deus.
No verso 8, de certa forma, somos exortados a proferir bênçãos sobre as outras pessoas e a ser uma bênção na vida delas. Esse é um lembrete poderoso de que podemos contribuir para tornar este mundo um lugar melhor. Ao estendermos a mão para abençoar os outros, não apenas demonstramos o amor de Deus, mas também vivemos de acordo com Seus princípios de justiça e compaixão.
Promessa: A vida é injusta, mas o Senhor é justo. Você prefere simplesmente viver ou viver no Senhor?.
Comentário Blog Associação Geral
O povo de Israel sofreu várias vezes a amarga experiência de ser atacado e oprimido por nações inimigas desde o tempo da escravidão no Egito. No entanto, os israelitas nunca foram completamente derrotados ou apagados. Eles eram o povo escolhido de Deus e a Sua mão forte os preservou.
O salmista descreve aqui aquelas nações que se levantaram contra eles como alguém que está passando o arado em suas costas (v. 3).
Alguém já tentou, figurativa ou literalmente derrubar você? Alguém tentou se aproveitar de você? Quando isso aconteceu com o povo de Deus, a oração do salmista era para que o Senhor retirasse a Sua bênção daqueles que o procuravam derrotá-los (v. 8).
Eu sei que um dia mesmo aqueles que parecem escapar impunemente da justiça com seus grandes crimes serão deixados de mãos vazias. Sou tão grato porque o Deus a quem sirvo me diz: “a vingança é minha” (Dt 32:35; Sl 94:1; Rm 12:19; 1Ts 4:6; Hb 10:30), dando-me a paz e a certeza de que Ele está no controle.
Cindy Nash
Mãe e dona de casa
Collegedale, Tennessee, Estados Unidos
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 129 – A melhor forma de ganhar tempo neste mundo é fazendo a vontade de Deus como os anjos, para que nosso destino seja o Céu.
1. O povo de Deus em todos os tempos sempre conheceu oposição (vs. 1-2; ver Êxodo 3:7-9; Juízes 10:7-8; I Reis 20:26-27, Daniel 7:1-28). Satanás, seus demônios e seus agentes humanos sempre tiveram como alvo o povo que daria origem ao Messias. Se o povo sofreu mesmo sem ser tão piedoso, imagina o sofrimento do Messias! Jesus sofreu como ninguém, Ele é o principal alvo de destruição dos exércitos do mal – contudo, Jesus saiu-Se vencedor para nos salvar (ver Isaías 53; Apocalipse 12).
2. Por mais que o povo de Deus enfrentasse sérios sofrimentos, também experimentou grandes livramentos (vs. 3-4). “O povo de Deus sobreviveu a todos [os] ataques porque o Senhor os protegeu e defendeu. Era como se a nação tivesse sido levada cativa por seus opressores, mas o Senhor […] cortou as cordas dos ímpios”, explica o Comentário Bíblico Africano. Deus está sempre presente com Seu povo mesmo quando parece ausente!
3. O sofrimento do povo de Deus o faz emitir uma oração de maldição aos seus malfeitores, porém Jesus foi além e fez diferente, intercedeu pelos que O feriam (vs. 5-8; ver Lucas 23:33-35). Precisamos avançar em nossa caminhada cristã olhando para nosso modelo enviado por Deus: Jesus!
Os judeus cantavam esse e outros salmos de peregrinação (120-134) enquanto caminhavam rumo a Jerusalém para a celebração pascal. Nos dias atuais, “se quisermos viajar rumo ao Céu, temos de tomar a Palavra de Deus como nosso compêndio de lições. Nas palavras da Inspiração devemos ler nossas lições dia a dia”, persuade-nos Ellen G. White.
Somos discípulo do Mestre e peregrinos neste mundo. Temos inúmeros exemplos bíblicos e múltiplas orientações divinas, portanto, apela-nos Hebreus 12:1-2: “livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos está proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador de nossa fé. Ele, pela alegria que Lhe estava proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus”.
Em Cristo, nosso sofrimento está com os dias contados, e nossa vitória está absolutamente garantida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Existem duas formas de considerarmos este Salmo. Uma delas é do ponto de vista pessoal. O outro, da perspectiva bíblica acerca de como devemos lidar com aqueles que nos aborrecem. Muitas situações podem ser tratadas de maneiras diferentes a depender da ótica de quem sofre. É inevitável sentir-se irado ou magoado diante de injustiças e afrontas, mas, pelo poder de Deus, é possível reverter a ira em súplicas e confiança nAquele a quem pertence a vingança (Rm.12:19).
O salmista recordou as suas angústias desde a sua mocidade. Suas lembranças, porém, não revelam um passado sobre derrotas, mas vitórias conquistadas pela boa mão do Senhor, que “cortou as cordas dos ímpios” (v.4). Ainda que muitas vezes angustiado e maltratado, o povo de Deus se tornará forte caso escolha ser guiado pelo mesmo caminho. Ellen White escreveu: “Nada temos que recear quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado” (Testemunhos Seletos, v. 3, p. 443).
Quando estudamos os testemunhos contidos nas Escrituras e como Deus tem cuidado dos Seus filhos, vislumbramos um passado solene, nos fortalecemos no presente e saudamos o futuro. Jó é um exemplo de um homem temente a Deus que, mesmo em face da morte e cercado de acusadores, teve a sua sorte mudada “quando este orava pelos seus amigos” (Jó 42:10). Apesar das maldições proferidas pelo salmista, este também confiou na providência divina, confessando: “Mas o Senhor é justo” (v.4).
Não devemos encarar nossas tribulações passadas com pensamentos de vingança, mas com perdão e certeza de que o Senhor tomará nas mãos as nossas causas com justiça e misericórdia. É necessário compreender que “a nossa luta não é contra o sangue e a carne”, ou seja, não é contra pessoas, “e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal” (Ef.6:12). Satanás e seus anjos são os verdadeiros adversários por trás das pessoas que nos aborrecem. E embora já seja um inimigo vencido, não podemos subestimar a grande ira que ele tem contra a igreja de Deus.
Recordemos a tão relevante advertência de Pedro para os nossos dias: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). Portanto, amados, fortaleçamos o nosso coração rememorando a vida dos servos de Deus e, “considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram” (Hb.13:7), “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:2). Vigiemos e oremos!
