Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Julgamento justo
“[O Senhor] vem julgar a terra; julgará o mundo com justiça.” Salmo 96:13
O cântico novo mencionado no primeiro versículo não é apenas uma melodia diferente, mas a expressão de uma nova vida em Cristo. Quando somos transformados pela graça divina e nascemos de novo, deixamos para trás os cânticos da velha vida marcada pelo pecado e pelas trevas. O nosso coração se enche de gratidão e louvor, e cantamos para proclamar o que Deus fez em nós e por nós.
Alegria e gratidão são uma parte vital da experiência cristã. Como nos lembram os versos 2 e 3, somos chamados a contar diariamente a todos sobre as maravilhas que Deus realiza em nossa vida. Não podemos ficar calados diante do amor, da graça e da redenção que encontramos em Cristo. Cada dia é uma oportunidade de compartilhar a mensagem do evangelho.
O Salmo também enfatiza a singularidade de Deus como o Criador verdadeiro e soberano. Diante Dele, os supostos deuses são apenas ídolos vazios. Sua majestade, Seu esplendor, poder e dignidade são inigualáveis. Essas características devem inspirar nossa reverência e adoração sincera.
O louvor não é apenas individual, mas também comunitário. O Salmo nos lembra de que as famílias devem dar glórias ao Senhor, unindo-se em louvor e reconhecendo Sua grandeza. Além disso, quando entramos na casa de Deus, não devemos ir de mãos vazias. Oferecer o coração, nossa vida e nossos recursos como ofertas é uma parte importante do culto.
A confiança no governo divino é outra mensagem central do Salmo. O Senhor reina e sustenta o mundo. Sua justiça será manifestada e os povos serão julgados com retidão. Isso nos lembra de que, apesar das incertezas e injustiças do mundo, a soberania de Deus prevalecerá, trazendo um senso de segurança e esperança.
Por fim, o Salmo nos convida a cantar de alegria porque Deus vem. A promessa da segunda vinda de Cristo é motivo de grande louvor. Para os salvos, o julgamento justo de Deus não é motivo de medo, mas de alegria, pois sabemos que estamos seguros em Seu amor.
Promessa: Para os salvos, o julgamento do Deus justo é motivo de alegria, não de medo.
“[O Senhor] vem julgar a terra; julgará o mundo com justiça.” Salmo 96:13
O cântico novo mencionado no primeiro versículo não é apenas uma melodia diferente, mas a expressão de uma nova vida em Cristo. Quando somos transformados pela graça divina e nascemos de novo, deixamos para trás os cânticos da velha vida marcada pelo pecado e pelas trevas. O nosso coração se enche de gratidão e louvor, e cantamos para proclamar o que Deus fez em nós e por nós.
Alegria e gratidão são uma parte vital da experiência cristã. Como nos lembram os versos 2 e 3, somos chamados a contar diariamente a todos sobre as maravilhas que Deus realiza em nossa vida. Não podemos ficar calados diante do amor, da graça e da redenção que encontramos em Cristo. Cada dia é uma oportunidade de compartilhar a mensagem do evangelho.
O Salmo também enfatiza a singularidade de Deus como o Criador verdadeiro e soberano. Diante Dele, os supostos deuses são apenas ídolos vazios. Sua majestade, Seu esplendor, poder e dignidade são inigualáveis. Essas características devem inspirar nossa reverência e adoração sincera.
O louvor não é apenas individual, mas também comunitário. O Salmo nos lembra de que as famílias devem dar glórias ao Senhor, unindo-se em louvor e reconhecendo Sua grandeza. Além disso, quando entramos na casa de Deus, não devemos ir de mãos vazias. Oferecer o coração, nossa vida e nossos recursos como ofertas é uma parte importante do culto.
A confiança no governo divino é outra mensagem central do Salmo. O Senhor reina e sustenta o mundo. Sua justiça será manifestada e os povos serão julgados com retidão. Isso nos lembra de que, apesar das incertezas e injustiças do mundo, a soberania de Deus prevalecerá, trazendo um senso de segurança e esperança.
Por fim, o Salmo nos convida a cantar de alegria porque Deus vem. A promessa da segunda vinda de Cristo é motivo de grande louvor. Para os salvos, o julgamento justo de Deus não é motivo de medo, mas de alegria, pois sabemos que estamos seguros em Seu amor.
Promessa: Para os salvos, o julgamento do Deus justo é motivo de alegria, não de medo.
Comentário Blog Associação Geral
Com que frequência você canta louvores a Deus? As transcrições de suas conversas exaltariam as maravilhas do caráter de Deus?
Delirar com a nossa iguaria culinária favorita, nosso cantor admirado, ou mesmo nosso pastor ideal, vem naturalmente para nós. Expressamos admiração e admiração pelas façanhas de nosso atleta idolatrado. Nossas conversas, tweets e textos frequentemente elogiam o esteticamente agradável. No entanto, muitas vezes evitamos louvar os maravilhosos feitos de nosso amado Salvador.
Não conseguimos louvar a Deus em nossas conversas porque nossos corações não têm música para cantar, nem história para contar? Deus nunca fez maravilhas em nossas vidas? Ou será que não temos prática em elogiar verbalmente? Podemos cantar sobre ele. Podemos agradecer a Ele na quietude de nossos corações, mas raramente nos envolvemos em conversas que louvam os atributos de Deus. Talvez elogiar as ações amorosas de Deus pareça íntimo demais para compartilhar.
Não é tão difícil. Apenas diga: “Deixe-me contar o que Deus fez por mim hoje!” Ou: “Deixe-me dizer o que mais amo em Deus”. Imagine as conversas que se seguiriam!
Louvar a Deus nas conversas aprofunda nosso amor a Deus, intensifica nossa gratidão e fortalece nossos relacionamentos.
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências), Eugene, Oregon EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 96 – Assim como dois jovens que se amam querem contar a todos que estão namorando ou que se casarão, aqueles que experimentam o amor divino e o plano da salvação levantam a voz desejando que todos saibam quão importante é conhecer e pertencer a Deus.
Apenas uma reflexão profunda acompanhada de entrega genuína a Deus resultará em adoração aceitável, salvação plena e satisfação no coração.
Deus é o Criador; sendo assim, “a adoração se baseia no reconhecimento de que Deus criou todas as coisas e domina sobre elas. O sábado do quarto mandamento, em sentido especial, constitui uma lembrança da Criação. Foi designado como um dia reservado para adorarmos a nosso Criador” (Rosalie Haffener Lee).
O sábado sela a criação e santificá-lo implica reconhecer ao Criador. Os conversos que o separam para uso indicado por Deus demonstram fidelidade. Por isso, o quarto mandamento está ligado a julgamento divino.
“Visto que a santa lei de Deus constitui norma do Juízo (Tiago 2:12), a adoração do Criador no Seu dia se torna um sinal de identificação exterior para os que vivem na hora do Juízo e que submetem sua vida inteira a Ele” – comenta Lee.
Tendo em mente Apocalipse 14:6; Êxodo 20:8-11 e Ezequiel 20:12, 20 considere estes pontos:
• Além de cantar ao Senhor, é necessário reavivar nossa adoração a fim de renovar nossas canções; assim proclamaremos as boas novas de salvação todos os dias ao único Deus e único Ser digno de ser adorado com beleza e todas as nossas forças (vs. 1-6);
• Além de cantar, quem experimenta o genuíno relacionamento com Deus e O conhece melhor Lhe dará honra e glória, levará generosas ofertas ao Senhor e O adorará com sinceridade na beleza de Sua santidade, pois Ele julgará os povos com equidade (vs. 7-11);
• Além de cantar, adorar, exaltar, honrar e glorificar a Deus, o salvo estará motivado a proclamar aos quatro cantos da Terra, a toda nação, testemunhando e convidado a todos a adorar ao Deus que virá para julgar (vs. 11-13).
Deus é o Iniciador da História: Criador. Por conseguinte, Ele estará no final dela: Juiz.
Do início ao fim do mundo, todos os povos são convidados a celebrar jubilosamente a chegada dAquele que vem instituir definitivamente Sua justiça.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Muitos foram os sinais apresentados por Jesus que apontam para a brevidade de Sua segunda vinda. Terremotos, guerras e ruídos de guerras, fome, epidemias, falsos cristos e falsos profetas, aumento da iniquidade, esfriamento do amor, tudo isso acontecendo com maior intensidade nos revela a fidelidade das palavras de nosso Salvador. Mas o sinal culminante, que revelará ao mundo a Sua gloriosa aparição é justamente o cerne do Salmo de hoje: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Os acontecimentos finais devem nos motivar a anunciar o evangelho eterno; a não somente aguardar, mas a apressar “a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). “Anunciai entre as nações a Sua glória” (v.3). “Dizei entre as nações: Reina o Senhor” (v.10). O Senhor poderia ter conferido este privilégio aos santos anjos, que prontamente abraçariam este serviço mediante incansável labor. Mas a sagrada obra evangelística foi conferida a nós, débeis como somos, a fim de nos ligar com elo inseparável ao amor de Deus e de uns para com os outros, preparando-nos para a pura e santa atmosfera do Céu.
Convertidos pela eficácia da obra de Cristo e compreendendo a extensão da missão que lhes foi confiada, os discípulos e demais irmãos piedosos reuniram-se em um constante e fervoroso período de oração. Resolvidas as suas diferenças e destituídos de qualquer vaidade ou ambição, um só era o pensamento e intenção. Suas vozes e seus corações estavam em uníssono a clamar pelo poder do alto, a reclamar a promessa do Consolador. Com que intensidade e unidade deveríamos nós pedir pelo Espírito Santo!
Existem bem mais do que “três mil pessoas” (At.2:41) ou “cinco mil” pessoas (At.4:4), esperando para ouvir a Palavra do Senhor. É tempo de evocar a fiel promessa: “concede aos Teus servos que anunciem com toda a intrepidez a Tua Palavra” (At.4:29). Deus deseja responder a esta oração da mesma forma com que respondeu no passado: “Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a Palavra de Deus” (At.4:31).
Seja a nossa alegria viver a vontade de Deus na Terra, ainda que debaixo de aflições e provações. Este é o agradável louvor e tributo, o “cântico novo” (v.1) que “dia após dia” (v.2) o Céu se regozija em receber; este é o poderoso testemunho que fará tremer o mundo com a mensagem de salvação. Então, “[quando] os portais daquela linda cidade lá do alto se revolverem nos seus luzentes gonzos, e nela entrarem as hostes que observaram a verdade, coroas de glória ser-lhes-ão colocadas sobre a cabeça, e eles atribuirão a Deus honra, glória e majestade. E naquela ocasião alguns se aproximarão de vós, dizendo: ‘Não fossem as palavras que me proferistes bondosamente, não fossem vossas lágrimas, súplicas e diligentes esforços, e eu nunca teria visto o Rei na Sua formosura’“ (Eventos Finais, p.255).
Oh, que maravilhosa recompensa nos aguarda! A que revelará a alegria indescritível de ver pessoas que, pela graça de Deus e por nosso intermédio desfrutarão da eternidade. Clamemos pelo derradeiro penhor do Espírito Santo! Que encharcados pela chuva serôdia, proclamemos ao mundo com poder: “vem, vem [o Senhor] julgar a Terra; julgará o mundo com justiça e os povos, consoante a Sua fidelidade” (v.13). “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20). Vigiemos e oremos!
