Leitura da Bíblia
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Comentários em Texto
Pr. Michelson Borges
Andarei na presença do Senhor
“Andarei na presença do Senhor, na terra dos viventes.” Salmo 116:9
Os versículos 1 e 2 nos lembram de que o verdadeiro amor sempre ouve. O ato de ouvir é um gesto de atenção, respeito e compromisso. Da mesma forma, Deus ouve nossas orações e súplicas, demonstrando Seu amor constante por nós.
O versículo 5 enfatiza a habilidade divina de equilibrar justiça e misericórdia. Deus é digno de confiança porque Sua natureza abarca tanto a retidão quanto o amor compassivo. Essa compreensão nos permite confiar plenamente em Seu caráter e propósito.
Nos versículos 6 e 7, testemunhamos a proteção, o fortalecimento e o descanso que Deus proporciona. Ele é um refúgio seguro em tempos de necessidade, oferecendo força e renovando nossa alma cansada.
A questão da retribuição à bondade de Deus surge nos versículos 12 e 17. Como podemos agradecer por Sua generosidade e graça? A resposta é invocar o nome do Senhor e oferecer sacrifícios de gratidão. Essas ações representam nossa devoção constante e nossa disposição em reconhecer e valorizar Sua presença em nossa vida.
O versículo 13 nos convoca a erguer o “cálice da salvação” para que todos vejam. Isso simboliza a nossa responsabilidade de testemunhar e compartilhar a graça de Deus com o mundo ao nosso redor. Nossa vida devem ser um convite visível para que outros possam escolher participar da jornada de fé e esperança.
O pesar divino pela morte dos fiéis é mencionado no versículo 15. Isso nos relembra que Deus não é indiferente às nossas lutas e dores. A esperança brilha, pois esse versículo também aponta para o fim da morte e o cumprimento da promessa divina de vida eterna.
A última afirmação, no versículo 18, reforça a importância da fidelidade em cumprir as promessas que fazemos a Deus. É um chamado para agir com integridade e honrar nossos compromissos.
Promessa: “O Senhor vê com pesar a morte de Seus fiéis.” Deus não é indiferente. Ele porá fim à morte.
“Andarei na presença do Senhor, na terra dos viventes.” Salmo 116:9
Os versículos 1 e 2 nos lembram de que o verdadeiro amor sempre ouve. O ato de ouvir é um gesto de atenção, respeito e compromisso. Da mesma forma, Deus ouve nossas orações e súplicas, demonstrando Seu amor constante por nós.
O versículo 5 enfatiza a habilidade divina de equilibrar justiça e misericórdia. Deus é digno de confiança porque Sua natureza abarca tanto a retidão quanto o amor compassivo. Essa compreensão nos permite confiar plenamente em Seu caráter e propósito.
Nos versículos 6 e 7, testemunhamos a proteção, o fortalecimento e o descanso que Deus proporciona. Ele é um refúgio seguro em tempos de necessidade, oferecendo força e renovando nossa alma cansada.
A questão da retribuição à bondade de Deus surge nos versículos 12 e 17. Como podemos agradecer por Sua generosidade e graça? A resposta é invocar o nome do Senhor e oferecer sacrifícios de gratidão. Essas ações representam nossa devoção constante e nossa disposição em reconhecer e valorizar Sua presença em nossa vida.
O versículo 13 nos convoca a erguer o “cálice da salvação” para que todos vejam. Isso simboliza a nossa responsabilidade de testemunhar e compartilhar a graça de Deus com o mundo ao nosso redor. Nossa vida devem ser um convite visível para que outros possam escolher participar da jornada de fé e esperança.
O pesar divino pela morte dos fiéis é mencionado no versículo 15. Isso nos relembra que Deus não é indiferente às nossas lutas e dores. A esperança brilha, pois esse versículo também aponta para o fim da morte e o cumprimento da promessa divina de vida eterna.
A última afirmação, no versículo 18, reforça a importância da fidelidade em cumprir as promessas que fazemos a Deus. É um chamado para agir com integridade e honrar nossos compromissos.
Promessa: “O Senhor vê com pesar a morte de Seus fiéis.” Deus não é indiferente. Ele porá fim à morte.
Comentário Blog Associação Geral
Este é um poema de agradecimento a Deus em resposta às experiências de orações respondidas e libertação pessoal (versos 1-2). As provações pelas quais o salmista havia passado quase o levaram a morte (v. 3). Ele entendeu que a sua vida fora preservada apenas pela misericórdia e graça de Deus e que o descanso genuíno é encontrado somente em confiar plenamente em Deus (v. 7). Esta confiança é do tipo que faz desaparecer a ansiedade e a inquietação (Mateus 11:29).
Em 2010, enquanto dirigia uma das reuniões preliminares numa série de reuniões evangelísticas em uma das ilhas das Filipinas, senti um forte impulso do Espírito Santo para fazer à platéia um apelo de entrega total. Neste momento, um homem chamado Jaime caminhou com agonia em direção ao altar. Jaime fora o único sobrevivente de uma explosão num navio mercante. Ele estava procurando respostas para saber por que ele sobrevivera e sua busca o levou à Palavra de Deus. Através de canções de ação de graças e da mensagem de libertação na palavra de Deus, Jaime encontrou as respostas que ele estava procurando! Jaime foi batizado e seguiu seu novo propósito encontrado na vida. Agora ele felizmente oferece seu sacrifício de ação de graças e diariamente cumpre seus votos (versos 16-19) em ganhar almas.
E você? Quando foi a última vez que tocou a vida de outras pessoas, através dos seus votos e sacrifícios de ação de graças? Por que não fazer isto hoje?
Jan Harry Cabungcal, Neuroscientista
Europe for Jesus, Suiça
Reflexão - Heber Toth Armí
SALMO 116 – O sofrimento aqui no mundo pode ser amenizado com um compromisso sério com o Deus que habita no Céu, que, apesar da distância de residência, Ele não mede esforços para nos atender em nossas necessidades.
Aqueles que creem, confiam e submetem-se a Deus através da oração suplicante possuem a mais nobre postura para receber grandes bênçãos derramadas das sublimes alturas celestiais. Temos muito que aprender de Davi ao humilhar-se ao extremo diante do Supremo Salvador, reconhecendo nossa tremenda necessidade de ajuda.
Matthew Henry divide da seguinte forma este Salmo:
1. A grande aflição e perigo em que o salmista estava que quase o levou ao desespero (vs. 3, 10-11);
2. O pedido que ele fez a Deus nessa aflição (v. 4);
3. A experiência que teve da bondade de Deus para com ele em resposta à oração:
a) Deus ouviu-o (vs. 1-2);
b) Deus teve compaixão dele (vs. 5-6);
c) Deus libertou-o (v. 8).
4. O cuidado que teve em relação ao reconhecimento que tinha de fazer pela bondade de Deus para com ele (v. 12):
a) Ele amaria a Deus (v. 1);
b) Ele continuaria a recorrer a Ele (vs. 2, 13, 17);
c) Ele descansaria no Senhor (v. 7);
d) Ele andaria diante dele (v. 9);
e) Ele pagará publicamente seus votos de ação de graças, nos quais reconheceria o terno cuidado de Deus para com ele (vs. 13-15, 17-19);
f) Ele continuaria a ser o servo fiel de Deus até o fim de sua vida (v. 16).
Muitos se desesperam por não aceitarem dar nenhum passo em direção ao Ser que tem a única solução para sua aflição.
• Uma vida desprovida de oração certamente será repleta de situações desesperadoras.
Outros encontram esperança/solução em Deus, porém, não avançam como Davi fez neste Salmo, em gratidão e ação de graças ao Salvador que operou em Seu favor.
• Precisamos reconhecer coisas sublimes Deus nos fez e permitir que o coração se incline ainda mais em devoção a Ele.
Quando estamos no limite, Deus nos salva; quando não sabemos o quê fazer, Deus nos auxilia; quando a morte nos amedronta, Deus nos acalma; quando ninguém nos ouve, Deus nos acode!
Por isso, devemos amar a Deus, ser-Lhe fiel, comprometer-se com Ele e adorar-Lhe! – Heber Toth Armí.
Comentário Rosana Barros
Em tempos de crise, onde uma doença tornou-se a principal notícia e preocupação em todo o mundo, desencadearam-se, ou melhor, tornaram-se aparentes, problemas que estavam apenas sob o manto da negligência. A frieza entre casais e dificuldade de relacionamento entre pais e filhos têm revelado que o afastamento social já existia dentro da própria casa. E, mediante as extremas medidas de confinamento, dois resultados têm sido colhidos: famílias que, reconhecendo o problema, buscaram auxílio e fortaleceram os laços; e, por outro lado, aquelas que jogaram a toalha e entraram na triste estatística de famílias desfeitas e sacudidas pelos ventos da indiferença.
A guerra contra o vírus ainda não acabou. Mas uma guerra bem mais antiga, com dimensões e resultados ainda mais devastadores, se apressa para o fim. Reconhecendo os riscos desse conflito cósmico em que estava envolvido e prestes a sucumbir, o salmista caiu “em tribulação e tristeza” (v.3) e esteve “sobremodo aflito” (v.10). Consciente de sua terrível condição, não obstante, confiante no auxílio divino, ergueu a sua voz em súplica: “ó Senhor, livra-me a alma” (v.4). O resultado foi o encontro com o Senhor, nosso Deus, que é justo e compassivo, que é misericordioso e que “vela pelos simples” (v.6), que salva e é generoso, que quebra as cadeias do mal e ouve as orações dos que O invocam.
Estávamos todos perdidos e condenados à morte eterna. Fomos sequestrados pelo inimigo e lançados no cativeiro do pecado. Mas o Senhor, que é justo e compassivo, nos proveu libertação. Na cruz do Calvário, a guerra foi decidida e pago o alto preço de nosso resgate. Por isso que “preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos Seus santos” (v.15). É apenas uma questão de tempo para que, concluída a Sua obra de intercessão, Jesus rasgue os céus com a Sua glória e, com potente voz, dê a ordem de Sua vitória sobre a morte: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).
Encare este momento como o tempo da oportunidade às famílias para viverem o cumprimento da profecia em seus lares, “antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor”: “ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Ml.4:5 e 6). Como o último Elias, Deus chama o Seu povo para em uníssono proclamar: “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor” (v.13). No juízo, Deus não pedirá contas de nossas conquistas laborais ou acadêmicas, mas perguntará: “Onde estão os filhos que Eu vos dei para educar para Mim? Porque não estão à Minha mão direita?” (Orientação da Criança, p.561).
Como povo do advento e Elias atual, que possamos declarar com inteireza de coração: “Amo o Senhor… Cumprirei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o Seu povo” (v.1 e 14). Vigiemos e oremos!
