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Pr. Michelson Borges
Louvor ao Criador
“Venham, adoremos e prostemo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou.” Salmo 95:6
O versículo inicial nos lembra que Jesus é a rocha da nossa salvação, a base firme sobre a qual podemos construir nossa vida. Isso nos leva a questionar: Em quem ou em que estamos fundamentados? Estamos depositando nossa confiança no Senhor, que é inabalável, ou estamos nos apoiando em coisas passageiras e incertas?
A adoração é outro aspecto destacado no salmo. Somos incentivados a nos aproximar de Deus com gratidão e cânticos de louvor. No entanto, essa abordagem também deve ser reverente, pois estamos diante do Criador de todo o Universo. A adoração deve ser uma expressão sincera e humilde de nosso amor e reverência por Deus.
A imagem de Deus como o Pastor, apresentada no Salmo, ressoa com a identificação de Jesus como o Bom Pastor no Novo Testamento. Isso nos faz refletir sobre quem está conduzindo nossa vida. Estamos dispostos a seguir o caminho que o Senhor traça para nós, ou estamos nos guiando pelas nossas próprias tendências e desejos? O convite é para entregar o comando da vids nas mãos do verdadeiro Pastor.
A exortação para ouvir a voz de Deus e não endurecer o coração é uma lembrança da importância da sensibilidade espiritual. A busca pelo Criador deve ser constante e receptiva, sempre aberta para ouvir e obedecer a Sua voz. O coração endurecido é aquele que se fecha para a orientação divina, e isso pode levar à alienação espiritual.
O salmo também nos alerta sobre a ingratidão e a rejeição dos caminhos de Deus. Aqueles que viram as costas para Ele e Sua orientação podem encontrar um estado de inquietação e falta de paz. A rejeição dos caminhos do Senhor pode levar a um vazio interior que não encontra descanso verdadeiro.
Promessa: “...o rebanho que Ele conduz.” Quem conduz sua vida? Você, as tendências ou o Pastor? Confie em Deus.
“Venham, adoremos e prostemo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou.” Salmo 95:6
O versículo inicial nos lembra que Jesus é a rocha da nossa salvação, a base firme sobre a qual podemos construir nossa vida. Isso nos leva a questionar: Em quem ou em que estamos fundamentados? Estamos depositando nossa confiança no Senhor, que é inabalável, ou estamos nos apoiando em coisas passageiras e incertas?
A adoração é outro aspecto destacado no salmo. Somos incentivados a nos aproximar de Deus com gratidão e cânticos de louvor. No entanto, essa abordagem também deve ser reverente, pois estamos diante do Criador de todo o Universo. A adoração deve ser uma expressão sincera e humilde de nosso amor e reverência por Deus.
A imagem de Deus como o Pastor, apresentada no Salmo, ressoa com a identificação de Jesus como o Bom Pastor no Novo Testamento. Isso nos faz refletir sobre quem está conduzindo nossa vida. Estamos dispostos a seguir o caminho que o Senhor traça para nós, ou estamos nos guiando pelas nossas próprias tendências e desejos? O convite é para entregar o comando da vids nas mãos do verdadeiro Pastor.
A exortação para ouvir a voz de Deus e não endurecer o coração é uma lembrança da importância da sensibilidade espiritual. A busca pelo Criador deve ser constante e receptiva, sempre aberta para ouvir e obedecer a Sua voz. O coração endurecido é aquele que se fecha para a orientação divina, e isso pode levar à alienação espiritual.
O salmo também nos alerta sobre a ingratidão e a rejeição dos caminhos de Deus. Aqueles que viram as costas para Ele e Sua orientação podem encontrar um estado de inquietação e falta de paz. A rejeição dos caminhos do Senhor pode levar a um vazio interior que não encontra descanso verdadeiro.
Promessa: “...o rebanho que Ele conduz.” Quem conduz sua vida? Você, as tendências ou o Pastor? Confie em Deus.
Comentário Blog Associação Geral
O Futuro: Não consigo ler o Salmo 95 sem pensar na cena em Apocalipse 7 da multidão de toda a Terra, que “clamavam em alta voz” (v. 10) seus louvores a Deus e prostrando-se diante Dele. Para mim, é uma imagem vívida que desejo experimentar pessoalmente.
O Passado: Enquanto passava a noite com meu filho pequeno em uma praia mexicana, me escondendo de uma pessoa perigosa e imaginando o que fazer a seguir, Deus se abaixou até mim e me deu uma experiência de “estrada para Emaús” que mudou completamente minha vida. Era o começo da minha jornada com Deus, e eu (uma introvertido) espontaneamente comecei a cantar “Quão Grande és Tu” [“How Great Thou Art”], atraindo olhares estranhos de casais brincando nas ondas e de um policial que passava.
O Presente: Este é o meu Salmo favorito. Sim, é reconfortante ler que podemos nos refugiar em Deus, nossa rocha, e que ele lidará com nossos opressores. Cantando nossos louvores e gratidão, Deus pode elevar nossas mentes acima de nós mesmos e de nossas provações como nada mais o pode. Vou lhe contar um segredo: às vezes eu coloco fones de ouvido e canto com louvor em voz alta no meu travesseiro.
Cathy Robertson Kabanuk
Assistente Social, Professora
Norte da Califórnia, EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 95 – Espírito de revolta, coração duro, insensibilidade à voz de Deus, rebeldia, ingratidão, indiferença, tudo isso impede as pessoas de celebrarem a Deus com alegria e entusiasmo.
Adoração mecânica, oração repetitiva, devoção por obrigação, frequência aos cultos por tradição… não garantem um espírito de fervor e adoração no louvor ao Senhor. Fiquemos atentos! Tem atividades religiosas que são tédios para Deus: tradições e formalismos espirituais!
Acompanhe os pontos importantes do salmo em foco:
• Temos convite e razões lógicas para louvar em voz alta, com alegria adorar a ponto de abalar as estruturas: Deus nos salvou, Ele é nosso Criador, Ele é maior que tudo, sustenta a tudo e é dono de tudo (vs. 1-5).
• Temos instruções para adorar prostrando-se e ajoelhando-se diante do Deus que nos fez, pois além de nos criar, Ele nos guia, pastoreia e alimenta (vs. 6-7).
• Temos orientações para deixar tudo a fim de ouvir o que Deus tem a nos dizer, e, também, exemplos negativos daqueles ignoraram a Palavra divina. Será que temos um coração mais sensível para Deus do que os rebeldes filhos de Israel no deserto recebendo tudo de que precisavam? (vs. 7-11).
Amplie teus estudos sobre este Salmo analisando Hebreus 3:10, 17; 4:3-7; Números 14:20-38. Note que o desprezo pela obediência significa rejeitar a Deus, o que é rebelião.
Meditemos pausadamente…
• Nossa vontade própria parece ser mais importante que a vontade de Deus, isso nos faz tirar Deus do primeiro lugar em nossa vida; pergunto: Não estamos testando a paciência de Deus e colocando-O à prova em vez de aprender com as lições da história?
• Na maioria das vezes que oramos, queremos apenas falar. Será que não podemos “prestar atenção em Deus por cinco minutos?”
• Quase sempre que apresentamos a Deus nossos planos queremos Sua ajuda para executá-los; porém, não estamos simplesmente recusando andar em Seus santos caminhos?
• Quando vamos cultuar a Deus será que adentramos a Sua presença para sermos realmente conduzidos ao descanso prometido a nós?
Só terá repouso aqueles que se submeterem inteiramente ao senhorio de Cristo, ouvir atentamente a voz do Espírito Santo e, louvar ao Criador com palavras e atos em todo tempo e lugar.
A obediência revela interesse por Deus e Seus planos maravilhosos para nós; vamos ouvi-lO mais? – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
À luz da verdade presente, o Salmo de hoje aponta para o convite da primeira mensagem angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Três ações vitais estão contidas nesta mensagem: temer a Deus, dar-Lhe glória e adorá-Lo. Em poucas palavras, o Senhor nos diz o que espera do Seu povo nos últimos dias. A expressão “é chegada a hora do Seu juízo” denota o início do juízo investigativo, em 1844, conforme a profecia das “duas mil e trezentas tardes e manhãs” (Dn.8:14).
Após o grande desapontamento em 22 de outubro de 1844, quando Cristo não voltou, um grupo de cristãos devotos e sinceros buscou em Deus a resposta e o conforto diante de severa decepção. Ao receber a revelação acerca da doutrina do santuário celeste e do início da mediação de Cristo no lugar Santíssimo (juízo investigativo), compreenderam que não era o fim, mas o começo do fim, como profetizado a João: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11), o que corrobora com o objetivo da primeira mensagem angélica: “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6).
Diante dos desafios do deserto, durante os quarenta anos de sua peregrinação, Israel recebeu do Senhor a mensagem que iria preparar a geração que cruzaria as fronteiras de Canaã: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas” (Dt.6:5-9). Não dá para explicar os ricos detalhes desta mensagem, mas, basicamente, a obra de salvação primeiro é pessoal, depois precisa refletir na família, e só então, será o mais eficaz e poderoso testemunho para o mundo.
O temor a Deus equivale ao aspecto mental (Leia Pv.1:7; Rm.12:1). Glorificá-Lo equivale ao aspecto físico (Leia 1Co.6:19-20; 1Co.10:31). Adorá-Lo aponta para o aspecto espiritual, que na verdade engloba os demais aspectos no firme “Rochedo da nossa salvação” (v.1), ao Senhor “que nos criou” (v.6), “Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”, o “Senhor do sábado” (Mt.12:8; Leia Êx.20:11). Portanto, “[hoje], se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o coração” (v.7-8). Que sejamos a geração que alegra o coração de Deus! “Saiamos ao Seu encontro, com ações de graças, vitoriemo-Lo com salmos” (v.2). “Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou” (v.6). Aproveitemos o tempo de graça que ainda nos está disponível e, dentro em breve, entraremos no descanso do Senhor. Vigiemos e oremos!
