Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Alto refúgio e rochedo seguro
“O Senhor é o meu alto refúgio; o meu Deus é o rochedo em que me abrigo.” Salmo 94:22
A primeira ideia apresentada é sobre a vingança. O salmista reconhece que é normal sentir aborrecimento diante do mal e da injustiça, mas ele coloca a vingança nas mãos de Deus. Isso nos lembra que, mesmo diante das situações mais difíceis e injustas, devemos confiar que o Senhor é o justo juiz que cuidará de todas as coisas no devido tempo.
O versículo que fala sobre a sabedoria divina destaca que Ele é o doador do conhecimento. Isso nos convida a confiar em Seus planos e caminhos, mesmo quando não entendemos completamente as circunstâncias ao nosso redor. Deus é sábio e soberano, e Seus propósitos muitas vezes ultrapassam nossa compreensão.
O conhecimento que Deus tem da futilidade dos pensamentos humanos nos exorta a pensar corretamente e alinhar nossa mente com a vontade Dele. Ao permitirmos que o Espírito Santo nos guie, podemos encontrar discernimento e sabedoria para enfrentar os desafios da vida com retidão.
O salmo também fala sobre a disciplina de Deus. A disciplina divina pode ser vista como um sinal do Seu amor por nós, pois nos capacita a enfrentar os problemas da vida com força e coragem. Por outro lado, aqueles que rejeitam a disciplina divina e persistem em uma vida de impiedade e indisciplina acabam caindo em suas próprias armadilhas.
A promessa de que o Senhor não desamparará Seu povo e jamais abandonará Sua herança é uma fonte de esperança e encorajamento. Mesmo em meio a um mundo hostil, podemos confiar na ajuda e no amor de Deus que nos sustentam e consolam.
Deus é retratado como uma torre segura e uma rocha de refúgio. Essa imagem nos lembra de que, em meio às instabilidades e corrupções deste mundo, podemos encontrar segurança e estabilidade Nele. Ele nos eleva acima das adversidades e fortalece nossos pés.
Por fim, o salmista destaca a escolha que cada pessoa tem diante de Deus. Aqueles que escolhem seguir o caminho da salvação e da retidão desfrutarão da vida eterna, enquanto os ímpios e obstinados seguirão para a destruição.
Promessa: O Senhor é torre segura e rocha de refúgio para Seus filhos. A torre nos eleva acima deste mundo corrupto; a rocha dá estabilidade aos nossos pés.
A primeira ideia apresentada é sobre a vingança. O salmista reconhece que é normal sentir aborrecimento diante do mal e da injustiça, mas ele coloca a vingança nas mãos de Deus. Isso nos lembra que, mesmo diante das situações mais difíceis e injustas, devemos confiar que o Senhor é o justo juiz que cuidará de todas as coisas no devido tempo.
O versículo que fala sobre a sabedoria divina destaca que Ele é o doador do conhecimento. Isso nos convida a confiar em Seus planos e caminhos, mesmo quando não entendemos completamente as circunstâncias ao nosso redor. Deus é sábio e soberano, e Seus propósitos muitas vezes ultrapassam nossa compreensão.
O conhecimento que Deus tem da futilidade dos pensamentos humanos nos exorta a pensar corretamente e alinhar nossa mente com a vontade Dele. Ao permitirmos que o Espírito Santo nos guie, podemos encontrar discernimento e sabedoria para enfrentar os desafios da vida com retidão.
O salmo também fala sobre a disciplina de Deus. A disciplina divina pode ser vista como um sinal do Seu amor por nós, pois nos capacita a enfrentar os problemas da vida com força e coragem. Por outro lado, aqueles que rejeitam a disciplina divina e persistem em uma vida de impiedade e indisciplina acabam caindo em suas próprias armadilhas.
A promessa de que o Senhor não desamparará Seu povo e jamais abandonará Sua herança é uma fonte de esperança e encorajamento. Mesmo em meio a um mundo hostil, podemos confiar na ajuda e no amor de Deus que nos sustentam e consolam.
Deus é retratado como uma torre segura e uma rocha de refúgio. Essa imagem nos lembra de que, em meio às instabilidades e corrupções deste mundo, podemos encontrar segurança e estabilidade Nele. Ele nos eleva acima das adversidades e fortalece nossos pés.
Por fim, o salmista destaca a escolha que cada pessoa tem diante de Deus. Aqueles que escolhem seguir o caminho da salvação e da retidão desfrutarão da vida eterna, enquanto os ímpios e obstinados seguirão para a destruição.
Promessa: O Senhor é torre segura e rocha de refúgio para Seus filhos. A torre nos eleva acima deste mundo corrupto; a rocha dá estabilidade aos nossos pés.
Comentário Blog Associação Geral
Li a abertura deste capítulo com uma pontada de: “Oh não, não posso escrever sobre um Deus vingativo!” Eu cresci numa tradição onde Deus é vingativo. Fomos ensinados que, se roubamos um pedaço de doce e somos atropelados por um caminhão antes que pudéssemos confessar, o lago de fogo estaria esperando por nós. Felizmente, mais tarde conheci Jesus, que foi acusado de sair com pecadores e garotas más, e que tranquilizou o ladrão na cruz.
Quem, então, o Deus do Salmo 94 vingará? Olho nos olhos de meus clientes e vejo sua dor e ouço suas lutas enquanto definham na pobreza de gerações e, sim, na depravação que vem de gerações. A mãe que tem vários filhos e vários relacionamentos desfeitos – cujo pai é preso por molestá-la durante a infância – Deus a vingará? Muitos a julgam e até a condenam. Vamos continuar lendo. “Orgulhosos”. “Arrogantes.” “Vanglória.” “Massacre”. Viúvas oprimidas, órfãos, estrangeiros…. Deus vingará aqueles que oprimem os oprimidos (como esta mãe).
Como somos abençoados se acolhemos as instruções de Deus e resistimos aos opressores? Ele se torna nossa Rocha, na qual nos refugiamos.
Cathy Robertson Kabanuk
Assistente Social, Professora
Norte da Califórnia, EUA
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 94 – Você já viu injustiça usurpar o lugar da justiça? Notou que muitas vezes a corrupção parece mais forte que a honestidade? Percebeu que a maldade parece ofuscar a bondade?
Estas perguntas incomodam a muitos, principalmente aos cristãos. Mentes pensantes questionam aos crentes sobre a existência ou o caráter de Deus devido a existência de fatos incontestáveis em nossa sociedade cruel.
Conforme o Comentário Bíblico Adventista, o Salmo…
• …recorre a Deus em busca de resposta ao problema do aparente triunfo dos perversos (vs. 1-7);
• …dirige-se a líderes corruptos que se vangloriam da aparente indiferença de Deus frente ao problema citado acima (vs. 8-11);
• …busca uma resposta definitiva da proteção de Deus para o justo e para o triunfo da justiça (vs. 12-23).
O mal será exterminado. Seu fim está chegando. O pecado não irá aprisionar a ninguém mais.
Apesar disso, “Deus não é arbitrário”, pois Ele avisa e “está disposto a perdoar a todos os que se achegam a Ele. Mas não pode tolerar o mal indefinitivamente. A própria natureza deste último é destruidora e está voltada contra a vida […]. Aquele que vive de ódio e violência provavelmente também morrerá dessa maneira […]. A vingança de Deus não é somente justa, mas também é compassiva. A perpetuação do pecado arruinaria a felicidade do Universo e acabaria destruindo-o” (Rosalie Haffener Lee).
Considere…
1. Deus dá aos orgulhosos, estúpidos e arrogantes o que eles merecem.
2. Os espertos e lisos na prática de crueldades podem não ser descobertos e pegos agora, mas isso não significa que nunca responderão perante Deus os seus crimes.
3. Aqueles que se infiltram dissimuladamente entre o povo de Deus para explorá-los e insultar negligenciando a atuação do Deus do povo logo serão surpreendidos.
4. Deus sabe as intensões do coração e os pensamentos dos que praticam atos desprezíveis.
5. Homens e mulheres que permitem que a Palavra de Deus os instrua e corrija terão paz em meio à maldade, sentirão a presença confortadora de Deus e ficarão tranquilos sabendo que logo Deus agirá neste mundo.
6. Enquanto o dia do juízo não chega, os conversos a Deus encontram ânimo e segurança no presente desafiador.
7. Nada poderá driblar a Deus nem vencer definitivamente aos que Lhe pertencem.
Compartilhe isto! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
No capítulo vinte e quatro do evangelho segundo Mateus, Jesus apontou para dois momentos sobremodo difíceis para o povo de Deus: a destruição de Jerusalém e os dias que antecedem o Seu segundo advento. O primeiro, no ano 70 d.C., deixou uma marca profunda na história da igreja primitiva, mas não foi o fim para os que, atentos aos sinais dados por Cristo, reconheceram o momento de fugir “para os montes” (Mt.24:16). O segundo, pelo qual aguardamos, já começou a revelar os primeiros raios da esperança de seu breve cumprimento.
Como predito nas profecias de Daniel, o povo do Senhor também enfrentou um período de perseguição e martírio na Idade que foi marcada pela escuridão de leis arbitrárias. Mas as feridas e o sangue derramado se tornaram em sementes que deram muito fruto, reformando a mente e o coração de homens e mulheres que não temiam a morte por amor Àquele que não lhes negou a vida. Foram 1260 anos esmagando o povo de Deus e oprimindo a Sua herança (v.5), “tendo uma lei por pretexto” (v.20), como está escrito: “magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei” (Dn.7:25).
“Se não fora o auxílio do Senhor” (v.17), não restaria um fiel adorador daquela leal geração de Deus. Com o mesmo empenho, mas superior ira, o inimigo das almas tem urdido sua trama a fim de trazer terror ao remanescente do tempo do fim. Contudo, “o Senhor não há de rejeitar o Seu povo, nem desamparar a Sua herança. Mas o juízo se converterá em justiça, e segui-la-ão todos os de coração reto” (v.14-15). Estamos perto, estamos muito perto da consumação de nossa bendita esperança! Mas os momentos que o antecedem serão marcados por “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1). “Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn.12:10).
Entendem, amados, que estamos vivendo dias solenemente considerados pelo Céu? Que o Senhor tem nos repreendido e ensinado para que tenhamos “descanso dos dias maus” (v.13)? Muitos estão preocupados com o estoque de comida física, enquanto negligenciam a comida espiritual. A inspiração nos revela que a nossa segura provisão deve ser a inteira confiança em Deus, “e Ele nos sustentará. Vi que nosso pão e nossa água serão certos nesse tempo… pois Deus é capaz de estender para nós uma mesa no deserto” (Eventos Finais, p.228).
O cenário está pronto para que, “tendo uma lei por pretexto” (v.20), os inimigos dos verdadeiros servos de Deus os persigam sem que haja mais expiação. Encerrada a obra de Cristo no lugar Santíssimo (Ap.16:17) e soltos “os quatro ventos da Terra” (Ap.7:1), haverá uma manifestação do mal com todos os seus efeitos. Mas, como vimos a poucos dias, a promessa do Senhor ao Seu povo selado é certa: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido… Ele me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Sl.91:7 e 15). Ajuntar-se-ão “contra a vida do justo” e condenarão “o sangue inocente” (v.21), mas o nosso Deus “aos Seus anjos dará ordens” a nosso respeito, para que nos guardem em todos os nossos caminhos (Sl.91:11). “Nos muitos cuidados que dentro” de nós “se multiplicam”, que as consolações do Senhor nos alegrem “a alma” (v.19), na certeza de que a nossa redenção se aproxima. Vigiemos e oremos!
