Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Servos fiéis e imperfeitos
“Moisés e Arão, entre os Seus sacerdotes, e, Samuel, entre os que lhe invocam o nome, clamavam ao Senhor, e Ele os ouvia.” Salmo 99:6
No terceiro verso do Salmo 99, somos lembrados de que o nome de Deus é santo, e essa santidade nos chama a uma separação, a uma forma de ser que reflete essa realidade. Representar o nome do Senhor não é apenas um ato exterior, mas uma expressão profunda de nosso caráter e comportamento. A santidade é a busca constante pela retidão, pela pureza de coração e pelo afastamento das impurezas do mundo.
O quarto verso revela Deus como um “Rei poderoso, amigo da justiça!”. Isso nos lembra que a equidade e a justiça são fundamentais em Seu reino. A maneira como vivemos nossa vida deve espelhar esses valores, buscando sempre a justiça em todas as nossas ações e decisões.
Nos versículos de seis a oito, encontramos exemplos humanos de fidelidade a Deus, representados por Moisés, Arão e Samuel. Embora sejam descritos como servos imperfeitos, eles demonstram a qualidade essencial da fidelidade: ouvir a voz do Senhor e obedecer. Isso nos lembra de que a fidelidade vai além das limitações humanas e nos convida a ouvir atentamente a orientação divina, buscando viver em conformidade com Sua vontade.
O último verso destaca uma característica profundamente compassiva de Deus: Sua disposição em disciplinar, ouvir e perdoar. Isso nos lembra de que, mesmo quando enfrentamos desafios e consequências por nossas ações, Deus está sempre disposto a nos acolher de volta, desde que nos arrependamos sinceramente. Essa qualidade nos chama a imitar essa abordagem em nossas próprias relações, sendo firmes e amorosos, assim como Deus é conosco.
Promessa: Moisés, Arão e Samuel, servos imperfeitos, são mencionados como exemplo de fidelidade a Deus. Nós também podemos servir ao Senhor .
“Moisés e Arão, entre os Seus sacerdotes, e, Samuel, entre os que lhe invocam o nome, clamavam ao Senhor, e Ele os ouvia.” Salmo 99:6
No terceiro verso do Salmo 99, somos lembrados de que o nome de Deus é santo, e essa santidade nos chama a uma separação, a uma forma de ser que reflete essa realidade. Representar o nome do Senhor não é apenas um ato exterior, mas uma expressão profunda de nosso caráter e comportamento. A santidade é a busca constante pela retidão, pela pureza de coração e pelo afastamento das impurezas do mundo.
O quarto verso revela Deus como um “Rei poderoso, amigo da justiça!”. Isso nos lembra que a equidade e a justiça são fundamentais em Seu reino. A maneira como vivemos nossa vida deve espelhar esses valores, buscando sempre a justiça em todas as nossas ações e decisões.
Nos versículos de seis a oito, encontramos exemplos humanos de fidelidade a Deus, representados por Moisés, Arão e Samuel. Embora sejam descritos como servos imperfeitos, eles demonstram a qualidade essencial da fidelidade: ouvir a voz do Senhor e obedecer. Isso nos lembra de que a fidelidade vai além das limitações humanas e nos convida a ouvir atentamente a orientação divina, buscando viver em conformidade com Sua vontade.
O último verso destaca uma característica profundamente compassiva de Deus: Sua disposição em disciplinar, ouvir e perdoar. Isso nos lembra de que, mesmo quando enfrentamos desafios e consequências por nossas ações, Deus está sempre disposto a nos acolher de volta, desde que nos arrependamos sinceramente. Essa qualidade nos chama a imitar essa abordagem em nossas próprias relações, sendo firmes e amorosos, assim como Deus é conosco.
Promessa: Moisés, Arão e Samuel, servos imperfeitos, são mencionados como exemplo de fidelidade a Deus. Nós também podemos servir ao Senhor .
Comentário Blog Associação Geral
O Rei do Universo que está entronizado acima dos anjos, o santo e justo Juiz é o mesmo que toma a iniciativa de buscar o homem onde ele está para restaura-lo segundo seu propósito original.
A majestade de Deus não impede que Ele ouça a minha voz e escute o meu clamor.
Desde o Éden, antes e depois da presença do pecado, é Deus quem toma a iniciativa para comunicar-se com o homem. Ele é quem busca, quem propõe uma aliança e estabelece um relacionamento.
Adorar o excelso Deus é manter viva essa comunicação. Os israelitas ouviam a Sua voz proclamada na coluna de nuvem, obedeciam a Sua lei.
Se não tenho tido sucesso na vida espiritual, se tento vencer a natureza pecaminosa e não consigo, pode ser que esteja tentando obedecer sem ouvir, sem relacionar-me com Deus.
Não há adoração sem comunicação. Entre as perguntas humanas e as respostas divinas há uma relação de resgate. Ele é perdoador e Salvador. Eu preciso do perdão e da salvação.
Adorar é contemplar a misericórdia de Deus exatamente como Moisés aprendeu ao pediu para ver a glória de Jeová (Ex. 33:18) e ouvir a suave resposta: “Você não poderá ver a minha face, mas Eu farei passar toda a minha bondade por diante de ti. (Ex. 33:19-20)
O Rei do universo é um Pai perdoador.
Pr Almir Marroni
Diretor de Publicações da Conferência Geral dos Adventistas do 7º Dia
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 99 – A revelação divina a nós pecadores não veio moldada à nossa situação, mas para moldar-nos e elevar-nos acima de nossos melhores padrões.
Deus não rebaixa Suas normas devido as nossas fraquezas, mas nos concede tudo de que precisamos para viver à altura do ideal que Ele tem para nós. Portanto, jamais deveríamos nos acomodar com menos do que a santidade plena.
O Salmo em apreço revela que o Deus que reina sobre o Universo e também sobre a Terra é santo e exige santidade.
1. O Soberano Deus que reina sobre o Universo inteiro é santo e faz tremer as nações e a Terra inteira, inclusive. Contudo, Ele faz Sua morada em meio de Seu povo (em Sião). Sim, embora Deus esteja entronizado entre os querubins, Ele quer estar entre Seu povo (vs. 1-2).
2. O soberano Se revela e revela Sua justiça mediante Sua santa Lei, mostrando uma verdade absoluta e princípios desprovidos de relativismo. A lei é a perfeita vontade de Deus dada aos pecadores mostrando o que a divindade espera deles. Porém, como Jacó, falhamos; mesmo assim, Deus continua investindo em nós (vs. 4-5).
3. O justo e santo Deus que reina soberanamente ama aos pecadores imensuravelmente, por isso anseia ter comunhão com eles. Moisés, Arão e Samuel são citados no Salmo para deixar isso evidente (vs. 6-9). Também nos fornecer outras preciosas lições:
a) A oração é o meio de comunicação em que o pecador fala e o Santo Deus responde. A oração refaz a ligação com Deus que fora desligada devido ao pecado. Jesus é responsável pelo religar do pecador com Deus, por isso encerramos a oração em Seu nome (João 14:14).
b) A Palavra de Deus é o manual de instrução para uma vida de santificação, paz e satisfação. É a revelação dos atributos divinos escritos em forma de estatutos para os humanos. Hoje temos dois Testamentos dados por Deus, aos quais chamamos de Antigo e Novo Testamento. Precisamos guardá-los, praticá-los (Romanos 15:4).
c) O perdão divino retira a culpa do pecador arrependido, mas não retira as consequências; porque perdão sem correção não nos educaria, nem nos transformaria (Hebreus 12:1-13).
Pela graça do Deus santo somos motivados a louvar Seu nome, exaltá-lO e adorá-lO!
“Senhor, motiva-nos!” – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Por três vezes, o salmista exaltou a santidade de Deus. Por três vezes, reforçou o atributo divino que tem como significado a essência de Deus como Aquele que não tem parte com o mal, que é totalmente separado do pecado. E quando avançamos nas páginas sagradas até o último livro da Bíblia, encontramos a mesma ênfase com respeito à santidade do Senhor, mas não mais proferida da boca de um pecador, mas de seres celestiais e sem pecado, que continuamente proclamam: ”Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, Aquele que era, que é e que há de vir” (Ap.4:8).
Moisés, Arão e Samuel são citados como aqueles que invocavam o nome do Senhor, “clamavam ao Senhor, e Ele os ouvia” (v.6). Você já sentiu que a sua oração não passou do teto? Que parece que Deus não lhe ouve? Qual era pois o segredo daqueles homens? O que eles faziam para que Deus os ouvisse? O verso 7 nos diz o seguinte: “… eles guardavam os Seus mandamentos e a lei que lhes tinha dado”. Aqueles três líderes de Israel compreenderam o verdadeiro sentido de proclamar a santidade do Senhor: Viver a Palavra com fé e perseverança. Como está escrito: “Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade” (Tg.2:12).
Moisés, Arão e Samuel foram homens sujeitos aos mesmos sentimentos que você e eu. A diferença estava em uma atitude de constante submissão a Deus (v.5) e, consequentemente, à obediência à Sua santa Palavra. Ser santo não é deixar de ser pecador, mas se esforçar por estar sempre na presença de Deus apesar de nossa condição pecaminosa, reconhecendo a nossa total dependência da salvação em Cristo, que nos comprou por alto preço.
Se o Senhor é santo, se a mesma Bíblia nos diz que a Sua lei também é santa (Rm.7:12), e que devemos ser santos como Ele é santo (1Pe.1:16), podemos concluir que a santificação nos aproxima de Deus e faz com que as nossas orações cheguem ao Seu trono como aroma suave (Ap.8:4).
Somos completamente indignos de estar diante de um Deus que é totalmente santo. A nossa natureza é infeliz, miserável, pobre, cega e nua (Ap.3:17). Ainda assim, Ele nos convida a sermos “santos e irrepreensíveis” (Ef.1:4). E a perseverança está em sermos obedientes à Sua Palavra: “Aqui está, a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Isso não é legalismo. Isso é amor: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (Jo.14:15). Ser santo não é ser obediente para ser salvo. Ser santo é reconhecer a santidade de Deus e obedecer-Lhe porque já foi salvo! A este, Ele ouve (v.6), responde e perdoa (v.8)! Vigiemos e oremos!
