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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Justiça e juízo
“Justiça e juízo são a base do Seu trono.” Salmo 97:2
É reconfortante saber que o governo de Deus é fundamentado na justiça e na retidão. Isso nos lembra que o caráter do Senhor é a base de todas as Suas ações e decisões. Quando escolhemos andar com Ele, somos desafiados a buscar essa mesma justiça e retidão em nossa própria vida, buscando a coerência entre nossas palavras, ações e pensamentos.
A grandiosidade da criação revela o poder e a sabedoria de Deus. Diante dessa majestade, as falsas adorações e idolatrias perdem seu valor. O texto nos lembra de que aqueles que adoram imagens acabam desiludidos, pois os ídolos não têm vida nem poder.
A exortação do salmista é para que odiemos o mal, mas não os malvados. Além disso, ele diz que a retidão de coração é acompanhada por luz e alegria, mostrando que a verdadeira felicidade é encontrada nos caminhos de Deus.
A retidão não é uma fachada externa, mas algo que flui do coração. Não é uma “maquiagem” que tenta esconder a verdade, mas um reflexo genuíno de nossa relação com Deus. Quando nos regozijamos no Senhor, encontramos uma alegria única e duradoura, que transcende as circunstâncias passageiras da vida.
Promessa: Como é bom saber que o governo de Deus tem como base justiça e retidão .
“Justiça e juízo são a base do Seu trono.” Salmo 97:2
É reconfortante saber que o governo de Deus é fundamentado na justiça e na retidão. Isso nos lembra que o caráter do Senhor é a base de todas as Suas ações e decisões. Quando escolhemos andar com Ele, somos desafiados a buscar essa mesma justiça e retidão em nossa própria vida, buscando a coerência entre nossas palavras, ações e pensamentos.
A grandiosidade da criação revela o poder e a sabedoria de Deus. Diante dessa majestade, as falsas adorações e idolatrias perdem seu valor. O texto nos lembra de que aqueles que adoram imagens acabam desiludidos, pois os ídolos não têm vida nem poder.
A exortação do salmista é para que odiemos o mal, mas não os malvados. Além disso, ele diz que a retidão de coração é acompanhada por luz e alegria, mostrando que a verdadeira felicidade é encontrada nos caminhos de Deus.
A retidão não é uma fachada externa, mas algo que flui do coração. Não é uma “maquiagem” que tenta esconder a verdade, mas um reflexo genuíno de nossa relação com Deus. Quando nos regozijamos no Senhor, encontramos uma alegria única e duradoura, que transcende as circunstâncias passageiras da vida.
Promessa: Como é bom saber que o governo de Deus tem como base justiça e retidão .
Comentário Blog Associação Geral
Alegrem-se! Alegrem-se! E uma vez mais uma vez eu digo: alegrem-se! [No original, “Rejoice! Rejoice! And again I say rejoice!” um famoso hino jovem cantado em cânon.]
O Salmo 97 abre com um convite para que a natureza se alegre porque Deus reina. Conclui dizendo para que os justos se regozijem e louvem o nome de Deus. Este salmo comemorativo elogia o caráter de Deus como governante, ordenando que a natureza e as pessoas se regozijem na justiça e proteção de Deus. Deixe as ondas cantarem Seus louvores! Que os céus declarem a Sua glória!
Por que se alegrar? Ao contrário dos déspotas e ditadores humanos, Deus é um soberano benevolente. Retidão e justiça sustentam Seu reino. Suas decisões sempre trazem alegria ao Seu amado, a quem Ele guarda e livra das armadilhas de Satanás. Ele é a fonte de todos os bons presentes, lançando luz e alegria sobre os justos.
Cercado de injustiças e a crueldade das notícias, fechados em suas casas, o coração das pessoas anseia por compaixão, integridade e justiça. Incontáveis pessoas sofrem horrores indescritíveis. Ansiamos por um mundo onde a justiça reine e a justiça derrube, onde os poderosos são gentis e os vulneráveis são protegidos.
Lutando para sobreviver no mundo caótico de hoje? Seu coração tem inúmeras cicatrizes imerecidas? Não temas – a maldade maliciosa e a injustiça são temporárias. Nosso Deus Soberano está voltando para corrigir todos os erros e curar todas as feridas. Não vai demorar muito agora.
Alegrem-se!
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências), Eugene, Oregon EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 97 – Os reinos deste mundo são passageiros. Os líderes políticos das nações são efêmeros. Somente Deus é eterno e unicamente Ele pode nos oferecer uma política honesta, pura e eterna.
O governo de Deus é o anseio de todos os súditos de Deus que estão sob a regência de governadores corruptos, imorais e exploradores. O Salmo em questão nos revela os benefícios de um reino perfeito.
1. O salmista anuncia o reino de Deus baseado na justiça e juízo justo (vs. 1-2);
2. O salmista apresenta as implicações da instituição do reino de Deus
a) Aos inimigos da verdade e da moralidade não resta esperança (vs. 3-9);
b) Aos amantes da legislação e princípios divinos o futuro é promissor (vs. 10-12).
Deus reina atualmente sobre o Universo, inclusive sobre nosso Planeta; porém, não chegou o tempo dEle eliminar aos oponentes do princípio do amor e da justiça. Há um processo complexo até Deus eliminar totalmente e para sempre Seus inimigos.
• O Filho de Deus que nasceu e morreu neste mundo cruel, mas ressuscitou e ascendeu aos Céus, virá com poder e glória para retirar os súditos do reino de Deus deste planeta corroído pelo pecado.
• Os salvos passarão mil anos no Céu, protegidos e guardados por Deus e Seus anjos, observando o efeito do plano da salvação e entendendo o motivo de muitos não se salvarem.
• No final dos mil anos acontece a terceira vinda de Cristo. Nesse momento o Universo inteiro observará a destruição de todos aqueles que preferiram apegar-se ao pecado antes que ao sangue do Cordeiro (Jesus) que liberta do pecado.
Deus é justo em cada decisão, seja pequena ou grande. Seu julgamento sempre foi e continuará perfeito.
Inclusive religiões que alegam serem verdadeiras, mas não se harmonizam com a revelação divina, serão julgadas e condenadas. O verso 7 é “central do poema: aqueles que, com insensatez, adoram ídolos ou confiam em falsos deuses são envergonhados” (Bíblia Andrews).
Precisamos fixar nosso amor e fidelidade no verdadeiro Deus. O verso 10 mostra-nos que “sem amor a Deus não é possível aos seres humanos odiar o mal e o pecado, pois esse tipo de ódio não é uma reação natural do coração humano, mas um dom de Deus” (Bíblia Andrews).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Comentário Rosana Barros
Fidedigna profecia foi dada a Daniel. Mediante sonhos, visões e símbolos, o futuro lhe foi revelado sob a precisa perspectiva do Senhor do tempo. Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma ascenderam ao trono da Terra em seus períodos de triunfo e viram seus impérios caírem pela força das palavras de um Deus que não Se engana. E, apontando para o futuro que descerra o fiel cumprimento das profecias, Daniel pôde ver o desfecho de todas as coisas, mediante a glória de “um reino que não será jamais destruído… mas ele mesmo subsistirá para sempre” (Dn.2:44).
Em tom de juízo, o salmista aponta para a manifestação da justiça de Deus sobre a Terra. Sua linguagem revela o prévio conhecimento sobre os últimos acontecimentos; precisamente aqueles que serão vistos pela última geração deste mundo. Quando aos anjos caídos for permitido agir com cólera jamais vista, decidido o destino eterno de cada pessoa, haverá “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). Os justos, em prisões ou em seus refúgios nas florestas e montanhas, serão o alvo da obstinação dos ímpios; mas seus corações, apesar de atribulados pelas circunstâncias, perseveram na certeza de sua breve redenção.
No momento mais escuro da Terra, “à meia-noite” (Mt.25:6), quando os ímpios, embriagados por uma falsa sensação de alegria e êxito, tiverem quase por alcançar seu demoníaco objetivo, suas vozes de triunfo se transformarão em gritos de desespero e lamento. “Nuvens e escuridão” (v.2) encobrirão a Terra impossibilitando-os de enxergar o paradeiro dos justos. “Derretem-se como cera os montes, na presença do Senhor” (v.5). Então, os “Seus relâmpagos alumiam o mundo; a Terra os vê e estremece” (v.4). E dentre a escuridão e tremor, os ímpios contemplam, entre os lampejos, anjos poderosos a rodear os santos do Altíssimo.
Oh, quão gloriosa é a vinda do Senhor! “Os céus anunciam a Sua justiça, e todos os povos veem a Sua glória” (v.6). Ellen White assim descreve esta profecia: “Aparece então de encontro ao céu uma mão segurando duas tábuas de pedra dobradas uma sobre a outra. Diz o profeta: ‘Os céus anunciarão a Sua justiça…’. Aquela santa Lei, a justiça de Deus, que por entre trovões e chamas foi do Sinai proclamada como guia da vida, revela-se agora aos homens como a regra do juízo. A mão abre as tábuas, e veem-se os preceitos do decálogo, como que traçados com pena de fogo. As palavras são tão claras que todos as podem ler. … É impossível descrever o horror e desespero dos que pisaram os santos mandamentos de Deus. … Os inimigos da Lei de Deus, desde o ministro até ao menor dentre eles, têm nova concepção da verdade e do dever. Demasiado tarde veem que o sábado do quarto mandamento é o selo do Deus vivo” (O Grande Conflito, 639 e 640).
“Vós que amais o Senhor, detestai o mal” (v.10). É “hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). É hora de crer, pregar e viver como nunca antes a mensagem que nos foi confiada como a última a ser proclamada a este mundo em contagem regressiva: as três mensagens angélicas (Ap.14:6-12). Está chegando o dia em que “todos os que servem a imagens de escultura, os que se gloriam de ídolos” (v.7), serão confundidos e destruídos. Às vésperas do cumprimento da profecia de Amós, em que os homens “correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:12), seremos tidos por indesculpáveis se não usarmos diligentemente os talentos que nos foram outorgados pelo Senhor, agora, enquanto há graça.
Como a mensagem dada ao profeta Habacuque, seja a nossa vida a carta de Cristo, de modo “que a possa ler até quem passa correndo” (Hc.2:2). Clamemos pelo precioso dom do Espírito Santo em nossa vida! “Alegrai-vos no Senhor, ó justos, e dai louvores ao Seu santo nome” (v.12). E, dentro em breve, ouviremos a voz do Senhor e nos alegraremos na manifestação de Sua justiça. Vigiemos e oremos!
